Gays na cam

Sábado, 15 de Janeiro de 2011
CONTOS DOS LEITORES
O Sacolé do Lucas (Parte 2)
Continuação da história do professor de matemática com seu aluno.
por Peter Cummer

Quando conheci o Lucas ele era meu aluno. Era franzino, meio afeminado, e tinha uma certa fixação em mim. Após sofrer algumas provocações na escola, o rapazinho saiu da instituição. Imagino que este tenha sido o motivo. Anos mais tarde o reencontrei na praia de Ipanema, acompanhado de sua namoradinha, Luana, que ainda era minha aluna. Fiquei surpreso ao revê-lo, pois estava bastante diferente. Seu corpo, delineado, robusto, viril, deixara pra trás a aparência lânguida e frágil dos anos anteriores. Manteve, entretanto, seu senso de humor, seu ar de ironia, um certo deboche provocante que me levou a ceder ao convite de entrar em sua casa, após uma carona, e trepar com o belo – e apetitoso – rapaz. Transamos naquele dia, sob o pretexto de conferir o sabor de seu “sacolé”, que me fora oferecido na praia, mas degustado em sua casa, no Méier. Aquele instante foi pra mim extremamente excitante, mas muito confuso. Saí da casa do Lucas e pensei em ir pra casa. Declinei. Decidi passar no Méier, pois precisava comprar uns artigos de informática e uns quitutes para a geladeira.

A casa do Lucas era mais pro Engenho de Dentro que pro Méier, embora ele dissesse morar neste bairro, talvez por causa de seu prestígio suburbano. Como eu estava de carro, ali da Rua Maranhão ao centro do Méier não me custou cinco minutos. Fui à loja de informática, fiz o que tinha de fazer, e entrei no mercado. Quando estava no estande de frios, lembrei do Lucas e de seu “sacolé”. Ri pra mim mesmo, dei de ombros e continuei as compras. O celular tocou.

– Alô!

– Alô, quem é? – respondi.

– Já esqueceu a minha voz? Será que esqueceu meu gosto também? – respondeu Lucas, do outro lado. Como ele conseguira meu telefone?

– Rapaz, como você sabe meu número?

– Você esqueceu sua mochila.

– Puta-que-o-pariu!

– Desculpa ter aberto sua bolsa, mas é que era o único jeito de ter algum contato seu. Dei sorte de achar um número aqui, liguei pra ele e disse pra moça que tinha achado sua mochila no ônibus.

A moça à qual Lucas fazia referência era Estela, uma sobrinha que não via há tempos. Foi ela quem lhe deu o número de meu celular. Não sei se pra minha felicidade ou minha perdição. O fato é que aquela não foi a única vez que o Lucas me ligaria.

Marcamos na semana seguinte para eu buscar a mochila. Eu confesso que estava um tanto nervoso, quiçá meio desconfiado do jeito descolado e audacioso do meu anjo rebelde. Preferi a precaução. Antes de chegar à Rua Maranhão, liguei pro Lucas e pedi pra que ele me esperasse na porta de casa. Era uma quarta-feira, e sua mãe – que trabalhava fora aos fins de semana – poderia suspeitar da minha presença ali. Lucas concordou em levar a mochila até o carro. Quando cheguei no portão, ele não estava. Fiquei puto, liguei de novo. O celular tocou e ninguém atendeu. Saí e toquei a campainha, esperando ser recebido com surpresa pela dona da casa. Mas foi Lucas quem atendeu a porta.

– E aí, professor? Foi mal, eu estava no telefone e no celular tocou ao mesmo tempo e...

– E a mochila?

– Entra aí, pô.

– Mas sua mãe...

– Relaxa, ela ligou pra dizer que vai demorar mais um pouco. Foi ao banco e parece que a fila ta grande.

Não resisti, novamente. Entrei.

– E por que não atendeu o celular? - questionei, desconfiado.

– É que um amigo meu ligou pra mim, e o senhor ficou na chamada em espera.

– Ah, conta outra. Você estava é a fim de me deixar puto.

– Tô falando sério, parceiro. É o Alan, meu brother. Ele vem aqui agora me trazer um convite pra uma balada sexta à noite. Ta a fim de ir, professor?

– Sexta eu trabalho, cara. Nem dá. E sábado dou aula particular, de manhã.

– Pô, eu tava a fim de ter umas aulas particulares com o senhor. Iguais aquela da semana passada. - disse Lucas, sorrindo.

– Cara, aquilo foi uma viagem, esquece isso.

– Ah, vai dizer que o senhor não gostou do meu sacolé?

– Não, não é isso. Foi bom, cara, mas...

A campainha tocou. Era o Alan, o amigo do Lucas. De fato o rapaz viera lhe trazer o convite da tal festa. Alan parecia ser mais novo que Lucas. Era loiro, olhos cor de mel. Tinha os cabelos lisos, arrepiados. No seu rosto, suas sobrancelhas grossas e pretas marcavam sua expressão, e sua boca desenhada era uma permanente tentação para gregos e troianos. Era magro, de altura média, tinha uma boa e atraente silhueta, embora as roupas que vestia não contribuíssem muito para apreciar os contornos de seu corpo. Era meio fanho, mas seu timbre não chegava a ser irritante. Antes, conferia-lhe um charme a mais à sua beleza exótica.

]

– Alan, esse aqui é o meu professor. O melhor professor de matemática do Brasil. Professor, não te disse? Esse é o Alan, meu brother.

– Prazer, Alan. Mas eu já to de saída, não me leve a mal.

– Só porque eu cheguei? Sacanagem, parceiro. – Interveio o garoto.

– Fica mais um pouco, professor, por favor. O senhor quer outro sacolé, quer?

A pergunta não entrou nos meus ouvidos; ela rasgou os meus tímpanos, penetrando fundo na minha consciência e me deixando entre o temor, a confusão e a excitação.

– Não entendi. – respondi.

– Entendeu, sim... o senhor quer ou não quer? – perguntou Lucas.

– O senhor gosta de sacolé, professor? – interveio o outro. – E de que sabor o senhor prefere, coco ou chocolate?

A atitude do Alan me deixou ainda mais confuso, o que não impediu meu pau de endurecer na hora. Eu não estava acreditando! Estariam ambos me provocando?

– Você também quer um sacolé, Alan? – insistiu o Lucas.

– Com certeza, até dois. – respondeu o amigo.

Nesse instante, ali na sala, os dois começaram a se beijar. Eu, excitado, não sabia bem o que fazer. Fiquei muito surpreso com o que estava acontecendo. Os dois tiraram a blusa e lambiam-se, rindo, de quando em vez, um para o outro, quando não olhavam oportunamente para mim.

– Você ainda não me respondeu. – disse Alan – coco ou chocolate?

– Pra falar a verdade eu sou vidrado em chocolate e tenho um puta tesão em coco. – respondi, já ciente de que minha fala significava ter cedido ao convite duplo dos rapazes. Tentei consertar, num leve arrependimento, mas fui vencido pela ocasião.

– Até gosto de coco, mas este sabor me parece ser novo demais para ser degustado. – argumentei, tentando me livrar da tentação loira.

– O sacolé de coco tem dezoito anos, fica tranqüilo... e a mesma medida em centímetros. Vai recusar?

Como recusar uma proposta dessas? Juro que tentei, mas fui vencido pelo tesão. Tirei na hora o pau dos dois e comecei primeiro a provar o novo sabor de coco e, em seguida, degustar o já conhecido chocolate. Os dois revezavam-se ao penetrar minha boca. Eu, ajoelhado, chupava a cabeça de um e alternava, lambendo o saco do outro. Em seguida, não media esforços em lamber a virilha do primeiro, e assim continuávamos completamente despreocupados com o mundo lá fora.

– Chupa seu puto. Chupa esse caralho gostoso, chupa.

– Que professorzinho é esse, brother! Que boquinha de veludo... hum... – dizia Alan, enquanto me dava tapinhas na cara. O garoto, apesar de novo, era extremamente safado. Gemia e falava muita putaria, olhando nos meus olhos. Falava fazendo um biquinho com a boca, com sua voz fanha, adolescente. Suas mãos, estendidas por sobre a cabeça, compunham uma cena de dominação. Ele, o macho dominante, reinava soberano no sofá. Eu, servo, chupava como se chupar fosse minha mera obrigação. O Lucas preferia segurar na minha cabeça, fazendo-me engolir seu cacete. Era até meio desajeitado, porque algumas vezes eu fazia que vomitaria. Ele aliviava, e então em seguida forçava novamente:

– Não pára não, sua puta. Mama gostoso essa rola, porra! – dizia com tesão o garoto do sabor chocolate.

– Agora você vai provar o sabor “Prestígio”. – improvisou Alan, propondo-me degustar ao mesmo tempo “coco” e “chocolate”.

Os dois ficaram em pé. Precisei de um pouco de calma pra fazer as duas picas entrarem na boca. Mas elas entraram. Não completamente, mas posso dizer que consegui mantê-las, com certa margem de conforto, à altura das cabeças. O fato em si – a dupla penetração oral – era mais tentador do que a profundidade que a penetração adquiria. Aquele momento os garotos pareciam querer abusar do cara mais velho. Queriam relaxar, queriam aproveitar, brincar, gozar e pronto. Faziam parte de uma juventude muito despreocupada com modelos pré-moldados de sexualidade.

– Toma pirocada na cara, professor. Ta gostando?

– Estou adorando, seu moleque safado!

Lucas e Alan me batiam com seus pênis na cara. Os dois babavam pelo pau. O líquido de ambas as picas desenhavam teias entre meu rosto e seus corpos. Aquela brincadeira estava muito intensa, muito molhada, muito quente. A esta altura estavam os dois pelados, completamente nus. O único a vestir alguma coisa era eu, um short, de onde eu tirava meu pau para me masturbar enquanto eu era sabatinado com dose dupla de pica. Quando eu resolvi tirar o short pra facilitar a punheta, o Alan viu minha bunda e enlouqueceu. Minha bunda lisa contrastava com meu corpo, que tinha muitos pêlos, embora aparados à máquina. Modéstia à parte, minha bunda sempre foi muito gostosa. E o Alan não conseguiu resistir ao desejo de querer comê-la.

– Quero te fuder, professor. Dá esse rabo pra mim. Vou meter gostoso nesse cu, porra!

Em pé, empinei o rabo e o Alan iniciou um delicioso cunete. Lucas aproveitou a ocasião pra me chupar enquanto seu amigo me degustava por trás. Eu era o recheio do sanduíche. Lucas chupava gostoso, como macho. Lambia as bolas, melava-me a virilha, o umbigo. Ele não provava apenas meu pau. Ele me engolia por inteiro. Em segundos já estava na minha boca, beijando-me bem molhado com seus lábios aquecidos, voluptuosos, irresistíveis. Alan permanecia mesmo fixado na tentação de me comer. Foi até um canto da sala e pegou na sua bolsa uma camisinha. Meteu-lhe no pau e cuspiu na mão. Passou na camisinha que já embalava seu instrumento. Cuspiu novamente e molhou meu ânus por fora. Como não pudesse perder a oportunidade, aproveitou e enfiou bruscamente um de seus dedos, brincando devassamente com o calor interno do meu corpo. Tirou o dedo e preparou-se para me enfiar o pau, quando a campainha tocou.

– Puta-que-o-pariu, minha mãe! – bradou Lucas!

– Filho da puta! – pensei comigo – e agora, cara?

– Vão pro quarto vocês dois que eu vou atender a porta. – disse, vestindo-se a esmo.

Entramos no quarto e, desesperados, escondemo-nos embaixo da cama. O desespero que a campainha causou impediu Lucas de pensar racionalmente, desorientando-o completamente quanto à atitude a tomar. Pensasse com mais calma, saberia que sua mãe jamais tocaria a campainha, pois possuía a chave de casa. Além do mais, não era ela quem disse que ficaria até mais tarde na rua? De qualquer forma, o toque da campainha dissipou qualquer lógica da cabeça do Lucas, e somente sua mãe lhe viera à cabeça ao sonzinho que ressoava da porta. Mas não era ela, afinal, quem tocava a campainha.

– Luana? – indagou Lucas, ao abrir a porta.

– Que isso Lucas, que desespero! Parece que viu um fantasma.

Era sua namorada. Mas o que ela fazia ali, naquela hora?

– Você não tinha que estar na escola?

– A professora nova de ciências faltou, e o Lúcio, aquele chato, de português, graças a Deus passou mal. Aí eu saí cedo e resolvi vir pra cá, já que a gente faz aniversário de namoro hoje. Feliz nove meses, amor.

A vontade do Lucas certamente era responder: “Nove meses é o caralho!”, mas conteve-se em repetir a mesma frase de sua namorada, selando-a com um beijo deveras cínico.

Luana estava decidida a fazer uma surpresa para Lucas. Iria convidá-lo para ir ao cinema logo à noite e estender o programa num motelzinho da Zona Norte. Comentou a proposta com seu namorado, mas ele declinou. Como não haveria motivos que explicassem sua desistência, e para que a namorada não ficasse com a pulga atrás da orelha, o guri resolveu ousar, apostando no programa a dois naquela hora mesmo, já que sua mãe não estava em casa. A garota, que já estava no quarto, aceitou a proposta e mordeu a isca. Embaixo da cama, Alan e eu permanecíamos imóveis, sem saber o que estava acontecendo. Surpreendemo-nos com a entrada da Luana no quarto, e a essa hora o coração batia a mil por hora. Luana era minha aluna e inimiga mortal do Alan. Mas naquele momento e naquela situação nada poderíamos fazer. Ou poderíamos?

Luana e Lucas começaram a se beijar em cima da cama. Ela, bastante fogosa, dizia-lhe coisas bastante excitantes. O som de sua voz era obtuso. Parecia que ela falava com a língua dentro da orelha do Lucas. Ele, no auge de sua safadeza, retribuía-lhe a putaria, dizendo em voz alta tudo o que ele faria com ela na cama naquele momento.

– Sua vadia safada, minha cachorrinha... fala pra mim o que você quer, fala.

– Quero te chupar todinho...

– Você vai meter a boca no meu caralho, é?

– Você quer?

– Quero sim, meu amorzinho. Minha safadinha gostosa.

– E você, o que quer fazer?

– Eu quero meter o dedo na tua bocetinha quente.

– Então mete vai... enfia esse dedo em mim... hum, isso... ai, delícia! Que gostoso...

– Toma dedada na boceta, sua puta.

– Mete gostoso, amor.

– Chupa esse pica enquanto eu te meto o dedo.

– Ai, que delícia, Lucas! Me chupa também vai.

– Hum... que grelo gostoso, safada... que boceta quentinha...

A narrativa do Lucas parecia bastante proposital. A Luana não fazia a menor ideia do que estava acontecendo no quarto, mas ele, sim, sabia muito bem da situação. Ele sabia que embaixo da cama estávamos Alan e eu. Sabia também que estava sendo ouvido. Sua voz narrando a foda começou a nos excitar. O medo sucumbiu ao desejo e o Alan começou a roçar atrás de mim. A diferença é que não poderíamos dar um pio sequer. Mas seu gesto era plenamente inteligível. Seu pau ainda estava vestido com a camisinha que ele se esquecera de tirar no auge do desespero. Apesar de ter amolecido, com as mãos ele a acomodou novamente no pau conforme este se endurecesse. Não havia tempo nem condição para colocar uma nova camisinha. Enquanto Lucas transava com sua namorada em cima da cama, Alan começava a me penetrar embaixo dela. Eu estava de lado, imóvel, e ele, atrás de mim, melava-me o rabo com os dedos. Abria levemente minhas pernas, afastava uma nádega da outra e enfiava devagar o cacete. Segurava na minha cintura e puxava contra seu corpo. Quando suas mãos se desocupavam, ele logo tratava de me abraçar, apertando meu peito ou pegando na minha cabeça, puxando-a para si, para trás. Era quando ele enfiava a língua no meu ouvido me dizendo putaria aos sussurros. Era também quando ele me lambia o pescoço ou mordia minha nuca.

Lucas penetrava Luana e já estava prestes a gozar. Seus movimentos aumentaram e nós aproveitamos a situação para relaxar um pouco com a preocupação e decidimos também investir nos movimentos mais bruscos. Luana gemia feito uma bezerra, e isso era bom, porque abafava os ruídos da foda secreta embaixo da cama. Luana disse que iria gozar e Lucas, que estava sem camisinha, retirou o pau e mandou que a namorada abrisse a boca para tomar leitinho quente.

– Toma porra na cara, safada! Bebe meu leite, sua vaca... – dizia, enquanto sua namorada se masturbava...

– Ah, ahn... me dá leite, eu vou gozar... – exclamava com tesão a garota.

Naquele momento decidimos também que era a nossa hora. Gozamos os quatro juntos. Eles, em êxtase, escandalosamente. Nós, embaixo, trepávamos em surdina. Luana decidiu tomar um banho e Lucas não tardou em nos facilitar a saída da casa. Dei carona ao Alan, mas não tivemos muito assunto no carro. Quando finalmente cheguei em casa, me dei conta de que houvera esquecido novamente a mochila na casa do Lucas, e que a viagem até a Rua Maranhão tinha sido em vão. Em vão? Nem tanto... O fato é que eu precisava da mochila de qualquer jeito, e, para meu deleite, faria de tudo para recuperá-la novamente.
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Comentários dos leitores (40)
Chapeleiro09/05/2014 1:58
Chapeleiro09/05/2014 1:58
ai, entrou mulher eu broxo.
junor 1007/03/2012 17:58
junor 1007/03/2012 17:58
queria ter 2 aras dessescmg seria eu sonho
Alef15/07/2011 16:22
Alef15/07/2011 16:22
Gente, o conto é bom! Meio extenso, mas tem uma boa narrativa. Acontece de se "perder" em alguns momentos como foi percebido por algumas pessoas. Não importa se é fake e sim o fato de "povoar" o imaginário. Concordo que o fim não foi bacana, mas o autor esta de parabéns! Ah, antes de criticarem ao menos TENTEM, escrever algo (fake ou não) e publiquem aqui. Ai sentiram o gostinho... hehe!
Maycon - PE 24a10/03/2011 4:45
Maycon - PE 24a10/03/2011 4:45
Ai gente, o conto até pode ser fake, mas nao por causa dessa historia do telefone. Essa aparente incoerência está solucionada no início do último conto desta série. Lá o professor fala que deu o nº errado pro cara. Entao eh por isso que ele se surpreende qd o Lucas liga pro cel dele. Antes de criticarem, leiam e compreendam toda a historia!!! Um conto completa o outro, será q vcs nao entenderam isso ateh agora!?
Osasco09/03/2011 13:38
Osasco09/03/2011 13:38
Nossa.... verdade a questão do telefone.. bom isso ja basta pra saber que é fake mas não deixa de ser bom hehehe... Mas preste atenção mesmo nos detalhes pra não dar mais gafes... bom.. vejamos o próximo.. kkkkk
M.M.09/03/2011 11:57
M.M.09/03/2011 11:57
Seria um ultraje dizer que esse conto é ruim e que é exagerado. Pode até ser fake, mas que o cara soube muito bem narrar a história. Quem curte bater uma lendo contos, esse é um perfeito.
mas, no final do outro conto, cito: "Naquele dia tomamos um belo banho juntos, aproveitando pra tirar o sal da praia. Mas não me alonguei na casa dele, talvez por receio. Trocamos telefone e logo saí em direção ao Méier. Enganam-se os que pensam que a história terminou por aqui. Muitas lições de matemática ainda foram ensinadas ao Lucas. E sacolés de outros sabores eu ainda haveria de experimentar com meu ex-aluno. Mas a continuação desta novela real fica para uma próxima vez. " O professor não tinha dado o telefone? Preste mais atenção nessas pontas soltas que você deixa pelo texto.
marcelo06/02/2011 18:25
marcelo06/02/2011 18:25
delici de contos eroticos postem mais professor lucase alan onde acontecera agora
Gabriel04/02/2011 13:49
Gabriel04/02/2011 13:49
Me broxo direto quando ele colocou uma mulher no meio.
Mario Proust03/02/2011 22:23
Mario Proust03/02/2011 22:23
Bela história, linguagem adequada, coloquial na medida certa, inteligível, com um português impecável. Alguns deslizes na coerência, mas a ideia e o enredo compensam quaisquer pontos negativos. E o melhor de tudo, bastante excitante e original.
CHUPETINHA02/02/2011 12:18
CHUPETINHA02/02/2011 12:18
CARAIO NUNCA TINHA BATIDO PUNHETA COM CONTOS MAS HJ NAUM RESISTI,ESSE LINGUAJAR MEI XULO DEIXA O CONTO MAIS EXCITANTE E COMO SEMPRE NOS COMENTS TEM AS BIBINHAS INVEJOSAS.
Yakinws02/02/2011 2:37
Yakinws02/02/2011 2:37
Pow, gostei muito, gozei gostoso!!! Nem tanto pela coerência do conto, mas pela lingugem safada e típica dos mlks sacanas cariocas... isso valeu a pena!
Boneko02/02/2011 1:55
Boneko02/02/2011 1:55
Aaaa galera mentira ou nao o conto eh bom! Mt tesao, parabens... gozei horrores lendo a historia! Doideira mano...
RUI30/01/2011 14:09
RUI30/01/2011 14:09
kkkkkkkkkkkkkkkk q mentira meo, cheio de falhas, tudo mentira
Prof. Bernardo30/01/2011 11:43
Prof. Bernardo30/01/2011 11:43
Gostei do conto, mas torna-se cansativo e exagerado algumas vezes... Primeiro notei uma contradiçao entre os contos, pois no final do primeiro o autor diz ter trocado telefone antes de sair da casa do "Lucas" e no começo do segundo conto ele se mostra surpreso ao receber o telefonema e ainda questiona onde ele havia conseguido seu numero, ao mesmo tempo, que Lucas tb cai em conradiçao dizendo de sua manobra pra conseguir o numero do professor. Fico tentando imaginar tambpem a altura da cama que o professor e o Alan se enfiaram e consguiram fuder na mesma sintonia que o Lucas e a namorada sobre ela... EXAGERO SEM FIM! Enfim... é bom reler o conto anterior antes de escrever outro para que estejam em sintonia! Tem muita gente que lê esses contos só pra gozar... mas outros percebem a contruçao literaria dos mesmos e nao conseguem gozar pq tentam imaginar como alguem que se diz professor consegue escrever dessa maneira... ou seja, de maneira exagerada, sem lógica, cheio de contradiçoes! Ainda bem que a matemática é ciencia exata...
Pop29/01/2011 19:19
Pop29/01/2011 19:19
Esse conto é mto bom!! Se tiver outras partes, não deixe de contar!!
Mati28/01/2011 19:24
Mati28/01/2011 19:24
Tá, tudo bem... a história é legal mas, que final mais sem pé e sem cabeça... quando parece que a coisa vai esquentar, quando a gente se empolga, vem o ponto final e a história acaba. Sem graça... tinha que ter continuação...
babalu21/01/2011 20:30
babalu21/01/2011 20:30
cara legal seu conto , gozei bastante ...
Alvaro21/01/2011 17:56
Alvaro21/01/2011 17:56
rpz a história 1 termina com uma troca de telefone entre o prof e Lucas e na 2 a sobrinha q deu o numero? NOIvela mexicana é? Hauhaau
aff19/01/2011 18:22
aff19/01/2011 18:22
achei que isso deveria ser resumido um pouco mais.Historia longa e cansativa, pensei que não teria fim mas teve que por sinal foi uooo.
naldim18/01/2011 22:55
naldim18/01/2011 22:55
olha eu gostei muitoo....fikei aki imaginando a cena...e dei muitas risadas.... e esse sabor prestigio deve ser uma delicia....
naldim18/01/2011 22:54
naldim18/01/2011 22:54
esse povo q fika criticando é pq naum axou nem um pau pra subir....a fala sério...se vc naum gostou naum le-se entaum....é foda viu... o cara faz uma boa historia...e essas bixa má fika rateando... vaum catar cokinho no asfalto........
Rodrigo18/01/2011 20:54
Rodrigo18/01/2011 20:54
Mto bom... professor vc é campeão! parabéns... dois sabores... hum.... mal posso esperar pro terceiro sabor! PARABÉNS!! q venha o sacolé 3 abração!
Obomde+do Méier18/01/2011 20:05
Obomde+do Méier18/01/2011 20:05
Gostei do conto. Moro na rua Maranhão e gostaria de conhecer esse Lucas e o Alan pra experimentar seus socolés, mais prefiro o de coco, mas não dispenso o de chocolate.
FABRICIO18/01/2011 17:38
FABRICIO18/01/2011 17:38
CONCORDO COM O (GIL)POW NAUM É PRA ACREDITAR MSM É SÓ P GENTE IMAGINAR , E SE E VERDADE OU NAUM O CONTO É BOM PORÉM SEM MUITA EMOÇAO NO FINAL.....
adsj23@hotmail.com18/01/2011 17:37
adsj23@hotmail.com18/01/2011 17:37
Confesso q tenho um poko t pena da Luana, se vai ficar com ela, larga a mão de ser puto, qdo eu achar a minha mulher, eu vou tentar ao maximo largar, esquecer essa vida homossexual, assim espero. PS: Põe putinha esse professor, só falta girar a bolsinha na Augusta.
André18/01/2011 17:21
André18/01/2011 17:21
Como q o professor perguntou pro Lucas cm ele tinha conseguido o telefone dele, se eles haviam trocado telefone na 1ª parte? Mto confusa essa estoria!
José Carlos18/01/2011 13:54
José Carlos18/01/2011 13:54
Bello, pelo que eu entendi o Lucas tava falando no telefone fixo com a mãe e no celular com o amigo Alan, e foi aí nessa hora que o Professor ligou, pro celular. Enfim... acho que dessa vez sua crítica nao fez sentido. Agora vou colocar a minha critica. Acho que a história terminou meio sem pe e sem cabeça. Acho que a história pede um terceiro episódio pra fechar com um grand finale. Gostei muito do conto, é muito excitante. Parabens!
Bello18/01/2011 2:49
Bello18/01/2011 2:49
Notei e comentei no primeiro conto da emocionante saga deste nosso Amigo-Professor o equívoco do Méier. Sendo eu também professor, observo neste segundo episódio, por ventura, ambos deliciosos, outro erro da desatenção: Lucas justifica, num primeiro momento, não atender o celular por estar ao telefone (explica, os dois chamaram ao mesmo tempo), contudo, na insistente desconfiança, defende tê-lo deixado "em espera". Mas, as duas ligações que tocaram eram no celular? Não é o que parece... Enfim, não reduz, minhas pobres observações, em absolutamente nada o tesão que o conto proporciona. É o hábito da profissão, perdoem! Parabéns autor, queremos com os críticos comentários, ajudá-lo e aprimorar a virtude de contar estórias!
Ativo Novato.17/01/2011 22:29
Ativo Novato.17/01/2011 22:29
Cara, espero por outras histórias dessas. Tesão da porra...
Gil17/01/2011 20:23
Gil17/01/2011 20:23
Pô gte, pra que ficar criticando? Ta certo q as vezes não da pra acreditar em certos contos, mas eles são pra gte ficar imaginando! Vamo parar de criticar e curtir a história!!!
Rodrigo BS17/01/2011 16:43
Rodrigo BS17/01/2011 16:43
Fake msm ... um Otimo ATOR
Matheus/RJ17/01/2011 11:29
Matheus/RJ17/01/2011 11:29
Também acredito em papai noel e coelhinho da pascoa. RSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSRSR
Marquinhos17/01/2011 2:04
Marquinhos17/01/2011 2:04
Ao Leitor/kkkkkk Cara, em primeiro lugar, qualquer conto é fake, por natureza. Conto é um gênero literário, seu ignorante; é ficção. Isto não é uma reportagem jornalística. Mas, se você quer mesmo acreditar que a história tem que ser cem por cento real e verdadeira (afinal sua mente limitada não se permite à abstração), seus argumentos todos são falhos. Primeiro, em que parte do conto está dizendo que a bolsa tinha documentos e que estes documentos eram relativos ao trabalho de professor? Segundo, o autor informa que ele queria evitar contato com o rapaz naquele momento, então o espaço de tempo de uma semana se justifica, sim. E terceiro, os diálogos entre os personagens podem ter sido passados ao autor depois do ocorrido. Não é assim que a gente conta fatos que aconteceram antes de nascermos, por exemplo? Experimente narrar algo que aconteceu no casamento da sua mãe. Como você explica a narrativa se você não estava lá!? Isto é lógico, alguém contou, não é? Sua iletrada, bicha burra merece castigo!
kkkkkkkkkkkkkkkk16/01/2011 18:35
kkkkkkkkkkkkkkkk16/01/2011 18:35
fakeeeeeeeeeeeeeeee kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk vc de carro e perto da casa dele so ia pegar suas coisas na semana que vem? quem ehprofessor nao pode deixar documentos nas casas dos outros.,, pois precisa deles frequentementee e luana nem notou o carro na portaaaaaaa kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk mentiraaaaaa fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake fake
drawot@ig.com.br16/01/2011 9:38
drawot@ig.com.br16/01/2011 9:38
aguardem o episódio III da primeira temporada.
Ninfetinhu16/01/2011 2:18
Ninfetinhu16/01/2011 2:18
Nussa q delícia!
BRUNO DE ITABORAÍ16/01/2011 1:36
BRUNO DE ITABORAÍ16/01/2011 1:36
REALMENTE VC ESCREVEU BEM E PROCUROU CORRIGIR OS ERROS DA PARTE I QUANDO DISSE QUE IA PARA O MÉIER. VALEU! GOZEI HORRORES!!!
Felipe16/01/2011 0:26
Felipe16/01/2011 0:26
Parabéns, cara. Vc escrve muitoo bem. Mó tesão!
Leitor15/01/2011 22:57
Leitor15/01/2011 22:57
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Rodrigo Massoterapeuta