Gays na cam

Quarta-feira, 30 de Março de 2011
CONTOS DOS LEITORES
Encontro em Belo Horizonte
Sou carioca e no ano de 1996 conheci um mineiro de Belo Horizonte através de um antigo sistema de bate-papo chamado IRC. Na época não era comum trocar fotos e só fui conhecê-lo quando cheguei lá. Foi um encontro inesquecível.
por Marcos

Fazia um friozinho agradável naquele começo de dia em Belo Horizonte. Tinha saído do Rio à meia-noite e meia de 11 de setembro, e viajado o resto da madrugada. Lá estava eu, em uma cidade que não conhecia, para um encontro marcado pela internet.

Era agosto de 96 e eu havia acabado de instalar meu modem e me conectei à internet. No começo, foi meio chato. Digo, depois de ir às páginas que eu tão ansiosamente queria visitar, já me perguntava se não havia nada mais para se ver na net. Foi então que eu descobri o IRC, um sistema de chat que hoje já é obsoleto. Foi o paraíso. Não queria saber mais de nada. A faculdade ficou largada aos trancos.

Conheci o Marcelo em fins de agosto e logo percebi que era um cara inteligente e muito agradável. Conversávamos muito e ele, muito envolvente, sempre queria saber quando poderíamos nos conhecer. Ele sempre lamentava o fato de ter vindo ao Rio na semana anterior à que nos conhecemos.

Ficamos nos falando pelo IRC e pelo telefone por alguns dias, até que ele, meio de brincadeira, perguntou quando eu iria a Belo Horizonte conhecê-lo. Eu, já não aguentando a ansiedade que ia crescendo conforme os dias passavam, disse:

– O que você acha de sexta-feira?

– Mas hoje é terça. Você acha que dá tempo de arranjar tudo?

– Claro. É só dar uma desculpa aqui em casa e pegar o ônibus. Em 6 horas chego aí. Você me pega na rodoviária?

– Claro! Planeje direitinho e depois me ligue pra confirmar.

Pois bem, era manhã de sexta-feira e meu esquema, que incluía uma desculpa esfarrapada pra uma viagem interestadual, dera certo, e cá estava eu vendo o dia amanhecer em Belo Horizonte.

Havia marcado com o Marcelo às 7 da manhã, numa rua ao lado da rodoviária. Assim que eu chegasse, deveria ligar pra ele pra confirmar com que roupa eu estava, pra não haver confusão. Como havia chegado cedo, antes das 6h, fiquei na banca lendo os jornais do dia. Na hora combinada, liguei pra ele:

– Telefone desligado ou fora da área de cobertura.

Tentei de novo:

– Telefone desligado ou fora da área de cobertura.

Já estava ficando preocupado. E se ele estivesse só brincando comigo e fosse me deixar ali, tomando um bolo em outro estado! Continuei tentando:

– Alô?

– Marcelo?

– Isso.

– Oi, cara. É o Marcos. Bom dia, tudo bem?

– Tudo beleza Marcos. Como é? Já chegou?

– Já, já tô aqui na rodoviária. Estava ligando pra você e o telefone estava fora de área.

– Ah sim. Desculpe, eu tinha esquecido de ligá-lo.

– Bem, como a gente faz? Eu tô vestindo calça jeans, tênis pretos e camisa polo branca e azul. Pra onde eu vou pra você me pegar?

– Pode me aguardar na rua ao lado da rodoviária que eu já tô perto, e logo estarei chegando aí. Eu tô dirigindo uma picape azul.

– Falou então. Até mais!

– Tchau.

Fui andando para a tal rua, ao lado da rodoviária, experimentando uma sensação estranha. Uma mistura de temor do desconhecido com a excitação típica de um encontro às escuras.

Cheguei à rua e fiquei junto a um ponto de ônibus, que àquela hora estava cheio de gente se dirigindo para o trabalho, e fiquei esperando. Passados alguns minutos, avistei a picape azul se aproximando e meu coração ficou aos pulos. Então estava acontecendo. Ele não tinha furado. O encontro, em princípio, ia acontecer. Agora era ver se a química entre nós dois ia funcionar.

Ele me reconheceu pela roupa, parou o carro na minha frente e abriu a porta. Eu, mesmo nervoso, entrei rápido pra não atrapalhar o tráfego.

– Oi Marcelo! E aí? Tudo bem?

– Tudo ótimo cara! Que bom finalmente estar te conhecendo depois de todo esse tempo pelo IRC.

Enquanto falávamos, ele saiu com o carro e foi se distanciando da área da rodoviária, que estava bem congestionada. Logo a seguir, ele parou o carro numa rua mais tranqüila.

– O que foi cara? Por que você parou?

– Calma, não se assuste. Tenho que te perguntar uma coisa.

– O que?

– É que eu reservei um hotel pra você, mas não sei se você vai gostar. É bem simples, aqui no centro mesmo.

– Bem, vamos lá dar uma olhada. Se eu não gostar, a gente procura outro. De qualquer forma, não tô podendo bancar nenhum Sheraton.

Ele sorriu e saiu com o carro novamente. Ele parecia ter gostado de mim. Eu, com meus 23 anos, 1,75m e com 74 kg, sabia que não era de virar a cabeça de ninguém, mas também sabia que era mais bonito que a média e que tinha dias em que parecia ainda mais bonito. Talvez esse fosse um deles.

Por minha vez eu pensava: como ele é bonitinho! De fato, ele tinha dito que era um cara normal, o que eu estava podendo conferir. Ele parecia mais baixo que eu, devia ter mais ou menos 1,70m. O cabelo, castanho, era um pouquinho mais longo no pescoço, de uma forma que não se usava mais desde a década anterior, mas que ficava bonitinho nele. O rosto, bem branco, era bonitinho, parecia de um garoto travesso, apesar de seus 26 anos. Coroando tudo isso, aqueles olhos castanhos, que ficavam me fitando, divertidos, enquanto ele me perguntava como tinha sido a viagem e se eu queria comer alguma coisa antes de ir para o hotel. Ele estava aprovado!

– Não cara. Não quero comer nada agora não. Tomei café numa cafeteria aí na rodoviária. Preciso mesmo é de um bom banho.

– Certo, o hotel é logo ali adiante.

– Aquele ali do cartaz?

– Isso mesmo.

– Ah, parece legal. Acho que dá pra ficar aí mesmo.

– Vamos fazer assim: Você faz o check-in e vai tomar o seu banho que eu passo daqui a uma meia hora pra te levar pra dar uma volta, ok?

– Beleza. Até mais.

– Bye.

Pontualmente meia hora depois, o telefone do quarto tocou e era ele dizendo que já havia chegado. Desci e saímos por Belo Horizonte. Ficamos rodando por quase uma hora. Ele queria me mostrar pelo menos os pontos principais da cidade. Assim, depois de passar pela Praça do Papa e pela Pampulha, de termos conversado bastante, resolvemos voltar para o hotel.

Pra despistar o recepcionista, que podia (e ficou) desconfiado ao ver dois caras subindo para o quarto àquela hora, ele subiu com alguns livros de direito debaixo do braço e fomos falando de cláusulas de contratos e coisas assim. Despistada a recepção subimos até o quarto, nos sentamos e ficamos conversando. Ele já tinha percebido que eu estava bem nervoso e estava me dando um tempo pra relaxar.

Falamos um bocado, sobre a minha vida, a dele, faculdade, trabalho e tudo mais. Foi legal que nesse meio tempo subiu uma funcionária pra ver se nós queríamos alguma coisa. Salvos pelo gongo, se não estivéssemos vestidos e demorássemos em abrir a porta, podíamos pôr tudo a perder. Mas ela pareceu bem convencida, já que eu abri a porta rapidamente e ela pôde nos ver com livros abertos ainda falando sobre contratos.

Depois que ela saiu, eu me sentei na beirada da cama, ainda um pouco assustado com a perspectiva do que poderia ter acontecido. Quando percebi, ele havia sentado ao meu lado e tinha colocado a mão em minha perna:

– Calma. Tá tudo bem.

– Certo...

– Eu posso ficar sentado aqui com você?

– Claro.

– Ótimo, porque eu não estava gostando dessa distância toda entre a gente...

Nessa hora ele, que estava pra baixo, me olhou nos olhos e começou a se aproximar. Eu, que tinha pouca experiência com homens na ocasião, mal podia acreditar no que estava por acontecer, fechei meus olhos e esperei. Logo senti sua boca tocando a minha, suavemente, pude sentir sua respiração em meu rosto, enquanto ele insinuava sua língua por entre meus lábios. Abri a boca e ele me tomou com um beijo. Um beijo quente. Eu enlouqueci com aquilo e correspondi com vigor.

Já muito excitado, ele começou a me acariciar por sobre minha camisa, apertando meu peito. Eu comecei a acariciá-lo também e comecei a puxar sua camisa, colocando a mão diretamente em sua pele, o que o deixou louco e o fez começar a me beijar o pescoço e a colocar sua língua em minha orelha.

Parecia que eu ia explodir, tive que afastá-lo um pouco, porque senão as coisas iam acabar logo, o que, definitivamente, eu não queria. Ele me lançou um olhar preocupado:

– O que foi? Eu te machuquei?

– Não, desculpe. É que tava muito intenso, eu tava perdendo o controle.

Ele sorriu e falou:

- Entendo, vamos mais devagar. É que você é tão quente que eu não resisti em um ataque total.

Eu sorri também, mas antes que eu pudesse falar alguma coisa, ele já estava me beijando de novo. Eu senti suas mãos na minha cintura e, quando vi, ele estava tirando minha camisa. Antes que ela passasse pela minha cabeça, senti sua boca descendo pelo meu pescoço. Logo ela estava em meu peito. Pelos meus gemidos, ele pôde perceber o quanto eu gostava daquilo e ele não se fez de rogado: lambeu, chupou e mordiscou meus mamilos provocando ondas de prazer que iam até os meus pés.

Eu desabotoei sua camisa bem devagar, explorando seu peito, procurando retribuir o prazer que ele já tinha me dado. E parecia que eu estava fazendo a minha lição direitinho, porque ele se contorcia enquanto eu chupava seu peito como louco.

Depois de alguns minutos ele me fez parar e se levantou. Eu acompanhei os seus movimentos e logo o imitei, também tirando os meus tênis e meias. De repente, ele me derrubou na cama e, sob o meu olhar mesmerizado, desabotoou minha calça e a puxou, me deixando só de cueca e se deitou sobre mim, roçando seu pau no meu.

A coisa estava acontecendo no ritmo que eu gosto, bem devagar, aproveitando e erotizando cada momento.

Ficamos assim, nos beijando e nos esfregando por um bom tempo, eu acho. Senti que ele começava a descer pelo meu corpo, beijando meu pescoço, chupando meu peito, lambendo minha barriga, até que chegou à altura do meu pau e parou, fitando a minha cueca, que estava com uma grande mancha produzida pela nossa excitação crescente. Devagar, ele foi baixando a minha cueca liberando meu pau. Ele ficou parado alguns momentos, o que me fez inclinar a cabeça e perguntar-lhe o que estava acontecendo. Ele me disse:

– Cara! Teu pau é muito bonito!

Eu corei. Sabia que tinha um pau bonito, na média, uns 16 cm, bem proporcionado, grossinho enfim, um com o qual eu gostaria de topar por ai, mas não esperava elogios assim.

Enquanto eu divagava, ele tocou a cabecinha com a língua e provou da baba que ainda escorria. Eu, atônito, mal tive tempo de falar nada, pois ele abocanhou meu pau com uma intensidade que eu não sabia que existia. Ele chupava com uma volúpia que me fazia contorcer-me todo. Suas mãos percorriam meu corpo, passando pelas minhas coxas, subindo ao meu peito, apertando-os. Eu, gemendo e dizendo coisas incompreensíveis, apertava sua cabeça contra o meu pau, fazendo-o engolir tudo, o que ele fazia de bom grado, e me levava às nuvens.

Num determinado momento, ele tirou suas mãos de mim e a única coisa que sentia era sua boca no meu pau. O cara parecia ter nascido para aquilo, ter um caralho à sua frente e chupá-lo indefinidamente. Não era eu que iria pará-lo.

De repente ele soltou meu pau. Eu, sentindo falta daquela boquinha quente, tentei puxá-lo novamente, mas ele resistiu. Antes que eu pudesse dizer alguma coisa, senti sua língua lambendo meu saco e ele começou a chupar minhas bolas. Enquanto isso, suas mãos começaram a acariciar minha bunda, pelos lados e tentando levantar minhas pernas, esperando minha reação.

Eu fui levantando as pernas devagar, enquanto ele voltava ao meu pau com aquela voracidade que lhe era peculiar. Dessa vez, no entanto, podia sentir suas mãos em minha bunda, sentir seus dedos tateando, procurando meu rego.

Senti seus dedos se aproximando e olhei pra ele, assustado. Ele, sem parar de chupar meu pau, olhava agora para mim, meio que esperando minha resposta. Seus dedos, a essa altura, já brincavam no meu cuzinho sem, no entanto, penetrá-lo. Eu respirei fundo e joguei a cabeça para trás, tomado pelas novas sensações que percorriam meu corpo.

Era a resposta que ele precisava. Rapidamente ele lubrificou o dedo com saliva e começou a me penetrar com o dedo médio, o que me deixou nas nuvens. Não parecia que nada poderia ser tão bom. Era o que eu pensava.

Quando eu menos esperava ele largou o meu pau e foi descendo pelo meu saco, soprou um bafo quente no meu rego e atacou meu cuzinho com a língua, primeiro lambendo toda a extensão do meu rego, depois lambendo as bordas e, finalmente, tentando penetrar-me com a língua.

Quando consegui esboçar alguma reação, pedi que ele parasse.

– O que foi? Você não está gostando?

– Não é isso. Respondi. É que, apesar de gostar muito de receber, não gosto muito de fazer isso e, portanto, não é justo com você.

– Você não precisa fazer nada que não queira. Não se preocupe. Posso continuar?

Meu sorriso foi a resposta que ele precisava para voltar ao banho de língua no meu cu. Ele parecia querer ficar ali por horas, mas eu queria participar da festa também.

– Vire para cá. Quero chupar você também.

Ele rapidamente parou o que estava fazendo e deitou-se ao meu lado, oferecendo-me aquele pau que parecia enorme e voltou ao ataque ao meu pau.

Ele ainda estava de cueca. Por conta da fome dele em chupar meu pau, nem tinha tido tempo ainda para vê-lo pelado. A cueca branca estava estufada ao máximo, parecia que iria rasgar a qualquer momento. Além disso, uma grande mancha de molhada marcava a cabeça do seu pau. Afundei minha cara em sua pélvis, sentindo seu cheiro de macho.

Ele estava rigorosamente limpo. Era de manhã, ainda podia sentir o cheiro de seu sabonete. Mas o cheiro de sua excitação já exalava por cada poro e invadia minha narinas, me extasiando, indo explodir em meu cérebro, deixando-me mais excitado do que eu jamais podia imaginar.

Arranquei sua cueca com a boca e admirei aquele monumento por uns instantes. Era maior do que o meu, devia ter uns 18, talvez 19 cm e era lindo. Reto, branquinho, com uma cabeça bem proporcional e vermelha.

Talvez devesse ter ido com mais calma, mas aquela pica me traía com um magnetismo mais forte do que eu podia resistir. Caí de boca com uma fome naquele caralho que ele parou de me chupar e soltou um gemido tão alto que eu acho que o hotel inteiro ouviu.

Chupava-o como se fosse o último pau do mundo. Nunca pensei que pudesse engoli-lo todo, mas só parei quando meu nariz afundou em seus pentelhos, sentindo de novo seu cheiro de macho. Sabia que estava fazendo tudo certo porque ele não parava de gemer e nem conseguia se concentrar direito no meu pau.

– Cara! O que é isso?! Porra você chupa muito bem, meu. Não posso acreditar que você é quase inexperiente!

Eu nem respondi. Estava muito ocupado para isso. Fiquei chupando-o por um tempão, experimentando tudo o que eu sabia naquele pau. Dava mordidinhas de leve, lambia da base à cabeça, fazia chupetinha, lambia o freio de prepúcio, enfiava a língua no orifício do pau, tudo o que sabia e o que ele pedia. Comecei a brincar com seu cuzinho também, lubrifiquei o indicador e comecei a penetrá-lo.

Ele enlouqueceu e começou a fuder minha boca com força e voltou a cair de língua no meu cu, fazendo-me ver estrelas também.

Estava chegando a hora. Eu não fazia questão de ser ativo ou passivo, então aguardei que ele se manifestasse.

De repente, ele parou.

– O que foi? Perguntei.

– Nada, é que se continuarmos assim eu vou gozar logo. E eu queria fazer outra coisa.

– O que?

– Queria comer a sua bundinha. Você deixa?

Falou isso olhando nos meus olhos aguardando a resposta. Eu sustentei o olhar dele, estudando-o. É incrível como alguém às vezes pode ganhar sua confiança em tão pouco tempo. Sabia que podia confiar nele, que ele seria carinhoso.

Meu sorriso foi a senha que ele precisava. Pegou a camisinha, rasgou a embalagem e desenrolou-a todinha no pau. Como não tínhamos gel, ele voltou a me lamber, de modo a me preparar e lubrificar para a penetração.

Colocou-me deitado de costas, levantou a minhas pernas devagar, beijando-as e cheirando-as.

– Adoro pernas de macho. Adoro ver um macho de pernas abertas pra receber meu pau.

Eu o puxei e o beijei, enquanto ele brincava com o pau encapado pelo meu rego. Pincelando meu cuzinho.

– Me come, vai. Come o teu macho, enfia essa pica em mim.

Ele não se fez de rogado. Cuspiu no pau e espalhou mais um pouco de saliva no meu rego e encaixou a cabeça do pau no meu cu. Começou a forçar a entrada. Estava difícil, então ele começou a acariciar minhas coxas e a brincar com meu pau.

Fui relaxando aos poucos e a cabeça começou a entrar. Estava tudo bem, quando de repente uma dor lancinante surgiu. Eu pedi que ele tirasse, que estava doendo demais. Ele parou.

– Fique calmo. Isso acontece. Tente relaxar. Só vou continuar quando você mandar.

Era difícil acreditar que a dor iria passar com um pau daquele tamanho empalado no meu cuzinho, mas seu tom de voz era tão suave, seu olhar era tão carinhoso que, novamente, sabia que podia confiar nele. De fato, após alguns momentos senti que estava mais relaxado, meu cu mais dilatado, acostumando-se à invasão da vara daquele macho.

Olhei pra ele e me mexi um pouco, forçando-me contra ele. Ele sorriu e continuou a empurrar aquele pau pra dentro de mim. Logo pude sentir seus pentelhos e, depois, seu saco batendo na minha bunda. Ele estava todo dentro de mim. Ele se abaixou e me beijou de novo e falou no meu ouvido.

– Viu? Minha pica tá toda dentro da tua bundinha. Pode confiar em mim, se você sentir dor é só pedir que eu paro. Mas vai ser muito bom, eu prometo.

Eu o puxei e o beijei de novo, enquanto ele começava a se movimentar dentro de mim. Seus movimentos foram se acelerando e logo ele estava num ritmo intenso, tirando o pau quase todo e metendo de novo em mim.

Meu pau deu sinal de vida com essa movimentação toda e ficou duraço conforme ele me metia ferro. Ele começou a bater uma punheta pra mim, dizendo que queria me ver gozar com o pau dele todo enterrado no meu cuzinho.

Quem era eu pra contrariá-lo. Mas primeiro queria aproveitá-lo bem. Enlacei-o pelas costas com as minhas pernas e puxei-o bem pra junto de mim, pra poder beijá-lo enquanto ele me comia. Ele beijava minha boca, meu pescoço e chupava meus peitos, sem parar de meter aquele pau enorme na minha bundinha.

Depois ele reassumiu a situação e voltou a me punhetar enquanto me comia.

– Cara, eu não vou aguentar muito tempo. Você é muito quente! Ele disse.

Eu, que já estava pra lá de Bagdá, comecei a acelerar a respiração e ele percebeu que eu também não ia durar muito tempo mais e começou a meter com uma velocidade impressionante.

Nessa intensidade, eu que já estava quase lá, senti minhas pernas tremerem e uns raios me atravessavam, pareciam que vinham do meu pau e do pau dele dentro de mim e explodiam no meu peito, que eu estimulava com as mão e onde meu coração parecia que ia estourar.

Era isso. Gemi alto, enquanto uma pressão enorme explodia dentro de mim, meu pau jorrava, literalmente, nunca tinha me visto gozar tanto. Podia sentir o Marcelo tremendo também, gemendo e segurando minhas pernas para não cair.

Fui voltando aos poucos do estado de torpor, sentindo seu corpo sobre o meu, seu pau ainda um pouco dentro de mim. Beijei-o carinhosamente.

Ele se levantou devagar e foi tomar banho. Eu fui em seguida.

Nos beijamos longamente antes de sairmos do quarto. Nunca mais vi o Marcelo, mas guardo aquele dia com muito carinho na memória.

Norma para comentários:
Acusações insultuosas e comentários em desacordo com o tema da matéria serão despublicados.
Comentários dos leitores (45)
depaula07/08/2016 14:09
depaula07/08/2016 14:09
conto muito bacana gostaria de arranjar um cara assim
nos miineiros somos bom em td q faazemos. .....
esse cara e doido17/08/2012 16:56
esse cara e doido17/08/2012 16:56
Se eu vivesse uma coisa tao gostosa com um cara tao legal eu nunk mais deixava ele escapar!!!! largava td e me mudava pra bh tb!!!!!
Viajante Solitário26/07/2012 8:18
Viajante Solitário26/07/2012 8:18
Tive um caso similar a este mas em outra capital, Goiânia, ahhh q saudades do moreno goiano. Ainda mantemos contato.
Jonh04/03/2012 8:39
Jonh04/03/2012 8:39
Ja fis sexo varias vez com um ca ra chamado marcelo e ele e muiti corinhso e gostoso si ciser ti inpresto
Dinho21/01/2012 20:59
Dinho21/01/2012 20:59
quem quiser viver um momento desses comigo, tenho 19 de kct andradeapolinario@ibest.com.br só para os virgens
aff 30/06/2011 1:16
aff 30/06/2011 1:16
tenta resumir da próxima vez ... Deu até sono sua história. Faz um resumo igual aos seus 16 centímetros kkkkk
Marconas SP02/06/2011 0:23
Marconas SP02/06/2011 0:23
Otimo conto, vivi algo similar ao seu conto, só que não deu certo, conheci um cara de BH pela net e tudo, mais ele não foi muito legale me enganou muito, mas fui até sua cidade conhece-lo e lá fiz bons amigos.
zazá/bh17/05/2011 16:24
zazá/bh17/05/2011 16:24
alquém que me encontrar tb,topas fazermos um filme ,façam contatos ativos 31/83212373
Rafael16/05/2011 3:42
Rafael16/05/2011 3:42
Minha historia e mais atual..e no mesmo contexto... Conheci meu namorado pela net... Porem nao fikou so no sexo... Ja estamos a 4 anos juntos...ele e um pouco mais velho... Ja tem 38 anos..e eu estou com 23... Em breve contarei nosssa historia!!!
Lisia09/05/2011 4:03
Lisia09/05/2011 4:03
Como sempre é só sex, uma metida no buraco mais a mão no momento e nada mais. Gays mesmo, sao pessoas doentes mentais que não aceitam o corpo e sexo que nasceram.É uma vida vazia e infeliz, sendo apenas usado. No fim só sobra doenças para estes rapazes doentes coitados, Mesmo com direitos sei lá do que dados pelo STF nada vai mudar na vida deles. É apenas objeto de gozo, como as prostitutas, so que estas não deixam de ser mulheres e gays não são nada. Que vida horrivel! Quando a idade cresce...os dias de verão se vão e só sobra muita solidão e falta de saúde.Saia disto filhos, este é o caminho da morte em vida.
dan.cs_byc@hotmail.com24/04/2011 12:40
dan.cs_byc@hotmail.com24/04/2011 12:40
Connheço um boy , faz 2 anos ja . mas so por msn e celular.. e to e sempre fui apaixonado por ele ; , mas a distancia empede tudo .. e tbm creio q ele n gosta mt de mim rs .. sei la .. queria ajuda pr saber como consigo ver se ele gosta de mim mesmo e quer alguma coisaaa .. qlqr coisa galera ME ADC NO MEU MSN POR FAVOR .. bjs pr todos
Marcos21/04/2011 1:44
Marcos21/04/2011 1:44
Obrigado pelos comentários galera. A história é real, apenas os nomes foram trocados, por motivos óbvios. Para os que acham que a internet e o celular são coisa do ano passado, devo dizer que em 96 já havia internet comercial no Brasil, à qual nos conectávamos com a incrivel velocidade de 48.800 kbps!!!! O bate papo do uol começou pouco depois com uma (!!!!) sala para gays e afins para o Brasil todo!!! Celular era coisa rara e era um trambolho, mas várias pessoas (normalmente mais endinheiradas) já possuiam. Enfim, é isso. Grande abraço! Marcos
Zazá/bh15/04/2011 13:28
Zazá/bh15/04/2011 13:28
me liga aeh ativos/83212373 abçs!!!
Marcos13/04/2011 18:04
Marcos13/04/2011 18:04
Achei bacana o conto, embora o final seja sempreo mesmo de sempre....tudo acaboue não nos vimos mais! ONde fica o encanto de conhecer alguem legal? gerar umaamizade, algo do tipo? Parece que todos queremos só sexo.
=)10/04/2011 17:36
=)10/04/2011 17:36
vocês foram muito fofos um com o outro,agora ja to cansado de ler nos contos 'nunca mais nos vimos' trocar celular,msn ? Parece que so queriam sexo,so queria um momento de prazer e nada mais.Isso volta a ser real
???10/04/2011 11:40
???10/04/2011 11:40
conto longo, cansativo e sem graça, estava lendo e nem terminei de ler,se esse povo que posta esses contos aqui continuarem assim não vão conseguir ganhar nem para o pão de cada dia
Rafael 09/04/2011 23:44
Rafael 09/04/2011 23:44
tenho uma história parecida, quando eu tinha 16 anos um coroa de SP veio aqui em BH me conhecer sem antes termos trocado foto...
daniel07/04/2011 14:51
daniel07/04/2011 14:51
kra eu gostei muito do seu conto
Todomolhadinho06/04/2011 22:25
Todomolhadinho06/04/2011 22:25
Eu queria mesmo era ler a continuação do conto do Recenceador....pensei que fosse...mais percebi que não é...
QUEREMOS ROLA....06/04/2011 18:53
QUEREMOS ROLA....06/04/2011 18:53
OLA SOMOS 2 PASSIVOS E QUEREMOS ROLA CHUPAMOS E DAMOS GOSTOSO PRA VC ATIVO, BI, VERSATIOS.... VC QUE CURTE SEXO COM SACANAGEM COM MAIS 2 ENTRE EM CONTATO COM A GENTE.... SOMOS DE SP.... NOSSO CONTATO É flavini_whoresex@hotmail.com TEREMOS O ENORME PRAZER DE TREPAR COM VOCÊ....
Lipee df04/04/2011 22:06
Lipee df04/04/2011 22:06
Gostei do enrredo,e ate me dspertou ereçao.Mas esperava mais no final,seja qual fosse o fim,acho q deveria ser mais conteudo,mas enfim,bacana o conto.
LJ-RN04/04/2011 9:01
LJ-RN04/04/2011 9:01
Valeu, MARCOS! Obrigado por partilhar conosco esse momento maravilhoso da tua vida! Muito bom seu relato - bom mesmo!
guto03/04/2011 14:34
guto03/04/2011 14:34
essa big man eh uma recalcada se vc nao gosta de contos tah aqui na pagina pra que se nao tem nada pra acrescentar diza daqui bichinha poc poc isso aqui eh pra quem gosta se nao tah afim vaza ficou tao preocupada em denegrir o conto que nem soube escrever desaculturada volta pra escolha recacada vai arrumar um pau bem grosso pra vc subir e nao enche o saco
Big Man 31/03/2011 23:56
Big Man 31/03/2011 23:56
vcs devem tá ficando lélé, num tem nenhu Gustavo no conto, foi uma mocreia de quinta, q deixou um comentário fuleiro, falando q o kara tinha marcado com o Marcelo e acabou transando com o Gustavo, numa tentativa desesperada de baixar a moral do conto, e quem falou q conto é verdade? o próprio nome já diz é um conto e não um caso do quadro"aconteceu comigo" do programa do Gugu. ou vcs axam q o Machado de Assis vivenciou todos os contos q ele escreveu? só falta um desacultaurado postar um comentário perguntando quem afiou o Machado se Assis? rsrsrsrsrsrs, santa ignorância.!
moreno litoral sp31/03/2011 22:49
moreno litoral sp31/03/2011 22:49
INTERESSANTE, SAI DA BAIXADA PRA CONHECER UMA PESSOA EM BH TAMBÉM E FOI MARAVILHOSO...SÓ A DISTANCIA QUE NOS IMPEDE DE TER ALGO MAIS SÉRIO...MAS ATÉ HOJE TEMOS CONTATO E É MARAVILHOSO.
ES31/03/2011 22:00
ES31/03/2011 22:00
Adorei, muito bom mesmo!!1
FinalPraLadeBagdaMsm31/03/2011 19:12
FinalPraLadeBagdaMsm31/03/2011 19:12
Tinha tudo pra ser um conto digno de um conto, mas como quase sempre continuam os erros..aff...que final michuruca heim Marcos, não tiveram nem mais contato, imagine se fosse uma péssima transa, como seria...kkkkk... Ah!!! Acho que (alguns) leitores do MundoMais não estão acostumados a lerem contos grandes: onde é que viram algum Gustavo nesse conto?...hehehehe...kkkkkk...rsrsrsrs....
"tuje"31/03/2011 17:52
"tuje"31/03/2011 17:52
Gostei! Agora esse passeio foi foda, né? vcs estvam num hotel no centro e de uma rodada irem da pça do papa à pampulha... são locais extremos, norte e sul, e longe. Normalmente a gente vai um dia na zona sul, de outra vez na zona norte, ou vice-verse. Fanfasiou um pouco, mas gostei, excitei. Nota nove e meio.
Solit@rio31/03/2011 16:05
Solit@rio31/03/2011 16:05
cara de fato vc me fez viver esse conto a cada palavra que ia lendo, se foi real eu nao sei, somente posso te confirmar que me fez viajar na imaginação...
Guilherme-BH31/03/2011 14:18
Guilherme-BH31/03/2011 14:18
Negro de BH, procurando um kra legal .. xisboy3@hotmail.com no aguardo ..
Diego BH 31/03/2011 10:35
Diego BH 31/03/2011 10:35
Cara ficou admirando esses contos aki, e confesso com uma vontade de um dia tb poder escrever um aki, acho que nao seria dificil escrever (inventar), mas eu keria que acontecesse de fato, eu sou de BH se tiver algum macho afim de fazer um sexo meio louco comigo e depois criarmos juntos um conto para alegrar a galera ficarei satisfeito. meu email é soibo@hotmail.com aguardo contatos bjos.
Jilsinho31/03/2011 9:43
Jilsinho31/03/2011 9:43
Mentira da poxa em 1996 moden nem celular existia..? fala serio é esse conto é muito grande é um livro é?
Felipe/SP31/03/2011 9:42
Felipe/SP31/03/2011 9:42
Para quem não acredita, eu mesmo acessava Internet nessa época através de modem de 56k, o mesmo utilizado hj nas conexões discadas. Mas naquela época não tinha páginas de bate papo como o da UOL, a gente instalava um programinha de IRC, geralmente o mIRC, e se conectava em servidores espalhados pelo mundo. A sala mais famosa era a #gaybrasil, alguém lembra? Nem sou tão velho, tenho 35 anos...
Ninfetinhu31/03/2011 9:03
Ninfetinhu31/03/2011 9:03
Tesão o conto..nao vi gustavo nenhum,só marcelo!
Geek Entendido!31/03/2011 7:34
Geek Entendido!31/03/2011 7:34
Vi o tamanho do conto e perdi o tesão... E quando olhei os comentários, perdi de vez a vontade de ler... tsctscstc Recenceador Wins!
nycholas31/03/2011 2:45
nycholas31/03/2011 2:45
Não vi nenhum Gustavo
boy_texas31/03/2011 2:31
boy_texas31/03/2011 2:31
vc ficou com 2 caras marcou com o marcelo pra te pegar na rodoviaria e terminou a tranza com o gustavo, a historia do modem tbm nao me convenceu, ou eu estou errado, nem sabia que naquela epoca se usava tanto assim a internet, computador pra mim era coisa de orgão publico em 1996. e ainda mais a tranza foi tão boa que vcs nunca mais se falaram, afff nem da pra acreditar né cada umas que vejo aquii....
lucas31/03/2011 1:11
lucas31/03/2011 1:11
Em 1996 voce já se conectava a internet com MODEM? Existia banda larga nessa época? Acho que não!
juninho30/03/2011 23:11
juninho30/03/2011 23:11
muito massa, fiquei muito excitado mas de que gustavo vcs tão falando? nao vi nenhum nome de gustavo
Omg30/03/2011 20:31
Omg30/03/2011 20:31
Quem é Gustavo? AUAUHAHUAHU conto até legal.. mas falhar no final é imperdoável!
Viajante30/03/2011 19:15
Viajante30/03/2011 19:15
Ir do Rio até BH so pra uma foda?!! achei q fosse sair casamento eheheh
hum30/03/2011 19:12
hum30/03/2011 19:12
conto que é quase um livro...preferi o anterior, o do Recenseador.
Gustavo?30/03/2011 18:52
Gustavo?30/03/2011 18:52
Rarara! Deve ser o irmão gêmeo do Marcelo, o mineiro de Beagá!
Perseu30/03/2011 18:32
Perseu30/03/2011 18:32
Bacana o conto, mas quem é Gustavo?
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