Gays na cam

Sábado, 02 de Novembro de 2013
Garanhões da Fazenda
Dois rapazes do interior do Ceará encontram-se na calada da noite, ambos cheios de tesão.
por Anderson Oliveira

Já passavam das onze horas da noite e o calor ainda era abrasador. Pedro moveu-se na rede em que tentava dormir, armada no alpendre mesmo, mas o sono não vinha. Ele sempre armava sua rede do lado de fora nos dias mais quentes, esperando que a brisa à noite o permitisse dormir.

Finalmente levantou-se e saiu para o quintal, onde a lua iluminava palidamente os galhos secos e retorcidos do cerrado. Só dali a uns quatro meses iria cair água para deixar tudo verdinho novamente. Pra ele, a estação das chuvas – ou inverno nordestino – era a melhor época do ano, onde tudo ganhava vida.

Ele vestia um short surrado, sem cueca mesmo, que usava só pra dormir. Espreguiçou-se, apertou o pênis meio excitado por causa da vontade de urinar e foi até uma árvore que ficava numa lateral da casa. Puxou uma das barras do short pra cima e com a mesma mão expôs o pênis para mijar.

Só se ouvia o som do líquido escorrendo pelo chão seco. Tudo estava muito silencioso aquela noite. Ele também não via mais nenhuma luz acesa nas casas ao longe, próximas à fazenda onde ele morava em Choró, interior do Ceará.

A urina acabou, mas ele ainda forçou mais duas ou três esguichadas finais. Movimentou a pele que recobre a glande para frente e para trás algumas vezes, sacodiu para não ficar nenhuma gota e neste momento sentiu um tesão percorrer seu corpo. Enfiou a mão por dentro do short e arrumou seu pênis, mas ficou segurando-o por um momento.

Pedro tinha apenas vinte anos de idade e adorava se masturbar. Mas aquela noite ele não queria só fazer isso, tinha uma idéia bem melhor. E só de pensar, seu pau já cresceu mais um pouco.

Ele deu a volta na casa silenciosamente e caminhou por um trecho de terra seca que levava até o estábulo. Antes de entrar ele olhou bastante ao redor, mas não avistou nenhum sinal de que alguém ainda pudesse estar acordado àquela hora. Era raro naquela região quem ficasse acordado depois da novela das nove. Logo cedo tinha muita coisa pra fazer. Ele mesmo tinha que tirar leite das vacas às cinco da manhã, montar o cavalo e sair até a cidade pra vender.

Antes de abrir o portão de madeira, Pedro ainda parou e olhou em volta. Assim que entrou, o cheiro de capim e estrume já invadiu suas narinas e ele ficou imediatamente excitado e o volume enorme já era visível no short.

Lá estava ela, a égua que ele comia desde os 16 anos de idade. Era assim que todos os garotos ali das fazendas se iniciavam na sua vida sexual. Ele mesmo desde moleque ouvia as conversas até mesmo dos adultos que pegavam cabras, porcas e vacas.

Ele se aproximou de Bella – era assim que a chamava – e ela já levantou o rabo, sabendo que era ele que estava ali. Aquilo sempre lhe dava um puta tesão e seu pau endureceu ainda mais. Pegou um banquinho de madeira que estava num canto do estábulo e colocou bem atrás dela. Abaixou rapidamente o short e jogou-o num canto.

Ele mal podia enxergar porque a lua crescente iluminava muito pouco o interior daquele lugar. A pouca luz, no entanto, delineava um corpo másculo de um garoto do sertão cearense, cheio de vigor, força e energia. O abdômen era liso e perfeito, as pernas grossas e com poucos pelos. No entanto, o que mais chamava atenção era o seu membro ereto em 45 graus, grosso, pesado e duro como pedra. Um fio de líquido já escorria da glande como um melaço e caía até o chão.

A égua ficou um pouco inquieta, já sabendo o que a aguardava. Ela já estava acostumada e parecia sempre gostar quando o garoto a enrabava. No começo foram várias vezes ao dia e Pedro até chegou a machucar o pênis num dia em que a comeu cinco vezes.

Quando ele se aproximou por trás de Bella, seu pênis já estava completamente melado e a xana dela também. Ele a agarrou pelos flancos e introduziu seu membro lentamente. O seu pau de uns 20cm foi deslizando facilmente pela abertura completamente lubrificada do órgão genital da égua e os músculos internos já se contraíam e relaxavam rapidamente, puxando o pênis do rapaz para dentro, quase sugando-o.

Entrou tudo e as bolas encostaram em Bella. O calor que envolvia seu pênis o deixou alucinado e ele ficou parado por alguns minutos, como gostava sempre de fazer. Era impressionante como os músculos da vagina de Bella massageavam seu pau em todo o comprimento.

Ele fechou os olhos e debruçou-se sobre a égua. Agarrou-a mais forte ainda e continuava parado enquanto recebia aquela massagem vigorosa por toda a extensão de seu imenso pênis. Era uma sensação gosmenta e o cheiro de esterco e capim o deixava ainda mais com tesão.

Ele levantou-se e foi puxando seu corpo lentamente para trás. Os músculos dentro da égua pareciam não querer expulsar seu pênis e tentavam sugá-lo de volta para dentro, mas ele forçou e puxou-o totalmente para fora. Veio pingando com líquidos dela e dele. Seu membro estava muito endurecido e pulsava na mesma frequência em que batia seu coração, já acelerado.

Encostou novamente a cabeça do pau naquele orifício pulsante e sedento e foi quase sugado para dentro dela novamente. Ele a abraçou novamente por trás, enlouquecido de tesão e agora os movimentos de contração estavam ainda mais intensos.

Ele foi tirado deste momento de êxtase por um som de galho se quebrando . Levantou-se rapidamente e ficou parado ouvindo. A égua ficou um pouco inquieta e ele então puxou rapidamente seu membro para fora dela. Ouviu mais alguns sons como os de alguém caminhando sobre folhas secas e rapidamente desceu do banco, colocou-o de volta onde estava e escondeu-se mais ao fundo no estábulo.

Seu coração disparou. Seu pênis continuava duro como pedra e totalmente coberto por uma baba viscosa que escorria pelo saco e depois por suas coxas grossas.

Passaram-se alguns segundos até que uma silhueta apareceu no mesmo portão por onde ele havia entrado. Era uma figura masculina e jovem, mas ele não conseguia identificar quem era. Pelo menos não parecia ser ninguém de casa. Ele não tinha tanto medo de ser flagrado comendo uma égua, aquilo era meio normal entre os homens. O problema era ter que ouvir piadinhas depois. Já pensou ser chamado de “comedor de potranca” por aí depois? Ou “garanhão de Choró”?

O rapaz foi se aproximando lentamente da égua e ela fez o mesmo gesto de levantar o rabo pra ele.

“Filho de uma rapariga, – pensou – ele também pega a minha égua!”

Ele agora podia perceber os contornos do rapaz, os músculos grandes dos ombros e braços, cabeça raspada, alto... Ele já sabia quem era o intruso. Era Robinho, um moreno da fazenda vizinha. Eles se conheciam, mas não tinham amizade porque Robinho trabalhava num mercado no centro. Era todo bombadinho, fazia academia e jogava bola.

Ficou observando enquanto o outro rapaz deu a volta pelo estábulo, certificando-se de que estava mesmo vazio, e não o viu bem lá no fundo, atrás de um carrinho de mão. Fez um carinho na cabeça de Bella, alisou sua crina e murmurou algo que ele não pôde compreender.

Era um rapaz bonito, ele já tinha ouvido falar que tinha namorada e tudo. Por que então estava ali pra fazer putaria com uma égua?

O moreno estava também sem camisa, só com uma bermuda e descalço. O abdômen era definido e a pele um pouco mais morena que a dele próprio. Ele achou o mesmo banquinho que Pedro havia jogado desajeitadamente num canto e colocou-o na posição certa para montar na égua. Tirou completamente o short e o que Pedro viu a seguir o deixou impressionado.

O pênis do moreno era ainda maior e mais grosso.

“Caralho, agora essa égua vai levar piroca de cavalo” – pensou.

O moleque afastou o rabo da égua mais pra esquerda e começou a perfurá-la com aquele membro gigante. E ela sugou aquela jeba enorme com a mesma facilidade com que havia feito com ele antes.

Pedro nunca tinha visto outro cara fazer aquilo, apesar de já ter ouvido diversas histórias. E o curioso foi que ele gostou de ver. Ficou excitado ao ver o jovem rapaz fazer movimentos de vai-e-vem na égua. Ele gemia baixinho enquanto fazia aquilo, em pé sobre o banco e agarrando o couro da bichinha, que mal se mexia enquanto levava aquela tora imensa.

Ele pensou em ficar escondido até o rapaz terminar e ir embora, mas achou que não deveria perder a oportunidade de fazê-lo passar vergonha. Levantou-se e saiu da penumbra em direção ao rapaz.

– Ae, ae... olha só quem gosta de comer potranca... – falou enquanto caminhava nu e se aproximava de onde o casal homem/égua se deliciava nos prazeres do sexo.

– Porra! Caralho! – grunhiu Robinho assustado e ao tentar afastar-se, seu pênis soltou-se da égua e ele caiu para trás de costas no chão.

Ficou deitado de costas com os olhos arregalados. Com as duas mãos tentava ao mesmo tempo se levantar e identificar o vulto que vinha em sua direção.

– Quem é? Quem é? – perguntou Robinho com a voz trêmula.

Neste instante ele viu o garoto também pelado à sua frente que ria sem parar. Ele reconheceu que era o filho mais novo e o dono da égua. Já tinha visto o rapaz diversas vezes entregando leite e montado nela.

– Rapaz, é tu? – falou Robinho e não sabia se ria também ou se saía correndo.

Os dois então começaram a rir e Pedro estendeu a mão para ajudar o outro a se levantar.

– Levanta, macho... – disse Pedro – Isso é hora de ficar rondando minha casa?

– Valha-me Deus, tu quase me mata do coração!

Os dois estavam em pé envoltos na penumbra, os corpos cobertos de suor brilhando vagamente com a pouca luz que entrava no estábulo.

– Rapaz, acho que machuquei minha costela... – disse Robinho e pôs a mão nas costas.

– Sente aqui – disse Pedro e apontou um canto onde tinha um monte de feno. O rapaz caminhou até ali e se jogou naquele monte fofo de palha enquanto Pedro o observava, ainda rindo.

– Tu ainda tá achando graça? – perguntou desconcertado o moreno.

– Não tem como não achar graça, não é? – disse Pedro e sentou-se também.

– Macho, achei que tu ia querer era quebrar meus corno.

– Pois num é que tive vontade, mesmo – disse Pedro. – E tu não tem namorada, rapá? E vem aqui comer minha égua?

– Tu tava comendo ela também, num tava?

Pedro não respondeu, apenas se jogou ao lado do moreno sobre o monte de feno. Os dois já não estavam excitados, mas ainda tinham aqueles membros enormes e semi-flácidos entre as pernas.

Robinho olhou para o lado e perguntou:

– Vou te confessar uma coisa. Eu comia uma cabra lá em casa, mas ela não aguentava direito minha piroca. Aí uma noite que eu tava passando aqui perto decidi ver se tua potranca aguentava – disse isso e segurou o pau semi ereto. – Tu ta vendo que é grande, né.

– Tu é doido, rapá, isso aí é pau de jegue.

Robinho riu e continuou:

– Minha namorada não aguenta não. Ela dá, mas sente muita dor e não consigo nem meter a metade da minha caceta nela.

Os dois continuaram sentados no monte de feno olhando para o teto e o silêncio era quase assustador. O calor era tão grande que parecia que a qualquer momento aquele monte de feno poderia incendiar-se sozinho. O suor escorria pela testa e pescoço dos dois jovens cheios de tesão e que tiveram abruptamente o coito interrompido.

Pedro segurou seu pênis e comentou:

– Caralho, que gosma é essa que sai da xana dessa égua, macho!

– Não precisa nem cuspir, é só descer lenha na bichinha – respondeu Robinho no meio de um sorriso. – Tua caceta também não é pequena não, hein.

Robinho levou o comentário como um elogio e ficou todo orgulhoso.

– Ela cresce mais. – disse ele e começou a apertar o pau todo pegajoso.

Robinho ficou olhando para o rapaz e seu pênis começou a inchar sozinho, sem ele se tocar. Pedro percebeu o movimento e também virou-se para observá-lo. Nenhum dos dois tinha coragem de se encarar.

O membro do moreno crescia e tornava-se gigante e grosso. Até pra uma égua devia ser difícil aguentar aquilo.

– Pode pegar pra tu ver como é grande – disse Robinho, sem olhar para o outro rapaz, que continuava apertando o pau, já totalmente duro também.

– Tu é doido, é? – Isso tá certo não, mah.

Disse isso, mas continuou olhando para o membro duríssimo do amigo deitado ao seu lado. Robinho abriu um pouco as pernas até que elas encostassem levemente nas de Pedro, colocou as mãos detrás da cabeça, contraiu o abdômen e forçou para que o pênis fizesse movimentos para cima e para baixo, como se estivesse se mexendo sozinho.

Pedro achou aquilo engraçado e sorriu, olhando para o monstro que se mexia ao seu lado. Estendeu a mão devagar e segurou o pênis do amigo. Sua mão nem se fechou ao redor daquela cobra. Era quente – mais quente do que estava aquele estábulo – e também pulsava conforme Robinho brincava de fazê-lo se mexer sozinho.

Apertou e viu que estava duríssimo, mas de repente uma onde de culpa o invadiu e ele soltou o membro do amigo, recompondo-se e olhando fixamente para o teto. Depois levantou-se.

– Bora cumê a potranca? – disse olhando para a égua. – Tô com um tesão da porra.

Pedro não percebeu, mas Robinho deu um sorriso com um canto da boca e depois de um tempo levantou-se dizendo:

– Bora sentar a piroca nessa égua.

Pedro já estava arrumando o banco de madeira que tinha virado com o tombo do moreno e ficou esperando que o outro subisse pra trepar na égua primeiro.

Robinho estava com o pênis duro como pedra. Era impressionante ver aquele rapaz nu com aquela piroca de jegue apontando pra cima. Ele parou atrás da égua e forçou a cabeça na entrada da xaninha toda babada que já estava piscando e pedindo rola. Pedro chegou mais perto para ver o momento exato em que aquela anaconda era sugada para dentro do animal, que com os músculos vaginais puxava e massageava a piroca do rapaz com voracidade. Ele enfiava e puxava o pênis de volta e aquela baba ia escorrendo pelo seu pau. Ele gostava de puxar o pênis pra fora para sentir a buceta da égua prendendo seu pau com força.

– Minha vez, agora. – disse Pedro, já muito excitado de ver o rapaz arrombar a égua.

O outro desceu com o pau em riste e brincou segurando-o e esfregando na perna do amigo.

– Sai pra lá com essa pica de cavalo, macho! – respondeu Pedro subindo no banquinho.

Ele repetiu o mesmo movimento e Robinho também ficou olhando enquanto a piroca de Pedro entrava na égua. Ele parou, como gostava de fazer, enquanto a égua mordia seu pau com a xana toda lambuzada. Debruçou-se sobre a égua agarrando seu couro e levantou uma das pernas para cravar melhor a piroca bem fundo.

Ele tinha um saco grande e Robinho o agarrou, sacaneando-o.

– Larga minhas bolas, rapaz! – disse Pedro.

Mas Robinho continuou ali segurando o saco dele enquanto Pedro gemia baixinho e começava a fazer movimentos lentos entrando e saindo. De olhos fechados, ele nem percebeu que Robinho tinha subido no banquinho e estava bem atrás dele. Só percebeu quando sentiu algo quente e pulsante – e gosmento – encostar no meio das suas pernas. Fez de conta que não percebeu e continuou bombando na égua.

De vez em quando dizia: – Solta meu saco! – mas era como se falasse: “aperta meu saco”, pois não falava com muita convicção.

Robinho estava louco de tesão. Pedro estava peladinho diante dele, com aquela bundinha branca fazendo movimentos para frente e para trás e uma das pernas levantadas apoiadas nas ancas da égua. Seu pau começou a babar e ele sem encostar a mão em Pedro, foi cuidadosamente direcionando a cabeça do seu pau em direção à bunda do amigo.

Encostou delicadamente a cabeça pulsante na abertura e os próprios movimentos de vai-e-vem do rapaz faziam com que seu pênis melasse a entrada do seu rabinho branco. Em um destes movimentos, a cabeça do pau de Robinho tocou a entrada de seu ânus e ele deu um empurrão no amigo.

– Arriégua, sai pra lá, macho!

Robinho pulou do banco e ficou assistindo o amigo agarrado no couro da égua. Pedro parou de se mexer e começou a gemer baixinho.

– Caralho, que delícia... vou gozar, porra, vou gozar!

A égua mastigava o pênis do rapaz com vontade e ele começou a gozar com espasmos de esperma que a encheram de leite. Ele gemeu durante uns quinze segundos e seu pau foi diminuindo as contrações e ficando flácido. Ele abaixou a perna que estava apoiada e foi puxando seu pênis grande de dentro dela, que continuava puxando-o para dentro de novo.

Quando Pedro puxou finalmente o membro para fora, seu líquido branco escorreu e ele deu um suspiro, descendo do banco.

Robinho subiu, seu pênis em ponto de bala, e o introduziu novamente, sendo devorado pela xana sugadora. O pau enorme foi abrindo espaço em meio ao esperma do amigo e ele começou a fazer movimentos de vai-e-vem. Foram apenas algumas bombadas e ele não aguentou aquela xana mastigando e massageando sua pica de cavalo. Começou a gemer feito um verdadeiro garanhão que estava inseminando uma égua de raça e despejou vários jatos fartos de seu sêmen, que escorriam da égua e caíam sobre o banco de madeira. O suor escorria pelo seu rosto e descia pelo peito.

Ficou imóvel enquanto seu pau amolecia, mas a égua não parava com as contrações. Ele gostava daquela sensação. Uma vez ficou assim parado e seu pau enrijeceu novamente e ele continuou a bombar sem tirar de dentro.

Pedro já estava jogado no monte de feno, só observando o garanhão ainda acoplado ao traseiro da égua. Ficou observando enquanto o moreno lentamente se afastava com o pau já semi-flácido e a xana da égua ainda o prendendo. Parecia que não tinha mais fim aquela caceta! Finalmente ela saiu totalmente e ficou pendurada entre as pernas do rapaz, que virou-se e foi deitar-se ao seu lado.

Os dois ficaram calados. Nada mais se ouvia, apenas a respiração ofegante de ambos. Robinho levantou-se e procurou o short que havia jogado no chão. Vestiu-o enquanto Pedro apenas o observava calado. Foi até a porta, que ainda estava aberta e ficou ali olhando para fora.

– Volta amanhã pra gente comer ela de novo. – Disse Pedro de onde estava deitado.

O moreno ficou imóvel por alguns segundos na porta. Coçou a cabeça. Coçou as costas.

– Beleza. – respondeu sem virar-se. E foi-se embora.

ATENÇÃO: Este conto terá continuação baseado na sua sugestão. Deixe aqui brevemente o que você gostaria que acontecesse e o autor escreverá a segunda parte a partir das idéias postadas aqui.

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Acusações insultuosas e comentários em desacordo com o tema da matéria serão despublicados.
Comentários dos leitores (45)
lindo conto quando eu gozar nas eguas irei fazer uns contos eu gozando nas eguas e videos tambem eu gozarei igual um cavalo(garanhão de eguas).
radeck19/01/2016 17:47
radeck19/01/2016 17:47
q delicia de foda os dois derao
Rodrigo20/09/2015 12:10
Rodrigo20/09/2015 12:10
Até hoje espero a continuação desse conto
adoro14/08/2015 18:37
adoro14/08/2015 18:37
EU gosto de transar assim quem gosta fazer ?
adolescente28/02/2015 19:49
adolescente28/02/2015 19:49
Adorei me convida pra proxima
Baixinhosensual04/11/2014 22:30
Baixinhosensual04/11/2014 22:30
Eu começaria assim: No outro dia pedro chega e ja pelado e imaginandona cena danoite anterior, fica de pau duro latejando, aguarda o amigo para os doismeteremjuntos na egua, ja suando muito com o calordeitado no feno, nao aguenta esperar, achando que o amigo nao vinha, mal sabia ele queomoreno ja haviachegado antese estava escondidoo vendo tudo como pau ja escorrendo de tesao, em ver o amigo com a bunda branquinha e de pau duro deitado no feno. Entaooexro levanta poe o banquinho, e vai devagar metendo seupau duro ebabando na egua, como gosta de fazer mete, puxa um pouco e a egua suganovamente e ele fecha os olhos levanta aperna e spoiana anca da egua, e fica parado sosentindo a egua sugar seu pau. O moreno sai bem devagar sem fazerbarulho , e vai ja com o pau melado pingando porra, e sobe no banquinho e o pedro la dellho fechado nao tinha percebido a presenca, so sentiu na hora que o moreno encontouo pau no seuburaquinho e so encostou o corpo no do pedro que ficou imovel e so falou caralho achei que tun nao vinha to aqui no maior tesao metendo nela, e omoreno fala continuamete do daqui a poucometo nela tbm econtinuou encostado o pedro, wuecom tsnto tesao so falou sai fora cara com esse oau de cavalo, mais nao ameaçounada econtinuou como estava e omoreno segura no saco do pedro e olha ele metendo na egua e levantanovamente e encosta seu pau duro igusl uma rocha nocuzinho do pedro que piscava de tesao fudendo a egua. Entao pedrocomeça um movimento bem devagar na egua e nisso vai lubrificando seu cuzinhocom as gotas de porra wue saem dopau domoreno, ebem devagar e sem preça a cabeca do pau do moreno vai entrando bem devagar o pedro se contrai e fsla caralho cara sai fora, mas so fala enso se mexe eo moreno ja percebeu que o pedro esta no papo,econtinuou la encostadinho e bem devaga ele consegueenfiar a cabeca enorme no cuzinho de pedro que geme baixinho e o moreno sabendodo tamanho do pau ,aguarda o pedro relaxar pra nao assustar, e fica slguns minutos assim auando pedro começa bem devagar metendo na egua e movimentando pra frente e pra traz fazendo o pau do moreno ir deslizando devagar pra dentro do cuzinho do amigoque a essa altura ja esta louco de tesao . O pau domoreno ja estava nametade e elevaie fiando bem devagar e o pedro ainda com a perna levantada parado se tido a egua dugar seupau e o moreno foi mais fundo e o pedro gemendo,sentindo aquele pau decacalo entrar lentamendo sentindo que esrava rasgando por dentro, gemia, mas o tesao era tsnto que nao conseguia tirare o moreno foi beijando as costas do pedro eforçsndo mais um pouco cobseguiu meter tudo e parou prapedro a ostumar e falou no ouvido seu cuzinhoda de 10 azera na egua enunca umsmher sguentou ele todinho ,vamosfazermais vezes e dijou o pescocço do pedro que gemia gostoso e ja ia semo ime ta do sentindo o pau domoreno latenjando muito dentro do seu cuzinho massagesndo aprostata e se tindo o pau ser sugado pela egua foi se movime tNdo gostoso e o moreno parado do sentindoopedro movimentar enummovimentomais rapido o pedro fala caralhovou gozare comeca amovimentar mai rapido pra frente e pra traz ejogajatos e mais jatos de porra na egua, e o moreno sentindo o pau sercontraido po cuzinho do amigo tbm da uma bombada e nao avudnta e urra igual um cavalo metdndo gostoso e gozando muita porra no cuzinho do amigo que mesmo te do gozado o tezao era tsnto que elepercdbeu que continuava de pau duro no bucetinha da egua cheia de porra e aue te e foi mexendo novamente eo amigo tbm continuou de pau duro de tro do cuzinho cheio de porra e lu rificado do pedro, e foi bombando e o pedro bom a do na egua e para pra sentir a egua sugar seu pau e o mord o continua bombandoe nso aguenta e voza novamente com foca d dnche novamente cuzinho do pedro de porra wue comeca a escorrer e o pedrosdmbombar tbm comeca a gemer slto e gozar na egua e o morenos desce e cai no monte de fe o co o pausjndapingando porra e o pedro tbm desce exausto e drita do ladoe fala caralho nunca gozei tanto, mas sou homem e nao falapra ni guem ok e omoreno fala, cjaro esse é nosdo segredo e amsnhavamosnos encontrar aqui novamente ok e veste o shorte e saie o pexro fica ainda sentindo o cuzinho latejar e es orrer aporra do amigo.
Baixinho sensual04/11/2014 21:53
Baixinho sensual04/11/2014 21:53
To imaginando aqui a posiçao de ummetendo na egua eo outro encaixando o pau grande no outro e gozando gostoso os doisjuntos putz
Christiano11/06/2014 23:00
Christiano11/06/2014 23:00
Anderson, parabéns, já tem previsão da continuação?? Abraços!!
PERNAMBUCANO20/05/2014 18:13
PERNAMBUCANO20/05/2014 18:13
CHAMA AEW 08198508892 whatsapp
Chris13/04/2014 1:50
Chris13/04/2014 1:50
Alê, tô na expectativa da continuação, espero que não demore! Abraços.
Thiago BH29/03/2014 16:50
Thiago BH29/03/2014 16:50
Os dois devem voltar a comer a égua e o amigo deve, finalmente, conseguir encaixar seu mastro no dono da potranca
Q Gozada!14/03/2014 20:16
Q Gozada!14/03/2014 20:16
Parabéns Anderson!
Vertinho rn 28/01/2014 1:38
Vertinho rn 28/01/2014 1:38
Muito massa bati uma gozei muito me deu vontade ate de pegar uma potranca tbm
qtmuito23/01/2014 0:02
qtmuito23/01/2014 0:02
pela primeira vez li um conto excitante q poderia ter sido real, nada daquelas invenções q mal começam e já trepam. Gostaria q no fim os 2 amigos trepassem
kazado mg20/01/2014 22:50
kazado mg20/01/2014 22:50
Adorei o conto, e confesso já comi égua, mula e vaca e recomendo que é bom demais.
Ricklost13/01/2014 12:40
Ricklost13/01/2014 12:40
Parabéns,Anderson seus contos me remete á um lugar imaginário,onde o prazer,o sexo,o tesão é tudo e apenas o que realmente nós precisamoa para viver,ah como gostaria de poder vivenciar tudo isso.Me acessem lá no site do Disponivel,meu nick é Ricklost ok bjao para todos e principalmente para vç Anderson Oliveira.
Paulo02/01/2014 11:55
Paulo02/01/2014 11:55
Gostaria que houvesse uma terceiro cara que tbm comesse a égua e os três fizessem um troca troca fantástico... Esses caras iriam adorar...
jeova j29/12/2013 21:37
jeova j29/12/2013 21:37
gostei do conto queria poder conhecer vcs, ai vai meu tel; 21 986913317
Iohan16/12/2013 16:20
Iohan16/12/2013 16:20
ISSO É O QUE CHAMAMOS DE ZOOFILIA!!!!!! Poxa a humanidade anda tão carente de Deus mesmo!!!
Parabéns. .12/12/2013 3:18
Parabéns. .12/12/2013 3:18
Parabéns pelo conto. Porém, uma resalva. A vegetação típica do interior do Ceará, da qual é retratada no conto é a caatinga. Parabéns novamente. Abrass
freerj11/12/2013 21:30
freerj11/12/2013 21:30
O maior índice de câncer de pênis se deve justamente por sexo com animais (principalmente nas zonas rurais) ou por falta de higiene mesmo! Quem curte tal prática fica a dica!
JOKA11/12/2013 21:30
JOKA11/12/2013 21:30
JA LÍ TROCENTOS CONTOS ERÓTICOS...MAS ESSE NOTA 1000000. PARABÉNS ANDERSON OLIVEIRA...PARABÉNS!!!! CONTO DE MACHO...MAS AS BIBAS NADA ENTENDEM DISSO!!! CARAS..POR ISSO SE CHAMA " CONTO " APENAS UM CONTO ERÓTICO!! PRA DEIXAREM NOSSOS PAUS TEZUDOS E TERMOS DE BATER DUAS EM SEQUIDA! OTIMO CONTO NOTA ..MILS..!!!!
travis01/12/2013 1:11
travis01/12/2013 1:11
Trabalho no choro, queria conhecer esses dois caras.
Lucas19/11/2013 21:18
Lucas19/11/2013 21:18
Show! Adorei o conto. Parece verídico. Totalmente diferente dos contos do William Saints e do Peter Cummer, que são gigantescos, cansativos e artificiais demais. Nunca li um por inteiro e nem perco meu tempo para começar a ler, Mas este do Anderson foi delicioso de ler, Fiquei até de pau duro.
rodrigo porto alegre14/11/2013 17:43
rodrigo porto alegre14/11/2013 17:43
e vc tem q dar para esse cavalão senão quiser me leva junto que eu dou para ele
rodrigo porto alegre14/11/2013 17:41
rodrigo porto alegre14/11/2013 17:41
quero os dois e principalmente o cavalão,quero dar meu cu apertadinho para ele.. tem contatos vs??
Ale11/11/2013 4:13
Ale11/11/2013 4:13
Seria interessante que parte da continuação do conto acontecesse em uma cachoeira em que os dois fossem tomar banho para amenizar o calor e ficassem de pau duro e comçassem a fazer um gostoso troca troca.
Rodrigo06/11/2013 22:31
Rodrigo06/11/2013 22:31
Que coisa mais nojenta. Quero saber quem seleciona os contos no mundo mais. Tanto homem no interior e ele trepa com uma éguaaa, isso é muito doentio.
namorar nao05/11/2013 22:17
namorar nao05/11/2013 22:17
seria legal se um so comesse o outro mas que se mantivessem machos, sem haver romance entre eles.
rick05/11/2013 16:06
rick05/11/2013 16:06
bacana gostei espero a segunda parte vlw!!
PT05/11/2013 12:17
PT05/11/2013 12:17
O escritor se estendeu demasiadamente na égua. Poderia ter pulado direto pros finalmente entre as duas moçoilas da fazenda.
Péssimo!!!!05/11/2013 1:17
Péssimo!!!!05/11/2013 1:17
Extremo mal gosto! Olha as meninas do interior estão fundeando cada dia mais cedo, não há porque manter essa ideia de fuder com égua, cabra, bezerra. Coisa doentia! lamentável esse conto!
Aquiles04/11/2013 22:45
Aquiles04/11/2013 22:45
É assim que nascem os centauros, KKKKKKK, bem mas para a continuação queria que o robinho comesse o pedro.
GOSTOSO EM BH04/11/2013 14:53
GOSTOSO EM BH04/11/2013 14:53
Quero ler sobre o troca troca dos dois machos, depois de comerem a égua novamente! douglas131313@hotmail.com
PODE PARAR:04/11/2013 1:54
PODE PARAR:04/11/2013 1:54
MAIS O QUE É ISSO? SE NÃO TIVEREM COISA MELHOR PRA POSTAR É MELHOR NEM SE DAREM A ESSE TRABALHO NOJENTO QUE ESCREVERAM AI EM CIMA. ZOOFILIA TAMBÉM É CRIMEEEEEEEEEE. ISSO SÓ PODE SER COISA DE BIXAS DOENTES DA MENTE. VÃO DAR O CU EM VEZ DE FAZER ISTO COM OS ANIMAIS...
Luiz03/11/2013 13:45
Luiz03/11/2013 13:45
Acho que eles deveriam transar com um cavalo, agora. Obviamente sendo passivos. Isso, depois de transarem entre eles tbm
DA BAHIA03/11/2013 11:00
DA BAHIA03/11/2013 11:00
Claro!!!!! Uma continuação será a possibilidade de nos dar o prazer que merecemos. Principalmente, se Pedro comer Robinho, para mostrar a este que todo "cavalo" gosta de levar outra vara e urrar de prazer com o leite do outro sendo derramado dentro de si.
E.silva03/11/2013 7:25
E.silva03/11/2013 7:25
O conto é uma delicia, levando em consideração que é realmente dessa forma que muitos homens de cidades interioranas iniciam sua vida sexual. No próximo conto seria uma delicia se um dos garotos pegasse o outro contra sua vontade, mas que ambos se deliciassem no decorrer da foda!
Marcelo03/11/2013 1:05
Marcelo03/11/2013 1:05
Logico que no proximo encontro eles tem que se pegarem, essa histiria com egua nao da.
erosspzl02/11/2013 23:33
erosspzl02/11/2013 23:33
EXTREMAMENTE NOJENTOS
que bola fora02/11/2013 19:50
que bola fora02/11/2013 19:50
Desculpe MUNDO MAIS mas achei esse conto de extremo mau gosto. Abusar de animais é crime e é nojento, justamente num momento onde tanto se fala de defender os animais. Acredito que alguém que faça sexo com bichos deve ter sérios problemas e quem se excita com isso idem. Lamentável!
Kaka02/11/2013 14:06
Kaka02/11/2013 14:06
seria mais interessante se ambos estivessem transado.
Luiz02/11/2013 12:48
Luiz02/11/2013 12:48
Gostaria que os dois transassem e começassem a namorar.
JTS02/11/2013 10:39
JTS02/11/2013 10:39
Gostaria que houvesse um relacionamento entre Pedro e Robinho onde os dois pudessem desfrutar da tudo no sexo, inclusive inversão de papéis.
alberto02/11/2013 7:13
alberto02/11/2013 7:13
gostaria que ouvesse um troca tros
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Rodrigo Massoterapeuta