Gays na cam

Quarta-feira, 03 de Outubro de 2012
CONTOS DOS LEITORES
O Guarani - Parte 1 - Descobrindo o Prazer
O indio guarani observava escondido um jaguar que copulava com uma femea e ficou excitado. No mesmo instante apareceu um outro indio mais jovem e o tesão rolou solto.
por William Saints

A floresta estava silenciosa. O Guarani andava com o arco em punho por entre os troncos cobertos de orquídeas e cipós das árvores gigantescas. O sol entrava pelo topo das árvores criando feixes de luzes dentro de toda a floresta.

Beija- flores voavam em torno de uma orquídea de cores exóticas. O índio andava nu. O corpo de pele vermelha era forte e bem definido. Usava apenas um adorno de penas azuis e vermelhas de arara na cabeça de cabelos longos e lisos.

Suas coxas eram fortes e sua bunda firme. Sua pele tinha um leve tom bronzeado pelo sol tropical. Seu pênis parecia um imenso bastão de carne com a cabeça roxa que balançava à medida que ele andava. Seus testículos escuros eram grandes e pesados.

Ele se orgulhava do tamanho de seu pênis. Toda a sua tribo o conhecia pelo seu dote. As índias desejavam ardentemente serem possuídas por ele e os índios sempre sentiam uma pontada de inveja. Mas isso não os impediam de quando estavam festejando em volta da fogueira que eles não quisessem que ele exibisse o pênis duro para os companheiros. Que adoravam jogar pequenas frutas maduras em seu pau para que ele as rebatesse.

Ele parou sobre uma pedra agachando em sinal de alerta. O jaguar estava na entrada de sua toca – uma gruta atrás de uma queda d’água. Para a surpresa do Guarani ele não estava sozinho.

Montado em uma fêmea o jaguar a penetrava furiosamente. A visão do acasalamento fez o pênis do índio pulsar, ganhando vida.

O pênis duro e reto do jaguar penetrava a pequena abertura da fêmea com vontade enquanto ela permanecia imóvel. O índio sentiu o pênis já duro tocar a sua barriga. Virgem, mal sabia o que estava acontecendo, a única coisa que sabia era que aquilo o deixava extremamente excitado e o enchia de desejo.

Pousando o arco ao seu lado, ele levou a mão ao seu pênis e o acariciou enquanto via a cena. Ondas de prazer percorriam todo o seu corpo. Ele chegava a tremer de tanto tesão. Agachado ele acariciava o pau grande e grosso que latejava em sua mão enquanto suas bolas roçavam na pedra na qual ele estava.

O farfalhar das folhas de bananeira a suas costas fez com ele olhasse para traz. Seus olhos castanhos claros encontraram se com olhos escuros. Atrás das folhas longas e verdes da bananeira um índio um pouco mais novo que ele o observava.

O Guarani interrompeu a punheta e se ergueu. O pênis duro e molhado na ponta balançando. O olhar do índio mais novo se fixou em seu pau. Sedenho.

O vento agitou a folha de bananeira e o jovem índio que também estava nu não pode esconder sua ereção.

Seu pênis não era nem um pouco pequeno, devia ter uns 18 cm enquanto o do Guarani tinha 21 cm. Ele era grosso coberto de veias e longos pelos pretos. Assustado por ter sido descoberto o jovem índio correu por entre as árvores.

O Guarani sentiu o pênis pulsar. As bolas doíam com o gozo interrompido. Ele esquecera o jaguar e sua fêmea. Agora sua imaginação enchia sua cabeça de fantasias.

Eles estavam muito longe da aldeia. O jovem índio que o observava devia ter o seguido de lá. Puxando os lábios em um sorriso cheio de malicia o Guarani começou a correr pela floresta atrás do índio curioso.

O pênis do índio ainda estava duro enquanto ele corria pela floresta. Sua cabeça batia em sua barriga definida enquanto ele corria. Estava com medo. Ao longe ele podia ouvir os passos do Guarani que corria atrás dele. Aquela era um perseguição na qual ele sabia não se podia sair vencedor.

Ele era jovem, enquanto o Guarani já era um guerreiro. Crescera ouvindo sua fama na aldeia. Era o melhor caçador da tribo sem falar que tinha o maior pênis de todos. E tinha sido o tamanho de seu pau que o trouxera até ali.

Ele viu quando o Guarani pegou o seu arco e saiu para caçar. Ele havia acabado de chegar do rio - escondido atrás das pedras ele se masturbava enquanto via os índios mais velhos nadando.

Desde cedo ele havia notado que tinha algo de diferente com ele. Quando era apenas um curumim adorava ver os pênis dos índios balançando pendurados entre suas pernas.

Nunca notara os peitos ou o sexo das índias. Ele não sentia nada por elas. Vira muitas fezes o irmão possuir as índias atrás de uma moita e era sempre para o pau duro dele entrando na pequena abertura da índia que o excitava. Ele era um verdadeiro observador. Nunca havia sido descoberto até agora...

Seu coração pulava em seu peito. Mas seu pênis parecia ficar cada vez mais duro. Como era gostoso saber que estava sendo perseguido pelo índio mais perfeito de toda a tribo.

Quantas noites ele havia ficado em sua rede com o pênis latejando de desejo enquanto imaginava o guerreiro Guarani o penetrando furiosamente. Ele o desejava mais que tudo em sua vida. Como ele sentia medo de que o Guarani encontrasse uma índia e passava toda a sua vida com ela.

Os galhos das árvores batiam em suas pernas e isso era extremante prazeroso. Ele se afastava cada vez mais da aldeia. Sem direção, suas pernas começavam a doer.

O Guarani podia sentir o cuzinho apertado do índio pressionado seu pênis enquanto ele metia forte. Seu corpo latejava de desejo. Puxando os lábios em um sorriso ele sentiu dó do jovem índio. Ele sabia que o ânus virgem do índio não agüentaria as primeiras estocadas, ainda mais com o tamanho do seu pênis.

Com certeza ele iria chorar. Mas todos choravam. Quantas vezes ele vira os amigos segurando um índio mias jovem enquanto o outro metia para aliviar o tesão. Ele nunca fizera isso. Sabia que não conseguiria ficar duro nem gozar com os amigos em volta. Esses nem se importavam, só queriam sentir um cuzinho apertando seus paus.

Não ligavam pelo choro dos que possuíam, eles sempre viravam gemidos de prazer depois de algumas estocadas. Os anciões da tribo não faziam ideia de que isso acontecia. Era tudo mantido em segredo. Os mais velhos sempre chamavam um índio mais novo para a caçada na floreta. Esses animados para sair da aldeia nem questionavam.

Quando estavam longe da tribo no meio do mato dois abordavam o índio mais novo enquanto o outro fodia seu cu. Todos tinham a sua vez. No final o índio que recebia nem precisava ser segurado. Gostava tanto de levar a vara no rabo que pedia até para dois índios meterem ao mesmo tempo.

Lembrar disso fez com que o sêmen começasse a escorrer pela cabeça do seu pênis. Ele podia ficar dias comendo o índio que perseguia. Só quando seu pau não agüentasse mais gozar é que eles voltariam para a tribo.

Ele era um caçador. Caçaria para os dois. Colheriam frutas na floresta e transariam durante todo o tempo.

As pernas do jovem índio doíam. Ele não agüentaria mais correr. Olhando sempre para trás ele não ouvia mais o Guarani as suas costas. A floresta se tornou mais densa. Ele estava no interior de um vale. As copas das árvores cobriam a luz do sol. Folhas verdes caiam a sua volta e iam depositar-se na relva verde na margem de um lago de águas verdes.

Araras estavam empoleiradas numa mangueira carregada de frutos na margem do lago. O índio com sede e cansado se abaixou na margem do lago e com a mão em concha começou a beber a água fresca.

Aconteceu tudo muito rápido. O ataque foi certeiro. Quando o índio deu se por si ele estava preso por entre as pernas grossas e firmes do Guarani. Seu olhar estava cheio de desejo e seus lábios tinham um sorriso malicioso. Ele podia senti seu pênis grande e duro encostado em sua perna.

_ Solte-me. – implorou o jovem índio se debatendo.

O Guarani apenas sorriu. Suas mãos fortes seguravam firmemente o índio que se debatia como uma presa indefesa.

_ Trouxe o que você queria. – Disse o Guarani segurando o mastro enorme.

O índio engoliu em seco quando viu o belo pênis a sua frente. Sua boca logo encheu de água. Ele estava sedento de desejo. Seu pau respondia a seu desejo enviando ondas de prazer pelo seu corpo.

_ Eu não vou agüentar. Teu pau é grande demais. – Choramingou ele.

_ Quem mandou tu me seguir. Era isso que tu querias e agora tu vai ter.

Virando o jovem índio de costas com violência, o Guarani ficou por cima. Acariciando o pênis e se deslumbrando com a visão da bunda perfeita e redonda a sua frente. Se posicionando de joelhos atrás do jovem ele segurou sua cintura e ergueu sua bunda na altura do seu rosto.

Sua língua percorreu cada centímetro da abertura do ânus do índio. E como era saboroso. Ele nunca tinha experimentado nada parecido como aquele gosto. Ele se deleitou quando o cu já dilatado começou a apertar a sua língua.

Já sem conseguir mais se segurar ergueu os quadris e sem avisar meteu o pênis grande em uma estocada só. Tirando gritos de dor do índio.

Seu pênis estava enterrando no ânus do jovem índio. Esse gemia sem parar. Enquanto o Guarani bombava violentamente. Eles transavam como se fosse animais no cio. Agora o índio estava de quadro recebendo cada centímetro do seu pau.

Ele estava surpreso por ter entrado tudo de uma vez. O cu se contraia seco em seu mastro que ficava cada vez mais inchado. O prazer era algo indescritível. Se ele soubesse que seria assim já tinha feito há muito tempo.

O índio de contorcia a sua frente. Hora gemia de prazer outra de dor. Seu pênis duro estava a ponto de estourar. A cintura do Guarani batia em suas nádegas firmes e duras produzindo um som de carne batendo contra carne. O som só deu mais prazer ao guerreiro.

O gozo estava na ponta do seu pau quando ele parou com as estocadas. Tirando o pênis ele se levantou e foi até o lago se lavar. O choque na água fria em seu pau fez com que seu corpo vibrasse.

O índio se estirou na grama verde e ali ficou imóvel. O Guarani sabia que ele não fugiria. Estava sendo consumido pelo prazer. Agora que experimentará seu mastro ele sabia que o índio iria querer mais e mais.

Depois de alguns mergulhos ele se sentou sobre uma pedra que se erguia no centro da lagoa. Apoiando as mãos na pedra ele esticou as pernas deixando o pênis em riste. Para ser apreciado pelo índio que agora estava sentado na margem do lado.Dando um sorriso safado o Guarani o chamou com um gesto indicativo com a cabeça. Não foi preciso dizer mais nada. O índio lançou-se dentro do lago espalhando água e com braçadas fortes nadou até a pedra.

Com as pernas dentro d’água ele se inclinou segurando seu pênis o colocando na boca. O índio chupou com avidez. Sugando com força. O Guarani se contorcia de prazer. Às vezes as sugadas eram um pouco fortes demais e isso lhe dava ainda mais prazer.

O gozo foi intenso e violento o liquido leitoso escorreu pela garganta do índio que ainda mamava feito um filhote faminto.

***

O sol estava se ponto. O cu dilatado do índio já estava vermelho e ardendo de tanto que o Guarani o comia. O som de seus quadris batendo contra sua bunda ecoava pela floresta. Insaciável o Guarani parecia um animal em pleno cio intensificando seus movimentos. Encostado em um tronco de uma árvore o índio sentia o Guarani enterrar seu pau cada vez mais fundo. Seu pênis inchar e derramar seu liquido dentro de si. Mas isso não era o suficiente para que ele parasse. Depois que ele descansava, ainda duro dentro do índio, logo começava tudo de novo em uma nova posição.

Ele não passava de um prisioneiro sexual. Seu captor o impedia de gozar. Sempre que ele estava prestes a atingir o clímax o índio mais velho apertava a base do seu pau e impedia o gozo de sair. Aquilo estava sendo uma tortura. Seu pênis vermelho e inchado latejava como uma coisa viva. Pulsando para cima e para baixo.

Ele sentia a cabeça grande do pênis do Guarani penetrar fundo. Tocando algo extremamente prazeroso dentro dele.

O ar do fim de tarde ganhara o aroma de mato e terra fresca. O ar aos poucos ia esfriando-se à medida que o sol ia sumindo. Os pássaros começavam empoleirar em seus ninhos enquanto as cigarras cantavam em coro.

Ele estava sendo punido da maneira mais prazerosa que pudera imaginar. Suas bolas penduradas doíam. Suas pernas tremiam como bambus.

Quando o Guarani cai exausto na grama ao seu lado já era noite. As estrelas brilhavam no céu. A lua tímida começava a despontar do horizonte arroxeado.

_Vou procurar um lugar onde podemos dormir. Coma algumas mangas. – disse o Guarani que se ergueu num pulo, o pênis mole balançando entre suas pernas.

_ Temos que voltar para a aldeia.

_Você não ouviu o que eu disse. Agente vai dormi aqui. Não te comi o suficiente ainda. – disse o Guarani autoritário.

Sendo mais velho e muito mais forte o índio não pode discutir.

Deixado-o sozinho ele pegou algumas mangas maduras que pendia dos galhos mais baixos e sentando sobre a relva começou a chupá-las. A manga estava deliciosa. O caldo amarelo escorria por entre os seus dedos. O liquido pegajoso e suculento de repente o encheu de um estranho desejo. Espremendo o fruto com a mão ele fez com que o suco derramasse sobre o seu pênis duro.

O índio tremeu quando o liquido frio entrou em contato com a cabeça inchada do seu pau. Deslizando a mão suavemente por toda a sua extensão ele começou uma punheta lenta e gostosa usando a manga como lubrificante.

O pênis grosso escorregava por entre as mãos. Usando uma para se masturbar ele deslizava a outra pelo peito firme e duro e pela barriga definida, fazendo círculos em torno do umbigo.

Fechou os olhos apertando com força a ponta do pau. Ele tinha a sensação de estar mergulhado em puro prazer. Abriu os olhos e se assustou tirando a mão do pênis. O Guarani estava parado a sua frente. O pênis rígido quase tocava seu rosto. Ele havia retornado.

Temendo ser castigado por estar tendo um prazer solitário sem a permissão do índio mais velho ele esperou pelo pior. Ele tentou recuar quando o Guarani se agachou na sua frente. Mas este o impediu segurando-o firme pela cintura.

Desesperado o índio só entendeu o que estava acontecendo quando sentiu as sugadas fortes da boca do Guarani sorvendo todo o caldo da manga do seu pênis. Sua boca era quente e macia. Seus lábios cheios deslizavam sobre a pele escura e cheia de veias de seu pau. O índio começou a gemer alto. Todas as sensações do seu corpo pareciam estar localizadas do pênis que estava sendo chupado.

Por Tupã como era delicioso. O Guarani era ágil com a língua passando sobre a apertura de sua glande. Girando-a em torno do pênis grosso em sua boca. Sentir o gozo caminhando lentamente até se derramar na boca do Guarani depois de horas de excitação foi algo que ele pensou não suportar. O prazer o fez se desligar da floresta a sua volta. Seu corpo tremeu em espasmos de prazer. Enquanto o seu pênis liberava em golfadas a sua doce semente.

Erguendo o rosto e tirando o pênis da boca o Guarani se aproximou. Seus lábios cheios de esperma tocaram os seus. O gosto era saldado e delicioso. Ele sentiu o gosto do próprio gozo quando o Guarani o beijou furiosamente enfiando sua língua na boca. Selando com um beijo a descoberta do verdadeiro prazer.
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Comentários dos leitores (58)
Dico - Brasília-DF17/10/2015 8:09
Dico - Brasília-DF17/10/2015 8:09
Ainda não tinha lido os contos do William Saints, li O Guarani parte 5 e gostei e já percebi que o rapaz tem talento e escreve bem os contos eróticos. Vou pesquisar mais seu trabalho na internet. Já me considero seu fá e admirador e percebo que sua mente é bem aguçada em relação as narrativas dos contos eróticos no tema gay. Parabéns.
William Saints 02/07/2013 21:39
William Saints 02/07/2013 21:39
Olá Marcius você encontra o livro completo no site Clube de Autores.
Marcius17/05/2013 2:08
Marcius17/05/2013 2:08
Legal seu conto, como consigo copia Will?
William Saints21/03/2013 10:21
William Saints21/03/2013 10:21
Obrigado pelos comentários, sinto-me grato por eles. Leiam também o meu livro. Sou autor de um romance GLS ( O Lobo Solitário) publicado em e-book, dêem uma olhada nos pontos de venda : O Gato Sabido, Skoob e Ebookcult. Caso vocês queiram o livro impresso é só comprar no Clube de Autores. ;)
C.L.27/02/2013 22:22
C.L.27/02/2013 22:22
Poderia ter ficado melhor , a história começou com um bom tempo, um bom espaço. Mas o conto em si é fraco, os personagens não estão bem definidos e sua narrativa é horrível!
Eder13/02/2013 8:45
Eder13/02/2013 8:45
Muito bom o conto, ele mostra os detalhes do espaço geográfico e não ficou só na putaria, se algum produtor se interessar pelo conteúdo do conto, vai ter um ambiente excelente, mas vai ai uma dica, em todos documentários que assisto sobre índios, eu não vejo pelos na região inguinal, parabéns, continue indo em frente, as críticas exitem para melhorar somente os contistas observam estes detalhes.
Adinaldo31/01/2013 22:06
Adinaldo31/01/2013 22:06
Muito bom
joao antonio27/01/2013 22:13
joao antonio27/01/2013 22:13
adorei, é um conto gente! a pessoa que o criou ñ se preocupou só com a putaria . Ele mostrou conteúdo, masi isto é para quem tem cultura e gosta de ler uma boa história.
Gaúcho21/01/2013 1:59
Gaúcho21/01/2013 1:59
Excitante e bem elaborado. Porém, realmente meio longo.
MAX - ANDRADINA/SP13/01/2013 0:56
MAX - ANDRADINA/SP13/01/2013 0:56
o conto é até legalzinho, nao achei nada de excitante, muito longo e não é tão bm escrito assim, muita imaginação na hora da corrida, correram demais e depois transaram como loucos, isso é demais, deveria ter escrito numa folha a parte, lido e relido e depois de ter feito uma boa revisão postado o conto, afinal é isso que é feitos e muitos contos, antes de publicar leia e releia pra tirar as parte menos chata e ficar com as mais excitantes.
Cayo04/01/2013 4:04
Cayo04/01/2013 4:04
Parabéns pelo conto. Um pouco floreado como todo conto. Mas bem escrito.
Marlon03/01/2013 17:43
Marlon03/01/2013 17:43
Muito bom, erotico, provocante e o autor tem sensibilidade e talento!
Boy 21/11/2012 12:40
Boy 21/11/2012 12:40
Muito bom... delicia de conto...
Vitor16/11/2012 23:17
Vitor16/11/2012 23:17
Achei uô . Quem aguenta ler tanto.
mário28/10/2012 19:27
mário28/10/2012 19:27
ótimo conto...mas por isso chama-se -conto-! indio naum tem pau grande, nunca...e nem saum sarados..saum barrigudos..concordam? mas que o -conto- da tezão ae..isso dá!
wilyo14/10/2012 23:16
wilyo14/10/2012 23:16
conto muito bom!
Tom14/10/2012 18:50
Tom14/10/2012 18:50
Essa bichas só sabem reclamar. O conto é bom demais. foi muito bem escrito. Se não gostam que fiquem na sua... Cansei de ler esses contos que são tudo iguais e acontecem as mesmas putarias...
ALICE14/10/2012 15:36
ALICE14/10/2012 15:36
A BESHA ABAIXO TAH NERVOSA. TBM NAUM GOSTEI QUANDO UM CONTO É BOM ELE PODE SER LONGO COMO FOR, JAH ESSE É LONGO E SEM CONTEÚDO E PONTO. CHEGA A SER CANSATIVO, QUANDO EH ALGO QUE NOS PRENDE VALE A PENA ESSE AÍ NAUM PRENDEU PORRA NENHUMA EH LONGO E CANSATIVO.
enarson12/10/2012 20:58
enarson12/10/2012 20:58
as bichas desinformadas e desletradas só gostam de coisa grande quando se trata de pau,pois parece que a vida se resume a isto,o conto da bom,é inovador eu até fiquei excitado
Robert12/10/2012 11:58
Robert12/10/2012 11:58
Muita imaginação... não gostei....
Miguel10/10/2012 23:11
Miguel10/10/2012 23:11
Que merda de conto foi esse?! Não importa se foi surreal ou não, o estilo da narração foi muito "quebrado"... quando vc começa a ter tesão, o clima quebra com tantas pausas...
Antônio09/10/2012 14:48
Antônio09/10/2012 14:48
Surpreendente..diferente..fascinante e encantador!!!
Caio08/10/2012 21:14
Caio08/10/2012 21:14
Parabéns o conto ta ótimo. Quando é que sai o segundo?... Só pq é bicha não precisa ser tudo putaria. O autor esta de parabéns, tá na hora de mudar esse conceito de que viado só quer da o cu... sexo sem romantismo não é nada. Bastante inovador..
???08/10/2012 18:05
???08/10/2012 18:05
VAMOS COMBINAR QUE NO MEIOS DESSAS BICHAS NAUM TEM ESSE AMOR TODO ELAS SÓ QUEREM DÁ O CU E CHUPAR PICA E OLHE LÁ ISSO PORQUE AS VEZES SÓ ROLA O BOQUETE, QUANTO AO CONTO TÁ MELOSO DEMAIS MUITO FANTASIADO E EU NÃO SOU ALICE. PRONTO FALEI
Pedro- RJ08/10/2012 17:15
Pedro- RJ08/10/2012 17:15
O conto é ótimo. N entendo essas bichas que estão reclamando... Muito bem escrito e o tamanho esta perfeito... Parabéns
Juniro08/10/2012 15:28
Juniro08/10/2012 15:28
Cansativo..nada a acrescer...chato..muito chato...
Mineirim 08/10/2012 4:42
Mineirim 08/10/2012 4:42
Conheço o autor é de Sete Lagoas -mg- Muito bom o conto Parabens Willian
E.Silva08/10/2012 1:19
E.Silva08/10/2012 1:19
Conto perfeito! As bees preguiçosas estão reclamando do tamanho, mas isso aqui é pra quem sabe ler!! Muito bom mesmo, na medida!
Neto08/10/2012 1:15
Neto08/10/2012 1:15
Muito Bom. Um conto desse tipo é bom pra variar. Os erros de grafia não interferiram a história. Eu sempre tive em mente um conto sobre índios mas puxado pra atualidade, mas você (se foi vc mesmo que criou) foi Genial.
eu08/10/2012 0:38
eu08/10/2012 0:38
nossa esse foi p ior conto.
???07/10/2012 21:22
???07/10/2012 21:22
CANSEI NA METADE DESTE LIVRO, NAUM DEU PRA LER TUDO E O FINAL NEM QUERO SABER.
Breninhooo07/10/2012 20:06
Breninhooo07/10/2012 20:06
mateus me leva pra trabalha na aldeia com vc? POR FAVOR.
leco07/10/2012 0:04
leco07/10/2012 0:04
Que besteira.
Diegão06/10/2012 18:32
Diegão06/10/2012 18:32
Posta logo o segundo... muito bom...
...06/10/2012 18:28
...06/10/2012 18:28
Conto show de bola!
Leo 06/10/2012 17:24
Leo 06/10/2012 17:24
Gostei muito do conto... Queria que os filmes pornos fossem mais assim... Seriam perfeitos...
Eike 06/10/2012 16:51
Eike 06/10/2012 16:51
Cara que conto é esse... Perfeito... Sexo na selva e muito exitante.
mateus06/10/2012 14:15
mateus06/10/2012 14:15
eu adoooroo idios, ainda mais que eu ja fiquei com muitos indios, pois trabalho em uma aldeia , é muitooo bom dar para os indios
Marcus06/10/2012 14:11
Marcus06/10/2012 14:11
PARABENS...belo conto...sem vulgaridades...sem exageiros....MT BOM
Erico06/10/2012 14:10
Erico06/10/2012 14:10
Nossa, maravilhoso.Escreva mais.Seu conto me deu muito prazer. Possui e fui possuído deliciosamente.
Dynho05/10/2012 17:05
Dynho05/10/2012 17:05
Eu tb achei muito bommmmm Fiquei louco com esse índio dominador... se alguém aí de BH tiver afim... regi.rd@hotmail.com
Geek Entendido05/10/2012 10:09
Geek Entendido05/10/2012 10:09
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wellinton05/10/2012 2:41
wellinton05/10/2012 2:41
fala serio q rum nada com nada tenha mais criatividade eu sei que vc pode ter
Breno Mitchell04/10/2012 23:07
Breno Mitchell04/10/2012 23:07
Estou extremamente ansioso para ver a continuação do conto por favor poste o mais rápido possível, e Mundo Mais esta mais que não hora de pegar contos bons como esse e transforma-los em histórias no CineSex urgentemente, sei que é necessário uma mega produção e tudo mais, só que isso só irá acrescentar ao site. Excelente conto e Parabéns ao autor.
kaká04/10/2012 17:49
kaká04/10/2012 17:49
Muito bom esse conto parabéns ao escritor nos quesitos criatividade e inovação,este conto mexeu com a nossa imaginação.
Goiânia/GO04/10/2012 15:59
Goiânia/GO04/10/2012 15:59
Mesmo não tendo lido todo o péssimo conteúdo, também brochei. kkkkkkkkkkkkkkkkk
William Saints04/10/2012 12:46
William Saints04/10/2012 12:46
Obrigado pelos comentários . Fico extremamente feliz. Infelizmente não é possível agradar a todos, mas agradeço os comentários. Realmente há erros de português, me desculpem por isso,serei mais atencioso no próximo conto. Ter um texto sem erros é impossível, não sou versado em português. Para a fantasia não a limites... ;)
Diego Rodrigues04/10/2012 12:25
Diego Rodrigues04/10/2012 12:25
Passou-se um filme em minha cabeça. Muito bom!
Dudinha04/10/2012 12:06
Dudinha04/10/2012 12:06
TB BROCHEI...GOSTO DE CONTOS MAIS PRÓXIMOS DA NOSSA REALIDADE E QDO O NARRADOR "PARTICIPA" DA AVENTURA. ELE SIMPLESMENTE CONTOU UMA HISTORIA DE UM ÍNDIO QUE COMEU O OUTRO. MUITO SURREAL....
Breno Mitchell04/10/2012 11:55
Breno Mitchell04/10/2012 11:55
Sem dúvidas um dos melhores contos que eu ja li aqui, sim existem erros de portugues mais nada de que se não possa entender do que se esta falando o TESÃO é puro, estou esperando a continuação. Ótimo conto e Parabenizo quem o criou.
Douglas04/10/2012 10:53
Douglas04/10/2012 10:53
Baixou um José de Alencar na bicha. Seria legal se estivéssemos em 1865. Brochei.
pablo04/10/2012 9:14
pablo04/10/2012 9:14
Muitos erros de portugues, onde se lê muitas "fezes" não seria muitas "vezes"? Eu hein...
CARLOS04/10/2012 6:17
CARLOS04/10/2012 6:17
PUTA QUE PARIU QUE CONTO GOSTOSO DE SE LER PARABENS AO ESCRITOR
CARLOS04/10/2012 6:16
CARLOS04/10/2012 6:16
PUR
Parabéns!!! Perfeito o seu conto, muito bom... Fiquei bastante excitado e imaginando cada cena... Que a continuação não demore muito a ser postada... Mais uma vez, PARABÉNS!!!
Pedro - Belém/Pa03/10/2012 23:58
Pedro - Belém/Pa03/10/2012 23:58
Nossa... adorei o conto!!! A parte que me deixou mais excitado já foi o final... Esperando ansioso pela continuação, espero que não demore!
mais voce03/10/2012 23:37
mais voce03/10/2012 23:37
muito bom esse conto, gostei mesmo e vou aguardar a continuidade dele, valeu mesmo..
welington medeiros03/10/2012 23:12
welington medeiros03/10/2012 23:12
Este conto,na minha opinião,esta realmente incrível.Mal posso esperar pela continuação.
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