por Magnus Junior
Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2026
Vou continuar contando o que aconteceu. Quem leu os meus contos anteriores, já sabe que mamei o Fabrício diversas vezes e, apesar de ele ser louco pra me comer, eu nunca tinha dado pra ele.
A gente até tentou algumas vezes, mas não deu certo. Então ele me linguava muito, eu mamava até ele gozar na minha boca, lambuzando meu rosto e muitas vezes ele gozava na portinha do meu cu, deixando seu leite quente escorrer pela minha bundinha.
Eu já tinha dado para o Dudu, mas ainda não tinha dado para o meu vizinho Fabrício. Ficamos um tempão sem fazer putaria no quartinho. Ele não me chamou mais e cheguei até a pensar que ele tinha descoberto o meu lance com o Dudu. Eu ficava na expectativa de ele me chamar, mas eu mesmo não ia atrás dele. Ele me via na rua, conversava, a gente estava sempre na peladinha jogando, mas nada mais acontecia.
Um dia, depois do jogo, a gente ficou sentado resenhando. Eu, na verdade, só ouvia e ficava rindo dos vários casos que os caras contavam. A melhor parte era quando falavam de mulher. Um dizia que uma menina era a maior piranha, que um deles botou ela pra mamar na casa dele e dizia que depois ia tentar meter na buceta dela. Cada um ia contando sua história, ficavam de pau duro, começavam a mexer no pau por cima do short e dava pra ver que alguns tinham um volume bem grande no meio das pernas. Tudo aquilo era uma delícia.
Em uma dessas conversas, meu vizinho Fabrício falou que ia se mudar. Quando eu ouvi aquilo, me bateu uma tristeza. Não sei dizer exatamente o porquê, mas fiquei triste. Apesar de tudo, eu gostava muito dele. De alguma forma, eu tinha uma ligação forte com ele.
Meus olhos se encheram de lágrimas, mas me segurei para não chorar. Ele dizia que o sogro dele tinha recebido uma proposta boa para trabalhar no sul e pediu pra ele ir junto dar uma ajuda. Era alguma coisa relacionada com empresa de transporte, não sei direito se era pra trabalhar com cargas ou se ele ia ser só motorista, mas sei que era longe, no sul. No início iriam só os dois e depois que as coisas se ajeitassem, iriam a sogra e a filha, que é a namorada desse meu vizinho. Na verdade, ela é praticamente noiva dele já, porque eles já estavam falando em se casar dentro de pouco tempo. Como ele nunca usou aliança, é por isso que eu digo que ela é namorada.
Fiquei pensando por um momento que se eu não tomasse uma atitude, ele iria embora de vez e eu perderia a oportunidade de ficar com ele pelo menos uma última vez. Então eu decidi que ia tomar a iniciativa dessa vez.
Acabada a conversa, ele disse que o sogro estava só aguardando pra achar um lugar pra eles ficarem durante um tempo, um lugar pequeno, já que seriam só os dois por enquanto. Durante esse período, iriam procurar uma casa maior para acomodar a família toda.
A galera começou a se levantar e uns foram embora pra casa. Quando o Fabrício se levantou, eu fiz o mesmo e segui com ele, já que o caminho para as nossas casas era na mesma direção. Eu ia aproveitar pra falar com ele.
Quando a gente tá chegando na nossa rua, ele fala:
– E ae, Menor, vai sentir saudade?
Eu balancei a cabeça e disse que sim. Ele chega mais perto e faz um cafuné na minha cabeça, bagunçando meu cabelo.
– Vai sentir saudade nada. Você nem dá mais ideia.
– Você que não me chamou mais pra “brincar”.
– Tô na correria, Menor – disse ele rindo.
– Você vai voltar?
– Acho que não porque eles vão pagar muito bem. Mais pra frente, se der tudo certo, ele vai querer levar a família também.
Quando ele disse isso, eu abaixei a cabeça bastante triste.
– Mas não fica assim não. Amanhã quero me despedir de você lá no quartinho.
Nessa hora me sobe uma alegria porque no quartinho vivi momentos de prazer com ele. Foi ali que aprendi a ver como um homem curte ser saciado e ele me usou muito ali naquele quartinho.
– Vou te esperar amanhã de tarde, beleza? – disse ele – Vai ser nossa despedida.
A gente terminou de subir a rua e cada um foi pra sua casa. Fui dormir pensando: “amanhã tem que ser inesquecível”.
***
O dia nem tinha amanhecido direito e eu já estava ansioso pra chegar a tarde logo. Eu estava disposto a dar meu cuzinho pro Fabrício do mesmo jeito que dei pro Dudu. As horas não passavam, a aula parecia que não tinha fim. Até que finalmente bateu o sinal e fui correndo pra casa.
Cheguei, almocei, esperei mais um pouco e quando foi mais tarde tomei um banho e fui lá bater no portão dele. Toquei o interfone e ele atendeu.
– Oi, sou eu – falei.
– Vou abrir o portão, você entra e fecha. Me espera lá.
Fiz o que ele disse e fui direto pro quartinho. Eu perdi as contas de quantas vezes entrei ali e aquele dia seria o último.
Não demorou muito e meu vizinho Fabrício entrou. Escorou a porta como sempre fazia e disse:
– Demorou muito, Menor. Pensei que você não vinha mais.
Ele se aproximou e sentou na cadeira que tinha ali. Me puxou pra perto e me deu um abraço apertado.
– Vou sentir saudade de você, Menor. Dessa sua boquinha linda, desse seu corpinho gostoso, essa bundinha lisinha linda.
Nisso ele já baixa a parte de trás do meu short, deixando meu rabo à mostra. Percebo que o pau dele começa a ficar duro. Ele pega meu rosto com as duas mãos e olha nos meus olhos.
– Não vou esquecer de você, Menor. Tomara que você não esqueça de mim também. Se um dia eu voltar e você já tiver um outro garoto, quero fazer tudo de novo com você, beleza?
– Tá bom.
Ele então me tasca um beijo na boca. Era um beijo fogoso, forte. Eu senti que ele me desejava como nunca. A essa altura a pica dele já tava duraça e eu tava apertando ela por cima da bermuda dele.
A língua do Fabrício percorria meu pescoço e orelha enquanto ele gemia e falava aquela putaria sussurrada:
– Ah, Menor, você me deixa louco. Você sempre será minha putinha, meu viadinho, meu Boquinha. Vou bater muita punheta lembrando dos nossos momentos juntos aqui.
Eu tirei o pau dele pra fora e abocanhei aquela coisa enorme e gostosa. Ele gemeu e falou:
– Isso, minha putinha. Mama teu macho que eu sei que você gosta desse pau.
Eu só mamava e mamava, passava a língua naquele cabeção, sugava a baba que saía de tesão e ele gemia. Ele pegava minha cabeça e falava altas putarias:
– Você gosta de pica? Gosta, né, viadinho? Hoje você vai ganhar uma leitada dentro do cu. Você quer leite no cuzinho?
Eu tentava falar com a boca cheia:
– Uhum, quero!
Ele me puxou com tudo, tirou minha blusa e meu short. Meu pinto tava durinho e ele falou:
– Olha que viadinho safado, tá de piru duro. É de macho que você gosta, né, putinha?
Ele levantou e tirou a roupa, ficando peladão na minha frente. Aquele pauzão peludo balançando era uma visão deliciosa. Levei minha mão naquela pica e bati uma punheta pra ele. Ele disse:
– Isso, já tá bem treinado, né, minha putinha?
Ele ficou acariciando meu cabelo e de repente puxou e me levou de encontro àquele cacete.
– Agora chupa, viadinho. Deixa ele bem babado, deixa?
Boto aquele caralho na boca e ele me faz um movimento de vaivém. Ele sempre gemendo bem gostoso:
– Ah, isso... Vai, Boquinha... Hum, isso... Toma pica.
Depois de muito mamar, ele me colocou na cadeira de pé e falou pra virar o cuzinho pra ele. Assim eu faço e ele mete aquela linguada no meu rabo. Na hora, meu corpo todo se arrepiou sentindo aquele macho se deliciar no meu rabo, aumentando ainda mais minha vontade de dar pra ele.
Depois de um tempo, sinto aquela língua me penetrar, pedindo passagem pra ir mais fundo. Ele tirou a língua e começou a dar uns tapas na minha bunda. Mais língua, mais tapa.
Eu já não tava me aguentando mais, então pedi:
– Fabrício, quero sentir teu pau dentro. Quero que você goze dentro do meu cuzinho.
Ele olhou pra mim e falou:
– Tem certeza, putinha? Quer meu pau dentro de você? Quer leite dentro desse rabinho? Você vai aguentar? Vai perder o cabacinho hoje?
Eu balancei a cabeça e disse que sim. Ele disse:
– OK, mas dessa vez eu não vou parar, viu? Já que você pediu, vai ter que aguentar pica no cu.
Mal sabia ele que eu já tinha aguentado o Dudu.
Ele abriu meu rabo com as duas mãos, meteu a língua e eu senti ela entrando no meu cuzinho. Ele chupou muito meu cu dizendo:
– Vou caprichar e deixar você bem larguinho, quero te comer agora, viadinho.
Ele botou o dedo na porta do meu cu e começou a enfiar. Confesso que depois da linguada, tava até macio o dedo dele entrando. Eu tava gemendo e ele falando:
– Isso, putinha, geme, vai!
Ele tirou o dedo e enfiou de novo, começando um vaivém. Foi uma delícia sentir ele fazendo aquilo.
– Hum, tá macio esse cuzinho, que delícia.
Ele enfiou mais um dedo e começou a forçar. Pela experiência com o Dudu, fiquei o mais relaxado possível, mas tava doendo um pouco. Eu reclamei e ele disse:
– Calma, aguenta um pouco que depois passa. Já que você quer pica no cu, tem que aguentar.
Fui sentindo entrar mais, então forcei como se tivesse querendo fazer cocô.
– Isso, putinha. Isso mesmo, estufa esse cuzinho, vai.
Nisso, os dedos dele foram entrando e ele falou que já estava com dois dedos dentro.
– Relaxa mais que ele tá ficando larguinho pra minha pica entrar.
Olhei pra trás e vi que ele batia punheta com uma mão e com a outra enfiava o dedo no meu rabo.
– Tá gostoso, Menor?
Eu, com uma cara de dor e tesão, falei que sim.
– Que bom, porque agora você vai sentir a pica de um macho aqui dentro.
Ele tirou os dedos, cuspiu no meu rabo, depois na mão e passou na pica. Ele pediu pra descer da cadeira, apoiar as mãos nela e empinar a bunda.
Eu me posicionei e ele veio por trás. Nessa hora, senti o cabeção daquela pica roçar na entrada do meu cuzinho, que já estava semi-laceado. Ele pincelou e falou:
– No início vai doer, tá, Menor? Mas aguenta que depois passa.
Ele forçou a cabeça do pau e senti que me invadia aos poucos.
– Ai, ai, ai! Tá doendo, tá doendo!
Ele deu um tapa na minha boca.
– Cala a boca, você pediu pica, agora aguenta que tá entrando.
Ele pediu pra eu forçar o cuzinho pra fora e assim eu fiz. Senti entrar aquela tora pouco a pouco, centímetro por centímetro. Ele gemia muito.
– Que cuzinho apertado, Menor. Vai piscando o cu, vai engolindo minha pica, vai!
Comecei a piscar de modo que parecia que meu rabo tava engolindo aquele pau. O mais gostoso era ouvir ele gemendo, sentindo um tesão enorme em me penetrar.
A dor era imensa, mas começava a dar lugar ao prazer. Quando olhei pra trás, vi aqueles pentelhos encostando na minha bunda. A pica do meu vizinho Fabrício estava toda dentro de mim.
– Olha, Menor! A pica do teu macho tá toda dentro de você. Era isso que você queria, né? Hein?
– Sim.
– Tá gostando, viadinho?
– Sim, tô gostando muito.
– Agora vou te fuder igual uma cadelinha.
Ele então começou a fazer um movimento de vaivém, bem devagar de início e aumentando aos poucos. Senti um tapa na minha bunda seguido de um monte de putarias que ele ia falando.
– Toma pica no cu, viadinho! Você gosta de pistola de macho. Tão novinho e tão gostoso! Que cuzinho apertadinho... Ahhhh... Que delícia de cu, minha putinha safada. Geme pra mim, geme pro teu macho. Que delícia tirar esse cabaço teu, Menor. Ahhh... pede pica, pede viadinho.
As estocadas iam aumentando e eu queria cada vez mais. Sentir aquele macho dentro de mim era muito gostoso. A forma como ele falava me deixava com muito tesão e vontade de sentir ele cada vez mais dentro de mim. Eu não queria mais nada além da pica dele naquele momento.
Ele parou de meter e me virou de frente. Depois me pegou no colo, pediu pra colocar as mãos atrás do pescoço dele e abriu minhas pernas em volta dele. Sentou na cadeira, posicionou a rola no meu cu e meteu. Ele pediu pra eu sentar e levantar. Comecei a fazer isso. Tava quicando na pica do meu vizinho enquanto ele gemia muito.
– Isso... Isso, minha putinha. Não para, vai. Mostra que você gosta de sentar num cacete de macho. Ahhhhh, que orgulho de você, meu viadinho. Senta gostoso! Isso... Que tesão, caralho!
Eu segurava em volta do pescoço dele e quicava. Quicava naquele pau que já fazia parte de mim. O encaixe era perfeito. Ver o rosto de tesão dele bem pertinho de mim me fez ficar bem putinho. Sentei e rebolei naquele pau. Meu vizinho delirava e falava que não tava aguentando segurar mais. Disse que ia gozar no meu cu.
Ele me segurou e começou a socar e bombar forte. Seu corpo estava se derretendo de suor. Ele exalava o cheiro de macho alfa que habitava nele. Eu gemia e falava:
– Que pica gostosa, Fabrício. Mete mais, mete no meu cuzinho! Eu quero teu leite dentro de mim!
Fabrício ficou doido quando me ouviu pedindo leite.
– Ah, viadinho, você quer meu leite, né? Minha putinha. Vou te dar leite no cu. Pede leite pra mim, pede! Vou esporrar gostoso bem no fundo.
Eu estava sendo atravessado por aquela rola imensa, sentindo as estocadas fortes e pedia:
– Me dá leite no cuzinho, Fabrício, por favor. Me dá leite, quero sentir você gozar dentro de mim, vai, goza, goza no cu do seu viadinho. Sou seu putinho, deixa eu sentir teu leite, vai!
Nessa hora o Fabrício começou a ficar ofegante e aumentou o ritmo da metida de um jeito que eu tava quase sendo jogado pra longe. De repente ele começa a gemer mais alto.
– Ahhhh, Menor, vou gozar no seu cu. Ahhhh, vou gozar! Toma leite, sua putinha. Tomaaaa... Ahhhh... Caralho, tô gozando!
Ele me agarrou com as mãos em volta das minhas costas e me apertou bem forte, enterrando a pica ao máximo dentro de mim enquanto espirrava a porra bem lá no fundo.
– Ahhhh, caralho! Toma leite! Filho da puta, toma! Ahhhh porra! Puta que pariu! Ahhhh! Ahhhh! Que tesão do caralho, que cu gostoso, Menor!
Eu sentia a leitada do meu macho dentro de mim. Fiquei piscando o cuzinho enquanto sentia o pau latejar dentro de mim, espirrando jatos do mais precioso néctar de macho. Como é bom satisfazer um macho alfa.
Meu cu estava bem largo já com aquela tora enfiada no meu cuzinho. Eu era leitado pela segunda vez e fui usado por uma rola de macho.
Eu me senti realizado. Consegui que meu vizinho me enrabasse. Ele não me soltava, sentia o seu suor se misturar ao meu. Ele estava muito ofegante, a cabeça apoiada por cima do meu ombro. Nossos corpos eram um só. Eu sentia a pica dele pulsar dentro de mim como se não quisesse mais sair dali. Um abraço forte e aconchegante. O encaixe estava perfeito. Eu pisquei meu cuzinho e aos poucos a pica dele foi amolecendo até sair por completo. O leite foi escorrendo do meu rabo, que já estava bem arrombado.
Desci do colo dele e fui pegando minhas roupas. Ele me puxou e disse:
– Vou sentir saudade de você e desse rabinho.
Ele então me deu um beijo e um tapa na bunda, mandando eu me vestir logo.
Nós nos vestimos e realmente aquele foi o último dia que vi o Fabrício. Na semana seguinte o sogro dele conseguiu o lugar pra ficar e eles foram embora.
Dois meses depois, a namorada e a sogra também foram. Um tempo depois, a família do Fabrício vendeu a casa e até onde eu fiquei sabendo, eles também foram para o sul.
Hoje não sei o paradeiro dele. Naquela época não existia rede social, senão poderíamos ter tentado manter contato até hoje. Infelizmente não tenho ideia de onde e como ele está. Mas vou deixar aqui uma mensagem aqui caso ele veja:
“Fabrício, se um dia isso chegar até você, cada detalhe que lembrei neste conto me dá tesão até hoje. Nunca esqueci o quartinho, pois foi lá que aprendi a servir um macho. Você me ensinou tudo o que eu sei. Me usou como seu objeto de prazer e eu aprendi a gostar de tudo. Se quiser me encontrar um dia novamente, só me diz onde e quando. Abraço do seu... Menor (Boquinha).”