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Primos na fazenda

O desejo surge entre dois primos numa fazenda do interior de Minas Gerais. Anos depois, um reencontro.

por Mineiro

Quinta-feira, 07 de Maio de 2026

A história que vou contar é real e aconteceu quando eu tinha 18 anos.

Sou mineiro e quase todo fim de semana íamos para a fazenda dos meus avós, no sul de Minas. A fazenda era muito grande e um rio passava pelos fundos dela. Meu avô criava gado leiteiro e meus tios e primos ajudavam na ordenha das vacas.

Naquela época, meu primo Adriano tinha 21 anos e morava na fazenda ajudando com os trabalhos na roça e cuidando do gado. Ele sempre foi muito bonito. Tinha um corpo naturalmente musculoso e era moreno bronzeado do sol. A gente sempre se deu bem, mas ele era um pouco calado. Às vezes só sentava mastigando um capim e ouvia o que eu falava. Sua mente parecia estar bem longe dali.

Num fim de tarde de sexta-feira, ele já tinha acabado com a ordenha da tarde e me chamou pra gente ir na cachoeira, numa parte do rio que passa pelos limites da propriedade do meu avô. Estava muito calor e ele ia dar um mergulho. Eu não sabia cavalgar muito bem, então fomos nós dois no cavalo dele, eu na garupa.

Num certo momento, ele fez acelerar o trote do cavalo e eu fiquei com medo, então me segurei na sua cintura. Ele estava sem camisa, os músculos brilhando com o pôr-do-sol e foi a primeira vez que senti com intensidade o cheiro do suor no seu corpo. Eu nunca tinha me interessado por homem. Na verdade, eu até tinha uma namorada na cidade. No entanto, aquele contato próximo com meu primo foi a primeira vez que despertou em mim algo até então desconhecido.

Quando chegamos na cachoeira, entramos só de cueca. Era um local afastado da fazenda e só estávamos nós dois. Brincamos, demos risada e nossos corpos começaram a se aproximar com pequenos toques.

Ele era muito mais forte que eu e dizia que eu era fraco porque era da cidade. Em um momento, ele mergulhou e depois surgiu me prendendo por trás num abraço apertado e dizendo que era pra eu tentar escapar. Era impossível, ele era musculoso e ágil.

Enquanto eu tentava me soltar sentindo seus braços em volta do meu corpo, percebi que o pau dele endurecia e roçava na minha bunda. Achei aquilo muito estranho e com muito custo me soltei e saí da água.

Deitei numa pedra pra me secar e fiquei observando enquanto ele saía da água com um volume enorme na cueca molhada. Ele se aproximou de onde eu estava, abaixou a cueca de uma vez só e deitou ao meu lado.

Senti um frio na barriga. Fechei os olhos fingindo que não estava vendo nada daquilo e foi quando ele pegou minha mão e colocou no pau dele. Era um pau grosso, grande e quente. Minhas mãos tremiam, mas eu me deixei ser guiado por ele.

Depois de um tempo fazendo movimentos pra cima e pra baixo no membro duro dele, percebi quando ele tirou minha cueca e começou a me punhetar também. Eu achei tudo muito esquisito, mas fiquei ali com ele nessa brincadeira.

Ouvimos um barulho de carro na estradinha logo acima da cachoeira, então colocamos a roupa rapidamente. Falei que eu ia embora. Estava confuso. Ele disse que ia também e insistiu pra eu ir no cavalo com ele, já que a caminhada era de quase meia hora pelas montanhas.

Subi no cavalo e, por mais que eu tentasse, não conseguia ficar sem encostar meu corpo no dele. Era magnético. Fiquei observando suas costas e como seus músculos se contraíam. Seus braços fortes seguravam as rédeas com firmeza e agilidade e o brilho de sua pele era lindo. Meu pau começou a ficar duro de novo e ele diminuiu o ritmo de propósito. Percebendo que eu não falava nada, ele disse:

– Isso que aconteceu só fica entre nós dois. Se você não gostou, nunca mais encosto em você.

Fiquei quieto. Não sabia se eu queria de novo.

***

Já na fazenda, à noite, todo mundo tinha ido dormir, inclusive o Adriano, meu primo. Estava enrolado na beira do fogão de lenha porque adorava aquele cheiro de madeira queimada que até hoje me traz memórias de tempos antigos. Eu dormia no quarto dele, onde tinha duas camas. Tinha passado o restante do dia evitando contato com ele e minha cabeça ficava revivendo o que tinha acontecido e eu tentando entender não só o porquê ele tinha feito aquilo, mas também por que eu tinha gostado.

Esperei a casa ficar silenciosa e dei tempo suficiente para que meu primo já estivesse dormindo quando eu fosse para o quarto.

Entrei bem quietinho, fechei a pesada porta e me deitei na minha cama, segurando a respiração para que ele não acordasse.

Assim que eu me deitei, ele se levantou da cama dele e veio pra minha. Ele estava só me esperando. Senti um gelo percorrer minha espinha, um tesão que não sei explicar. Eu estava deitado de barriga pra cima, ele veio já totalmente pelado, deitou em cima de mim e encostou o rosto no meu peito. Sua respiração também estava ofegante.

Encostei a mão no seu rosto e senti a sua barba por fazer. Aquilo foi demais pra mim. Acariciei seu rosto e seus cabelos e ele começou a beijar meu pescoço e meu peito. Finalmente, ele começou a me beijar. Loucamente. Nossas bocas se fundiram e nossos corpos se entrelaçaram, meu corpo se arrepiando inteiro. As mãos grossas dele percorriam meu corpo, causando ondas de prazer.

Deslizei minhas mãos pelas suas costas, sentindo cada músculo. Quando senti o rosto dele com a barba por fazer roçando meu pescoço, foi quando tive certeza de que gostava mesmo era de homem.

E então eu me entreguei completamente. Ele desceu pelo meu corpo, beijando até encontrar meu pau e começar a me chupar. Chupou com muita vontade, passava a língua suavemente me deixando arrepiado.

Pediu para eu me virar. Eu obedeci e ele explorava meu corpo com a boca. Dos pés até minha nuca. Quando passou a língua pelo meu cu, pedi para que não parasse.

Quanto mais ele me lambia, mais vontade eu tinha de senti-lo dentro de mim. Ele foi subindo e beijando minhas costas e quando beijou minha nuca e minhas orelhas, meu corpo inteiro tremeu porque neste momento eu sentia todo o seu corpo colado no meu e seu pau se encaixava exatamente no meio da minha bunda, já me lambuzando todo com baba.

Eu instintivamente empinei a bunda como uma fêmea pedindo pra ser dominada. Ele foi se posicionando bem lentamente até que aquele pau grosso encaixou bem no meu buraquinho e ele foi forçando devagar. Fui sentindo entrar cada centímetro enquanto sua respiração ofegante na minha orelha me deixava alucinado. Não foi nada fácil, entrou rasgando mesmo com todo o cuidado, ele apertando meu corpo com força. Ele gemia dizendo que fazia muito tempo que queria fazer aquilo comigo.

Depois que entrou tudo até o talo, ele me colocou de quatro e meteu. Meteu como um garanhão e eu sentia dor misturado com tesão. Muito tesão.

Eu também queria comer ele. A princípio ele não queria, mas eu insisti e ele topou. Enfiei meu pau com muito cuidado nele e bem devagar. Grudei no seu corpo musculoso, abracei forte e apertei. Fiquei louco de tesão, falei que queria aquilo todo dia, falei que queria ele pra mim, que queria dar pra ele, comer ele todo dia.

Ele não aguentou muito e pediu pra eu sentar no pau dele. Enquanto eu sentava com o pau dele atolado no meu rabo, ele me punhetava. Não aguentei e gozei muito rápido. No mesmo momento, senti que ele gozava dentro de mim e os jatos de porra me encheram, quentinho. Foi um prazer indescritível.

Depois o filho da puta me segurou e não deixou eu sair de cima. Falou pra eu ficar naquela posição por mais um tempo até o pau dele amolecer dentro de mim. Demorou bastante, o pau dele não abaixava por nada mesmo depois que ele gozou. Ficamos assim por um tempo enquanto a gente se beijava e ele me apertava e me acariciava.

Passei a amar meu primo, seu pau, sua bunda, seu corpo, sua barba por fazer. Nossos passeios a cavalo, nossos banhos de cachoeira no fim do dia. Ficamos dois anos neste romance até que ele se casou e se mudou de cidade.

***

Eu não encontrei mais meu primo desde que ele se casou e se mudou com a esposa para Varginha em 2006. Eu acabei me afastando com um pouco de ressentimento. Acho que no fundo eu tinha sentido que aquilo havia sido uma traição. Por outro lado, eu sabia que aquele era o futuro de qualquer homem da roça, gostasse ele de mulher ou não.

Eu acabei indo morar em Guaratinguetá, interior de São Paulo, onde estou até hoje. No final de 2009 houve uma reunião de família lá na fazenda do meu avô.

Todos iríamos esperar a passagem do ano novo juntos e eu estaria novamente na mesma fazenda onde descobri o amor entre dois homens pela primeira vez. Dois primos. Eu não imaginava que ele viria para a festa. Se ele viesse, imaginei que iria levar a família toda.

Cheguei na fazenda no dia 30 de dezembro de manhã e toda a família já estava lá preparando pratos maravilhosos como sempre. Depois do almoço, fui com meus priminhos pequenos ajudar a pintarem a nova casa na árvore e foi quando vi um carro entrar pela estradinha de terra. Quase caí de cima da árvore quando vi o Adriano cumprimentando a família. Sozinho!

Eu queria me esconder, mas não sabia como. Fiquei ofegante. Minha família não sabe de mim até hoje e prefiro que nunca saibam.

Adriano entrou na casa e eu desci da árvore debaixo das reclamações dos meus priminhos para ajudar a terminar a pintura. Peguei o carro e desci para o centro da cidade. Enrolei por lá, vi alguns amigos, tentei ficar fora o máximo de tempo que conseguia, mas uma hora não ia ter como escapar. Eu ia ter que voltar.

Todos íamos dormir na fazenda. O que eu ia fazer? Peguei o rumo de volta e fui colocando na minha cabeça que ele agora era um homem casado, pai de dois filhos e que nada ia rolar. Absolutamente nada.

Entrei na cozinha e meus tios estavam jogando baralho. Minhas tias cozinhando e ele acendendo o fogão a lenha. Sem graça, fui até ele.

– E aí, Adriano! Quanto tempo, cara. Tudo bem com você? Como tá sua esposa e os filhos?

– Rapaz, nunca mais te vi. Você tá bonitão, hein! É da família mesmo, né?

Nos abraçamos e fiquei pensando comigo: “Isso, provoca, filho da mãe”.

– Então. A Lúcia ficou na casa dos pais dela e eu vim passar aqui com vocês. Fico até o dia 3, e você?

Minha vontade era de responder que eu já estava indo embora. Ele estava ainda mais lindo do que antes.

– Vou embora dia 5.

Fui cumprimentar os outros parentes que chegavam e de longe percebi que Adriano não tirava o olho de mim. Senti um frio na barriga, exatamente como cinco anos antes.

Passei a tarde toda fugindo dele.

No fim do dia, eu estava com meus pais e ele se aproximou dizendo:

– Ei, mineiro, vamos lá no pomar chupar laranja. Disseram que tão caindo de tão madura!

– Pô, vai lá, cara. Tô cansadão.

– Para de preguiça – disse minha mãe – e vai lá com ele, menino. Aproveita e traz um balde cheio pra eu fazer bolo.

Notei o sorriso no rosto dele e ele só vez um movimento com a cabeça como quem diz: “bora”.

Ele usava um chapéu de palha, calça jeans com cinturão, uma camisa aberta com as mangas puxadas pra cima. A barba por fazer continuava sendo sua marca registrada e dava ao seu rosto todo o charme e a sedução do homem do campo que não precisa de mais nada para ser lindo.

Caminhamos lado a lado conversando sobre nossas vidas nos últimos anos enquanto o sol já ia se pondo. Ele estava mais maduro, mais homem, mais viril.

Ao chegarmos ao pomar, realmente as laranjeiras estavam com os galhos quase até o chão, o cheiro das frutas me fazendo lembrar da infância quando a gente corria em meio àquelas árvores brincando de pega-pega com um bando de primos.

– Sabe de uma coisa, primo? – começou ele, e meu corpo tremeu só pelo tom em sua voz.

– Diga – respondi enquanto descascava uma laranja com um canivete.

– Eu não consigo te esquecer, sabia? Às vezes sonho com você e com as coisas que a gente fez aqui nessa fazenda. Eu ainda te desejo muito.

Eu fiquei um pouco pensativo, digerindo aquelas palavras. Não esperava que ele fosse tocar naquele assunto. Pra mim, era algo que estava enterrado no nosso passado. Finalmente respondi:

– Eu também não vou mentir pra você, primo. Só que agora você é casado e sua esposa é muito boa.

– Fiz de tudo pra ela não vir comigo – disse ele – e torci pra que você tivesse aqui sozinho.

Ele ficou um tempo chupando uma laranja e depois continuou:

– Sabia que eu nunca fiquei com nenhum outro homem? Até hoje só tive você e minha mulher.

– Adriano, não...

Ele se aproximou e me deu um abraço. Eu fiquei sem reação, mas foi um abraço carinhoso e senti seu cheiro. Em seguida senti sua barba, o que era definitivamente meu ponto fraco naquele homem.

A gente se beijou. Era o beijo que eu estava sonhando e esperando. Larguei o balde e as laranjas saíram rolando pelo chão. Apertei seu corpo e o tesão veio à tona imediatamente.

Fomos para trás de um bambuzal perto do córrego. Tirei sua camisa e seu peito suado brilhava com intensidade. Beijei seus músculos. Ele gemia de prazer. Estávamos em pé em cima de uma grande pedra e eu o puxei para o chão. Deitei sobre seu corpo e o beijei. Beijei como se fosse a primeira e última vez. Desci pelo seu peito, pela barriga, até chegar no seu pau. Estava todo melado e pulsando. Engoli com tanto desejo que quase me engasguei.

Virei meu corpo e dei meu pau para que ele pudesse chupar também, fazendo um 69.

– Quero você, primo. Eu sempre quis. Quero te comer e quero dar pra você.

A gente estava embriagado de prazer. Nos chupamos muito e ele tremia de tesão. Botei ele de quatro e meti enquanto o abraçava e socava nele.

Como sempre, ele não aguentou muito, pedindo:

– Agora é minha vez. Tenho sonhado com teu cuzinho, primo.

Ele ficou deitado e eu sentei nele. Seu pau deslizou em meu cu e sumiu.

– Como sonhei com este cuzinho apertando meu pau... – dizia ele.

Em pouco tempo senti o pau dele pulsando dentro de mim, inchando e me invadindo com seu leite. Eu gozei em seguida em cima da sua barriga.

Depois que ele gozou, pediu pra ficar daquele jeito que ele gostava, dentro de mim, até que o pau dele amolecesse e saísse sozinho, ele sentindo o calor do meu cuzinho.

A gente estava morrendo de medo de ser pego. Transamos como dois cachorros no cio e gozamos feito loucos.

Ainda transamos várias vezes depois desse dia, em vários locais escondidos da fazenda. De dia, de tarde, de madrugada. Em uma das vezes a gente decidiu ir na cachoeira para relembrar velhos tempos, onde tudo tinha começado.

Desde então eu nunca mais o vi. Acho que inconscientemente eu tento evitar encontrá-lo. Existe um medo dentro da gente. Um medo desse desejo escapar do nosso controle.

Uma coisa é certa: até hoje, nunca senti nada igual por nenhum outro homem em toda a minha vida.

08-05-2026 às 00:55 Yuri
Até que enfim conto novo. Alguém aí pra bater um papo ?