Seria apenas um ajuste no colarinho

por Gabriel Gabbo

Terça-feira, 28 de Abril de 2009

Bom, como eu disse noutra história que contei aqui... Sou gay, assumido, sou um cara muito tranquilo. Tenho 29 anos e bons relacionamentos, bons amigos, tanto heteros quanto homossexuais.

Essa história é mais uma com um amigo hetero. Na verdade esse cara é minha grande paixão. Eu já o curtia antes do que irei contar aqui e... Depois disso tudo, ele nunca mais saiu da minha cabeça.

Creio que esse fato tenha, ao menos, dois anos. Eu estava em meu apartamento, finalizando o banho, quando o interfone tocou. Era Lucas, meu amigo. Avisei que estava saindo do banho, que era para ele subir.

Ele já acostumado a frequentar minha casa, estava muito a vontade com tudo aquilo. E eu mais ainda. Afinal, somos amigos.

Pois bem, sai do banho, de toalha enrolada na cintura, ainda pingando pelo chão. Ele estava na sala. Fui cumprimentá-lo. Conversamos uma coisa qualquer, e então ele disse que estava passando por ali e resolveu subir.

Eu estava preparando-me para um casamento de um amigo de amigos meus – eu iria acompanhá-los. Mas que poderíamos conversar enquanto eu me arrumava.

Fiquei só de cueca enquanto passava as roupas que iria usar. Assim colocaríamos o papo em dia bebendo um cerveja.

Como eu já disse aqui... Não sou sarado, tenho um corpo legal para quem se cuida sem ser neurótico. Apenas isso. Não sou o típico viciado em academias, muito pelo contrário.

Lucas é uma delícia, ao menos pra mim... Ele é baixo, não deve ter mais de 1,70m de altura. Louro, cabelos curtos, ele é bem branco, olhos quase pretos de tão escuros, meio gordinho, de coxas grossas e costas largas. Uma delícia!

Enfim... Terminei de me vestir ali na sala mesmo. Terno, camisa, sapatos, todos pretos. Apenas a gravata era vermelha.

Pedi ao Lucas que abotoasse os punhos de minha camisa. Assim ele fez, mas pra fazer isso, ficou sentado no sofá. Percebi que ele estava incomodado com alguma coisa, mas não perguntei nada.

Dei o nó em minha gravata e pedi que ele arrumasse meu colarinho. Sabe quando a gravata não fica bem encaixada no colarinho? Pois bem... Mas pra isso ele teria de ficar em pé. Foi então que tudo começou...

Como ele estava só passando por minha casa, afinal ele não iria ao casamento, ele estava apenas de camiseta, tênis e calça de nylon, dessas esportivas, que mancam muito bem as coxas, a mala e a bunda. Pois então, era essa.

Eu fiquei virado de costas pra ele, para que ele arrumasse minha gravata no colarinho; e ele ficou em pé.

Enquanto ele arrumava, eu senti que algo havia tocado minha bunda e, não eram suas mãos. Olhei pelo reflexo da porta-balcão na sacada da minha sala e ele estava excitado. De pau duro, ali, atrás de mim.

Respirei fundo, sem virar segurei as mãos dele que estavam no meu pescoço e empinei minha bunda, roçando na mala dele bem lentamente. Soltei uma das mãos e fui direto pro pinto dele. Segurei aquele pau duro e virei...

“Está tudo bem?” eu disse. Ele apenas respondeu “Hummm” meio que suspirando e gemendo. Coloquei minha mão dentro da calça dele e comecei a masturbá-lo – sem tirar a calça dele. Ele começou a beijar meu pescoço, morder o queixo, a boca.

Ele tem, certamente, o melhor beijo que eu já dei em toda minha vida. Que delícia.

Depois de me beijar e ele me afastou e pediu desculpas. Disse que não deveria ter feito aquilo.

Ele estava quase saindo, quando eu o segurei pelo braço, empurrei-o para a parede e falei bem no ouvido dele “Chiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... Deixa comigo. Não fala nada não”

Segurei com força o pinto dele, lambi, com a ponta da língua, seu pescoço e fui descendo até aquela mala toda. Desci a calça dele, e comecei a morder o pau e seu saco pela cueca – que já estava melada do tesão dele. Quando vi aquilo... Enlouqueci.

Chupei o Lucas ali mesmo, feito um louco. Como se fosse morrer ali e tivesse de aproveitar ao máximo aquela mamada. Eu sentia sua barriga contraindo e seus pelos todos arrepiados. Suas pernas tremiam de tesão...

Lucas disse que não conseguia mais ficar em pé. O coloquei no sofá, tirei sua camiseta, tênis, calça e caí de boca novamente. Ele me segurava pela gravata, meio que controlando minha cabeça. Quando queria beijar, puxava com força a gravata – que tesão era aquilo.

Eu estava ajoelhado em entre suas pernas. Resolvi provocar mais um pouco. Segurei suas pernas como se fosse fazer um frango assado... Comecei a chupar suas bolas, dando leves mordidas. Ele gemia muito. Quanto mais ele gemia, mais eu fazia.

Fui descendo... Comecei a lamber suavemente entre sua bunda – que delícia de bunda... Lisinha... Branquinha... Pirei! Fiquei ali esfregando minha barba em sua bunda enquanto lambia o cu dele.

Achei, realmente que ele não fosse agüentar. Seu pinto estava cada vez mais melado. Duro feito pedra. Não muito grande, mas era grosso, reto, branco e com uma cabeça lindamente rosada.

Enquanto lambia o cu dele, eu o masturbava. Ele gemia muito – acho que todos os visinhos ouviram nosso ato libertino.

Entre gemidos e suspiros ele disse que iria gozar. Comecei a chupá-lo como um insano. Louco de tesão. Até que ele encheu minha boca de porra. Lambi tudo que saia daquele pinto delicioso. Continuei chupando e masturbando aquele pinto gostoso enquanto ele gemia.

Não agüentei... Tirei meu pinto pra fora da calça, todo melado e comecei a gozar no pinto dele. Gozei gostoso. Como nunca havia feito antes, caí de boca no pinto dele, novamente... Agora cheio da porra dele e da minha também. Lambi tudo como um devasso.

Fiquei ali chupando seu pinto, seu saco, sua virilha... Esfregava minha barba nele todo. Até que, com a voz trêmula, ele pediu que eu parasse, tamanha era a dor que ele sentia. Seu pau estava latejando.

Deitei exausto no chão. Ele ficou ali, quietinho um tempo, depois se limpou e disse que precisava ir pra casa. Eu continuei ali, imóvel, deliciando o momento...

Depois disso, ficamos um bom tempo sem nos vermos. Há pouco mais de três meses ele ressurgiu – com uma namorada agora. O que posso fazer? Ele é hetero, não? Mas... Quem sabe ele não vem me visitar novamente, num dia qualquer...
Comentários (11)

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  • em 24-01-2012 às 03:09 Idiotissee
    Não tem nem cabimento esse pessimo conto ser real, fala serio.
  • em 07-09-2009 às 13:53 Renzo
    Delicia Gabriel, é muito bom quando ocorre esse tipo de fato com a gente é inexplicavel, vem conto meu veridico por ai, espero que gostem.
  • em 20-08-2009 às 23:40 Gabriel Gabbo
    Giovabe... Pq não usa a mesma tática? Convide-o pra uma baladinha, espere ele chegar, para então trocar de roupa. Exiba seu belo corpo numa bela cueca. O resto... é contigo. Divirta-se!
  • em 07-08-2009 às 12:35 giovabe
    Eu¨¨ädorei......que amiguinho vc tem,queria um desse pra mim.eu tenho um amigo gatão,em uma brincadera beijei ele,é um gato moreno, sou doido pra trepar com ele,vcs podem me dá uma dica de como seduzi-lo?
  • em 02-07-2009 às 20:33 Morenaço
    Fiquei aqui de cacete duro... como queria estar num momento destes e alguém que fizesse isso tão quanto VC, beijos
  • em 27-05-2009 às 22:44 cristian
    eu adoreiiiii
  • em 02-05-2009 às 23:58 Gabriel Gabbo
    Eu adoro isso tudo rsrsrsrsrs... Gosto que tenham curtido a história e... Gosto MUITO MAIS de ter participado delas. Logo mais conto a última... Eu na fila do banheiro da balada... Abraços!
  • em 30-04-2009 às 13:48 Allan
    nossa, esse conto é de ficar todo melado aqui!!! rsrsrsrsrsrsrs Delícia!!!
  • em 28-04-2009 às 23:26 paulinho/sp
    Minino! Essa história é real mesmo? Adoro essas situações inusitadas com amigos "héteros". Depois eles fingem que nada aconteceu. Comigo já aconteceu algo assim enquanto o cara estava meio bêbado, até chegou a pegar no meu pau, mas depois nunca mais tocou no assunto. O cara tem namorada e tudo!!
  • em 28-04-2009 às 21:50 Marcelo
    Tenho 2 amigos assim que morro de tesão, vontade de fazer tudo, caras que malham comigo.
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