Um sargento, um cabo e um soldado

CONTO DOS LEITORES

por Soldado Eslabão

Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

Meu nome é Rafael e minha história aconteceu há uns 4 anos. Eu tinha 18 anos de idade e seria o Exército em um quartel na fronteira com o Uruguai, na cidade de Jaguarão/RS.

Na época meu nome de “milico” era Cabo Eslabão. Quem fazia a escala para saber quem ficaria de serviço no quartel em meu esquadrão era eu, pois tinha estudo e entendia muito de informática. E é claro que isso me favorecia quando podia.

Exatamente na noite de 24/12/2004 eu estava de serviço de Cabo durante o dia com um sargento e um soldado (que eu sabia já ter ficado com travesti). Por mais absurdo que pareça, eu nunca tinha curtido com outro cara, só me masturbava muito vendo filme pornô e pensando o quanto seria bom uma transa entre machos. Então resolvi que naquele dia colocaria meu plano em ação.

Perto da meia-noite, ao sair para fazer uma ronda no quartel, me certifiquei de que não haveria erro algum. Deixei o soldado de plantão no alojamento e saí, como sempre fazia. Para minha surpresa, quando retornei o soldado tinha abandonado seu posto e estava vendo TV. Cheguei e dei uma bronca, mas como já era Natal resolvi dar-lhe um presente e emprestei para ele um filme pornô que tinha alugado mais cedo.

Pensei: "é hoje que terei minha oportunidade". Então coloquei o filme e começamos a ver. Eu estava já com o cacete muito duro dentro daquela farda verde-oliva e com meu cinto e minha pistola 9mm apertando meu quadril. O tesão pairava no ar... Imaginem um soldado fardado e um cabo sozinhos em pleno Natal assistindo a um filme pornô. Mas para meu desgosto, quando o clima estava quente, chegou o “porra” do Sargento. Fiquei puto da vida, mas como muitos dizem que a vida é uma “caixinha de surpresas”, o sargento começou a ver filme conosco!

Já pelo meio do filme não agüentei e com muita audácia comecei a tocar uma punheta ali mesmo dentro das calças. Não queria nem saber, o máximo que aconteceria era ser expulso por indisciplina, mas tudo virou e como que quase que combinado eles estavam fazendo o mesmo, se retorcendo em muito prazer com aqueles corpos suados de uma noite quente do sul gaúcho.

O soldado tinha 19 anos, corpo mediano e musculoso, mais ou menos 1,60m de altura e muito gostoso. O sargento tinha uns 40 anos e também com um corpo muito gostoso de um verdadeiro militar. Quando nos demos conta de que estávamos tocando punheta, um na frente do outro, eu tirei meu cacete pra fora e comecei a tocar uma punheta com muita força, olhando fixamente aqueles verdadeiros machos gemendo. Sem pudor (mas com muita coragem) fui pra perto do sargento e comecei a me exibir, mostrando meu cacete e suas veias saltando de tesão. Vi que ele admirava muito e perguntei:

- O Senhor quer pegar?

- Ele com muita gula começou a acariciar e esfregar seu cacete com o meu e nosso subordinado só olhava com muita naturalidade. Então com um sinal de ordem o sargento olhou e disse:

- Mostra esse caralho, soldado!

- Ele chegou bem perto e começou a nos acariciar cacete com cacete, os três em total sincronia de pensamento. Tirou aquele belo instrumento e tocou uma gostosa punheta.

Quando vi aquela rola, sem pensar soquei toda na boca, chupando com fúria, com muito entusiasmo e o sargento fez o mesmo com a minha, chupando minhas bolas e saboreando-a todinha.

Eu engoli toda aquela pica e num ato sem pensar comecei a acariciar a bunda do soldado, com aquela cueca camuflada, toda suadinha. Soquei meu dedo no seu rabo, que não tinha nenhum pêlo, e ao mesmo tempo comecei a lamber o peito do sargento. Fui descendo, lambendo seus mamilos e depois sugando sua rola gostosa.

Depois, quando já estávamos bem à vontade, mas ainda fardados, virei o soldado em um movimento brusco e comecei a lamber aquela bunda carnuda e deliciosa. Pedi para o sargento lamber meu saco e meu rabo também. Tirei minha pistola do coldre e comecei a fuçar devagarzinho no rabo do soldado e com cautela fui socando minha rola em seu gostoso e surpreendente orifício. O Sargento começou a lamber também minha bunda e tudo que fazia comigo eu descontava em nosso subordinado.

Eu nunca tinha tido relação com outro macho e tampouco tinha sido penetrado, mas valeu a pena! Seu caralho era muito gostoso e a bunda do soldado compensava o sacrifício.

Em movimentos frenéticos, estávamos nós em total sincronia. Eu enrabando o soldado e o Sargento me enrabando. Deitamos no sofá e os movimentos ficaram mais gostosos. Uma verdadeira missão de “reconhecimento militar”.

Enquanto o sargento me socava, eu chupava sua pistola 9mm como se fosse sua rola e com movimentos bruscos implorei que gozasse em meu rabo. Fiz o mesmo com o soldado. Derramei toda minha porra em sua farda verde oliva, mas como somos bons comandantes, eu e o sargento começamos a lamber o caralho e a bunda de nosso soldadinho e com muito, muito tesão, ele gozou na cara do sargento. E ele lambeu todo seu leite quente, até saciar sua sede.

No final daquela foda gostosa, como sempre existe aquela história de ficar só ali e não se contar nada a ninguém mas o sargento me olhou fixamente e falou com sua voz grossa e temida:

- Tu já sabe quem vai estar de serviço no ano novo, não é, Cabo?

Gostaria de reviver esses bons momentos e se alguem é do Sul gaúcho e estiver a fim de uma gostosa sacanagem entre machos, deixe o email aqui.

Comentários (74)

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  • em 25-02-2019 às 09:57 Renê Pelotas-Rs
    skype: rene.aguirre@hotmail.com
  • em 28-11-2018 às 12:51 Malquita 091 982578840
    Adore
  • em 26-09-2018 às 11:09 Jonnahtan
    Olá eu moro em Rio Branco sou um castelhano que também adora uma putaria. Lendo seu conto fiquei de pau duro e com muita vontade de dar o rabo, tô com meu cu piscando de vontade de receber uma bela de uma pica
  • em 08-04-2018 às 13:20 Cléber
    clebercampos.6@outlook.com. Whats 062994118864
  • em 08-04-2018 às 12:18 Jorginaldo
    Meu email: jorgiinaldo@hotmail.com
  • em 04-04-2016 às 02:17 Adriano
    Meu whats 084981351318
  • em 29-12-2015 às 00:28 lek
    chama no whats 11986501292
  • em 06-12-2015 às 11:52 suzzy plus
    Quero soldados do rio de janeiro meu zap 21980141696
  • em 05-11-2015 às 20:26 Dico - Brasília-DF.
    Um conto bem escrito e bem narrado, um relato cheio de tesão com sabor de literatura de alto nível no gênero. Parabéns, ao autor Eslabão. Não me surpreendo que nos quarteis de forças armadas não tenha muito, mais muito, mesmo, homens que gostam de outros, assim, como muitos jogadores de futebol são gays disfarçados longe dos olhares curiosos. Não é só nas igrejas católicas e seminários que existe rapazes e padres que gostas de homens, ou melhor, gostar de uma geba dura, È da natureza, existir homens que não curte outros - mas, em alguma situação da vida, estes mesmos homens pega outro. Não tem como saber se um homem em qualquer setor profissional ou casado por ser hetero não sinta algo por outro.
  • em 27-12-2014 às 10:54 bad_bam
    otimo conto quero um PM, Bombeiro, soldado do para min kkk, deixem contato ai gente si fala abraço a todos
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