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Perdendo a Virgindade com meu Avô

Gustavo conta a história de quando perdeu a virgindade com seu avô aos 14 anos de idade durante uma noite em que dormiu em sua casa.

por Gustavo

Quinta-feira, 09 de Setembro de 2010

Sempre gostei de caras cheinhos, daqueles tipos que tem pernas grossas, uma bunda redondinha e um barrigão duro. Não sou chegado aos pelancas.

Por coincidência, meu avô é exatamente esse tipo de cara. Quando eu era pequeno, sempre gostava de vê-lo tomar banho, pois ele nunca fechava a porta, sempre deixando-a aberta. Eu ficava só de olho, vendo aquele monumento sendo lavado. Às vezes ele me via e fechava a porta, mas nunca falava nada.

Como todo neto que se preze, eu e meu irmão sempre dormíamos na casa do meu avô, pois como minha avó já havia falecido há muitos anos, meu avô vivia sozinho.

Seu nome é Valdomiro e ele ainda era relativamente novo, tinha lá seus 50 anos na época.

Quase toda vez que eu dormia na casa dele, eu ia às escondidas no meio da noite, num silêncio absoluto, com meu coração parecendo que iria sair pela boca, no quarto dele. Acho que pelo tamanho daquela barriga linda ele sempre dormia de barriga para cima e eu ia devagarinho passando a mão nas pernas lindas e grossas do meu avô, pela sua barriga, até chegar em seu mastro. Ficava alisando, passando a mão nas suas bolas, quase morria de tesão. Cada vez que ia, eu perdia um pouco do medo.

Nas primeiras vezes, eu apenas passava a mão por cima do seu short, nada mais. Com o passar do tempo, fui ficando mais ousado e chegando até a tirar seu short no meio da noite, correndo o risco de ele acordar e me ver.

Numa bela noite, fui dormir novamente em sua casa. No meio da noite, lá estava eu de novo, esfregando minha mão em seu mastro, passando a boca e sentindo aquele cheiro de homem. Que delícia, como queria que ele me fodesse gostoso, minha imaginação corria solto.

Eu estava lá alisando seu instrumento quando percebo a cobra ganhar vida. Foi ficando tão grande que eu levei um susto! Achei que meu avô tinha acordado, deixei tudo como estava e me joguei no chão, ficando lá durante alguns minutos que pareceram horas. Pouco depois, ouço meu avô roncar – um ronco que só depois fiquei sabendo ser sido falso.

Levantei novamente com todo o cuidado, coloquei sua cueca e seu short de volta e voltei a dormir.

No outro dia, levanto, escovo os dentes e vou para a cozinha tomar café. Cheguei lá com um medo enorme, minhas pernas estavam tremendo. Sentei na cadeira e fingi que nada havia acontecido. Meu avô estava todo sorridente, veio até onde eu estava sentado para me dar um beijo no rosto como de costume e perguntou com um sorriso enorme como foi minha noite. Eu, com o coração batendo forte, respondi que tinha sido ótima.

Ele pediu para que eu dormisse novamente na sua casa e eu concordei.

A noite chega. Já na minha cama não sabia o que fazer. Estava com muito medo de voltar lá, mas o desejo falou mais alto. Levantei da cama com todo o cuidado, entrei no quarto do meu avô, fiquei um tempo parado para ter certeza de que ele estava dormindo e ataquei novamente. Comecei a passar a mão pelo seu corpo, já morrendo de tesão, e cheguei até o seu pinto. Levei um susto! Estava duro como rocha! Olhei na direção do seu rosto e vi que dormia. Não estava entendendo nada, como podia estar duro se ele dormia?

Deixando essas perguntas para lá, começo a tirar seu short. Aquela cueca branca apareceu, totalmente preenchida por um cabo tão grande que mal cabia ali dentro, com aquele saco enorme. Quase gozei! Olhei novamente para ter certeza de que ele dormia e ataquei. Arranquei a sua cueca e comecei a chupar e a lamber seu saco cabeludo. Nossa, que delícia! Enquanto eu estava concentrado, percebi uns gemidos. Olhei para ele e o vi com os olhos abertos e sorrindo para mim.

Enquanto eu estava em choque e sem saber o que fazer, ele senta na cama e do nada me casca um beijo. Nossa, fui ao céu e voltei. Que delícia, que pegada! Como era bom sentir aquela língua na minha boca, não queria mais parar. Mas, para minha surpresa, ele para e com safadeza me manda chupar seu pinto. Sem falar nada eu continuo a chupar. Era tão grande que quase não cabia na minha boca. Chupava, lambia tudo, não deixava nem um milímetro. Era um gosto de homem com sabonete, inexplicável, só não queria parar.

Ao perceber que iria gozar, ele fala para eu ficar de quatro e começa a lamber meu cuzinho lisinho. Quase morri de tanto tesão! Era tão bom sentir sua língua áspera penetrar no meu corpo que parecia que não estava em mim, era como se eu estivesse usando alguma droga.

Quando ele parou de lamber, enfiou seu dedo com todo cuidado no meu cuzinho apertadinho e inexplorado. Primeiro foi um, depois o outro, até ele sentir que já estava amaciado. Em seguida começou a me penetrar com aquela cabeça enorme do seu pau. Que dor! Era uma sensação muito estranha de dor com prazer, só não queria que parasse. Ao ver que eu gemia muito, meu avô perguntou preocupado se estava machucando muito. Eu respondi que só doía um pouco. Num tom engraçado, ele falou que já iria passar a dor e foi verdade. Depois de um tempo ele começou a enfiar toda aquela mangueira dentro de mim e a dor já não era a mesma. O prazer era sem igual. Com todo cuidado, ele começou a bombar e, ao ver que eu já estava laceado o bastante, começou a penetrar com mais força.

Nós nos beijávamos enquanto ele continuava a me bombar, até que eu senti um jato quente dentro de mim sair daquela mangueira. Nossa, que delícia! Ele tirou seu pinto de dentro de mim e pediu para que eu terminasse e com todo o prazer eu terminei.

Depois ele caiu de boca no meu pinto e começou a chupar gostoso. Eu via que ele tinha muita experiência e sabia o que estava fazendo. Com um tesão enorme, eu gozei.

Mesmo estando cansados, continuamos a fazer amor durante a noite toda. De manhã tomamos banho e lavei seu corpo inteiro, um sonho de criança que se realizava. Passamos a manha inteira conversando, ele me contava de suas aventuras que tivera quando era mais jovem, e é claro que rolou uma sacanagem.

Repetimos isso inúmeras vezes, até que eu entrei na faculdade e me mudei. Nós continuamos mantendo contato e às vezes fazemos sexo pelo telefone, uma delícia!

Hoje tenho 20 anos e nossa primeira vez foi quando eu tinha 14. Foram muitos anos de puro tesão!

Comentários (125)

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  • em 19-07-2017 às 01:55 Carlos
    Parabéns pelo relato, se for do imaginário esta muito bom, se for verídico, não tem o que ser contestado ou discriminado, a existência de atração entre jovens e pessoas maduras é normal em qualquer gênero, se tem atração pelo mesmo sexo, não há o que contestar, e se foi uma relação em família, melhor ainda......
  • em 24-01-2017 às 00:57 KuringaAnormal
    Antes de mais nada, quem nao gosta de contos bizarros, vá para outra pagina e leia outras coisas. Acho que aqui cada um conta suas aventuras sexuais. Isso que é legal, pois se fosse tudo igual nao teria graça. Qual é a graça de contar que completou 21 anos e casou e comeu a mulher virgem e que ele era virgem e fizeram papai e mamae? Quem vai ler isso? Fala serio! Aqui é pra os loucos, tarados, maniacos e outros normais contarem justamente suas aventuras, pouco importando a idade ou com quem ou aonde, pois acho que ninguem vem pra ca pra dizer que nao sabia o que era sexo e foi agarrado a força e estuprado ou violentado sem querer. Se for esse o caso então va pra outro site e se divirta por lá. Na minha epoca nao tinha essa de pedofilia, a gente so sabia que mulher casava virgem e tinha que saber cozinha, lavar, passar e cuidar dos filhos. Somente as putas das zonas é que chupavam pica e davam o cu. Os maridos de bem e os puritanos da epoca frenquentavam as casas da "luz vermelha" quando queriam algo diferente. Foi nessa epoca que tive meus primeiros atos sexuais que foram iniciados por minha propria vontade e livre iniciativa.. Claro que tambem tive experiencias com adultos, avô, tio, primos, professor, pedreiro, porteiro, caminhoneiro, vendedor viajante, empregadas domesticas ate com animais. Foram grandes e fortes experiencias e hoje nao critico ninguem pois acho que tudo tem uma causa ou um porquê de acontecerem, genetica, criaçao, influencias, meio social etc. Mas podemos escolher continuar ou parar. E quem nao teve ou nao fez nada, sinto muito em dizer: vc é um frustrado ou um anormal com problemas de hormonios, porque nao fez nada de loucuras e aventuras sexuais na infância. Ai fica ai reclamando de tudo o que le, querendo denunciar e dar um de puritano ou santinho. Xô sai pra la... vai baixar em oiutro site.
  • em 06-06-2016 às 05:48 marcelo
    adorei, meu tio me fez de menininha dele, ele ma dava calcinha vestidinho e me comia adorava o pau dele, ate hj uso calcinha e gosto de dar o cu para meninos...
  • em 06-02-2016 às 21:36 Ramon Oliveira
    Parabéns Gustavo!!! Você foi muito corajoso e fez O QUE EU NÃO TIVE CORAGEM, pois sentia um tesão enorme por meu AVÔ MATERNO e nunca tive coragem de chegar até ele e tomar uma iniciativa e hoje só me resta o arrependimento, pois meu AVÔ já faleceu, faz mais de dez anos e eu estou aqui, apenas me lamentando e lembrando das vezes que cheirei sua cueca samba-canção deixada no banheiro após o banho e o cheiro maravilhoso de seu pau de macho me fazia gozar de montão me masturbando, nesta época eu tinha quase meus 15 anos.
  • em 10-01-2016 às 14:51 Eutaviojà
    Adorei o conto do Gostavo,fiquei maravilhado com a coragem que teve para conseguir seu objetivo.Como deve ter sido bom sentir-se correspondido e acariciado por seu avo¨!...tào bom que terà sido para eles,pois gozei forte so em ler maravilha; bjs
  • em 04-10-2015 às 18:06 Dico
    Muito bom o relato do Gustavo narrando sua primeira relação com seu avô e percebe-se que o relato é verídico, coisa comum entre avos e netos e que deve acontecer muito por ai. O incesto acontecer em muitas famílias com os consentimentos de ambos em qualquer grau de parentesco, basta haver atração e desejo e tesão é o que não falta no macho e na mulher em qualquer idade. Na hora do desejo, rolas duras e bucetas fogosas desconhece parentescos, assim como um cuzinho de neto e a geba do avô, são se deliciar. Não ligo para as críticas negativas de ninguém em relação as fodas incestuosas. Eu já fudi com meus filhos, com meu pai e comeria a xana de uma filha se ela me desse, tudo na boa, se for da vontade dela também. Não tenho cara de quem pratica incesto e me garanto, sou melhor que muita gente que é contra. Meu lema é paz e o melhor de tudo para a humanidade. Se fudir com meus filhos quando novo, foi porque eles me quiseram e me deram, se fudi com meu pai, foi porque nós já tínhamos idades o suficiente para saber que estávamos fazendo. Estas minhas revelações são reais, mas, já faz parte de um passado distante, uma pagina virada. Atualmente, estou com 62 e broxo, só funciono quando tomo um viagra e meu pai ainda é vivo com 82 anos e donete. Entretanto, eu não me arrependo destas transas em família.
  • em 02-07-2015 às 01:51 dema
    transei com meu pai dos 11 ate meus 19 anos,fui passivo e ativo com ele,era uma delicia,sentir ele em todos os sentidos,isso foi real,quem quiser saber mais me add no whats 11986365658
  • em 28-08-2014 às 21:17 Leonardo
    Quero cumer todos vocês vagabundos gostosos gay do caraio to de pika dura esperando vocês
  • em 09-07-2014 às 13:50 Kelly Dias
    Eu adoro tráusar com meu avó. Ele soa todinho nome quem quiser meu número e só ligar que eu aceito 94648689
  • em 22-04-2014 às 13:44 welliton
    gostei muito do conto e se for voce ai nessa fota vc e lindo e te digo mais uma coisa quero te dar meu cusinho virgem
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