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Juiz Gay

Dori Spivak é o primeiro gay a assumir o cargo de juiz em Israel.

por Redação MundoMais

Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011

O advogado e ex-presidente de uma associação LGBT foi nomeado juiz do Tribunal do Trabalho de Tel Aviv, em Israel, neste domingo.

Dori Spivak é o primeiro homem declaradamente gay a assumir esse cargo no país, e sempre esteve envolvido com os direitos gays.

Um caso histórico com envolvimento de Spivak foi quando a Corte Suprema obrigou um canal estatal a transmitir um programa sobre adolescentes gays.

Um advogado da Associação de Direitos Civis de Israel (ACRI), a qual Spivak foi presidente durante um longo tempo, disse que a nomeação “contribui para o desenvolvimento dos direitos humanos”, em entrevista ao jornal israelense Ynet.

Comentários (6)

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  • em 24-02-2011 às 20:53 Aleksander ( aleksander_rodrigues123@hotmail.
    Simplesmente louvável! Quem sabe um dia isso possa acontecer no Brasil...Parábens ao país e principalmente ao Dori Spivak!!!
  • em 24-02-2011 às 01:23 Kaka...
    p/ Canjica Deliosa: doida me explica onde fica o diabo deste terceiro olho? até onde aprendi lendo sobre os hindus fica na testa! kkkkk
  • em 24-02-2011 às 01:18 Kaka
    ...Campineiro: realmente tem gente que se acha no direito..rsrsr, o site é claro "faça seu comentário"...e não artigo, jornalista frustado, ou letrista desempregado?...vou dar meu cuzinho hj tbem rsrsrs...
  • em 23-02-2011 às 19:38 Canjica Deliciosa
    Parabéns ao juiz. Parabéns a Israel. Parabéns a todos nós. Baita avanço. Quando tomamos conhecimento de uma notícia dessas, o terceiro olho chega a piscar de tanta alegria por essa enorme vitória.
  • em 23-02-2011 às 15:15 CAMPINEIRO
    Gente que loca, o comentário da bicha é maior que o artigo. Quem lê?! Sou a PRIMEIRA a criticar e a primeira a dar o CUZÃO largo hoje!
  • em 23-02-2011 às 13:55 RICARDO PESSOA LINDENBERG
    A natureza dos litigios oriundos de uma relação capital <> trabalho não tem fim estrito de elaboração de julgamentos de comportamento socio-politico-cultural, creio, nem mesmo quando tergiversar para um eventual assédio, quando então uma provavel ação terá como forum jurisdicional o cível. Assim é em todo o direito Roma, cujo arcabouço juridico também é referencial para os tribunais da Corte de Israel. Logo, o magistrado também tem lá seus dias de consortes homoafetivos, por certo sem necessariamente causar dano de qualquer espécie à qualidade de seus despachos como menbro nomeado pelo tribunal. Aos mais afoitos, digo que nem muito pintoso ele é. E ainda que fôsse, evidentemente que nos cabe os compulsórios respeitos. Afinal é o que desejamos. Ou seja, que mais e mais personalidades expressem suas referencias e indicações de caracter. Eque lá na frente isto repercuta de modo satisfatório para que a sociedade como um todo seja melhor compreendida em sua estruturação humana tal como realmente é. E que não tenha quaisquer acréscimos ou descontos indevidos como um ou outro privilégio, mas em detrimento de direitos de outrens. Abraços. Ressalte-se da matério que o então ser já vinha militando em causas por direitos a gays, mas algo que deixará de ocorrer por um principio legal e ético..