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Noite de amor em Ti-Ti-Ti

Depois de tanta resistência, Julinho cede aos encantos de Thales e ambos dormem juntos.

por Redação MundoMais

Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011

Julinho (André Arteche): noite de amor e decepçãoJulinho (André Arteche): noite de amor e decepção

Finalmente, Julinho (André Arteche) vai se render ao charme de Thales (Armando Babaioff) e terá sua primeira noite de amor com o empresário. Tudo começa quando o cabeleireiro aceita o convite do surfista, e os dois viajam juntos para Saquarema, no Rio.

Chegando à cidade, Julinho descobre que terá de dormir no mesmo quarto de Thales. Isso porque o surfista diz que, como não sabia que o cabeleireiro iria aceitar seu convite, havia reservado apenas um quarto.

Julinho se esquiva, alegando que irá procurar outro lugar para passar a noite, mas Thales diz que quer ficar com ele e o convence a dormir no hotel.

No dia seguinte, Julinho acorda e encontra um romântico café da manhã na cama, com um bilhete de Thales, dizendo que saiu para surfar.

O cabeleireiro não consegue disfarçar o descontentamento, mas, mesmo assim, sai para procurá-lo. Ele entra em uma loja de moda praia e encontra o surfista conversando com amigos.

Julinho vai pegar na mão de Thales com carinho, mas é surpreendido pela indiferença do amigo. "Você me dá uma horinha, cara? Preciso conferir uns papéis!", pede o marido de Jaqueline, enquanto o cabeleireiro fica chocado.

A cena vai ao ar na sexta-feira, 25 de fevereiro. Não perca!

Comentários (43)

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  • em 02-03-2011 às 01:03 paullos - rn
    A maneira como o relacionamento entre dois homens vem sendo mostrado no horário das 19:00hs é muito inteliente. Vemos na tela o sentimentos entre homens sem "afetação", os obstáculos, a idealização de um amor. Parabéns ao autor e aos atores que dignificam a relação da homossexualidade na telenovela. Que outros autores, em seus futuros trabalhos, continuem a questionar esse tema com a mesma naturalidade; isto só irá colaborar para o fim do preconceito e om o combate a homofobia.
  • em 28-02-2011 às 23:22 radam
    tanto padre hj no bate papo cçando homesn bem que esse povo poderi afzer videos ne ecolocar aqui ne p papa ver que n adianta privar que o povo precisa de sexo
  • em 28-02-2011 às 19:31 Luis
    A melhor coisa desta cena é Saquarema.. Julinho estava mais para Jack Lecler... O André Arteche não estava legal nesta cena. Foi tudo um erro a prometida noite não rolou.
  • em 28-02-2011 às 18:42 DAVID JOSÉ
    MEU AMIGO DE GOIÂNIA, OBRIGADO POR SUA SINCERIDADE E CONTAR SUA TRISTE HISTÓRIA SOBRE SEU FALECIDO NAMORADO. ONTEM,DOMINGO, ESCREVI 2 TEXTOS ENORMES PARA VOCÊ, CONTANDO DAS MINHAS PERDAS, MAS NÃO AS PUBLICARAM. LAMENTO TANTO, AMIGO.
  • em 28-02-2011 às 16:10 Ricardo
    David José grato por sua atenção, tenho visto esta novela e acompanhado desde o início. Grato por compartilhar sua vivência. Alguém de Brasília de 30 até 43 anos?
  • em 27-02-2011 às 20:54 DAVID JOSÉ
    COMO IA DIZENDO, RICARDO, A NOVELA ME TEM FEITO PENSAR EM MUITAS COISAS (E EU NEM SOU NOVELEIRO; MEU PARCEIRO É QUE É). A RELAÇÃO DO JULINHO COM A MARCELA(A HEROÍNA) E COM A BRUNA(SOGRA DELE, MÃE DO OSMAR) É MUITO PARECIDA COM A AMIZADE QUE EU TENHO COM UMA MOÇA, QUE EU CONHEÇO HÁ QUASE 30 ANOS. EU TAMBÉM FAÇO PSICOTERAPIA HÁ QUASE 5 ANOS, E POSSO LHE DIZER QUE TENHO TOTAL COMUNHÃO E AFINIDADE COM MINHA TERAPEUTA. A TERAPIA ME AJUDOU A ME CONHECER MELHOR, MAS ISSO ÀS VEZES É TERRÍVEL, POIS FICAR DE FRENTE COM MINHAS FRAQUEZAS, DEFEITOS, MEDOS, ANGÚSTIAS, ÀS VEZES ME DEPRIME E ME DEIXA MUITO SENSÍVEL, A PONTO DE CHORAR POR QUALQUER COISA. GRATO POR ESCREVER, AMIGO.
  • em 27-02-2011 às 20:38 marllo
    ...essa novela ta um ti ti ti ja com julinho e talles,,,ninguem guenta mais esse chove e nao molha,,,e ra finalizar,,sempre acaba em pizza,,,nada se concretiza na realidade...tudo ica no embaçado mem,,,guentaaaaaaaaaaaa coraçao....
  • em 26-02-2011 às 23:31 Continuação...
    Depois, que ele morreu, tive comportamentos que jamais aceitei tê-los, pois, também fui hetero até os meus 30 anos, quando o conheci e aceitei ser o que sou, "homossexual". No começo do namoro, ele tinha apenas 19 anos, porém, com uma cabeça de seus 25, o que fez com que tudo realmente viesse a casar entre nós. Quase tudo claro, tinhamos nossas discussões, mas todas elas nos fizeram crescer a cada dia e o relacionamento de despontou para o bem a cada dia que passava. Éramos "invejados" no bom sentido, por todos, todos os nossos amigos. Nos admiravam muito. Ele foi meu tudo, um jovem adulto, um muleque sério, um amor verdadeiro! Nem sei como conseguir falar tanto dele assim, pois, fico angustiado e revoltado por não tê-lo ao meu lado. Mas é um desabafo sobre a minha perda. Sei que não é fácil perder alguém, como sei. Mas a todo tempo, trabalho minha consciência para aceitar a vontade de Deus e saber que tenho que de toda forma, orar e pedir a Deus para que cuide dele, ou seja, deixar a alma dele verdadeiramente em paz. No mais, meus votos de estima consideração, àqueles que acreditam no amor verdadeiro. Nâo sei se existe verdadeiros amores (no plural), pois, ainda não encontrei o segundo, talvez por não me permitir e estar como muitos, pessimista sobre a questão, mas digo a vocês que um amor verdadeiro existe, eu tive o meu! Forte abraço e busquemos ser otimistas.
  • em 26-02-2011 às 23:21 Goiânia
    David José, li seus comentários e achei-os interessantes. Admiro muito a forma que enxerga e defende uma união homoafetiva, pois, bem é verdade que a grande massa, só quer união homo "sexual", ou seja, sexo! Por outro, também concordo com você que não é impossível achar um grande amor de verdade. Porém, no meu caso, acho que já encontrei e embora eu não assista novela, nem essa em comento, ao que vejo minha história parece com a do personagem Julinho. Tive um relacionamento maravilhos de três anos, dividindo, amor, paixão, alegria, tristeza, idealizações e tudo o mais de bom.com, que possa se esperar em um relacionamento. Pena que durou apenas três anos, pois meu companheiro, faleceu há um ano com apenas 23 anos de idade, de câncer, no leito de um hospital, segurando minha mão até o último, último suspiro já semi-inconsciente. Minha sustenção foi ao chão. Tudo que fora construído nesse meio tempo, ficou apenas o alicerce, pois, ele é imortal em minha mente. Sinto uma falta mortífera da pessoa dele, até hoje não me conformo.
  • em 26-02-2011 às 22:49 Ricardo
    David José de onde é você? Quantos anos?
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