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O Filho do Pastor

Este é o primeiro conto da série “Segredo Sagrado”, por Peter Cummer. Os temas giram em torno de tabus religiosos e pessoas que vivem divididas entre o prazer da carne e a moral da Igreja.

por Peter Cummer

Quarta-feira, 20 de Abril de 2011

Eu tinha 16 anos quando meus pais se separaram. Eu me encontrava completamente perdido em meio a essas relações familiares em crise, motivo pelo qual comecei a buscar na espiritualidade uma solução equilibrada para minha adolescência conturbada.

Perto da minha casa havia uma igreja evangélica pentecostal, cuja denominação é uma das mais famosas do Brasil, provavelmente a maior. Rapidamente me envolvi com as atividades nos cultos e aos poucos minha mãe e eu tornamo-nos frequentadores assíduos das reuniões dominicais, estudos bíblicos e eventos. Ela, muito debilitada em função da separação, recebia semanalmente as visitas pastorais ou dos demais clérigos que se reuniam habitualmente nos lares daqueles mais necessitados. Foi assim que ela se tornou amiga da esposa do pastor e este, por sua vez, junto com a mulher, passaram a frequentar minha casa. O casal possuía dois filhos, Elias e Jônatas, sendo este último bastante moço, e o primeiro, dois anos mais velho do que eu. Todos os domingos eu o via tocando bateria durante os cultos e também muito envolvido com os acordes musicais das reuniões. Depois de alguns meses, passei a admirar o trabalho do Elias e assim começamos uma amizade bastante saudável. Com frequência eu recebia aulas amadoras de bateria e de teclado, muito embora nunca houvesse me interessado por música antes.

Com algumas semanas já havíamos nos tornado grandes amigos, Elias e eu – adolescentes tornam-se grandes amigos em questão de dias! – e ele passou a frequentar minha casa, mesmo quando seus pais não visitavam minha mãe nas reuniões semanais. Foi num domingo de manhã, depois da escola dominical, que decidimos estudar teclado na minha casa. Ele levou o instrumento da igreja e começamos a treinar após o almoço servido por minha mãe. Logo depois da refeição, minha mãe precisou sair para visitar irmãs da igreja, e aí ficamos sozinhos, Elias e eu, dentro de casa. Perguntei ao meu amigo se ele não queria tomar um banho, ficar mais à vontade, colocar uma bermuda, enfim, e ele aceitou a ideia do banho. Contudo, declinou da ideia da bermuda porque, segundo ele, não estava acostumado a trajar roupas “do mundo”. Eu o emprestei uma camisa mais fresca e resolvi tomar o meu banho. Não havia toalha no banheiro e fui obrigado a gritar Elias para que ele me desse a toalha que eu o havia emprestado. Imaginei que ele fosse esperar que eu acabasse de tomar banho para me dar a toalha, mas quando dei por mim, Elias já estava dentro do banheiro com a toalha nas mãos. Quando saí de baixo do chuveiro e abri os olhos, estava ele lá, com um sorriso no rosto e a toalha estendida para me entregar. Eu tomei um susto, e por um segundo esqueci que estava completamente nu. Como num piscar de olhos, ao reconhecer a nudez, tentei cobrir meu pau com as mãos, em vão. Eu, bastante constrangido, agradeci pela toalha, e ele, muito confortável, retribuiu o agradecimento com um “de nada” e deixou o banheiro.

Na sala começamos a dedilhar alguns acordes no teclado. Era um dia muito quente e o ventilador não estava dando vazão. Mal saí do banho, comecei a suar. De maneira semelhante, Elias, que me surpreendeu ao tirar a blusa e ficar desnudo de peito. Quando vi aquele corpo jovial, não tive como disfarçar a atração e acabei desviando o olhar para não dar na telha. Elias era magro, mas com um tórax definido e sem gordura nenhuma. Abaixo do umbigo, seu corpo desenhava duas linhas a partir dos quadris, como se estivessem apontando para sua genitália. Essa marca em “V” em homens sarados sempre me chamou atenção, e ele possuía essa característica. Nunca podia imaginar que por baixo daquela roupa social mal acabada escondia-se um corpo tão bem desenhado. Jovem ainda, sem muitos músculos, mas incrivelmente atraente. Sem blusa, pude ver que entre seu umbigo e a calça larga demais que ele vestia – a ponto de descer quase até a púbis – traçava-se um espesso caminho feito de pêlos, como que direcionando o olhar do umbigo para dentro das calças. Elias parecia não se depilar. Obviamente não se depilava, se as próprias mulheres evitavam essas práticas consideradas como “vaidade”, haveria um homem de ousar raspar os pêlos do corpo? Foi bastante difícil prestar atenção aos acordes depois que aquele garoto, de bigodinho ralo e pentelhos aparentes, despiu-se parcialmente diante dos meus olhos.

Apesar de eu achar bastante esquisito o fato de ele se recusar a usar bermudas, mas tomar a atitude de ficar parcialmente desnudo, preferi não perguntar. Sobretudo depois de ele ter se mostrado cansado de dedilhar acordes e ter deitado no tapete da sala. Preferi admirar a cena que se revelava sob aquela tarde.

– Cansou, irmão? Perguntei a ele, usando-me do pronome inerente à comunicação entre evangélicos.

– É, irmão, o almoço da sua mãe deu uma canseira... Vamos descansar um pouquinho e a gente recomeça depois das três.

– Tudo bem, quer que eu pegue um travesseiro?

– Não precisa, pô. O tapete mesmo resolve.

– Então deixa eu tirar um cochilo aqui no sofá também. Daqui a pouco a gente retoma.

Passados alguns instantes, Elias interrompeu o silêncio:

– O que você achou da escola dominical hoje?

– Uma bênção. O diácono Joel é um homem muito usado por Deus! – respondi.

– O mundo tá perdido mesmo, irmão. Pecado sobre pecado. Muita gente tá precisando da Palavra.

– Verdade.

– Você vê só. Viu o que o diabo tá fazendo com a humanidade? Essa prostituição, esse homossexualismo, onde é que isso vai parar? – interrogou Elias.

– É o Juízo Final chegando, irmão.

– Homem com homem, mulher com mulher...

– Que nojo! – completei, pra não discordar do filho do pastor.

– Uma abominação aos olhos de Deus! A Bíblia diz...

– Será falta de vergonha? – Interrompi.

– Acho que é demônio, irmão. Só muita oração pra tirar o espírito do homossexualismo.

– E força de vontade, irmão. A carne é fraca, mas o espírito é forte.

– Uma coisa é certa: não deve ser moleza resistir à tentação. – Retrucou Elias.

– É, deve ser muito difícil mesmo, irmão.

– Deus ama o pecador, mas abomina o pecado!

– Glória a Deus!

– Amém.

A partir daquele instante, Elias começou a engatar versículo após versículo. De Levítico a Coríntios, todos eles versos supostamente condenatórios da homossexualidade. Eu, enquanto neófito e pouco instruído, limitava-me a concordar ou a exclamar alguma frase de aprovação ou de louvor a Deus! Comecei a perceber a insistência dele neste assunto, mas a princípio estava muito mais preocupado em admirar o corpo do meu amigo semi-desnudo em segredo do que contestá-lo. Mesmo porque no fundo eu concordava com ele. De fato a aula da Escola Dominical discorreu sobre os pecados carnais, dentre os quais a homossexualidade - ou “homossexualismo”, como preferiam dizer - era o mais notório. Notório também era o incômodo desse assunto para Elias, que insistentemente reproduzia o discurso do diácono Joel. Comecei a achar aquilo um pouco estranho. Após uma bateria de versículos, Elias silenciou e, logo em seguida, tornou a dialogar.

– Você acha que os homossexuais vão pro inferno?

– Na Bíblia diz assim, não diz?

– Dizer, diz, mas... cara, deve ser muito ruim arder no inferno eternamente. Será que esses caras não pensam nisso quando escolhem essa vida?

– Eu não sei, Elias.

– Você acredita que Deus pode perdoar esse pecado, cara?

– Por que você está me perguntando isso?

– Porque... deixa pra lá.

– Fala.

– Porque... vamos supor... um cara que gosta de mulher, de repente comete um ato homossexual... se ele se arrepender, será que Deus perdoa?

– Acho que perdoa, irmão. Se for de verdade, perdoa.

– Hum... eu também acho.

–Agora me conta – intervim – por que a pergunta?

– Por isso...

Elias levantou-se do tapete e me deu um beijo na boca.

– Sai fora, cara!

– Por favor, deixa, depois a gente se arrepende.

– Não, cara, não é certo! – tentei evitar, com medo do inferno.

– Você não disse que se a gente se arrepender, Deus perdoa? Caramba, quero muito te beijar, deixa... ninguém vai ver, é só agora.

– Só agora? – perguntei.

– Só agora.

Começamos a nos beijar ali no sofá. Eu nunca havia beijado um garoto antes, embora eu me sentisse atraído por homens. Sempre pensei que meus desejos pudessem eventualmente mudar, que fossem passageiros, que fosse apenas uma fase adolescente. Elias, por sua vez, encontrava-se notoriamente em conflito interior. E tudo levava a crer que desde o banheiro sua intenção era me dar um beijo. Mas agora, o beijo era apenas o início...

Deitado no sofá, eu recebia os beijos de Elias, que de joelhos beijava meus lábios enquanto uma de suas mãos apertava o volume de minha bermuda. Com a outra mão, masturbava-se de maneira insaciável! Fiquei sentado e Elias deitou-se sobre mim, beijando-me o pescoço e lambendo-me os mamilos. Pedi para que ele tirasse minha bermuda e ele o fez. Começou a bater uma punheta na minha vara, e eu, virgem, enlouquecia com a possibilidade de receber uma chupada. Não tive como resistir!

– Chupa aí, vai. – Pedi ao Elias.

– Você deixa?

– Com certeza, mama meu pau!

Elias caiu de boca no meu cacete. Sua boca deslizava sobre a cabeça da pica como se fosse algo muito, muito, muito desejado. Às vezes seu dente arranhava, mas eu o advertia e ele tornava a cair de boca, lambendo, como se quisesse aliviar-me a dor da mordida que me dera sem querer. Eu o segurava pela cabeça enquanto sua boca se abria involuntariamente para que meu pau a penetrasse. Quando já estava a ponto de gozar, avisei que o faria dentro de sua boca, e ele resistiu!

– Não! Agora é a sua vez!

– Nunca fiz isso, cara.

– Com o tempo você se acostuma, você vai gostar! – respondeu ele, bastante experiente, para filho de pastor evangélico, na arte do boquete.

Elias ficou de pé na minha frente, apresentando diante de mim aquele mastro enorme! Aquilo devia ter, por baixo, uns 18 ou 19 centímetros. O garoto tinha um saco absurdo! Parecia que acumulava porra há séculos! Em volta do pau, os pentelhos lhe desenhavam, à altura da púbis, uma cabeleira negra, ainda molhada pela água do chuveiro. Os traços de masculinidade dele me excitavam cada vez mais. Embora hoje eu deteste pêlos, naquela época a existência deles me fazia lembrar de algo que eu viria a descobrir ser meu objeto de desejo: homem. Por isso caí de boca no pau do Elias, desvirginando minha boca, aprendendo a chupar um homem. Neste caso, um garoto de dezoito anos.

– Ai... chupa! Isso, chupa, vai... ai, que delícia de boca!

E eu, como não tinha o que falar, de boca ocupada, limitava-me a gemer enquanto engolia seu cacete.

– Que gostoso! Meu Deus, que delícia... mama tudinho, cara! Me faz feliz, só hoje... engole esse pau até o saco!

Depois de lamber as virilhas do Elias e levá-lo à loucura, caí de boca em seu peito, que há horas eu estava desejando. Ele deitou-se no tapete e eu sentei em cima de seu pau. Estávamos completamente nus. A posição me favorecia para chupar seu peito. As lambidas começaram no mamilo esquerdo, mas acabaram em suas axilas... Lambi cada centímetro de suas axilas, que cheiravam a homem, cujos pêlos tornaram-se ainda mais molhados com a saliva que emanava de minha boca. Elias estava extremamente excitado. Eu podia sentir seu pau latejar na minha bunda. Tomei a iniciativa de perguntar-lhe se era para pararmos por ali ou continuar. Ele pediu pra continuar e eu, logicamente, aceitei. Nunca havia transado com ninguém antes, mas, como se diz em adágio popular, “a ocasião faz o ladrão”. E eu estava pronto a ladrar!

Molhei meu rabo com cuspe e procedi da mesma forma ao longo do pau do Elias. Aos pouquinhos comecei a enfiar a cabeça na portinha do cu. Doeu muito, muito. Ele me pedia calma, e eu cheguei a pensar em desistir. Mas o tesão falava mais forte, e eu decidi tentar relaxar com a cabeça dele dentro de mim, latejando. Quando a musculatura relaxou, enfiei mais um pouquinho, e a partir dali para entrar o resto foi uma questão de segundos. Após uns dois minutos não havia nem lembrança da dor. Sentia os pentelhos do Elias roçando minha bunda quando ele estocava seu pau até o talo dentro do meu cu. Nós dois éramos muito inexperientes, mas Elias tinha mais experiência que eu. Depois descobri que ele comia outros moleques da igreja, mas isso é história pra outro conto. Como não tínhamos muita experiência, não inovamos muito nas posições, e ficamos praticamente no papai-e-mamãe. Ou, pra ser politicamente correto, papai-e-papai. Eu cavalgava em seu mastro e parava os movimentos para beijar-lhe a boca. Tornava a cavalgar. Num desses beijos acabei não me contendo e meu pau explodiu um jato de porra que melou completamente nossos corpos. Elias ainda recebeu uma leitada no queixo. Gozei sem tocar no pau. E eu, gentil que era, não podia deixar meu amigo na mão. Comecei a rebolar naquela vara e ele começou a respirar forte, ofegante.

– Rebola gostoso, cara... ah! Que cu maravilhoso, irmão! Rebola pro teu amigo, rebola... Senta, putinho! Hmmm... ohhh... Ta gostoso, ta? Responde, safado...

– Ta gostoso, Elias! Que pica gostosa, cara! Me fode, vai, forte! Forte! Forte, porra! Isso... continua, forte, continua... ah... hum... vai... vai...

Rapidamente Elias jorrou litros de leite dentro de mim. Nossa transa foi muito intensa, e também muito irresponsável, pois nem pensamos na possibilidade de usar camisinha. Era muito constrangedor para um evangélico naquela época ser surpreendido com uma camisinha. Assim que acabamos de transar, fui beijá-lo, e ele esquivou-se. Fiquei puto e perguntei o que tinha acontecido. Elias se trancou no banheiro e começou a chorar. Dali, pediu para que eu devolvesse sua blusa e, vestindo-a, saiu da minha casa, com o cheiro do sexo ainda exalando sobre seu corpo. Nunca mais fomos amigos, infelizmente. Hoje Elias é casado, continua na mesma igreja, mas certamente vive uma vida dupla, porque está preso ainda aos dogmas religiosos. Sua consciência não é livre. Felizmente meu caminho foi outro. Não por desacreditar em Deus ou algo assim. Com o tempo fui me libertando dessas amarras religiosas. Mas mesmo assim, ainda haveria de esbarrar outras vezes com pessoas mal resolvidas em sua relação pessoal com Deus.

Peter Cummer
petercummer@hotmail.com

Comentários (102)

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  • em 01-01-2016 às 17:37 Vinicius
    Ola! pessoal sou evangélico e luto contra esses desejos a muito tempo. o conto fica em duvida se é real ou não. eu já conheci um cara que a mulher dele é missionaria ele dirigente dos jovens da igreja. conheci no bate papo na uol, ele muito bonito beijei e ele me chupava como um bezerro desmamado. tem um amigo meu também que é evangélico e demorou muito tempo pra bate e chupar ele. hoje de vez em quando a gente faz oral. mas luto com isso.
  • em 10-09-2015 às 16:50 paulo sao vicente
    ja aconteceu comigo essa sena de filho de pastor ele me abordou nesses temas e falei pra ele que era pecado ele querer ficar com homens e ele me respondeu sou homem de carne e nao de ferro mas fiquei com ele tbm nos beijos e depois sempre transavamos ele era o meu macho de cama delirava quando ele me comia gostoso
  • em 03-08-2015 às 16:46 Tony
    Conto parecido com minha historia...
  • em 06-07-2015 às 17:21 carlos
    eu ja fiz troca troca com um cara que tinha uma pica muito gostosa igual do filho do pastor até hoje é so lembrar que fico de pau duro com vontade de dar pra ele.
  • em 22-02-2015 às 16:13 JC
    Querem saber, no momento em que se chupa um homem ou se fica de quatro para o homem, na hora não se pensa em nada, sei o que falo o que importa é o prazer, a satisfação, já dei para um tio irmão por parte de pai da minha mãe, já dei para um primo dela, chupei ex-colegas de aula, de vez em quando faço ainda, com pouca frequência, mas não me afastou de Deus, por praticar tais coisas, puderá eu poder chupar um pastor, filho de pastor, irmão da igreja, mas os mais bonitos musculosos que fico delirando imaginando cada coisa.
  • em 10-11-2014 às 00:21 raika
    Ai q vontade de sente um pau assim um delicia sera q tem algum assim pra me mostra Meu skype. Raikaray@hotmail.com
  • em 06-02-2014 às 12:04 lindo gostoso
    Quero da o cu ja dei meu cu pra meu primo ja dei pro meu amigo quero beija senti o calor de um amigo meu da escola ele se chama breno ele e lindo eu tenho 15anos ele tem 14anos
  • em 30-12-2013 às 03:26 Pica doce
    Adorei seus contos mas acho que deveria mais
  • em 01-12-2013 às 11:00 marcio
    da o ku e bom
  • em 03-01-2013 às 16:47 Fabio Mezaque
    Tanta gente falando besteira sobre este conto,e logico que Deus pode liberta as pessoas do homossexualismo,cada têm o seu livre arbitro de escolher o certo ou errado,mais e abominável aos olhos de Deus.
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