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Dignidade e liberdade

O presidente Barack Obama defende os direitos LGBT, durante discurso na ONU.

por Redação MundoMais

Quinta-feira, 22 de Setembro de 2011

Obama defendeu os direitos gays durante seu discurso na ONU.Obama defendeu os direitos gays durante seu discurso na ONU.

NOVA YORK - Na manhã de ontem (21), a presidenta Dilma Roussef fez a abertura da "66ª Assembleia Geral da ONU". O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, também discursou.

Ao falar sobre a paz do mundo entre israelenses e palestinos, Obama também pediu que os direitos gays fossem respeitados no mundo inteiro.

Nenhum país deve negar às pessoas os seus direitos por causa de quem elas gostam. É por isso que devemos defender os direitos dos gays e das lésbicas em todos os lugares do mundo, disse Obama, que completou sua fala dizendo que entende as diferenças culturais entre os países, mas que a paz e o amor são valores comuns.

Eu sei que não há nenhuma linha reta para o progresso, não há caminho único para o sucesso. Nós viemos de diferentes culturas e carregamos conosco histórias diferentes. Mas nunca esqueçamos que, mesmo que com chefes de governos diferentes, compartilhamos as mesmas aspirações básicas: dignidade e liberdade. Viver um tipo de paz que faça a vida valer a pena, discursou Obama.

Comentários (42)

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  • em 27-09-2011 às 21:44 Complemento
    Em menor proporção nos países mais civilizados.
  • em 27-09-2011 às 21:43 Sandro Rec p malígna
    Pois, saiba vc que aqui em Recife, uma cidade que não é vendida no exterior como gayfriendly city, as pessoas do mesmo sexo andam de mãos dadas, e olhe que estamos fora do eixo Rio - SãoPaulo. Olha não sou rico, expus as minhas experiências, mas não para servir de regra, acredito que você não tenha entendido o meu texto muito bem, concordo com o que você falou, apesar de não usar drogas, nem encher a cara muito menos atrás de qualquer pau, o que eu esplanei foi o que vi e vivenciei ai, e particularmente não acredito nessa maravilha toda porque o custo de vida na maioria das cidades euroéias é muito alto, mas cada um enxerga através da sua ótica, respeito a sua opinião, mas me desculpe, eu não concordo. Fui na casa de um amigo italiano casado com filho e ele trabalha em uma empresa pública em Milão, o ap dele era tipo Cohab( não estou desmerecendo o imóvel), e ele não tinha condições de ficar nas condições do exemplo que citei anteriormente, mas em momento algum eu tiro a sua razão, concordo que o Brasil precisa melhorar e muito, em todos os aspectos, não só nos direitos homossexuais, mas em todos os aspectos, o que tento falar é que tudo de ruim que existe no Brasil, existem em países mais civilizados, porém em menor proporção.
  • em 27-09-2011 às 16:52 Maligna
    E complementando....nao estou dizendo q aqui não há casos de violencia ou discriminação. Mts países se vc consultar a população se são contra ou a favor dos gays, mts deles terão indices altos de rejeição. Mas é a opiniao pessoal, ninguem vai ficar te apontando o dedo na rua falando q vc vai pro inferno ou q vc está destruindo a familia deles icentivando seus filhos a tornarem gays. Casos de violencia? Sim, acontecem casos isolados...q qdo ocorrem e se tornam públicos movimentam toda comunidade gay q sai protestando, Ongs sérias tomam partido, saem em jornais e revistas sérias provando debates. E nao algo rotineiro como acontece no Brasil q qdo muito recebe alguma notinha em rodapé (fora dos canais gays convencionais) de algum site de imprenssa e aparecem milhares de comentários de pessoas homofóbicas achando bom e até incentivando...apenas mais do mesmo!
  • em 27-09-2011 às 12:47 Sandro Rec p Nívea.
    Tudo isso são quimeras. Entenda a etimologia dos textos que conversaremos. bjs
  • em 27-09-2011 às 12:45 Sandro Rec/ macho pauzudo 40
    Pois não o que eu vejo no dia a dia aqui não, pesquisas as pessoas falam o que quer, agora não me venha comparar agressão verbal com agressões físiscas, e até assassinatos como ocorre em outros estados, mostre a pesquisa falando de crimes com origens homofóbicas que você verá a diferença.
  • em 27-09-2011 às 10:28 Nivea Tegumentosa p/ Sandro Rec
    O Senhor quis sim destruir a amiga,mas com base em experiencias próprias. Primeiro, nunca confunda tolerância com direito adquirido, ainda lutamos nesse país para sermos respeitados e protegidos pela lei. Em vários países casais gays vivem como qqer outras pessoas. Não posso falar de uma condição de subeemprego, mas morei fora e fui respeitado, fiz muitos amigos sinceros e tenho saudades profundas que devem ser apaziguadas com frequencia espartana. Não me mudo por ter um alto cargo público(sou concursado), qdo me aposentar irei com certeza. Conheçam o Canadá,Austrália, Islandia, Dinamarca, Noruega, e perceberão que o Brasil tem muito o que aprender com esses países...Para que esse nacionalismo bobo? Terra do carnaval? Um mes de folia e um ano de sufoco? E vc Senhor Sandro, deixa cada um dizer o q pensa, sua experiencia pode ter sido traumatica(eu mesma tive uma amiga q foi aprender ingles na Irlanda, vendeu o que tinha e depois de 2 anos voltou sem aprender nada pq ficou só em sauna, atrás dos dotes famosos de lá). Bjs, e amar não é dizer amém!
  • em 27-09-2011 às 10:11 Macho Pezudo 40
    Os índices de violência contra homossexuais no Recife são altíssimos e superam os registrados em capitais mais populosas, como São Paulo e Rio de Janeiro. Os dados são de uma pesquisa realizada pelo Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos (CLAM)/UERJ, em conjunto com o Núcleo de Pesquisas em Gênero e Masculinidades (Gema)/UFPE e com o Instituto Papai (integrante do Fórum LGBT). De acordo com o estudo, 55% dos entrevistados na capital pernambucana relataram já terem sido vítimas de agressão verbal, 21% de violência física e quase 20% de extorsão ou chantagem. Com o tema “Eu Gosto é de: Liberdade, Direito, Respeito, Dignidade, Igualdade, Laicidade e Amizade”, a parada tem como principal objetivo conscientizar as pessoas e o poder público sobre a violência acometida contra o segmento LGBT na Cidade do Recife. jun de 2011... Não me parece ser verdade o que o Senhor do Recife afirma, talvez seja um rico isolado na sua ilha(condominio). Aqui em São Paulo, a Paulista, alardeada como reduto gay é palco de ataques frequentes contra homossexuais ou pessoas que trajam roupas tidas como gays...Uma lástima.
  • em 27-09-2011 às 09:30 Sandro Rec p/ maligna
    O seu comentário está sendo sensato, vc está expondo o seu pensamento de forma realista e não predatória, porque você que sabe que ai na Eurpora o idh é bem melhor, mas sabe que não é nenhum mar de rosas, eu morei em Londres, fui estudar lá para aprimorar o meu inglês,entre outras coisas mais, trabalhei em um café, o dinheiro que eu ganhava eu tinha que escolher entre, guardar dinheiro me divertir ou pagar as minhas contas,isso porque eu morava em casa de estudante, eu sei muito bem a realidade européia, sei que para quem trabalha em subemprego as coisas não tão coloridas assim não, claro que em relação ao Brasil sem comparar as moedas, ou seja, o que você ganha em euro ai em comparação com o Real aqui, é um pouco melhor, o que não concordo por exemplo é você na qualidade de um subemprego(de acordo com o que vc frisou, deixando bem claro isso), ter as mesmas condições de uma classe b aqui no Brasil. Um exemplo claro, seria uma pessoa com um subemprgo na Europa indo para Nova York por exemplo, ela não tem condições de se hospedar em um hotel tipo da rede Marriot em que tem que desembolsar US$ 300,00 por dia, já um classe b aqui no Brasil tem condições, é só uma ilustração que estou querendo passar, não estou com o intúito de diminuir ninguém, por favor não me interprete mal. Com relação a homofobia, é mundial, tanto é que não me deixa mentir é a reportagem deste fórum, e movimentos homofóbicos tem origens européias baseadas em teorias hitlerianas, mas em se falando de Brasil, vou falar pela minha cidade, na qual eu vivo, e sei como funciona que o Recife, existe no centro um shopping totalmente gay, que é o Shopping Boa Vsta, quando chega as 6ªs feiras fica uma festa colorida ao redor do shopping, público desde os 14 aos 30, 40, ou mais, o maior detalhe disso tudo é que as pessoas que passam pelo local não tão nem ai, virou uma coisa corriqueira, são os homens se beijando, as mulheres também; apesar de um comentário de um sem noção que inclusive foi matéria aqui no mundo mais falando sobre a homofobia, mas foi um fato isolado, aqui os índices homofóbicos são muito baixos. Pessoal, o que o Brasil precisa é de uma boa educação de base, principalmente na eduação pública, para que haja mobilidades sociais, concordo que devemos criticar, mais uma crítica fundamentada, não uma crítica alienada, em que critica-se de forma predatória, exaltando outras nações, e tendo-as como os grandes baluartes do mundo e aqui um mero quinto dos infernos. Abs...
  • em 26-09-2011 às 12:20 p/ Sandro Rec
    caro Sandro, vc citou diversos problemas c ocorrem como fato, digamos quase isolados, em algumas cidades/países. Mas o problema é que aqui, ocorre TUDO ISSO JUNTO e mais alguns bonus nada agradáveis. Não vi ninguém dizendo que lá fora não ocorram problemas. Mas desconheço algum outro país, no mínimo emergente, q ocorra TODOS os problemas possíveis como o nosso.
  • em 26-09-2011 às 10:59 Maligna
    O Brasil está andando p trás apesar da economia crescer, e o adjetivo merda cabe perfeitamente. Agora a bancada religiosa do Congresso quer governar como nos tempos da idade média. Sou pintosa, de família humilde e p/ não levar lampadas na cara, morrer espancada nas ruas ou sofrer preconceitos no mercado de trabalho, optei por vir trabalhar na Europa. Sim, de subemprego!!! Fiz faxina, trabalhei na cozinha de restaurantes, atendi em lanchonetes e hj trabalho como vendedor em um Shopping. Agora que consegui meu visto permanente estou tentando entrar em uma faculdade. Aqui tenho uma vida digna e segura. Saio pelas ruas dando pinta e ninguém nem olha. Eles tem mais o q fazer do q preocupar com o meu cuuuu. Não corro o risco de ser espancado e hostilizado simplesmente por ser gay. Acontecem casos de violência, mas são fatos isolados e não regra como aí no Brasil. E mesmo com a Europa em crise e realizando trabalhos que não exigem gdes qualificações, consigo levar uma vida mto confortável e ajudar minha família. Tenho tudo que qualquer pessoa de classe B aí no Brasil tem. Só não tenho carro, pq o transporte público aqui é excelente e não sinto a menor falta de ter um. O que pago de imposto, retorna p mim, ao contrário de vcs aí (o que inclui minha família) que trabalham praticamente a metade do ano só p pagar imposto e não ter retorno. Depois falam que a China usa trabalho escravo. Se o que acontece aí não é escravidão é o que entao? Não estou fazendo a européia e fugindo das minhas raízes, nem sou hipócrita em dizer q não existe preconceito aqui contra estrangeiros ou que não existem problemas, pois primeiro mundo tbm não é nenhum paraíso onde tudo funciona perfeitamente. Mas antes sofrer eventualmente algum preconceito em um lugar digno de se viver a sofrer constantemente preconceito dentro de seu país e viver num esboço de rascunho de democracia onde apenas alguns são tratados como gente. Fazer críticas e analisar os fatos como são não lhe faz menos patriota, aliás, este é o dever de qualquer cidadão antenado. É isso que falta no país. Até no Chile, q tb é de terceiro mundo, a população tem consciencia política e saem as ruas protestando e exigindo mudanças. Enquanto aí....
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