Tabu

Segundo especialista, homens consideram quadro depressivo como fraqueza. Saiba mais!

por Redação MundoMais

Quinta-feira, 30 de Janeiro de 2014

Depressão é coisa de homem tambémDepressão é coisa de homem também

Falar de depressão e tratá-la ainda é um tabu no universo masculino.

Há estudos que indicam que é uma doença predominante do sexo feminino, mas há outros que apontam que os homens procuram menos auxílio quando apresentam um quadro depressivo. A teoria de que eles evitam procurar ajuda é retratada no Centro de Pesquisas Dr. Hamilton Grabowski, de Curitiba, que seleciona pacientes com idade entre 18 e 65 anos com interesse de fazer parte de um programa de estudo de medicamentos antidepressivos.

De cada 40 pacientes inscritos no programa gratuito, apenas um é homem. “Há uma certa resistência em aceitar a depressão por entender que é algo atinge valores morais, por achar que perdeu-se a capacidade de lidar com os problemas ou porque é uma fraqueza simplesmente”, explica Luiz Fernando Petry, médico psiquiatra do Centro de Pesquisas Dr. Hamilton Grabowski. Petry lembra que a intenção do programa é comparar o resultado entre dois antidepressivos já existentes no mercado há mais de 15 anos. Segundo ele, pacientes podem apresentar um diagnóstico feito por clínico ou fazer uma consulta no centro de pesquisas para saber se apresenta quadro de depressão ou não. “O diagnóstico é feito com sintomas centrais e acessórios: os sintomas centrais são a alteração na qualidade de humor, quando a pessoa começa a sentir tristeza, melancolia, com uma frequência muito grande e sem um motivo, além da diminuição de ânimo para fazer as coisas. Já a insônia, diminuição de apetite e alterações de libido são sintomas acessórios”, detalha o psiquiatra.

O médico lembra que o tratamento com os antidepressivos testados são seguros e eficazes, mas destaca que mudanças de hábitos e outras terapias auxiliam no desaparecimento dos sintomas. “Terapias de motivação comportamental e atividade físicas são importantes durante o tratamento”, conclui.

Sobre o programa

Com os sintomas cada vez mais difundidos, a depressão passou a ser reconhecida com mais facilidade, mas mesmo assim se transformou em uma das doenças mais devastadoras do século XXI. Atingindo homens e mulheres com os mais variados perfis, a depressão é a segunda maior causa global de invalidez, segundo pesquisas da revista científica PLOS Medicine.

Em busca de respostas e tratamentos eficientes, o Centro de Pesquisas Dr. Hamilton Grabowski está selecionando pacientes com idade entre 18 e 65 anos que tenham interesse de fazer parte de um programa de estudo de medicamentos antidepressivos.

Para participar dos testes, o interessado deve ter diagnóstico de depressão e estar atualmente deprimido. Durante 24 semanas, os pacientes irão receber um tratamento completo e serão acompanhados de perto por profissionais qualificados.

Para mais informações, ligue para (41) 3013-1235 ou envie um e-mail para melinagrabowski@trialtech.com.br.

As inscrições são gratuitas e o centro de pesquisas se responsabiliza por todo o tratamento e, também, pela locomoção dos pacientes.
Comentários (4)

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  • em 21-02-2014 às 21:27 gallin
    eu sou bi-polar tenho depressao constante e gostaria de conhecer esse medicamento
  • em 31-01-2014 às 10:22 Eder Alves-Lavras-MG
    Eu me lembro de uma entrevista de uma das mais respeitáveis neuropsiquiatra americana que a depressão problemas mal resolvidos dentro de nós mesmos, depois desta frase minha depressão desapareceu, por isso o melhor remédio é não deixar as pequena coisas lhe corroer, magoas, ódios, rancores pelo outro, não aceitar a si próprio, descobrir quem é você são os melhores caminhos, e, nada melhor do que um bom profissional te acompanhar, mas não se esqueça tire todas as coisas de dentro de ti...
  • em 30-01-2014 às 21:19 janilson
    eu ja tive e uma coisa que eu naõ desjo para ninguém,mais tive a cura com ajuda de tratamento do medicos e de deus
  • em 30-01-2014 às 16:11 Mickey Pop Turma da Mônica
    Depre coisa de sexo feminino nâo ! Sexo masculino sofrem mais de depressivos quanto ao sexo feminino .