Diz que ela disse

Claudia Leitte declara-se a favor de adoção de crianças por casais gays.

por Redação MundoMais

Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2015

Em 2012, Claudia Leitte causou polêmica ao dar a seguinte declaração a um programa de TV: “Eu adoro os gays, mas prefiro que meu filho seja macho”.

Desde então, sua relação com a comunidade LGBT ficou dividida.

Durante a coletiva de imprensa do Festival de Verão, em Salvador, Claudinha teve a oportunidade de falar abertamente sobre adoção de crianças por casais do mesmo sexo.

“Pra mim não tem coisa de que é gay, negro, branco, pobre, rico. Eu quero que as pessoas sejam felizes, estou à serviço de quem fizer o bem. Quero ver a alegria. Não me importo com a opção sexual. Só quero que promovam o amor (…) Eu sou a favor da família. Sou completamente a favor do amor, lógico que sou a favor da adoção. Acho perfeito, sensacional que um casal possa dar um futuro diferente à uma criança. Não importa se são dois pais ou duas mães. Se tem amor ali dentro, está tudo certo”, declarou.

Comentários (26)

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  • em 03-02-2015 às 13:15 P/ In Recife
    Espero que algum seguidor do kardecismo aqui não me interprete mal. Respeito as crenças das pessoas e não pretendo com isto demonizar a personalidade de Alan Kardec ou mesmo o espiritismo, do passado ou do presente. Repito: minha irmã mais velha é espírita kardecista e, até onde sei, não é racista. Não sou eu, um mero pesquisador e curioso, quem está afirmando essa hipótese. Sei que o espiritismo sempre foi vítima de preconceitos e incompreensões, especialmente por parte da Igreja Católica e do protestantismo evangélicoe esse é mais um tema espinhoso e delicado o qual os discípulos atuais devem enfrentar, sem falsos tabus. Se Kardec foi realmente racista, há controvérsias. Alguns autores afirmam que sim e outros afirmam que não. E entre esses dois grupos inserem-se tanto os espíritas quanto os não-espíritas. É polêmico. Não afirmo nada, assim de modo tão categórico. Até mesmo porque não sou especialista em espiritismo e não conheço a fundo as obras de Kardec. Sobre o racismo típico do século XIX, o racismo biológico, este sim, posso dizer algo, pois estudo o assunto há alguns anos. Esse racismo biológico, ao lado da eugenia e do darwinismo social, iria desaguar, entre o final do século XIX e as primeiras décadas do XX, no holocausto nazista, durante a Segunda Guerra. Porém, Alan Kardec foi um homem de seu tempo e suas supostas ideias racistas devem ser analisadas de acordo com o contexto de sua época, um forte etnocentrismo, época em que o capitalismo imperialista europeu já se esboçava no horizonte, com o início do neocolonialismo da África subsaariana, da Ásia meridional e da Oceânia.
  • em 02-02-2015 às 16:56 In Recife
    Para o colega que me respondeu: Um pena ser o Allan Kardec for mesmo racista. Digo isso porque: quando entre no Espiritismo de Umbanda, eu vi que muitas coisas que eu não acreditava no Kadercismo como Reencarnação por exemplo, e depois acabei vendo que reencarnação era verdade e explicava uns 90% da minha personalidade de batalhador, e até das coisas mais simples que gosto na minha vida. Depois vi que é possível uma pessoa já falecida, desencarnada do corpo humano, ficar perto de seus parentes por algum tempo, para lhes dar conforto aos seus familiares, coisa que esta no livro Evangelho Segundo o Espiritismo (apesar de que é preciso saber identificar se, se trata mesmo do parente da pessoa, ou se é um espirito enganador). Eu julgava antes de ser Umbandista, o Kadercismo como uma coisa muito fantasiosa, muito cheio de ideias que me pareciam absurdas, e hoje sei que muitas dessas ideias são verdade. Se o Allan Kardec for racista é muito triste mesmo, mas não deixo por isso de pesquisar, conhecer, e respeitar os Espiritismo de mesa branca.
  • em 02-02-2015 às 01:50 Baronesa de Santos
    Eu nunca gostei desta mulherzinha "Falsa" mentirosa, uma homofóbica "enrustida" depois daquela denuncia homofóbica dela, agora quer dar uma de santinha causadora dos direitos gays, uma ova! babaca de quem acredita nela.
  • em 31-01-2015 às 00:10 P/ In Recife
    Pois eu sou branco e confesso que, à primeira vista, me senti um tanto surpreso e incomodado com isso, pois tenho algumas pessoas queridas de minha família que seguem o espiritismo kardecista. Porém, prefiro, diante dessa possibilidade de racismo dele, não adotar uma postura inquisidora, mas tentar compreender o ser humano Alan Kardec e o contexto histórico no qual ele viveu e sua educação. Já estive muito perto de me converter ao kardecismo, mas por enquanto pretendo permanecer agnóstico. Respeito todas as religiões e crenças. Antes de sairmos por aí acusando os outros de racismo, penso que devemos voltar para dentro de nós e fazermos um auto-exame: e eu? será que não sou também? Se não fica muito cômodo atirarmos para os outros a pecha de racistas. Sem querer também justificar o erro alheio. E o racismo é um terrível erro do ser humano. Sugiro a você que não deixe de estudar a vida de Alan Kardec, sendo você um negro, se essa é a sua curiosidade. Esforce-se para perdoá-lo, por mais triste que seja ler algumas de suas infelizes ideias acerca dos negros de sua época. Há kardecistas que concordam que ele fora realmente racista, dado o contexto da época, de um marcado racismo biológico que, posteriormente, viria a influenciar o nazismo, nas primeiras décadas do século XX e na Alemanha nazista. Felizmente, hoje, em pleno século XXI, aquele racismo biológico caiu em desgraça, graças às más lembranças das atrocidades nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. porém, se o racismo em sua versão biológica quase desapareceu das mentes, infelizmente o racismo, hoje, ganhou outras roupagens, para transfigurar-se em um outra forma de preconceito racial, mais sutil e velado. Penso que esse novo racismo é ainda mais perigoso que o racismo biológico do darwinismo social, da eugenia e do nazismo, porque ele é insidioso, escorradio, inodoro. Inodoro como o monóxido de carbono! E sem rosto, ao contrário do racismo biológico do século XIX. Mas, qual era o racismo de Allan Kardec, se não era o racismo biológico de um Athur De Gobineau? Seria então, um "racismo espiritual", mesmo? E qual a diferença entre um e outro?
  • em 30-01-2015 às 18:25 In Recife
    Para o que me respondeu: quando olhei seu comentário falando que Allan Kardec seria talvez racista, fiquei penando "tomara que não". Pois sou negro, e tenho curiosidade de estudar o Kardecismo, não para virar Kardecista, mas sim para estudar.
  • em 30-01-2015 às 16:16 p/ love
    É justamente por pensamentos como o seu que o preconceito não acaba, as pessoas dizem não querer ter um filho gay por medo do preconceito... ora, isso já é preconceito. Enquanto esse medo existir o preconceito vai existir... Temos q aprender a dizer NÃO ao preconceito e não ter esse medo da sociedade.
  • em 30-01-2015 às 09:53 P/ iN Recife
    Já fiz isso. Não tenho nada contra o espiritismo e os espíritas. Minha irmã mais velha é espírita. Mas, fiquei surpreso depois que li algumas coisas sobre o codificador do espiritismo.
  • em 30-01-2015 às 00:19 P/ P
    É simples meu bem...Digite no Google: Allan Kardec era racista?
  • em 30-01-2015 às 00:06 In Recife
    Tudo bem colega, eu pretendo estudar mais Espiritismo Kardecista, pois é uma linha de espiritismo. Assim como quero estudar o Budismo. Sou Umbandista feliz no que sou, mas gosto de estudar as religiões, apesar de não ser teólogo (risos).
  • em 29-01-2015 às 21:50 P/ In recife
    Desculpe-me. Realmente há essa diferença. Entendi outra coisa de algum comentário seuem outra matéria.
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