Primeira Vez no Busão

Nunca fiquei com homem e nunca senti tesão pelo mesmo sexo. Até o dia em que fui encoxado dentro de um busão lotado.

por Pablo

Domingo, 16 de Agosto de 2015

O que vou narrar aqui realmente aconteceu e pra mim foi surpreendente, visto que nunca poderia supor sentir algo semelhante.

Costumo pagar todas as minhas contas em caixas automáticos, pois são mais práticas do que enfrentar as intermináveis filas dos bancos, mas uma dessas contas extraviou e quando recebi a segunda via, obviamente já estava vencida e o pagamento só poderia ser efetuado no centro da cidade. Assim sendo, como não havia outra maneira de solucionar o problema, lá fui eu enfrentar condução coletiva, que seria a maneira mais lógica de chegar até o local, afinal estacionar no centro é sempre muito difícil.

Um pouco antes de sair de casa, fiquei sabendo pelos telejornais que o metrô estava em greve. Sendo o último dia para efetuar o pagamento, não tive como adiar e me dirigi até o ponto de ônibus. Após alguns minutos de espera subi no veículo que me deixaria mais próximo do endereço para o qual eu me destinava. Por causa da greve, ele estava muito cheio e quase não conseguia me movimentar dentro dele, mas como meu ponto de descida estava muito longe, não me incomodei muito em ficar próximo à porta. Aos poucos fui chegando até o meio do corredor e o ônibus cada vez ia ficando mais cheio.

Depois de uns 40 minutos de viagem, os passageiros mal podiam se mexer de tão apertado que estava e foi quando senti que um sujeito que estava às minhas costas começou a ficar de pau duro e roçar em minha bunda. Sou casado, tenho filhos e me senti indignado com a situação, mas nada poderia fazer porque realmente não dava nem pra se mexer de tão cheio que estava.

Com o trânsito muito ruim, o veículo andava um pouquinho e parava novamente, provocando balanço e o sujeito continuava a se esfregar em mim. Eu já sentia o seu pau completamente rijo passando de um lado ao outro de minha bunda e comecei a ficar de pau duro com aquela situação e não ousava olhar para trás de tanta vergonha que eu estava sentindo, porque além de tudo, sou bastante tímido. Meus pensamentos eram muito estranhos naquele momento, pois eu percebi estar gostando do que sentia.

Nem nos tempos de garoto eu havia tido qualquer contato com o mesmo sexo, nem ao menos tinha feito um troca-troca, como seria normal essa brincadeira entre garotos que estavam descobrindo o sexo. O que aconteceu e que ficou mais próximo disso, foram brincadeiras de masturbação em que cada um praticava a sua pra ver quem gozava primeiro.

A viagem continuava com toda a lentidão, quando pude perceber que apareceu uma folga no corredor bem ao nosso lado e o rapaz continuou onde estava, mas afastou-se um pouco de mim, foi engraçado, eu continuava tendo a sensação de que ele estava com o pau dele no meu rego, mesmo sabendo que isso não era real. Logo o vazio que se fizera foi ocupado por outra pessoa e ele voltou a encostar-se em mim.

Acredito que ele deva ter se sentido mais seguro porque eu não me mexia e não esboçava nenhuma reação proibitiva. Ele estava com tanto tesão naquele momento que se esfregava e até já me cutucava sem nenhum pudor, mesmo quando o ônibus estava parado. Eu quase não podia acreditar, mas cada vez eu gostava mais do que estava sentindo e já estava quase gozando sem sequer tocar meu pau. Foi quando ele me apertou, colocando o pau dele bem em meu rego e claramente senti que ele estava gozando, pois seu pau latejava e pude até sentir também o calor de seu esperma a jorrar em grandes e vigorosas golfadas.

Não me contive e acabei gozando também e gozei muito, sentindo minhas pernas fraquejarem e tendo que me segurar mais forte para não demonstrar o meu estado.

Mesmo depois de ter gozado ele não se desgrudou de minhas nádegas e aos poucos percebi que o molhado da calça dele estava passando para a minha o que me deixou aflito e procurei desviar do pau dele. Cada vez que eu ia para um lado, ele dava um jeitinho, voltava a me encoxar e eu ia para o outro.

Assim foi por mais uns quinze minutos e novamente comecei a sentir que o pau dele estava endurecendo outra vez e não sabia mais o que fazer para evitar que ele manchasse a minha roupa com a porra, que naquela altura já ensopava a dele. Resolvi então ficar de lado, pois quem sabe daquela forma eu pudesse inibi-lo um pouco. Para minha surpresa, ele começou a esfregar o pau dele, agora já completamente duro, em minha mão.

Senti-me ficar rubro, mas não resisti à vontade de virar a palma de minha mão para sentir o pau dele em toda a plenitude, momento em que ele aproveitou para pressioná-lo contra ela e pude sentir que ele realmente estava ensopado, pois chegou a molhar a minha mão. Instintivamente, envolvi com meus dedos aquela coisa dura e senti pela primeira vez um pau em minha mão e que não era o meu. Passando por cima de toda a timidez que sentia naquele momento, passei a esfregá-lo com bastante carinho, bem de leve. Por momentos esfregava e em outros apertava e acabei por masturbá-lo até que gozou novamente.

Já estava naquele ônibus por mais de uma hora e meia e ainda estava longe do meu ponto de descida. Era um turbilhão de pensamentos e novas sensações, me sentia bastante encabulado e não conseguia entender o que estava acontecendo, mas percebia que estava gostando daquilo tudo.

Logo em seguida de ter gozado novamente, ele encostou-se ao meu rego (pude sentir que estava com o pau à meia-bomba), aproximou sua boca de meu ouvido e bem baixinho falou obrigado, nunca senti tanto tesão e encaminhou-se rapidamente entre as pessoas, para o fundo do ônibus, descendo na primeira parada. Penso que ele já devia ter passado do ponto de descida há muito tempo.

Pude ver o seu rosto pela primeira vez quando, na calçada, ele parou diante do lugar em que eu me encontrava. Não esboçou nenhum gesto, apenas me olhou com um leve sorriso nos lábios e se foi.

O que aconteceu naquele dia, me fez ter a certeza que o tesão não tem gênero, que tanto faz que seja com uma mulher ou com um homem, podemos sentir prazer e deu-me a coragem de procurar alguém na net, já que sou muito tímido para paquerar, e satisfazer o meu desejo de ser passivo; descobrir se realmente foi uma coisa daquele momento ou se vou mesmo gostar de satisfazer completamente alguém do mesmo sexo.

Comentários (108)

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  • em 06-09-2018 às 21:47 carlos
    gostei muito dos contos som muito bom da muita bondade tenho 62 anos nunca tive relacionamento com homens procuro amizade com um com sigilo maill carlos.dhr@bol.com.br
  • em 04-09-2018 às 18:27 Andre
    Delicia de conto, eu ja fui muito encochado em onibus, é uma delicia
  • em 03-08-2018 às 02:12 Sfl
    Manda Whatsapp 945639431
  • em 03-08-2018 às 02:09 Sfl
    Sinto tesão em ver caras de pau duro. Curto uma pegação, sem penetração. Dá um toque pra marcarmos algo. slima1962@gmail.com
  • em 12-06-2018 às 07:40 Claudio
    Cara sou hetero e casado, nunca curti homem, mas lendo isso senti tesão e gostaria que somente isso ai acontecesse comigo, somente isso sem penetração
  • em 09-06-2018 às 07:09 Diego SP
    Eita porra. ..Isso sim é uma apoximacao com estilo!
  • em 08-06-2018 às 12:50 Henrique
    Na verdade, esse conto originalmente tem o título: A Surpresa e isso aconteceu comigo. Foi real! Não estou reclamando por terem publicado, acho até que se fizeram isso é pq gostaram.
  • em 25-05-2018 às 01:28 Sergio
    Adoraria que acontece e comigo
  • em 23-05-2018 às 06:50 Boby
    Eu adorei a sua historia, quase gozei de tesão, adoraria que acontecesse is to coming, gozar com um estranho assim em frente a multidão, sem que ninguém percebesse, ainda irei realizar este meu sonho.
  • em 29-04-2018 às 15:11 Victor
    Ah que delícia sempre quis passar por isso mas eu nn pego MT ônibus lotado e tbm tenho 12 anos!! Quem quiser me mandar fotos meu número é 21 97471-9827!! É só fotos!!
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