Sete num Celeiro

Sete garotos criaram um clube muito especial. Um clube do prazer. Traduzido do conto Seven in a Barn, da década de 50.

por Anônimo

Sexta-feira, 30 de Novembro de 2018

Tradução do conto Seven in a Barn, década de 1950, autor desconhecido.

Tempo médio de leitura: 1h 10min

Este conto circulou nos EUA em meados da década de 50 num período em que era comum entre homens gays escrever histórias eróticas e compartilhá-las entre grupos de amigos copiando-as a mão ou datilografando-as, já que neste período era proibida a produção e circulação de qualquer material impresso com conteúdo gay nos correios americanos. Na década de 60 a história apareceu oficialmente num livreto de contos e finalmente ficou mais conhecida em 1971 quando foi lançada em forma de longa pelo diretor J. Brian. A descrição rica em detalhes era a forma utilizada para instigar a imaginação, já que naquele período as produções com conteúdo homossexual eram raras, quando não proibidas. Esta é a primeira tradução para a língua portuguesa, feita por Anderson Oliveira exclusivamente para o site MundoMais.

Personagens:

Bill – 18, cabelos e olhos escuros, circuncidado
John – 21, jogador de futebol, musculoso, circuncidado
Frank – 19, loiro, escandinavo, circuncidado
Jerry – 17, cabelos e olhos escuros, marrento, não circuncidado
Clyde – 18, cabelos castanhos claros, olhos azuis, agressivo, circuncidado
Peter – 19, moreno latino, corpo delgado, não circuncidado
Teddy – 17, ruivo, olhos azuis, delicioso, não circuncidado

Capítulo 1

Os sete se reuniram num celeiro para criar um clube – um clube muito especial do prazer. Todos eles concordaram em seguir as regras incondicionalmente tais como foram decididas e concordadas por eles, membros fundadores do clube.

Os sete jovens não se conheciam muito bem. Alguns vieram de outras cidades e estavam ansiosos para se conhecerem. Nenhum deles viu o outro nu, teve qualquer contato íntimo ou ouviu falar dos dotes ou preferencias sexuais dos outros. No entanto, era sabido por todos que estas questões seriam logo respondidas, mas eles viajavam na imaginação até que estes detalhes fossem revelados.

Um líder e um escravo seriam escolhidos como resultado de um jogo de poker. Cada membro receberia trezentas fichas. O jogo terminaria quando um dos membros perdesse todas as fichas. Ele seria então o escravo e teria que obedecer ao líder. O membro com o maior número de fichas seria o primeiro líder. O líder direcionaria as atividades da sessão e teria controle absoluto sobre o escravo. O escravo se tornaria líder na próxima sessão e um novo jogo de poker determinaria um novo escravo dentre os membros restantes.

Frank, um loiro alto nos seus dezenove anos, tinha os olhos fixos num lindo jovem ruivo chamado Teddy, que ele sempre viu na cidade, mas com quem nunca conversou. Era óbvio que ele estava pensando em como gostaria de tirar o pau do garoto pra fora da calça e fazê-lo jorrar seu leite bem diante dos seus olhos.

Vários dos outros jovens tinham os olhos fixos em John, que era um pouco mais velho do que os demais, jogador de futebol, alto de ombros largos e um físico maravilhoso. A camisa de John estava um pouco aberta e mostrava o peitoral musculoso. A calça jeans azul mostrava um volume promissor entre suas pernas.

John, por sua vez, não estava pensando nos outros que se reuniam ali, ele estava impressionado por Bill, o garoto que teve a idéia desse jogo. Bill era simplesmente lindo, tinha 18 anos, não muito alto, mas corpo impecável, cabelos e olhos escuros e dentes brancos perfeitos que proporcionavam um sorriso penetrante. Por coincidencia, Bill mostrava o mesmo interesse por John e o excitava o pensamento de ter sorte naquele jogo de poker para então ganhar o direito de ser líder e ter um garoto tão mais velho e tão mais forte incondicionalmente sob seu poder.

O jogo logo começou e no início não se podia ter noção do que iria acontecer. Depois de um tempo, no entanto, Bill, o organizador do jogo, e John, o jogador de futebol, pareceram estar bem à frente dos demais. Cada um dos dois tinha aproximadamente seiscentas fichas, mas Bill tinha um pouco mais que John. Agora o jogo se tornou mais interessante. As fichas dos outros estavam quase acabando e Bill e John pareciam ter mãos boas na rodada.

A mente de John começou a viajar e ele se viu imaginando o que faria se ganhasse o jogo e tivesse Bill sob seu comando. Ele estudou Bill cuidadosamente, depois olhou sua mão – quatro reis – e imaginou que Bill não tivesse nada melhor. Mas John não era bobo no jogo de poker e não se apressou, esperando que Bill colocasse todas as suas fichas na mesa.

Eles continuaram jogando até que cada um tivesse cem fichas restantes. O momento decisivo tinha chegado. Era a vez de John e ele contou noventa e oito fichas cuidadosamente. Colocou todas elas no centro da mesa e observou avidamente para ver qual seria a reação de Bill.

Bill contou suas cento e cinco fichas. Isso significava que se ele perdesse, ele perderia tudo, porque o mínimo para a próxima rodada seria dez e ele teria apenas sete fichas restantes. Mas Bill então empurrou todas as suas fichas para o centro da mesa e seria apenas questão de minutos antes que o jogo terminasse e um deles fosse declarado “líder”.

John era a excitação personificada. Ele já sentia os lindos lábios apertados de Bill envolvendo o seu pau. Ele mal podia esperar e triunfantemente baixou sua mão – quatro reis!

Ele observou Bill, que suspirou aliviado e lentamente baixou suas cartas – um straight flush do dez de espadas pra baixo.

John soltou uma praga baixinho e se rendeu, dizendo:

– É, Bill, acho que você ganhou.

Bill permaneceu muito calmo.

– Sim, John, acho que sim. Agora você pode afastar a mesa de jogo e colocar o colchão no chão. Os demais podem sentar no chão ao meu lado. Vou ficar com essa cadeira.

Capítulo 2

Após ter ganhado o jogo, Bill assumiu o papel de líder dando ordem atrás de ordem, que eram prontamente obedecidas pelos outros.

– Você sabe qual é o próximo passo, não é, John? – ele perguntou.

– Sim, – John respondeu. – Acho que sim. – John já estava preparado psicologicamente para jogar aquele jogo estritamente dentro das regras. – Eu devo anunciar minha derrota publicamente e render-me oferecendo meu corpo a você.

Bill não conseguia evitar um sorriso.

– Isso mesmo, – disse ele com um largo sorriso – e em qual posição, John?

– Ajoelhando nu diante de você.

– Perfeito, – Bill respondeu – então vamos lá, lindão.

Momentos depois John já tinha tirado as calças e mostrava seu físico magnífico de jogador de futebol somente de cueca boxer e camiseta.

Uma onda de excitação percorreu os outros garotos e todos os olhos se concentraram no volume enorme na cueca, mostrando uma delicada curva, mas ainda coberto. Eles sabiam que logo ele seria instruído a remover esta última barreira e então...

Seis ereções eram evidentes como resultado deste pensamento, a antecipação, a excitação enquanto o garoto de vinte e um anos de idade ajoelhava-se diante do líder de dezoito anos, que estava tranquilamente recostado em sua cadeira.

– Eu perdi o jogo e você ganhou, – disse John. – Você tem o poder sobre mim e cada parte do meu corpo é para você ver e sentir, e eu deverei tocar qualquer parte do seu corpo que você me ordenar. Estou aqui para te dar qualquer tipo de prazer que você imaginar.

Por um momento ele pareceu terrivelmente estúpido e ridículo para um garoto de vinte e um anos dizer estas coisas para outro garoto, mas ele sabia que estaria sujeito a isso desde o momento em que o jogo de cartas começou e sabia também que ele queria sexo com Bill mais do que com qualquer um dos outros garotos.

– Muito bem, – disse Bill. – Agora tire a roupa! Deite-se no colchão e bata uma punheta pra nós.

Por um momento John hesitou em mostrar-se para todos aqueles olhos vorazes. Mas ele prometeu, e se Bill tivesse perdido, ele estaria naquela mesma cadeira ditando as ordens e exigindo que fossem obedecidas.

Ele se levantou e tirou a camiseta e a cueca. Ficou em pé, completamente nu. Era uma visão magnífica. O garoto alto e esguio era bronzeado do sol exceto por uma marca de sunga. Seu corpo afinava a partir dos ombros largos até suas bundas deliciosamente curvadas. De costas suas pernas fortes subiam até o rego convidativamente. De frente, a parte com pelos abaixo do umbigo era o próprio sexo personificado.

A revelação do dote do rapaz não decepcionou. O pênis, agora exposto para doze olhos, era muito grande, mesmo ainda mole. Era enorme, circuncidado e perfeito. A cabeça rosada contrastava com o pênis pálido. O saco era grande e jovem e seu rabo era coberto por uma abundância de suaves pelos.

– Agora deite-se e mãos à obra, John – ordenou Bill.

John deitou-se no colchão e afastou suas pernas musculosas. Envolveu a mão direita no pau grosso, que logo ficou duro e ereto.

Ele segurava a cabeça do pau entre o dedão de um lado e os quatro outros dedos do outro. Com a mão esquerda, alisava a parte superior e interna das pernas a seu bel prazer. Ele deslizou um dedo através do vão entre as pernas e penetrou seu próprio ânus.

Ele fechou os olhos enquanto movia a cabeça da esquerda para a direita, a boca levemente aberta. Fechou as pernas e começou a fazer um movimento de vai-e-vem com os dedos na abertura apertada do cu. Levantou as pernas até os ombros de modo que todos, principalmente Bill, pudessem ver bem o que ele estava fazendo. Sua respiração aumentou – mais e mais rápida.

O pau de Bill estava duraço e querendo rasgar a calça, sua respiração aumentou muito enquanto ele assistia a performance do seu escravo bem diante de si.

– Todos que estiverem de pau duro, botem pra fora! – gritou Bill para os outros.

Cinco mãos desapareceram dentro das calças e o local foi preenchido com o som de zíperes sendo abertos. Camisetas foram arrancadas e cinco belos cacetes ficaram à mostra, de todos os tamanhos e formatos, mas todos duríssimos ao máximo possível.

– Deixem as bolas à mostra também – sussurrou Bill.

Mais uma parte da masculinidade daqueles jovens garotos foi exposta aos olhares de todos.

Frank olhou avidamente para Teddy, imaginando o que o lindo garoto teria pendurado logo abaixo do umbigo. Ele ficou bastante satisfeito quando Teddy puxou pra fora seu enorme pênis, um lindo prepúcio bem liso cobrindo quase toda a cabeça do pau.

Jerry, o moreno de dezenove, mal podia se conter ao ver todos aqueles cacetes expostos e quase gozou na própria mão só de pensar no que poderia acontecer quando todos aqueles garotões dotados ficassem juntos.

Clyde, o garoto que estava sentado ao lado de Jerry, era especialmente excitante. Ele era um ano mais velho que Jerry. Tinha um jeito calmo e mesmo com o pau e as bolas expostas, parecia se destacar dos outros.

Enquanto isso, John continuava a brincar consigo mesmo. Ver os outros meninos mostrando seus generosos dotes deixou-o tremendamente excitado. Para sua decepção, Bill, o líder, não fez nenhum movimento indicando que iria mostrar o que tinha entre as pernas e John não se conteve:

– Vamos lá, Bill. Você não vai nos mostrar teu pau?

Bill sorriu.

– Apesar de não ser você que tem que dar ordens aqui, vou provar que eu sou um bom esportista. – Ao falar isso abriu o zíper da calça e enfiou a mão bem no fundo trazendo pra fora um magnífico par de bolas e um pau bem grosso. – E vou fazer ainda mais, – disse levantando-se – Vou tirar toda a minha roupa. O restante de vocês faça o mesmo. Peça por peça.

Ele tirou os sapatos e as calças, a camiseta e as meias, enquanto ao mesmo tempo os outros cinco membros iam copiando suas ações. Logo haviam seis jovens, seus corpos viris totalmente nus à exceção das cuecas que novamente escondiam seus paus duros.

Bill queria que cada membro aproveitasse ao máximo. Ele se deu conta de que se fosse somente pra ele se divertir, então o clube seria praticamente inútil para os demais.

– Okay, – anunciou ele – cada um enfie a mão na cueca do outro. A primeira mão a entrar, ganha. Um, dois... três!

Capítulo 3

Imediatamente ao contar três, a mão de Jerry desapareceu dentro da cueca de Clyde, com medo de que a mão de Clyde entrasse na sua primeiro. Frank pegou Teddy. Logo eles formaram um círculo, cada um brincando com o pau do outro.

Peter, o gato italiano, já estava há um bom tempo admirando Bill em silêncio. Ele não perdeu tempo e agarrou o pau do líder antes que qualquer outro tivesse tempo de fazer isso.

Depois que eles brincaram bastante uns com os outros, começaram a ir mais fundo até sentirem os cuzinhos agora excitados.

– Tirem a cueca uns dos outros – ordenou Bill. Não poderia haver um comando mais bem-vindo que esse. Depois de um tempo arrancando cuecas, seis corpos totalmente nus apareceram.

Todo esse movimento excitou John, que ainda estava deitado no colchão. Ele sabia que se continuasse, certamente iria gozar logo. Bill percebeu e disse:

– Bem, rapazes, antes de vocês começarem a brincar uns com os outros, vamos observar John chegar ao ponto máximo do prazer.

John ficou ainda mais excitado, principalmente ao ver Bill pelado e com uma ereção. Toda a parte inferior do corpo de John, particularmente entre suas pernas, parecia pegar fogo. Ele já costumava se masturbar com frequencia, mas não cercado de outros garotos assim.

Sua mão se moveu mais e mais rápido. A cabeça do seu pau pareceu inchar e ficar mais e mais vermelha. A mão esquerda estava atolada entre suas pernas e ele movimentava o corpo para a esquerda e para a direita. Suas pernas estavam bem abertas. Ele aumentou o prazer contraindo os músculos dos glúteos. Seus sussurros se tornaram gemidos e ele continuava com os olhos grudados no pau de Bill.

Bill, percebendo o olhar fixo, abriu bem as pernas, brincando de leve com o próprio pau, balançando pra lá e pra cá o cacetão adornado por um belo par de testículos.

John sentiu que estava prestes a gozar. Apertou a cabeça do pau entre os dedos e gemeu alto:

– Vou gozar, ahhhh to gozando, aaaaaaiiii! – o seu corpo inteiro agora tremendo. Suas pernas vibravam pra cima e pra baixo. Um fluxo quente de porra começou a aparecer entre seus dedos, mas ele ainda apertava e esfregava a cabeça do pau como se quisesse conter o fluxo de líquido masculino e prolongar o orgasmo. Então ficou lá deitado, quieto, as mãos grandes ao lado do corpo. Um pouco mais de líquido saiu do seu pau, espalhou-se lentamente pelo abdômen definido e escorreu até o umbigo.

Tudo isso excitou os seis espectadores de um jeito que eles nunca haviam imaginado. Eles ficaram com a língua de fora diante daquela cena.

Jerry, que estava ao lado de Clyde, se aproximou mais. Ele tinha que gozar e queria que Clyde gozasse junto com ele.

Mas Clyde disse pra ele calmamente:

– Só se você botar ele na boca.

Jerry hesitou. Ele nunca tinha feito isso antes e seu corpo inteiro pareceu tremer. O corpo de Clyde estava tão próximo ao dele que ele quase podia sentir a pulsante ereção tocando seus lábios.

– Tudo bem, – disse Clyde – se você não quer fazer, então o Peter faz.

– Não, não, eu vou fazer – disse Jerry e logo o membro de Clyde estava atolado na garganta de Jerry enquanto ele mesmo alcançava entre suas pernas seu próprio órgão já superexcitado. Peter, Frank e Teddy já estavam fazendo a mesma coisa.

Frank, o loiro alto, pediu pra Teddy dar pra ele. Teddy respondeu que nunca ninguém havia fodido ele antes e não sabia se ia aguentar, mas prontamente ofereceu sua bunda virgem para tentar.

Peter, o garoto italiano, e Bill eram os únicos que não estavam na putaria, mas Bill colocou na cabeça que iria se poupar para seu escravo, John. Ele queria que a relação dele com o jogador de futebol fosse completa, então ele não iria deixar que fizessem nada com ele. No entanto, ele caiu de joelhos e começou a sugar o protuberante pau de Peter.

Arrepios subiram e desceram pela pele morena de Peter e mais abaixo no seu próprio pau, que enfiou bem fundo na boca sedenta de Bill. A mão de Bill acariciava gentilmente todo o corpo do garoto, as costas, as pernas, suas axilas e a abertura anal. Aquela sensação imensa de tesão se concentrou no seu pênis que pareceu que iria explodir de tão duro. Seu ânus abria e fechava em movimentos espasmódicos. Ele não conseguia entender o que estava acontecendo. Era uma sensação tão diferente de quando ele se masturbava sozinho!

A sua língua sedenta subia e descia, provocando, enrolando-se ao redor da cabeça do pau pra cima e pra baixo, sob a glande no ponto exato onde parece que está a maior sensibilidade. Então ele sentiu os jatos do leite de macho que saía numa torrente quente, dando-lhe a mais deliciosa sensação que ele jamais teve na vida.

A boca de Bill estava cheia de esperma, mas ele pareceu não se preocupar. Ele adorou a sensação do rapaz que gozava bem diante dos seus olhos e não parou até que a última gota do líquido quente e branco saiu e Peter relaxou com um suspiro.

Frank estava próximo do orgasmo também. O buraquinho de Teddy estava se adaptando maravilhosamente a este tipo de sexo e Frank estava superexcitado com a sensação do jovem nu sob seu corpo, o corpo que ele sempre desejou.

Teddy, que no início sentiu uma dor estranha quando o pau de Frank entrou no seu cu, agora estava curtindo. Além disso, a mão safada de Frank estava fazendo no seu pau uma massagem que ele nunca recebeu antes e com isso o jovem ruivo sabia que não iria aguentar por muito tempo e em breve iria gozar. Ele gemeu, seu pau engrossou e expandiu ainda mais e Frank percebeu o motivo dessa reação.

– Beleza, – disse Frank – vamos tentar finalizar juntos.

Furiosamente os dois juntaram seus corpos em movimentos sincronizados e quando Frank sentiu que não conseguia mais foder e iria derramar seu leite dentro, Teddy começou a respirar mais rápido e gritou: – Tô gozando! Tô gozando! Rápido! Por favor, Frank! – Ao mesmo tempo ele tentava alcançar a boca de Frank. Suas línguas se conectaram. A sensação mais deliciosa que se possa imaginar tomou conta da cabeça dos seus paus e uma enorme quantidade de sêmen forçava pra sair enquanto Teddy fechava sua abertura anal com força ao redor do melecado pênis de Frank. Isso multiplicou seu prazer umas cem vezes.

Aquela carne pulsante pegando fogo dentro do seu cu, a língua de Frank na sua boca e a mão habilidosa de Frank no seu pau foram demais para Teddy. Aquela sensação do pau dele pulsando no cu tornou-se tão forte que palavras não poderiam descrever e então ele explodiu numa gozada incrível, e como ele gozou!

Enquanto John brincava consigo mesmo ali no colchão, Peter era sugado por Bill e Frank gozava no rabo de Teddy, Clyde se esforçava para conter o fluxo de porra quente.

Jerry, confortavelmente acomodado entre as pernas de Clyde, tentava ao máximo dar prazer ao garoto delicioso. Sua língua envolvia o pênis, lambia as bolas e às vezes entrava fundo no ânus de Clyde.

Clyde retesava-se e depois relaxava. Ele queria que Jerry, que estava alisando o próprio pau freneticamente, pudesse gozar junto com ele. – Vou gozar logo, – gemeu Clyde – oh, Jerry, você está pronto?

– Oh sim... sim – Jerry sussurrou.

A tensão cresceu e o corpo inteiro de Clyde tremia em convusões. Assim que os primeiros jatos de líquido começaram a sair, Jerry começou a se masturbar mais rápido. Ele estava adorando a sensação do pau na sua boca e a sensação daquele jovem rapaz tremendo e gemendo diante dele. Sua boca então se encheu do creme quentinho que saía do belo pênis do garoto.

Clyde puxou a cabeça de Jerry pra enfiar o pau mais fundo de modo que o rapaz recebesse todo o seu leite de jovem garanhão. Enquanto isso, Jerry se masturbava mais rápido e então apertou a mão perto da cabeça do pau pulsante e quente. Ele sentiu uma explosão de líquido gosmento entre os dedos. Gemeu em êxtase e com a mão livre puxou o corpo nu de Clyde mais perto enquanto os dois terminavam o seu clímax.

Todos respiravam pesadamente. Por um momento, um estranho silêncio dominou o celeiro, misturado com o doce cheiro de sêmen.

Capítulo 4

Depois de um breve momento, Bill, o único que ainda não havia tido um orgasmo, retomou a liderança:

– John, – ordenou ele – limpe-se, depois limpe os outros.

John obedeceu e ficou em pé com as pernas levemente abertas, limpando o pau e o saco com a toalha que Bill havia tido a idéia de trazer. Depois foi até os demais e começou a limpar os seus pintos e bolas. Ele fez tudo com muita calma e cuidado. E ele teve bastante trabalho. Teddy teve que ser limpo dos dois lados, frente e costas, e pareceu adorar o contato.

Quando John terminou, Bill voltou a falar:

– Bem, rapazes, estão prontos para mais uma brincadeira com seus pintos?

É claro que a resposta foi um unânime sim!

– Muito bem, porque eu acho que agora é hora de John nos proporcionar prazer, certo?

Um círculo de rostos sorridentes surgiu na rodinha e até John não se conteve e deu um risinho, sabendo muito bem que ele iria se divertir muito mais que todos os outros.

– John vai fazer vocês gozarem do jeito que vocês quiserem – continuou Bill. – John, meu garoto, venha aqui.

John ficou de pé diante de Bill, enquanto Bill e os outros mais uma vez abaixavam as cuecas.

– Eu quero que fique bem claro, para o bem de John e para que ninguém vá longe demais, o que pode e o que não pode ser feito com ele. Todos vocês concordam?

Todos balançaram a cabeça concordando.

– Alguns de vocês gostam de um jeito simples de gozar – explicou Bill – e curtem só serem masturbados. Tenho certeza de que John vai se sair muito bem fazendo isso. Olhem para as mãos dele.

Bill levantou as mãos de John e mostrou os dois lados delas. As mãos dele eram grandes e bem torneadas. Era uma visão muito excitante ver o lindo jogador de futebol, alto e nu em pé ali, obedientemente oferecendo sua mão e seu pau pra qualquer um que o quisesse.

– Outros preferem a boca – continuou Bill, e fez John abrir bem a boca, mostrando duas fileiras perfeitas de dentes. – Mas a boca sozinha não serve, não importa o quão sensual seus lábios sejam. Para o prazer sexual, a boca precisa da assistência da língua.

John obedeceu a sugestão dando aos demais uma boa visão da sua língua rosada.

– Mexa sua língua bem rápido, John – disse Bill e de novo John obedeceu.

Bill continou:

– E agora a parte mais importante da sua anatomia. Vire-se, John.

John obedeceu e exibiu sua adorável bunda musculosa na direção dos excitados espectadores.

– Agora curve-se o máximo que puder para que os moleques possam decidir se querem enfiar o cacete no teu rabo.

John começou a pensar em como ele se deixou evolver e a participar de um jogo assim. Nunca ninguém comeu ele. Ele nunca deu e agora estava oferecendo sua abertura anal para seis jovens rapazes.

Bill continuou com suas instruções:

– John, mostre-nos as delícias que você tem a oferecer. Eu contei cinco: suas mãos, suas pernas, sua boca, sua língua e seu rabo. Vamos dar uma olhadinha em todas elas de novo – ao que John obedeceu.

Em seguida, Bill exclamou:

– Estas são as delícias que estão à disposição de vocês, molecada. E vocês não precisam ficar só com uma delas. Vocês podem ter um banho de língua, por exemplo, então visitar o seu cuzinho e logo antes de gozar, enfiar o pauzão na boca dele e depositar ali o seu “creme do amor”. Vocês podem fazer qualquer coisa que quiserem, exceto fazer John gozar. Se vocês fizerem ele gozar, vocês assumem o lugar dele.

Não havia nada que John quisesse mais do que jorrar seu leite. Vou gozar, ele pensou, e tudo acaba, algum outro garoto pega o meu lugar e continua.

O resultado do discurso de Bill foi visível porque os demais jovens voltaram a mostrar sólidas ereções que começavam a se formar sob as cuecas.

Bill esperava esse momento e disse:

– Agora, John, quantos anos você tinha quando bateu punheta pela primeira vez?

– Doze.

– Com que frequencia você bate agora?

– Cinco vezes por semana, se eu não tiver uma namorada ou namorado.

– Já te comeram alguma vez?

– Nunca.

– Você já chupou algum garoto alguma vez?

– Não.

– O que você já fez então, John?

– Já fui chupado algumas vezes e comi um garoto duas vezes. Mas normalmente a gente só bate punheta juntos.

– Muito bem, isso foi bem interessante. Agora os outros garotos podem decidir como querem te usar. Você sabe que não pode escolher e que tem que estar disposto a qualquer coisa?

– Sim, eu sei, – respondeu John, esperando que logo alguém ia fazê-lo gozar – mas só até as sete horas.

– Verdade. Ainda temos uma hora e meia, então vamos começar. Ah, mais uma coisa. A única coisa que eu quero por ter ganhado o direito de ser líder hoje é ter os últimos vinte minutos sozinho com John, com o direito exclusivo de fazê-lo gozar.

Os outros jovens estavam de acordo, ansiosos para descarregar o sêmen já acumulado.

Capítulo 5

– Agora John vai decidir em que ordem vocês vão pegá-lo de acordo com a seguinte regra: primeiro, tamanho do pau; segundo, quantidade de pentelho; e terceiro, se é circuncidado ou não. Bem, tirem a cueca e fiquem todos de frente para que John possa examiná-los.

John não perdeu tempo. Teddy, o garoto ruivo, ganhou o primeiro lugar logo de cara, ou seja, Teddy tinha de longe o maior pau de todos. Jerry, tendo o menor pau, já foi logo selecionado como o último sem dúvida.

Mas foi difícil decidir entre Clyde, o orgulhoso, Peter, o italiano, e Frank. Para Bill pareceu que foi uma eternidade até que ele se decidisse. Ele checou o pênis de Clyde três vezes e parecia nunca estar satisfeito percorrendo toda a extensão do pinto de Peter. Ele checou suavemente a cabeça do pau de Frank com a mão esquerda enquanto apertava a de Clyde com a direita. Finalmente anunciou sua decisão: Clyde seria o número dois. O pau dele parecia ser um pouco maior do que o do Peter, mas Peter tinha menos cabelo e não era circuncidado.

Após sua decisão, todos se reuniram em torno do Número Um, Teddy, que já puxou John para o colchão. Os espectadores apostavam que ia ser penetração.

Mas Teddy queria algo que era difícil conseguir dos outros – um belo de um cunete. Então ele deitou de lado e ordenou que John enfiasse a lingua no seu cu o mais fundo que conseguisse. Ele pediu então que ele continuasse com a língua lá dentro e mexesse. Várias vezes ele murmurou: – Mais fundo, mais fundo. Mexe rápido!

Teddy ficava cada vez mais excitado.

– Continua assim com a língua e me punheta ao mesmo tempo.

O jogador de futebol com o rosto enfiado bem fundo no rego entre as pernas do ruivo Teddy, teve que tatear com a mão direita para encontrar o caralho que foi ordenado a punhetar. Ele logo o encontrou e suavemente começou a punhetá-lo. Aquela gostosa sensação da punheta no seu pau fez com que o cu de Teddy começasse a piscar e lentamente vazar o conteúdo de sêmen ali depositado por Frank momentos antes. John continuou a explorar e estimular os pontos mais íntimos, saboreando os líquidos que dali emanavam.

Logo John sentiu que era hora de aumentar os movimentos e finalizar aquele corpo jovem que tremia e se contorcia diante dele. Com uma mão, ele envolveu a cabeça do pau de Teddy e puxou a pele que recobre a glande pra baixo expondo mais a cabeça. Com a outra, agarrou as bolas e apertou os testículos em forma de ovo. Tudo isso enquanto enfiava a língua fundo no seu buraco quentinho e macio. Sua língua parecia saber exatamente o lugar onde deveria explorar e criar uma sensação única de intimidade e prazer.

Uma corrente elétrica corria do rabo de Teddy até suas bolas e subia até a cabeça do pau. De repente ele gritou: – Ahhhhh, tô gozando! To gozaaaaaaandooooo!

John redobrou seus esforços. Apertou a pele que recobre a glande bem firme sobre a cabeça, apertou bem suas bolas e mexeu com movimentos circulares a língua o mais fundo que era humanamente possível.

– Assim você me mata, – murmurou Teddy – caralho, que delícia gozar assim... – E então foi uma explosão de porra pra todo lado. O corpo de Teddy estava em convulsão. O pau estava todo melado e a mão de John repleta de sêmen.

Teddy afastou a mão de John e lentamente se levantou, limpando-se. Então sentou-se num canto afastado.

– Bem, – disse Bill quebrando o silêncio – acho que a primeira tarefa de John foi do caralho! Não foi, Teddy?

– Muito, cara! – respondeu Teddy, recostando-se, olhos fechados, ainda pensando naquela deliciosa sensação de penetração que ele recebeu no ânus.

– Agora, o que é que Clyde vai escolher? – perguntou Bill.

– Vou ser o primeiro a enrabar ele. E vai ser caprichado. É claro que antes vai ter boas preliminares, o que só se consegue com uma boa linguada. – respondeu Clyde, e se jogou no colchão de costas com as pernas abertas.

E disse:

– Okay, John, lindão, sua língua, no meu corpo inteiro, por favor.

John deitou-se ao seu lado e começou a lamber Clyde pelo corpo todo, redobrando seu zelo cada vez que a língua passava por aquele pedação de carne entre as pernas de Clyde.

– Delícia – murmurava Clyde.

John provou ser bom com a língua ao brincar pelo pescoço, pelas escápulas e ombro e então descer pelas costas, de novo pra cima, uma axila, depois a outra, enquanto Clyde gemia de prazer.

– Vamos lá, enfia no meu buraquinho. Quero sentir como que é. Hummm, isso é bom! Oh isso é bom! Agora desce pelas minhas pernas. Lambe meu pé. Sobe de novo um pouco. Fica aí no meu buraquinho mais um pouco.

Quando estava a ponto de não aguentar mais, Clyde gemeu:

– Oh, John, não consigo mais segurar. Quero te foder agora. Deita aqui. Como você quer que eu faça?

– O que vai doer menos? – perguntou John.

– De lado.

– Tá bom.

– Pega o lubrificante.

Bill entregou um grande tubo de gel KY que tinha trazido especialmente com esse objetivo. Logo o rabo de John e o pau de Clyde estavam bem lambuzados com o lubrificante.

– Agora, John, – disse Bill – isto não vai machucar nada se você ficar quieto e não ficar nervoso. Tente relaxar e empina a bunda.

Com muito cuidado, quase profissionalmente, Clyde colocou a cabeça do pau grosso na entrada da cavidade virgem de John. A princípio parecia que John não estava se importando. Mas então ele soltou um grito, um berro, quando Clyde pressionou a cabeça e depois enfiou mais e mais. John parecia a ponto de empurrar Clyde pra longe, mas os outros cinco jovens, que pareciam estar gostando do espetáculo, seguraram John bem firme, dizendo:

– Vai lá, Clyde, mete rola nele. Desce a lenha, enfia. Não vai machucar ele não.

John percebeu que resistir não era uma boa idéia, então ele simplesmente implorou:

– Por favor! Para! Tá machucando!

Mas Clyde não tinha intenção de parar. Seu pau agora estava enfiado até uns três centímetros abaixo da cabeça e os garotos estavam mais e mais excitados ao perceberem que o jogador de futebol estava com uma enorme ereção, apesar da dor que sentia.

O cacetão de Clyde foi lentamente desaparecendo dentro do vão entre aquelas pernas musculosas. O saco de Clyde estava se aproximando do buraco redondinho e rosado daquele lindo garoto que estava sendo fodido pela primeira vez na vida. Finalmente o pau de Clyde desapareceu por completo nas profundezas do rabo do jogador de futebol.

John continuava gemendo, mas pensava que logo tudo estaria terminado.

De repente, os jovens viram Clyde pressionar o joelho contra a parte superior das pernas de John e lentamente retirar o pau até que só a cabecinha ficasse dentro enquanto o cu deflorado mordiscava a cabeça do pau dele. Isso deu a John um certo alívio, mas não por muito tempo. No instante seguinte, Clyde empurrou o corpo pra frente com toda a força o que causou no poderoso atleta uma convulsão e um tremor imenso de dor.

Desta vez John gritou e tentou se livrar do cacete monstruoso. Foram necessários dez braços fortes para segurá-lo no colchão.

Clyde, agora extremamente excitado, não ia deixar-se ser interrompido bem no meio da foda. Ele enterrou novamente o cacete. Seus movimentos tornaram-se mais regulares. Cada músculo no seu corpo estava em ação. Suas belas costas curvadas, a bunda num movimento pra cima e pra baixo. Às vezes seu abdômen afastava-se das costas do jogador de futebol e assim era possível ver seus pelos pubianos e parte do membro rígido. Então ele voltava a enfiar tudo no rabo de John como se quisesse enterrar até as bolas, enfiar o máximo que era possível enfiar.

Clyde encostou a boca nas costas de John depois subiu e levemente mordeu o pescoço musculoso. Virou a cabeça de John de modo que pudesse alcançar sua boca com a língua. Ele a encontrou e assim suprimiu seus xingos e suas súplicas.

Ele não esqueceu do fato de que não era permitido fazer John gozar. Ainda assim só o fato de ter o belo cacete daquele jovem garanhão nas mãos era muito excitante.

Logo Clyde sentiu que seu orgasmo estava próximo. Ele disse aos outros garotos para que não segurassem mais o John. Ele estava tão excitado que daria conta da força do atleta sozinho. Além disso, os movimentos de John para tentar se livrar o deixariam ainda mais louco de prazer. Seus movimentos se tornavam cada vez mais rápidos e ele não tinha absolutamente nenhuma piedade.

Lentamente ele puxava o pau o máximo que dava sem retirá-lo completamente e depois o enfiava o máximo que podia. Os esforços desesperados de John debatendo-se para tentar escapar deram a Clyde ainda mais prazer. O colchão parecia se mover, assim como o chão, ele queria prolongar aquela sensação deliciosa enquanto sua barriga roçava contra a bunda musculosa que se contorcia sob seu domínio.

Rápido, e mais rápido. Oh não, ele ia gozar. Então ficou imóvel. Manteve o pênis sensível bem lá dentro de modo que somente carne quentinha envolvesse todo o seu membro e ele não aguentou mais, o sêmen espirrou profundamente naquele buraco que tão desesperadamente lutava para se fechar. Parecia que seu pau estava sendo engolido num redemoinho. Ele estava tendo o orgasmo mais sensacional da sua vida. Era bom, ahhhhh, como era bom!

Depois de alguns minutos, Clyde saiu lentamente de dentro e John tocou o próprio rabo com a mão. Estava molhado e ainda doía. Clyde virou-se e deitou exaurido.

Capítulo 6

John ficou exausto depois dessa. Era verdade, ele não havia gozado, mas a foda foi forte e a dor no rabo era intensa. Ele ainda esfregava o traseiro, enfiando um dedo, não muito fundo, para tentar aliviar a dor, em pé, esperando qual seria o próximo comando.

– Sua vez, Peter – chamou Bill. – O que você escolhe?

– Bem, eu quero uma boa e caprichada mamada – exclamou Peter. – Você me deu uma antes, Bill, e isso fez eu querer mais uma.

– Tá certo – disse John, aliviado que desta vez pelo menos seu rabo não teria que ser usado. – Eu contei que nunca antes chupei um pau, mas eu acho que consigo fazer o serviço. Mas me diz, eu tenho que engolir a coisa?

– Claro que sim – foi a resposta imediata. – Engolir tudo até a última gota que sair do meu pau. E manter a língua enrolada na cabeça do meu pau até que eu tire da sua boca. Quero que você me chupe aqui sentado.

Peter se acomodou na cadeira com a bunda bem pra frente e as pernas bem afastadas.

– Agora ajoelhe-se e comece a me lamber. Levante meu saco e coloque sua língua no meu cu. Hmmm isso é bom! Mais fundo, por favor. Agora lambe minhas bolas e lentamente suba até a cabeça do meu cacete. Isso. Puxa a pele pra cima e enfia a língua dentro até alcançar o buraquinho de mijo lá dentro. Delícia. Fica assim até eu decidir enfiar meu pau na sua boca.

John seguia cuidadosamente as instruções. Da próxima vez, era ele que estaria no comando e ah, como ele ia se aproveitar disso. Ele não ia querer saber de “ah, você não fez isso quando você era escravo”. Além do mais, ele estava se satisfazendo com Peter. Ele era bonito com aquela sua pele escura e olhos castanhos que reagiam imediatamente ao toque da sua língua.

Peter estava pronto pra gozar porra pra todo lado e John podia senti-lo se mover como se tentando segurar o clímax.

Então Peter pegou o pau com a mão direita e com a esquerda abriu a boca de John. A cabeça do enorme membro desapareceu enquanto os outros garotos se acomodavam e se empurravam ao redor, cada um tentando ter uma visão melhor.

No início John engasgou, mas o dotadão lindo do Peter não forçou. Com a língua, John distinguia claramente o pequeno orifício através do qual logo mais o esperma certamente viria jorrando numa cascata. Logo John começou a se acostumar com a estranha sensação de um pau na boca. Na verdade, ele sentia tesão quando o pau do Peter pulsava cada vez que sua língua passava pelo supersensível ponto logo abaixo da cabecinha.

Peter, agora bem recostado na cadeira, movia o quadril pra cima e pra baixo, levantando levemente a bunda, enfiando o pau duro como pedra cada vez mais fundo na boca de John. John engasgou de novo quando a cabeça escorregadia passou para a garganta. Os movimentos de Peter tornaram-se mais rápidos. Seu quadril projetava o pênis pra dentro e pra fora. Todos os músculos da parte inferior do seu corpo estavam intensamente envolvidos na paixão daquele movimento. O pau saía da garganta e entrava de novo. John não conseguia manter a língua naquele ponto onde toda a luxúria e o prazer pareciam estar concentrados.

Os lábios de John sugavam toda a extensão do membro rígido, lambendo e apertando bem forte. De vez em quando ele colocava levemente os dentes naquele ponto onde a cabeça do pau termina.

Peter estava cada vez mais excitado, quase sem poder mais controlar suas sensações, jogando a cabeça pra frente e pra trás, sofrendo de uma agonia que somente os prazeres do sexo oral poderiam proporcionar. Ele fechou bem os olhos, como se quisesse se concentrar nas sensações da parte inferior do seu corpo. Agarrou o apoio lateral da cadeira com as mãos levantando o quadril bem alto de modo que o pau ficasse bem fundo na boca de John.

– Isso John, bem aí! Isso, encosta de novo bem aí. Para! Não, vai, vai, continua, continua.

Peter abria as pernas mais e mais. John as alisava com suas mãos fortes e sentia as tensas vibrações dos músculos da coxa de Peter.

Então Peter teve uma sensação incrivelmente prazerosa na parte inferior do abdômen, a mais incrível que ele já sentiu em toda a sua jovem vida. Ele tentou jogar a cabeça ainda mais pra trás. Seus olhos só mostravam o branco. Seu rosto distorcido na agonia da luxúria. Os movimentos sísmicos começaram na espinha, passaram pelos mamilos, as mãos, os pés e então convergiram para as suas bolas e subiram lentamente em direção à cabeça do seu pau que descansava naquela boca macia e úmida.

A gloriosa sensação tornou-se mais e mais forte, um espasmo dominou seu corpo, suas unhas se enterraram no forte pescoço que estava entre suas pernas. Ele não conseguia mais segurar, ele tinha que deixar-se levar! Ele tinha que esvaziar o saco, entregar-se à sensação.

John sentiu jatos de líquido quente saindo da cabeça daquele pau duro e inchado, e encheram sua boca. Ele sentiu um gosto estranho e salgado, e sentiu que era o momento de provar que ele estava jogando o jogo de corpo e alma e sem remorsos.

Peter continuou assim, pressionando a cabeça de John fortemente contra o pau que pulsava, acariciando os cabelos do jovem entre suas pernas. Ele não havia esquecido a ordem que tinha dado a John no início:

– Você engoliu tudo? Deixe-me ver.

Ele olhou para a boca aberta do jogador de futebol, fascinado pelos dentes brilhantes e perfeitos do jovem e isso foi prova suficiente de que John havia realmente seguido suas ordens.

Capítulo 7

Agora faltavam apenas Frank e Jerry para gozarem com John.

Quando Bill perguntou a Frank como ele gostaria que John o servisse, Frank anunciou que ele e Jerry gostariam de usar John juntos. Aquilo agradou os espectadores e John não pareceu se importar.

Logo depois de anunciarem a preferência, Jerry e Frank deitaram-se de costas. Enquanto John chupava o pau, o saco ou o mamilo de um deles, tinha que usar as mãos no outro. Então eles mudavam de posição de modo que John pudesse fazer um cunete em um enquanto ao mesmo tempo brincava com o cacete na portinha do cu do outro.

Pelos sons voluptuosos que penetravam o silêncio, parecia que o contato entre eles era delicioso e depois que os dois foram suficientemente chupados, beijados e cutucados, eles anunciaram o que queriam. Um iria comer John enquanto o outro ia ser chupado.

John esperava que Jerry fosse o comedor porque o pau dele era menor e John ainda não queria seu rabo novamente invadido e arrombado. Mas ele não teve sorte, era Frank quem iria comê-lo.

Frank fez John deitar de lado, a bunda virada pra ele. Jerry se posicionou do outro lado numa posição de 69 com John. Frank deu uma checada no buraquinho de John. Estava lambuzado do depósito de sêmen que ele levou de Clyde, então nem precisou colocar mais lubrificante.

Logo Frank começou a mover sua ferramenta na traseira de John. Jerry esperou para enfiar seu cacete pegando fogo dentro da boca de John quando ele desse o primeiro grito de dor.

– Ahhhh, ai, caralho, Frank, vai devagar, porra. Por favor... vai... devagar!

Então, assim que os gritos cessaram, Jerry abriu caminho através da boca macia com seu pau inchado e logo John estava fazendo conforme foi combinado.

A língua de John enrolou-se ao redor daquele pênis delicioso, circulando aquele ponto mais macio bem abaixo da glande, normalmente protegida pela pele da cabeça do pau de Jerry. Jerry se contorcia. John agarrou a bunda de Jerry e o puxou mais pra perto enterrando aquele sensível órgão masculino mais fundo dentro da sua boca quente e sugadora.

Ao mesmo tempo, a parte de trás do corpo de John estava em ação. Doía, mas era uma dor de prazer. Frank adorava comer e ele sabia todos os segredos para fazer com que o seu parceiro sexual aprendesse a gostar de dar. Ele empurrou o pauzão duro o mais fundo que podia logo no começo, sabendo que isso faria John pular de dor. E ele pulou. Isto e os outros movimentos e enfiadas eram como uma invasão de território que davam a Frank sentimentos de lascívia, dominação e poder que ele tanto desejava.

Os outros moleques olhavam cheios de tesão para esta super orgia bem na frente deles. Enquanto eles assistiam, mãos estranhas às vezes acariciavam seus membros eretos.

O musculoso e lindo John gemia enquanto o belíssimo Frank continuava a dar-lhe pau no rabo. Frank, os olhos fechados, proferia sons animalescos. Seus pensamentos e paixões estavam concentrados no membro supersensível. Jerry estava em outro mundo enquanto a língua de John e a boca quente brincavam no seu órgão abocanhado.

John, é claro, também estava adorando aquele estranho jogo. Seu membro estava firmemente ficando cada vez mais duro, quase no ponto de explodir, muito mais duro do que o de qualquer um dos outros jovens até aquele momento.

Frank agora metia o pau bem fundo no ânus de John com toda a força. A sua bunda movimentava-se pra frente e pra trás enquanto as mãos puxavam o quadril de John para mais perto.

Jerry estava se aproximando do orgasmo. Era evidente para os outros pela forma como ele revirava os olhos. Toda a parte inferior do seu corpo começou a enrijecer-se e a movimentar-se e a forçar na direção da boca sedenta de John.

“Caramba, ele pensou, que delicia, gostoso pra caralho! Quem mais nesse grupo poderia dar e chupar todos nós? Hein? Quem mais? Você é muito bom, John. Você enlouqueceu todos nós, John, e todos nós ficamos loucos por você. Só um jovem gostoso e macho como você poderia ter feito o que você fez, John. Mesmo que algum dos outros quisesse, eles não teriam conseguido, John.”

Neste ponto, Jerry não resistiu mais e começou a beijar a ereção de John, já que eles estavam numa posição de 69 e o membro de John estava tentadoramente bem à sua frente. Depois de beijar ele acabou lambendo. Depois mais beijinhos. “Eu preciso lamber essa cabecinha, John”, continuou pensando. “Eu tenho que fazer isso. E depois uma chupadinha”.

Os três pareciam ter esquecido a lei de Bill. Que lei? Foda-se a lei. Um beijinho, uma lambidinha, uma chupadinha não faz mal a ninguém.

Frank não pensava em mais nada a não ser enterrar cada vez mais fundo no rabo de John. Jerry, por outro lado, não pensava em mais nada além de se aproximar cada vez mais do seu clímax. O fato de que eles não podiam fazer John gozar não importava mais. Os três pareciam uma massa uniforme de machos enrolados uns nos outros em luxúria. Luxúria que não podia mais ser domada por leis humanas, e eles aguardavam a chegada de voluptuosas sensações que se aproximavam – a ejaculação – o sentimento de luxúria e desejo em cada parte de seus jovens corpos.

De repente Frank começou a soltar palavrões, que cresceram em forma de gritos e sensações delirantes. O orgasmo estava próximo e ele queria senti-lo por completo. Isto surtiu efeito em Jerry, que ficou tão excitado que enfiou o pau grosso de John inteirinho na boca e começou a chupar furiosamente.

Então algo aconteceu que os garotos nunca tinham visto antes. Aquela bola de carne humana parecia querer se misturar, cada pedaço repleto de luxúria.

Jerry tremeu e esticou as pernas percebendo que seu clímax estava começando a ser despejado na boca de John. Ele era uma delícia. Fodam-se as regras, caralho! Ele continuou sugando e mastigando aquela carne quente e suculenta de John, saboreando cada pedaço daquele longo e grosso pedaço de carne pulsante.

Então, diante de todas as testemunhas, John se contorceu, girou o corpo, arqueou as costas tão cheio de tesão que todos os olhos dispararam da massa de corpos para Bill e novamente para os três no colchão.

– Ahhhhh que delícia, – John gritava – caralho, que delícia!

O sêmen de Jerry estava escorrendo da boca de John quando ele sentiu o líquido quente de Frank começar a ser despejado dentro do seu rabo. A sensação foi o que causou um turbilhão no seu corpo forçando a saída do seu leite. John nunca tinha sentido aquilo, seu pênis vomitava sêmen em ondas que pareciam nunca mais acabar.

Gritos, rosnados, berros, suspiros nunca vistos antes preencheram o celeiro. Então, lentamente, os corpos caíram cada um para um lado e se separaram exaustos e satisfeitos, completamente sugados de todas as suas energias.

Naturalmente que os outros jovens no celeiro imediatamente perceberam as terríveis consequencias que este evento teria para Frank e Jerry, mas eles não quiseram estragar tudo isso diante do enorme prazer que sentiram. Todos eles se sentiam gratos. Afinal, John conseguiu fazer todos eles chegarem a um clímax incrivelmente prazeroso, liberando no final todas as suas emoções reprimidas.

Capítulo 8

Frank, Jerry e John ficaram ali deitados, imóveis por um longo tempo antes de qualquer um deles fazer qualquer tentativa de se levantar ou dizer algo.

Finalmente, Bill exclamou:

– Bem, rapazes, acredito que todos vocês tiveram uma puta de uma diversão. Mas vocês sabem o que foi combinado que aconteceria com quem fizesse John gozar. Então, quem fez que se levante.

Jerry e Frank ficaram de pé, cada um sabendo que eram responsáveis pelo que aconteceu.

– Bem, John, o que você acha disso? – Bill perguntou. – Foi com o teu pau que eles brincaram.

– Foram os dois que fizeram. Isso é tudo que eu posso dizer.

– Muito bem, então, – decretou Bill – os dois vão tomar o lugar de John. Alguém tem alguma objeção?

É claro que não houve objeções. Os outros jovens estavam adorando ter os dois jovens para fazer o serviço no próximo encontro quando todos iriam novamente derramar o precioso néctar. E nem Jerry nem Frank poderiam se opor, uma vez que ambos admitiram a culpa.

– Okay, próxima vez Frank e Jerry devem estar prontos para servir.

No próximo sábado o grupo se reuniu novamente no celeiro, ávidos e ansiosos esperando novamente pela orgia. John, claro, não ousaria chegar atrasado e perder o que Frank e Jerry teriam que fazer.

Eles estavam sentados confortavelmente em um semicírculo quando os dois provedores de luxúria da vez chegaram. Frank e Jerry ficaram em pé diante de John, que pelas regras era agora o mestre de cerimônias, e anunciaram sua rendição e desejo de servir.

– Certo, – falou John – mãos à obra.

Frank e Jerry abriram o zíper da calça e enfiaram a mão cada um na calça do outro, agarrando o pedaço de carne do outro. Puxaram e eles vieram pra fora, belos, mas ainda moles.

– Agora as bolas, – John ordenou.

Um pouco mais de movimento das mãos, puxando aqui e ali e elas também apareceram para que todos pudessem ver.

– Agora coloquem a outra mão ao lado do corpo e deem uma volta assim, se mostrem pra nós – acrescentou John.

Aquilo era estranho, apesar de na semana passada todos já terem visto tudo que era pra ser visto, isto ainda era algo novo e excitante para os espectadores. Eles foram obrigados a andar de um lado para o outro diante de todos os garotos. Foram forçados a pular de um pé só, o que fazia as bolas dos dois balançarem pra cima e pra baixo de uma forma sugestiva. Algumas ereções começaram a ficar visíveis através das calças dos outros jovens.

– Agora deixem eles duros – ordenou John.

Obedientemente, ambos começaram a bater uma punheta pro outro, o resultado magnífico ficando evidente para todos.

– Agora tirem logo a roupa toda, mas deixem-nas ao redor dos pés.

Eles ficaram ali em pé com as pernas de fora, mas as camisetas cobriam seus membros.

– Levantem a camiseta. Mais alto. Mais alto!

Primeiro apareceram o pau e o saco, depois o umbigo e finalmente os mamilos.

– Virem-se lentamente.

Com alguma dificuldade, porque as calças ainda estavam ao redor dos tornozelos, eles obedeceram e os espectadores admiraram as curvas daquelas nádegas, primeiramente de lado e finalmente de costas.

– Abaixem-se. Mais!

Para os dois, parecia que seus rabos estavam sendo oferecidos para a platéia.

– E agora, – disse John num tom terno, – é melhor vocês ficarem nus completamente. Andem logo! – ele se inclinou na cadeira, orgulhoso do seu momento, principalmente porque ele foi o escravo na semana anterior. – Agora nos diga de que modo vocês vão nos servir.

Os dois garotos, sem nenhuma roupa, ajoelharam-se para fazer o discurso de submissão. Eles falaram, mas não o que era esperado que falassem. Jerry disse que ele estava disposto a fazer qualquer coisa que pedissem pra ele, exceto que o comessem. Frank disse o mesmo em relação a chupar rola.

Estas declarações foram recebidas com explosões de gargalhada e gritos de “o que você pensa que está fazendo aqui?” Após uma rápida conversa, os cinco jovens de repente pegaram Jerry e o jogaram no colchão, sua bunda virada para cima bem visível para todos.

– Muito bem, vamos inspecionar essa delícia de buraco que está nos desafiando – disse um deles.

– Segura ele firme – gritou outro.

– Abre as pernas dele. Isso. Agora sim dá pra ver bem gostoso – disse outro.

John grudou os olhos no buraquinho enrugado bem no meio daquele convidativo rego. – É, rapazes, – observou ele – é bem apertadinho mesmo. – Ele meteu um dedo seco na abertura apertada. – Sintam ele, rapazes.

Jerry sentiu dedo após dedo forçar a entrada na mais íntima parte da sua anatomia. Só esse toque já o fez gritar de dor. – Se vocês me comerem, eu vou gritar até a cidade inteira ouvir – ameaçou Jerry.

– Você vai mesmo? Tudo bem, rapazes, segurem ele e me deem um pedaço de pau. Vamos dar a ele um motivo pra gritar de verdade!

Passaram-lhe uma ripa e ele começou a bater no traseiro nu e rosado do rapaz. Foram necessários os cinco para segurá-lo, principalmente sua cabeça, que era pressionada contra o colchão de forma que seus gritos fossem abafados e não fossem levados para fora do celeiro.

Depois de umas boas dez ripadas, John parou e perguntou:

– E agora? Você vai seguir as regras do clube?

– Sim, sim! Eu faço qualquer coisa, mas pelo amor de Deus, pare de bater em mim!

John levantou-se e tirou toda a roupa. O pau dele estava duríssimo. Ele olhou pra baixo para aquela bunda avermelhada e sorriu. – Agora eu vou ter o prazer de deflorar essa delícia de buraquinho apertado e virgem que você tem, Jerry, e você vai gostar.

Ele botou KY no buraquinho e no pau tamanho extragrande.

– Ah não, não, deixe que outro faça isso, não você John, com esse seu pau gigante, – implorava Jerry.

Mas os outros garotos estavam se divertindo com aquilo e seguraram ele bem firme enquanto ele se esforçava para escapar. Abriram suas pernas, um segurou o seu ombro firmemente no chão e outro forçou a cabeça dele no colchão.

John, que se lembrava muito bem da dor que sentiu uma semana antes, deitou o corpo inteiro sobre Jerry e seu membro enorme se aproximou do cu dele.

– Seria bem interessante se Frank viesse aqui por trás e me fizesse um belo de um cunete – disse John.

– Beleza – concordou Frank, sabendo as consequências se ele hesitasse por um momento. – Eu disse que faria tudo, menos chupar pau.

– Nós vamos resolver isso mais tarde, – disse John – mas agora enfie essa língua no meu cu. Delicia. Agora temos que furar o bebê aqui. Fica quieto, Jerry, eu posso te machucar se você continuar se mexendo desse jeito.

Jerry sentiu que algo se aproximava do seu buraquinho, mas ele não ia gritar. Ele mordeu os lábios, enterrou o rosto no colchão e encolheu os ombros esperando a penetração. O pênis de John agora estava pressionando o buraquinho... um pouquinho dentro do buraco bem lubrificado agora... um pouco mais... e então a dor pareceu insuportável.

– Aaaaaaaiiii, John, você está me machucando, cara! Não vou aguentar! Me larguem seus filhos da puta!

– Abre bem seu rabinho – John sussurrou no seu ouvido. – Abre bem esse buraco como se você fosse receber um poste de luz nele, porra! – John pressionava mais forte naquela bundinha do esguio rapaz sob seu corpo, mas ele não conseguia botar pra dentro. – Caralho, como tu é apertado. Jerry, você não consegue abrir um pouco mais? Vamos lá, tente!

No entanto, tudo o que Jerry conseguia fazer era gritar:

– Eu te disse, porra, eu te disse antes de você começar. Eu te disse que você não ia conseguir entrar aí, caralho!

– Não consigo? Eu não consigo, tem certeza? – John respondia.

Ele tentou penetrar mais uma vez e o jovem Jerry gritou de dor, as lágrimas escorrendo pelo rosto. – Por favor, John, por favor, você não vai conseguir, cara! Você está me matando! John, por favor! Qualquer coisa, John, qualquer outra coisa, o que você quiser, mas eu não vou conseguir levar teu pau no meu cu, John. POR FAVOR!!!

Ignorando a súplica, John disse:

– Beleza então, vou ter que usar a força – e ele empurrou com toda a vontade. Ele podia sentir os músculos do buraquinho apertado de Jerry lutando para vencer aquela batalha já perdida contra sua poderosa ferramenta.

O cu de Jerry finalmente abriu passagem e deixou o pauzão quente deslizar pra dentro. Quando isso aconteceu, os pensamentos de Jerry lentamente se afastaram da dor, foram para algum lugar muito distante. Jerry estava mais ou menos ciente das fortes estocadas. Eram estocadas regulares do poderoso pênis de John entrando e saindo daquele buraco conquistado à força.

John não podia mais se conter e agarrou o pau de Jerry, que tinha ficado rígido e duro. Eles logo chegaram juntos ao clímax. Foi lindo! Eles gozaram juntos enquanto os outros garotos observavam, chocados por verem dois garotos gozarem tão rápido, e ainda por cima juntos, depois que um deles havia sido torturado pelo outro.

John foi o primeiro. Depois foi a vez de Teddy. E assim foi até que seis paus penetraram o rabo apertadinho do pequeno Jerry. Nunca mais Jerry ia dizer que não conseguia levar rola no cu.

E então foi a vez de Frank. Depois que os garotos terminaram, Frank não conseguia mais dizer que não chupava rola.

Os desejos sexuais de todos eles foram realizados e trazidos à tona. Nunca mais um membro daquele clube teve medo de ser fodido ou chupar outro membro. Nenhum deles tinha mais essa coisa de não permitir que outro membro fizesse algo. Semana após semana e mês após mês aquele clube particular continuou em segredo, o mundo secreto deles, o seu modo de aproveitar a vida.

FIM

Comentários (8)

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  • em 11-03-2019 às 00:44 Biel
    ué mano, cadê o Bill e o John fodendo?
  • em 22-02-2019 às 01:38 Fabian
    Algum coroa passivo da zona sul de sp?KD o WhatsApp
  • em 18-02-2019 às 00:09 Lindo
    quero andar Alguém tem que comer Estou com muita vontade
  • em 22-01-2019 às 01:37 Quero pau
    Whats 54999406047 chamem
  • em 14-01-2019 às 16:10 Caio
    Uai, esperei os vinte minutos do Bill com o John e não foi relatado!
  • em 12-01-2019 às 16:00 Eric
    ue, ei pensava que iria rolar uma super foda do John com o Bill
  • em 31-12-2018 às 08:18 Gabriel
    Gente para ativos interresados meu número é 62985844852
  • em 01-12-2018 às 20:59 Ivo/BH.
    lindo o conto! Adorei. Bruno também estou em Belo Horizonte, me chama no zap 31992005711.