Marias, Mahins, Marielles, Malês

Samba-enredo da Mangueira homenageia Marielle Franco.

por Redação MundoMais

Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2019

O samba-enredo da escola de samba Estação Primeira de Mangueira para o Carnaval de 2019 fará homenagem à Marielle Franco, vereadora do PSOL do Rio de Janeiro que foi assassinada a tiros junto com o motorista Anderson Gomes.

O enredo da escola – História pra ninar gente grande – tem como tema a “história que a história não conta” e o samba "Eu quero um Brasil que não está no retrato".

“Brasil, chegou a vez de ouvir as Marias, Mahins, Marielles, Malês”, diz o refrão.

Comentários (6)

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  • em 21-01-2019 às 17:07 Jorge Jorge
    E depois, quando corre do debate, ri.
  • em 16-01-2019 às 21:44 64 nunca mais!
    kkkkkkkkk (risos)...
  • em 16-01-2019 às 17:25 Jorge Jorge
    64, meu amor, você fala muita, mas muita bobagem. Queira me desculpar. Só na cabeça oca da esquerdopatia, desacostumada desde sempre à crítica e à opinião contrária, que sempre soube sufocar, está apagado, ou de alguma forma tolhido, o debate crítico no Brasil, tanto que esquerdopatas, como você, continuam - e têm pleno direito de fazê-lo - a emitir opiniões esquerdopatas as mais variadas. Não há tempos sombrios, querido. Deixe de ser idiota útil de Antonio Gramsci. Tempos sombrios foram aqueles que a esquerda,e m sua história, protagonizou aos homossexuais, que matou feito bichos nos paredões das piores ditaduras que promoveu (Che Guevara e Fidel são apenas exemplo clássicos, já que todos os regimes comunistas mataram gays em escala, inclusive nesta nossa tentativa tupiniquim de comunismo, promovida pelo PT, período no qual a violência aos gays aumentou). De modo, meu amor, que você, definitivamente, deve ser mais cauteloso nas intervenções, um tanto líricas, eu diria, que promove aqui.
  • em 16-01-2019 às 14:03 64 nunca mais!
    Brasil, meu dengo a Mangueira chegou com versos que o livro apagou, desde 1500 tem mais invasão do que descobrimento, tem sangue retinto pisado atrás do herói emoldurado, mulheres, tamoios, mulatos eu quero um país que não está no retrato. Em tempos sombrios, de extrema direito no poder, de destruição do pensamento crítico e de qualquer pensamento, a Mangueira espalha a resistência através da arte. Brasil, o seu nome é Dandara.
  • em 16-01-2019 às 10:53 Jorge Jorge
    Porque, ao contrário do que advogam intelectuais de boutique, aqueles mesmos que ganham altos salários de universidades públicas e nunca subiram ao morro, 99% das pessoas pobres, estejam em favelas ou não, são honestas. Ser pobre, academia brasileira, não é passaporte para ser bandido. Essa vitimização que vocês pregam é nojenta e vem sendo rechaçada pelo povo a cada dia.
  • em 16-01-2019 às 10:51 Jorge Jorge
    Justíssimo! É de se esperar que as escolas do Rio, incluindo a Mangueira, não tenham, nem à distância astronômica, qualquer espécie de patrocínio de origem ilícita, porque, se assim não for, então estaríamos tratando aqui de um caso deliberado de profundo cinismo, no qual aquele que advoga a paz alia-se à guerra. Deixo claro o seguinte: não estou acusando ninguém. Acredito na licitude dos recursos, públicos e privados, que fomentam o carnaval carioca. Estou apenas dizendo que a clareza desse evento é de fundamental importância para o Brasil que queremos. Para que não ocorram mais os crimes da gravidade do de Marielle.