Meu colega policial militar

Sou policial civil e trabalho numa delegacia. Sempre recebo policiais militares que levam ocorrências das ruas e um dia chega esse PM que eu ainda não conhecia.

por Costa

Quinta-feira, 20 de Agosto de 2020

Logo que passei no concurso da Polícia Civil, achei que aquilo não era exatamente o que eu queria da minha vida. Pra ser sincero, estou longe daquele estereótipo de policial que a gente vê por aí.

Apesar de todas as críticas e dos problemas da profissão, acabei por gostar do que faço e acreditem, existem muitos que tentam trabalhar da maneira mais correta possível. Acho que posso ser considerado um desses, motivo pelo qual evito maiores conflitos com os policiais militares, responsáveis pelo patrulhamento ostensivo e que levam as ocorrências até a delegacia.

Apesar de estarem trazendo mais uma carga de serviço pra gente, eles também estão fazendo o seu papel e felizmente nunca tive problema com nenhum deles. Por isso, minha única questão envolvendo um colega de farda foi quando conheci um soldado que me encantou desde do momento em que o vi pela primeira vez.

Lógico que devido ao ambiente muito preconceituoso em que vivo, nunca revelei pra ninguém no trabalho sobre minhas preferências sexuais por homens. Evito deixar transparecer o interesse. Por não ser nada afeminado, consigo passar ileso pelos comentários dizendo que não namoro, por exemplo. Digo que saio com prostitutas e assim afasto qualquer dúvida a respeito da minha masculinidade.

Então um dia entra aquele policial militar jovem, branco, alto, rosto sério, apresentando uma ocorrência. Ele foi muito profissional e enquanto relatava a ocorrência, eu não conseguia parar de imaginá-lo de uma maneira mais interessante. Notei o volume da pica dele na calça da farda e foi preciso muito esforço para parar de pensar naquilo.

Ele disse que era novo naquela companhia e discutimos sobre essas transferências que aconteciam a todo momento. Era ruim se apegar aos colegas ou ao lugar porque estavam sempre mudando.

Foi difícil controlar o tesão. É claro que eu o trataria com o mesmo respeito dedicado aos outros policiais de farda e nada demais aconteceria.

No entanto, nas próximas vezes em que ele apareceu na delegacia para trazer novas ocorrências, comecei a ficar mais íntimo dele. Acho que ele também foi com a minha cara. Não digo que nos tornamos melhores amigos, mas sim bons colegas.

Um dia, como eu sempre o atendia muito bem, ele acabou me convidando para uma confraternização. Era um churrasco que os policiais da companhia dele iam fazer e eu havia sido lembrado como um dos poucos "civis" para participar daquele encontro.

Hesitei se devia ir, mas ele insistiu e cedi ao convite. Foi uma reunião bacana, os policiais militares tem grande senso de humor e acabei quebrando alguns dos meus próprios preconceitos em relação a eles. Existe uma certa rivalidade entre policiais militares e civis.

Meu amigo policial estava lá, então conversamos mais à vontade fora do ambiente de trabalho, o que somente serviu para aumentar nossa afinidade.

Com o passar do tempo foi ficando comum a gente trocar mensagens e telefonemas convidando um ao outro para sairmos durante nossas folgas, geralmente com outros amigos policiais.

Um dia ele me chamou para passar um final de semana na praia com a galera. Aquele final de semana eu estaria de folga também e não teria nada pra fazer. Aceitei o convite e acabei sendo o único civil no meio dos policiais militares.

Foi muito divertido, tomamos cerveja e jogamos bola na praia. Ao ver o peitoral do meu amigo sem o uniforme, fiquei louco. Ele era peludo e ficava mais másculo ainda quando soltava palavrões durante o jogo. Ele estava muito feliz naquele dia.

Quando voltamos, peguei carona com ele e um outro policial que também era gente boa. Eu não tenho carro e achei muito legal da parte dele querer deixar a gente em casa.

O outro cara desembarcou primeiro e então fomos para o meu endereço. Moro em uma vila com minha família e quando chegamos, eu falei pra ele que ainda estava a fim de tomar outra cerveja e o convidei para entrar.

Ele a princípio disse não, mas respondi que fazia questão e ele então entrou. Eu já estava bem alcoolizado e excitado com sua presença e nem consegui esconder o meu entusiasmo quando o apresentei aos meus pais. Conversamos todos juntos na sala e depois meus pais foram dormir.

Finalmente sozinhos, terminamos de beber as latinhas de cerveja que estavam na geladeira. O meu amigo percebeu que já era tarde e digitou uma mensagem para a mulher no celular dizendo que já ia chegar.

Quando fomos nos despedir, ele agradeceu a companhia e eu disse que eu que tinha que agradecer pelo convite, que fiquei feliz pela consideração e que o achava especial. Coisas de quem bebeu demais. Ficamos até comovidos e trocamos um forte abraço.

Foi impossível evitar, mas minhas mãos acabaram acariciando aquele rosto viril e ele ficou paralisado, não entendendo muito bem o que tinha sido aquilo. Eu continuei e como já estava bêbado, acabei confessando que sentia algo por ele.

Ele ficou visivelmente alterado, a respiração ofegante, e tentou se desvencilhar de mim. Disse que eu estava confundindo as coisas, mas afirmei que não que sabia muito bem o que queria.

Ficamos em silêncio por alguns instantes. Eu não acreditava que havia feito aquela confissão absurda e procurei retomar o controle. Quando me dei conta, as lágrimas já escorriam pelo meu rosto. Ele se aproximou e com ternura enxugou meu rosto com um dedo.

– Ei... não precisa ficar assim. Eu não podia imaginar que você...

Peguei a mão dele e a beijei. Coloquei um dedo nos seus lábios impedindo-o de falar. E então tomei a decisão mais inusitada da minha vida. Encostei levemente meus lábios nos dele. Para minha surpresa, ele acabou correspondendo. Eu havia despertado o desejo naquele homem. Ele parou e riu baixinho.

– Cara, eu nunca podia imaginar... você é viado...

– Eu sou homem, sinto desejo por homem e você é o que mais desejo agora.

Voltamos a nos beijar, agora de forma mais intensa, com paixão.

Levei-o até o meu quarto, que ficava no andar de cima do sobrado da casa, que agora estava silenciosa. Ninguém iria nos atrapalhar. Tranquei a porta e ficamos sozinhos, como eu sempre quis.

Sedento de vontade daquele homem, fascinado pela sua beleza, acariciei-o, principalmente no peito e o beijei muito. Enquanto tirava sua camiseta, passei a língua nos seus mamilos e beijei o tórax daquele homem. Fui descendo com a boca pelo peitoral peludo e me ajoelhei. Arranquei seu calção e até a cueca foi junto.

Diante de mim estava o cacete do policial exatamente como eu havia imaginado. Ele era avantajado e a glande era vermelha e apetitosa. Coloquei-a na boca com cuidado, saboreando o líquido do prazer do meu macho, sorvendo tudo, ficando inebriado com o cheiro dos pelos pubianos, mas não consegui colocar toda a pica na boca.

Quando ouvi os gemidos de prazer dele, soube na hora que estava fazendo tudo certo. Lambi também seus bagos e aí ele puxou minha cabeça e me encarou. Pediu para eu tomar cuidado para não machucá-lo.

Voltei para o pau e desta vez ele empurrou o cacete na minha boca e passou a foder e a me dominar. Falava putaria, me chamava de viado, vagabunda, cadela louca por pica. Delirei de prazer em ser subjugado por um macho como aquele. Ele perguntou se eu estava gostando e eu só fiz que sim com a cabeça.

– Então, sua vagabunda. Vou foder sua boca como você nunca imaginou.

Segurou meu rosto de forma bruta, estocando o cacete até o fundo da minha garganta. Ficou um bom tempo assim até que eu quase sufoquei.

Eu estava decidido a fazer o que ele quisesse. Ele poderia fazer eu engolir toda a sua porra se ele quisesse.

Ele me mandou parar o boquete e disse que pelo jeito eu já estava acostumado a mamar. Deu um tapa no meu rosto que chegou a estalar. Falou que eu era muito ordinária, por isso iria levar pica de um homem como ele pra jamais esquecer.

Como resposta, dei mais um beijo na cabeçorra da jeba e ele perguntou se eu tinha alguma coisa pra lubrificar o rabinho. Fui até a cozinha e peguei um pouco de margarina e voltei para o quarto. Meu homem ainda estava com o pinto endurecido, mas mesmo assim ainda punhetei um pouco aquele cacete tesudo.

Foi a minha vez de tirar a roupa. Tirei tudo com tranquilidade, ele acariciou meu peito e trocamos um novo beijo. Ele me mandou deitar na cama e ficar de quatro. Obedeci meu homem. Para minha surpresa, ele foi abrindo minha bunda e enfiou a língua no meu cu. O meu anelzinho passou a pulsar e ele comentou que já havia entrado muita rola ali, mas que eu jamais iria esquecer a dele. Ele dizia que era o macho da minha vida.

Foi introduzindo um dedo e doeu. Passou margarina no meu buraquinho e salivou mais um pouco. Quando dei por mim, implorava para ele me possuir com sua ferramenta. Ele riu, deu um tapa na minha bunda, me xingou mais uma vez e passou a cabeça da rola no meu buraco. Foi introduzindo lentamente o cacete em mim e quase perdi o ar. Ele tapou a minha boca e continuou o trabalho. Minhas entranhas foram se acostumando com a pica do meu macho e eu fui esquecendo a dor e rebolei lentamente no caralho.

O meu homem então passou a estocar firmemente o caralho em mim. Tirava e botava, sem dó, enquanto soprava palavrões no meu ouvido e fazia roçar sua barba por fazer na minha nuca.

Ele parecia ter um fôlego de leão. Socou gostoso, estocou o quanto quis, perguntando se eu estava feliz em ter um macho como ele dentro de mim.

– Me come, seu puto, me fode! – eu dizia baixinho.

– É isso que você quer, né seu viado, seu arrombado!

– Me fode, me faz sua puta! – eu dizia enquanto sentia aquele caralho todo dentro de mim.

Ele agarrou meus cabelos e falou que eu era a piranha mais vadia que ele já tinha comido. Foi a felicidade pra mim.

Rebolei gostoso naquela pica até que ele não aguentou mais. Recebi todo o líquido, toda a porra armazenada no seu saco, que ainda escorreu pelas minhas pernas.

Limpei com a boca a cabeça da jeba do meu policial e ele me deu mais um tapa no rosto. Falou que tinha mostrado como um homem de verdade fazia com uma vagabunda.

Tomamos uma ducha juntos e ele foi embora.

Após aquela entrega louca, não me restou alternativa. Solicitei transferência no dia seguinte. Fiquei com medo e queria evitar um contato de trabalho com ele. Fiquei temeroso de outras pessoas descobrirem nosso segredo. Mas se ele quiser repetir a dose, já sabe o caminho de casa.

Comentários (2)

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  • em 21-08-2020 às 03:22 Henrique
    Da um tesão lendo
  • em 20-08-2020 às 23:31 zequinha
    Gostei da química que surgiu entre dois, esses fatos realmente acontecem quando menos se espera. SUGESTÃO: coloquem mais contos, sinto a maior tesão quando os leio.