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O Domador de Cavalos

Um gaúcho costumava me dar aulas de equitação no clube e um dia fui procurá-lo e ele estava tomando banho.

por Kevin

Sexta-feira, 28 de Agosto de 2020

Quando eu era mais novo, fazia aulas de equitação no clube da minha cidade. Ia quase todos os dias para lá pois o clube era perto de casa e meu pai me pegava de noite. Lá trabalhava muito peão e tinha um especial.

O Gaúcho. Ele era baixinho, com uma barriguinha saliente, pernas grossas da montaria, um braço definido, pouquíssimos pelos debaixo do braço, sem barba, sem pelos no peito, lisinho. Apesar de gaúcho, ele era moreno e tinha olhos negros. Ele era muito querido do meu pai, pois sempre se preocupou comigo. Quando meu pai não podia me buscar, ele jogava o capacete no meu peito e falava:

– Coloca isso aí, guri. Teu pai mandou te levar pra casa.

– Gaúcho, tu sabes que tenho pavor de andar de moto – eu dizia enquanto colocava o capacete e subia na moto.

– Aaaaah, guri, larga se ser medroso. Já basta tu encaixar em mim, agora quer ir agarradinho? Bah, guri. Sai fora...

– Porra, Gaúcho...

Mas eu nunca resistia. Quando ele dava o primeiro arranque com a moto eu abraçava ele por trás e ia engatado nele até em casa. A viagem era de uns cinco minutos. Com o tempo, comecei a perceber que quanto mais eu apertava ele de medo, mais rápido ele ia e quanto mais próximo da cintura eu o segurava, mais devagar ele ia...

Um dia meu pai liga no meu celular e diz:

– Meu filho, não vou poder te pegar, pede pro Gaúcho te trazer. Vou me atrasar na reunião.

– Tá, pai, até mais tarde.

Fui puto da vida falar com o Gaúcho. Quando entrei no corredor dos cavalos que ele tomava conta, percebi um vapor saindo da porta do quarto dele. Ele estava no banho.

Comecei a espiar pela porta entreaberta. Tinha uma bundinha lisa, morena e dura. Ele se secou e quando saiu meu coração acelerou. Me escondi bem atrás de uma parede e esperei ele sair. Rezei para ele entrar no quarto e não vir na minha direção.

Ele virou para o quarto e eu fui atrás. Quando ele percebeu, se virou e disse:

– Bah, guri. Que susto. O que fazes?

Antes dele terminar a frase eu coloquei a mão por baixo da toalha e peguei no pau dele. Meio duro, meio mole, acho que uns 16 ou 17cm.

– Que isso, guri?

– Desculpe, não sei o que estava pensando – falei, mas sem tirar a mão.

– Cristiano, enlouquecestes?

– Não é de hoje, Gaúcho, e você sabe. Eu sei que sabe.

– Guri, teu pai… ele disse fechando os olhos, tirando a toalha e me puxando para dentro do quarto.

– Ele pediu para você me levar em casa. Vai atrasar em uma reunião, não tem hora pra chegar.

– Guri, solta meu pau, guri, senão não respondo por mim – ele falou isso com a voz trêmula e o pau ficando cada vez mais duro.

– Só tá nós dois aqui no teu quarto.

– Bah, guri.

Ele então me forçou a ajoelhar e socou o pau na minha boca. Ele era bruto, mas aos poucos eu fui adequando o boquete no ritmo dele e a coisa foi ficando boa. Ele caiu para trás, na cama, tirando o pau da minha boca e disse:

– Tira a roupa, guri, vem. Quero chupar teu cu.

Tirei a roupa e pulei na cama. Ele me virou num 69 delicioso. Como éramos quase do mesmo tamanho a coisa fluiu bem, eu chupava o pau dele feito um bezerro desmamado e ele chupava meu cu. Não tocava no meu pau, até colocou a toalha no meio para que não tocasse nele.

– Vem, guri. Fica de pé.

Levantei e fui de frente para tentar beijá-lo. Ele me pegou pelo braço, me virou de costas e disse:

– Guri, não sou viadinho igual a ti. Não beijo macho, não chupo pau. Mas tá cada dia mais difícil de achar uma piranha que gosta de dar o cuzinho. Se tu quiser paro agora e te levo pra casa. Mas só quero socar o pau na tua boquinha de veludo e socar nessa tua bundinha adolescente.

– E quem disse que eu quero que pare? Faça o que quiser de mim, Gaúcho. O que quiser.

– Assim que eu gosto, guri. Então ajoelha e abre a boca.

Caí de joelhos e ele socou a rola na minha boca novamente. Ficou assim por mais uns minutos e depois me mandou levantar e ficar de costas pra ele, com os braços na parede.

– Fica assim.

Ele pegou uma camisinha, colocou no pau, cuspiu na mão, tampou minha boca com a outra e socou dois dedos molhados de cuspe no meu cuzinho, de uma vez só.

– Não grita, guri. Senão coloco a mão inteira, sem cuspir, no seco. Aguenta os dedinhos porque assim tu aguenta meu pau.

Ele deixou meu cu relaxado, pois no começo doeu, mas depois ele foi carinhoso. Colocou o pau no meio das minhas pernas e disse:

– Guri, preste atenção. Se eu começar a te foder, não vou parar. Gosto demais de ti, guri. Gosto mesmo. Tu és meu garotinho aqui no clube. Não deixo ninguém falar nada sobre ti ou fazer nada contra ti. Não quero te machucar ou fazer alguma coisa que tu não queira.

– Gaúcho, faz tempo que te desejo, faz tudo o que tu tem que fazer. Sou teu garotinho, sou teu.

Aquilo foi o suficiente pra ele enlouquecer. Mesmo sedento de tesão ele fez valer tudo o que disse. Foi carinhoso, colocou só a cabecinha e foi entrando devagar. Eu gemia baixinho, não só porque ele estava com a mão na minha boca, mas também porque ele estava sendo cuidadoso. Fez alguns movimentos de vaivém, com carinho e cuidado. Depois de um tempo ele chegou bem no meu ouvido, escorrendo suor e disse:

– Já se acostumou comigo dentro de ti, meu gurizinho? Hein? Já tá sentindo teu Gaúcho te invadindo? Hein?

– Sim, Gáucho. Já tá tudo dentro, sinto cada centímetro do teu pau duro dentro de mim.

– Agora, gurizinho, tu vai ser minha putinha.

Ele me agarrou pela cintura, tirou o pau de dentro e me jogou na cama, de barriga pra cima. Ajoelhou-se na cama, colocou os meus joelhos sobre os braços dele e me deixou de frango assado. Xingou alguma coisa que eu não entendi e socou de uma só vez o pau dentro de mim.

Fiquei vendo estrelas, doeu muito. Mesmo estando já relaxado pelos movimentos carinhosos dele, ser invadido naquela velocidade me fez gemer muito de dor. Ele ignorou e continuou a socar a rola em mim. Socou com força e ignorância. Todo aquele carinho que ele tinha apresentado, desapareceu. Ele passou a me tratar como uma putinha mesmo.

Com movimentos rápidos, ele me virava de um lado para o outro, me colocava de quatro, apertava meus ombros com muita força e socava a rola em mim. Cheguei em um momento onde só sentia prazer. Quando eu estava quase pedindo – ou melhor – implorando para ele parar, ele se jogou em cima de mim, passou seus braços por debaixo das minhas axilas e colou o corpo contra o meu. Eu sentia o suor da pele dele se espalhando em contato com a minha. Sentia a pele dele fervendo nas minhas costas. Ele colou a boca molhada de suor no meu ouvido, mordiscou minha orelha e disse:

– Guri, não aguento mais, tua bunda é deliciosa. Vou gozar, gurizinho…

– Goza, Gaúcho, faz o que tu quiser.

Na mesma posição ele começou a subir a bunda e descer em movimentos mais lentos só que mais fortes. Sentia seu pau sair do meu cu quase que inteiro, e sentia ele entrar de uma só vez, me rasgando por dentro. De repente ele parou, começou a tremer e senti seu pau inchar dentro de mim.

– Aaaaahhhhh, guri! PUTA QUE PARIU!

Ele tirou o pau de dentro de mim, caiu para o lado, com o pau duro feito pedra e perguntou se eu tinha gozado. Falei que não e ele me perguntou como eu queria gozar, pois eu merecia gozar do jeito que eu quisesse. Ele ainda estava com o pau duro e ainda de camisinha. Falei:

– Põe teu pau dentro de mim de novo, me abraça por trás, me fodendo bem devagar e cuida de mim.

– Pode deixar, meu garotinho.

Ele colocou o pau ainda duro pra dentro com carinho e ficou me fodendo bem devagar. No meu ouvido ele falava:

– Vai, meu gurizinho, vai meu garotinho, goza pra esse gauchão, goza. Goza com minha rola dentro de ti, meu guri… Vai que eu quero ver leite saindo de ti, quero ver tu gozar e saber que esse gaúcho te fez sentir assim… Vai, Guri, Vaaaaaai…

Eu começei a contrair o corpo, a apertar o pau dele com o cu e gozei. Gozei muito, como nunca tinha gozado antes. Ele me amparou, me abraçou e me cobriu com seu corpo. Nunca imaginei que ele seria assim com alguém.

Levantamos, tomamos uma ducha fria e ele não tocou no assunto. Ficou o tempo todo em silêncio. A moto dele ficava bem próxima da porta do quarto. Terminamos de nos vestir – eu usava sempre uma calça bem justa por causa da montaria e uma blusa polo que era uniforme da equipe – e ele chegou e arrumou a gola da minha camisa.

Colocamos os capacetes e ele ligou a moto. Antes de arrancar, apoiando a moto com os pés, ele pegou os meus dois braços, me fez segurar meu pulso direito com a mão esquerda e colocou minha mão direita no pau dele, por cima da calça.

– Agora vai ser sempre assim, guri.

Eu sorri, acho que ele percebeu pelo capacete, não tenho certeza. Me deixou em casa e na hora que eu desci da moto meu pai chegou junto.

– Mas isso são horas de chegar, Cristiano? – disse ele.

– Pai… eu e o gaúcho, nós…

– Estávamos conversando sobre cavalos, patrão. Estava ensinando a ele algumas coisas sobre o tratamento de cavalos, como cuidar de cada um… coisas do ramo, patrão, minha culpa. Desculpe.

– Que isso, Gaúcho, se ele estava com você, eu fico despreocupado.

Entrei sorrindo por dentro enquanto meu pai ficou no portão de casa conversando com o Gaúcho. Mal sabia ele da surra de rola que o filho tinha levado.

Nossas brincadeiras se repetiram algumas vezes. Parei de me encontrar com ele quando, uma vez, ele me pediu dinheiro para me comer de novo. Achei aquilo estranho e acabei me magoando, pois acho que estava gostando dele. Nunca tinha me sentido assim.

Saí do clube pois mudei de cidade e nunca mais o vi. Mas ainda lembro das nossas brincadeiras.

Comentários (5)

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  • em 24-10-2020 às 20:32 Carlos
    Legal o conto..quem quiser conversar c_gustos@hotmail.com
  • em 13-09-2020 às 23:13 zequinha
    mundo mais quando terá um outro conto?
  • em 29-08-2020 às 22:36 Marc brother 100
    Legal, mas quem não gosta de áudio não escute. Cada um com seu gosto!!!
  • em 29-08-2020 às 01:52 Glazaro
    Muitoooo bom
  • em 28-08-2020 às 23:35 Zequinha
    Faltou mais um pouco de emoção neste conto. Mais gostei. Mundo mais deveria publicar mais contos gays sem ser audio. agente lendo sente mais tesão