O estagiário e o café com leite

História real de quando eu tive um estagiário na empresa. Ele era hétero e mesmo com minhas cantadas sempre deixou claro que não rolaria nada. Até que um dia...

por Felipe

Quarta-feira, 23 de Setembro de 2020

Meu nome é Felipe, tenho 29 anos, 1,78m de altura, 78kg, moreno, não tenho um corpo malhado, mas me acho um pitelzinho. O que vou contar aconteceu de verdade há uns dois anos com um colega de trabalho, o Rodrigo. Ele era um rapaz alto, na época com uns 21 anos, pele clara, olhos num tom de castanho esverdeado, estilo garotão universitário.

Trabalhamos em uma empresa na qual sou o responsável pelo setor administrativo e financeiro, e ele um estagiário.

Desde que ele começou a trabalhar na empresa, sempre o achei um cara muito atraente. Até cheguei a sonhar com ele.

Um dia eu tomei coragem e falei pra ele dessa minha atração. Mandei uma mensagem falando dos sonhos que estava tendo e da grande atração que tinha por ele. Quando ele visualizou a mensagem, confesso que a minha vontade foi de não ter enviado. Meu coração disparou, tive uma tremedeira e comecei a suar quando vi que ele estava escrevendo uma resposta.

Ele disse que gostava muito de mim, mas como um amigo e uma inspiração profissional, mas que ele não curtia essas coisas, que tinha namorada, mas que me respeitava muito e ficava muito lisonjeado com os elogios que eu tinha mandado. Disse que não aconteceria nada.

Foi um balde de água fria, mas eu pedi desculpas pela mensagem e disse que eu tinha que ter falado porque não estava mais aguentando guardar aquilo. Mesmo não rolando, achei super compreensivo da parte dele. Disse que ele poderia ficar tranquilo e que nada o prejudicaria no trabalho.

Eu sempre chegava na empresa, fazia um café e ia até o mercado que ficava a uma quadra de distância da empresa para comprar pão pra todos tomarmos um café da manhã. Como eu andava meio estressado, resolvi não fazer mais isso. Passaram um dia, dois dias, uma semana... até que algumas pessoas vieram perguntar o que tinha acontecido. Eu disse que estava cansado e que daquele dia em diante ia trazer o meu café de casa mesmo.

Alguns dias depois o Rodrigo chegou em mim e me pediu um pouco de café, pois ele estava com saudade de beber do meu. Eu não consegui negar para o meu amor platônico e dei de boa, mas isso acabou se tornando um costume pra ele.

Um belo dia ele estava um pouco pra baixo e eu perguntei o que estava acontecendo. Ele me disse que tinha brigado com a namorada e que iam dar um tempo. Aquilo o tinha deixado muito chateado. Na hora nem pensei e soltei: "Se eu tivesse a sorte dela não deixaria você sozinho". Senti meu rosto ferver de vergonha. Ele deu uma risada sem graça e levou na brincadeira falando que se ela não quisesse, encontraria outra garota pra meter logo logo.

Mais uma vez senti ele me cortar, mas alguma coisa me dizia pra não desistir. Passaram-se alguns dias e eu estava lá na correria do meu trabalho, mas com uma vontade louca de fazer um sexo gostoso. Vendo o Rodrigo ali perto de mim, eu ficava com mais tesão ainda. Ele chega perto de mim e pergunta:

– Tem um pouco de café aí? Preciso relaxar...

– Depende...

– Depende do que, doido?

– Te dou café e você me dá leite.

Nessa hora eu falei e gargalhei, mas por dentro estava me sentindo um verdadeiro idiota.

– Se tivesse leite aqui na empresa eu ia lá pegar, mas depois no almoço eu vou no mercado e compro pra gente.

Ele soube contornar na mesma hora.

Chegou o horário do almoço, todos da empresa saíram e ficamos só nós dois lá. Eu estava arrumando alguns documentos em um armário quando ele passou pelo pequeno espaço entre minha mesa e o armário, roçando na minha bunda. Senti um arrepio e fiquei de pau duro na hora. Ele perguntou:

– Você ainda quer o leite?

– Para... falei brincando. Não precisa ir comprar nada não.

– Eu sei que não precisa comprar nada. O leite que você quer é outro e ele já tá aqui.

– Oxi, mano... eu falei brincando...

Não consegui disfarçar o tesão que eu estava sentindo.

– Será mesmo? Por que você tá com esse volume na calça então?

– Hum... Pelo visto não sou só eu, né – falei apontando pra algo que parecia aumentar na calça dele. – Você vai me dar leite então?

– Depende...

– Hum... E o que é que você quer?

– Também vou querer uma rosquinha.

Naquela mesma hora eu parei o que estava fazendo e fiquei bem perto dele. Ele colocou a mão na minha cintura trazendo meu corpo para junto do seu e me deu um beijo. Caralho, que beijo.

Começamos a nos beijar loucamente, passando a mão pelo corpo um do outro, roçando um pau no outro sobre nossas calças e o dele tinha um volume muito gostoso. Comecei a tirar sua camiseta ainda nos beijando, desci para o pescoço, fui até aquele peitoral definido e com pelos finos que faziam um caminho reto e fino até o umbigo. Fui descendo, beijando e mordiscando aquele corpo até ficar de joelhos na sua frente.

Desabotoei sua calça olhando pra ele. Ele olhava pra cima e às vezes apertava os olhos e mordia os lábios. Que coisa mais gostosa, que sensação maravilhosa de desejo realizado.

Abaixei aquela calça preta social e me deparei com uma cueca boxer vermelha com algo guardado que estava prestes a sair. Dei umas mordidas e ele deu um gemido alto. Abaixei a cueca lentamente trazendo o seu pau pra baixo junto com o elástico da cueca para que quando eu a tirasse, ele saltasse para fora. Fui vendo aqueles pentelhos de garotão aparados provavelmente por maquininha, até que saltou para fora da cueca aquele cacete branquinho, reto, cheio de veias, com a metade da cabeça encoberta pelo prepúcio, com um melado que já saía daquele buraquinho.

Fiquei alguns segundos admirando aquela maravilha na minha frente que devia ter uns 18cm, nem grosso e nem fino, mas numa medida perfeita. Aproximei, dei um cheiro naquela obra e dei uma linguada no saco que ao meu toque se contraiu. Consegui tirar outro gemido daquele jovem estagiário.

Vendo como ele estava, não resisti e meti a boca naquele mastro. Era um pau macio. Ele gemeu "caraaaaaaaalho". Sorte que estávamos sozinhos. Mamei com gosto aquele pau e enquanto eu mamava, ele tirou minha camiseta e segurou minha cabeça, começando a fuder com a pica. Enfiava tudo e tirava, enfiava, segurava e tirava só quando eu estava engasgando.

Depois de alguns minutos mamando aquela rola, ele me levanta, me dá mais um beijo, me vira de frente pra parede ficando atrás de mim e me pressiona contra ela. Vai beijando e mordendo meu pescoço ao mesmo tempo que desabotoa meu sinto e minha calça cai no chão. Segura meu pau, que é torto para a esquerda e fica batendo uma punheta muito gostosa. Deu uns tapas na minha bunda e perguntou se eu ia dar pra ele. Eu disse:

– Come seu putinho, come. Vou dar gostoso pra você.

Ele começou a roçar aquela pica dura na minha bunda, segurando minha cintura e falando putaria no meu ouvido.

– Vai ser minha putinha, vai? Vai sentar no colo do seu macho aqui, é? Quem é seu macho? Faz tempo que você queria isso, né, filho da puta.

Eu só conseguia responder: “sim... ah-ham... isso...”

Peguei uma camisinha e dei pra ele. Ele a colocou, deitei na minha mesa de trabalho com as pernas pra cima e ele veio. Deu uma salivada na minha bunda e no pau e começou a forçar. Forçou uma, forçou duas, e na terceira entrou a cabeça. Dava pra ver o prazer que ele estava sentindo com aquele momento. Foi forçando até estar todo dentro de mim. Começou a bombar e continuava falando putarias e eu respondendo. Eu gemia e a cada gemido era uma estocada forte que ele dava, sem dó.

Aquele momento parecia que era mentira. Eu estava dando pro estagiário da empresa, o mesmo que me cortou algumas vezes dizendo que não curtia.

Depois de alguns minutos, fiquei de quatro na mesa e ele veio bombar de novo. Nós dois estávamos totalmente entregues ao prazer. De repente, escutamos um barulho já dentro da empresa. Ficamos parados. Eu tinha fechado a porta da sala.

Ouvimos as vozes de duas funcionárias que voltaram antes do previsto e ficaram conversando na recepção da empresa jogando conversa fora.

Nós gelamos e tentamos fazer o mínimo de barulho possível, mas o prazer e o tesão só aumentaram, aquela sensação de adrenalina, de sermos pegos no flagra. Aí que ele meteu com gosto mesmo.

Ele sentou na cadeira e eu no seu colo, de frente pra ele. Enquanto eu cavalgava, ele soltava uns gemidos. Nós nos beijávamos, ele segurava minha bunda levantando e descendo, abrindo pro pau dele entrar mais fácil. Falei que queria que ele gozasse na minha cara, mesmo sabendo o quão difícil seria me limpar depois.

Quando ele não estava aguentando mais, eu saí de cima e fiquei de joelhos. Comecei a mamar ele de novo, mamava e batia uma pra mim e uma pra ele, mas ele disse que não era pra eu gozar ainda.

Chupava aquele pau inteiro e logo percebi que ele começou a inchar. Ele gemeu:

– Eu vou gozaaaaaarrrrr... ahhhhh caraaaaaaaalho.

Ele soltou jatos de porra quente começando na minha boca e terminando no meu rosto e no peito. Depois ele me levantou e ficou de joelhos na minha frente. Disse que queria fazer o mesmo que eu fiz com ele e abocanhou minha rola. Que boca quente! Pra um hétero, ele mamava muito gostoso.

Eu não ia conseguir segurar muito tempo e avisei que logo gozaria e ele continuou mamando e batendo.

– Vou gozar, vou gozaaaaarrrr...

– Isso, goza...

Ele não tirou da boca e eu enchi a boca dele de porra.

– Aaahhh... Pooorraaa... Bebe tudo, isso...

Ele deixou limpinho. Levantou, me deu um beijo, colocamos nossas roupas e tentamos sair da sala sem sermos notados. A sorte é que as meninas estavam sentadas de um lado da recepção que não dava pra ver a sala onde estávamos. Fui ao banheiro e ele foi pra cozinha.

O resto da tarde nos tratamos normalmente como se nada tivesse acontecido. Ao dar o horário de ir embora ele veio me dizer que adorou aquilo tudo e que desde o primeiro dia que eu tinha dado em cima dele, ele tinha ficado curioso. Disse que se soubesse que teria sido tão boa, não teria deixado pra fazer no seu último dia de estágio.

Pois é, ele estava saindo da empresa. Foi uma decisão que ele tomou naquela semana, pois o contrato ainda venceria em três meses. Aparentemente ele havia encontrado algo melhor.

Ele me deu um beijo demorado e saiu. Quando estava saindo da empresa, uma das meninas que chegaram do almoço estava saindo também e me perguntou:

– Aproveitou bem seu horário de almoço hoje, hein...

Olhei pra ela, fiquei parado, e ela abriu um sorriso.

– Relaxa, só eu percebi quando saíram da sala.

Virou as costas e foi embora. Não sabia se ia atrás dela ou se ficava parado, só sei que aproveitei muito meu horário de almoço sim e faria de novo se tivesse a oportunidade.

Comentários (5)

Atenção: Insultos e comentários em desacordo com o tema poderão ser despublicados.

  • em 24-09-2020 às 21:49 Bh ativao
    Nossa k contos adoro mamada enrabar sentada.dlç demais
  • em 24-09-2020 às 19:01 Flávio sta Maria rs
    Aconteceu hoje no banheirao do centro fui da uma mijada quando cheguei tinha um guri devia ter uns 17 anos estava se acariciando fiquei bem ao lado dele como não tinha mais pessoas dei sinal pra ir pra cabine ao lado não demorou ele entrou já com o pau duração me abaixei e comecei chupando a cabeça chupava gostosa mente até que comecei a engulir mais não demorou já estava todo em minha boca ele falava baixinho quer leitinho e começou a socar até que sinto o esperma dele quentinho na minha boca ainda chupei mais um pouco tirei o caralho da boca cuspi na lixeira e ele sai rapidamente como se estivesse em fuga ah ele estava todo depiladinho e bem limpinho sou másculo bonito casado o próximo passo é dar , gaúchos deixem Skype que chamo
  • em 24-09-2020 às 09:57 RRAFAEL
    CONTO MARAVILHOSO
  • em 23-09-2020 às 23:27 Zequinha
    Sempre digo é muito difícil rotularmos a sexualidade de alguém
  • em 23-09-2020 às 21:41 Tom
    Até gostaria de gravar esse conto mas quem sabe uma hr crio coragem, muito bom o conto acho que ficaria muito bom na voz do sensual do Carlos Dantas.