Segredo de Adolescente

Depois de tantos anos, vou contar pela primeira vez essa história real de como me descobri quando era adolescente com meu melhor amigo.

por Bernardo

Sexta-feira, 08 de Janeiro de 2021

Meu nome é Bernardo e o conto que trago pra vocês é uma história real, um marco na minha infância que guardei em segredo por toda a vida até hoje.

Eu tinha 12 anos, era uma criança ingênua e não tinha muitos amigos. Eric era meu vizinho e o único amigo que sempre vinha em casa brincar. Corríamos por todo canto e às vezes passávamos as tardes vidrados em jogos no vídeo game.

Eric era um grande amigo, apesar de ter só 10 anos. Ele era muito esperto pra idade. Certa noite, fui com minha mãe na casa dos avós dele e logo nos mandaram ir pro quarto dele brincar, enquanto minha mãe conversava com seus pais e avós na cozinha.

Estávamos brincando como de costume e Eric me chamou pra ir à garagem com ele. Eu não sabia o que iríamos fazer, mas fui sem perguntar. Na garagem ele me falou pra entrar no carro do avô.

Nós entramos, ele fechou a porta e me mandou abaixar as calças. Eu estranhei aquilo e perguntei o que estava acontecendo. Ele me disse que faríamos um pacto, uma brincadeira que ele havia aprendido com uns amigos.

Eu perguntei assustado quem eram esses amigos. Ele sem me responder direito abaixou suas calças e começou a abaixar as minhas também, falando pra eu ficar calmo que estava tudo bem.

Eu o olhava com olhos arregalados, nunca havia visto outro menino sem as roupas. Ele se levantou e falou pra eu esfregar meu pinto com o dele, falando que aquilo seria um pacto. Eu era criança, não via maldade naquilo, apenas algo diferente e fiquei curioso.

Sem entender nada, fiz tudo que ele me pediu e até gostei. Achei engraçado. Não durou muito e enquanto nos esfregávamos escutamos um grito do seu avô do lado de fora do carro.

– O que vocês estão fazendo aí?

Assustados, subimos as calças rapidamente enquanto o avô abria a porta do carro e nos fazia sair. Ele havia visto pela janela o que fizemos e ficou muito bravo, mas não descontou a raiva em mim. Deu uns tapas apenas no neto.

Apesar da bronca, ele não contou a ninguém o que fizemos dentro do carro. Acredito que deve ter ficado sem jeito de falar pra nossos pais.

Depois daquele dia, agíamos como se nada tivesse acontecido. Eric e eu continuávamos brincando normalmente e não tocávamos mais no assunto.

Quatro anos se passaram e meu corpo começou a passar por mudanças. Minhas pernas engrossaram, pelos cresceram, cortei meu cabelo bem mais curto e minha pele continuava bem branquinha.

Apesar do ocorrido eu continuava ingênuo, não sabia nada sobre sexo e não tinha malícias na cabeça. Sempre me lembrava do dia em que vi meu amigo sem as calças querendo se esfregar em mim.

Eric também passou por mudanças. Ele sempre foi um menino muito bonito, mas nesses anos ele havia mudado bastante. Seus pais sempre o levavam à praia, então ele tinha uma pele bronzeada. Era alto para a idade, usava cabelo curto e tinha um sorriso muito bonito.

Na escola agora nossos horários eram diferentes, então já não nos víamos com tanta frequência, mas a amizade era a mesma. Brincávamos com outras crianças da rua nos fins de semana em uma rua sem saída perto de casa.

Certo dia, vi Eric sentado com os meninos mais velhos, falando sobre meninas, papo de moleques, comentando sobre as gostosas do bairro. Eu me senti envergonhado em ficar por perto, então me afastei da roda e fui brincar no outro lado da rua com outras crianças, mas prestando atenção no meu amigo.

Eu me surpreendi quando o vi tirando uma camisinha do bolso. Eu não sabia o que era aquilo e muito menos pra que servia. Devo admitir que fiquei fascinado ao ver Eric se portando daquela forma, usando palavras chulas e se gabando de ser pegador.

Finalmente havia chegado as férias escolares e logo no primeiro dia fui até a casa dele. Nós já não tínhamos tanto assunto, seus interesses já não batiam muito com os meus e quando eu falava, ele parecia não dar atenção. O que restava em comum era ficarmos horas jogando vídeo game.

No dia seguinte fui novamente até sua casa. Ele me deixou entrar e fomos para o seu quarto. Seus pais estavam trabalhando e os avós estavam viajando. Estávamos sozinhos e enquanto jogávamos vídeo game ele perguntou:

– Vamos fazer uma brincadeira nova que meus amigos me ensinaram?

Ao ouvir essa frase, me lembrei do dia no carro. A abordagem foi bem parecida, então logo perguntei:

– Aquela brincadeira que fizemos no carro?

Ele com a cabeça meio baixa, parecendo envergonhado, respondeu:

– Sim, parecido com aquela brincadeira. Vamos ali na cama e te explico.

Ele abaixou as calças e se sentou na cama. Eu também abaixei as minhas acreditando que iríamos nos esfregar como fizemos antes, mas ele me segurou explicando que dessa vez seria diferente.

Ele queria que eu chupasse seu pinto. Eu estava com o coração batendo forte, era tudo muito novo pra mim. Enquanto eu me ajoelhava aos pés da cama, admirava seu pau, que estava muito maior que da última vez que eu havia visto.

Com cuidado comecei a lamber seu pau. Eu gostei do gosto meio salgado. Ele ia me explicando as coisas que eu devia fazer. Naquele momento ele perdeu a vergonha e começou a dar um sorriso com apenas um lado da boca que o deixava com uma cara de safado muito gostosa. Ficamos lá por alguns minutos, eu lambia aquele pau até não sentir mais o gostinho salgado do início.

Ele se contorcia na cama gemendo sem controle do próprio corpo. Puxou minha cabeça pra trás e gozou na minha boca. Foram muitos jatos, fiquei impressionado com o quanto que ele gozava. Depois correu para o banheiro e eu me arrumei enquanto isso.

Quando ele voltou, disse que estava tarde e pediu para eu ir embora. Eu perguntei se ele não ia fazer o mesmo comigo e ele respondeu que outro dia fazia.

Atravessei a rua e entrei em casa. Não contei nada pros meus pais, pois percebia que Eric agia de forma estranha comigo nesses momentos e isso me dava vergonha de contar. A cena não saía da minha cabeça. Ver meu amigo se contorcendo e insistindo pra eu fazer tudo que ele mandava enquanto me acariciava com as mãos fortes.

Voltei outros dias na casa dele, mas seus avós já haviam voltado de viagem, então apenas brincávamos normalmente e não tocávamos no assunto. Quando brincávamos na rua sem saída, ele sempre se afastava de mim quando os meninos mais velhos apareciam e então ficavam na calçada falando sobre mulheres.

O tempo foi passando e um certo dia quando entrei na sua casa, percebi que não tinha ninguém. Ele tinha pressa em me levar logo pro seu quarto, trancou a porta e foi logo tirando as calças. Eu esperava chupar seu pau, como já havia feito, mas ele foi até uma gaveta, pegou um lubrificante que escondia muito bem com medo dos pais encontrarem e começou a passar no pau enquanto mandava eu tirar as calças e me deitar com a barriga pra baixo na cama. Eu não sabia o que estava por vir, mas pela primeira vez tive consciência de que estava excitado. Olhei sua cara de safado e fiquei ainda mais louco.

Ele veio em cima de mim com o pau duro e colocou tudo de uma vez. Eu não esperava sentir dor, então quando doeu eu o empurrei reclamando. Ele me segurou por trás e me falou pra ficar calmo, pra confiar nele, que depois de um tempo não ia doer mais e eu ia gostar.

Ele continuou colocando todo o pau, falou no meu ouvido que não era pra contar pra ninguém sobre isso. A sensação do seu corpo quentinho em cima de mim era deliciosa. Meu cu continuava doendo, eu estava quase chorando de dor.

Ao olhar para aquela cara de safado, gemendo e suspirando com tanto tesão, eu conseguia aguentar mais um pouco.

Cansado de sentir dor, falei que queria tentar também. Ele não gostou muito da ideia, mas deixou. Foi uma tentativa equivocada, eu não sabia fazer aqueles movimentos. Para sua idade, ele era um garoto muito experiente, o que me faz crer que as histórias que ele falava na rua poderiam ser verdade.

Ele era muito esperto. Tão esperto que logo deu um jeito de me convencer a deixar ele voltar a me foder. Dessa vez ele voltou com toda força. Meu rabo realmente já não sentia tanta dor. Eu não gritei em nenhum momento, fiquei vidrado, olhando com desejo para meu amigo e sentindo seu cacete tomando conta de mim enquanto seu suor fazia seu corpo deslizar ainda mais no meu.

Ele aumentou a velocidade e a gritar de tesão, então me afastou e soltou um jato enorme e forte que caiu todo sobre o chão do quarto. Ele pegou uma cueca do cesto de roupas, se limpou e limpou o chão. Falou pra eu ir ao banheiro que tinha papel lá pra eu me limpar.

Nesse dia ainda passamos a tarde juntos e mais tarde seus pais chegaram. Eles eram bem jovens e sua mãe sempre agradável comigo me ofereceu um lanche. Ela nem imaginava o que havíamos feito à tarde. Seu pai veio jogar vídeo game com a gente. Ele era tão lindo quanto o filho e também muito simpático. Tinha a cabeça raspada, braços fortes, tatuagem de dragão e a mesma cara de safado do filho. Ele também me dava tesão.

Fui embora e fiquei pensando sobre tudo que aconteceu, aquela sensação que Eric me ajudou a descobrir e eu tentava encaixar tudo na minha cabeça. Foi confuso descobrir o que era sexo antes mesmo de ter escutado essa palavra na vida.

Sempre que Eric estava sozinho em casa, me chamava com a desculpa de que queria jogar vídeo game. Ele sempre era o ativo.

Com o tempo fomos perdendo a vergonha na cara e começamos a transar em todos os cantos da casa: na escada, no quarto dos pais e na cozinha. Uma vez seu avô quase nos pegou no flagra novamente. Por sorte estávamos com camisa e por baixo da coberta com a TV ligada, então ele não desconfiou de nada.

O modo como Eric me fodia era melhor a cada dia. Seu pênis era grande e macio e eu me acabava de tanto tesão. O garoto tinha tudo pra ser um ator pornô de sucesso, era criativo nas posições e insaciável. Transávamos várias vezes seguidas, ele sempre me sujava todo com aquele monte de porra que saía com força do seu pau. Em alguns dias ele era agressivo, selvagem... em outros um verdadeiro cavalheiro.

Eric nunca usou camisinha comigo, mas sempre melecava com saliva, lubrificante e até mesmo com uns cremes que ele achava no banheiro. Ele não estava nem aí. Eu nem sabia do risco de doenças e por sorte não pegamos nenhuma, mas o que Eric queria mesmo era me foder com força. Eu já estava acostumado com nossas trepadas, gostava muito, nunca tive tesão por mulheres, apenas por homens. Sentir o pau dele latejando no meu cu, me roçando, me tocando... Todo dia eu aprendia coisas novas com ele.

Fora as transas, Eric nunca se demonstrou interessado em mim. Era algo sem compromisso e eu entendi, também não fiz questão. Como tratávamos daquilo como algo super sigiloso, não nos imaginávamos como namorados, mas como cúmplices. Alguns anos depois, Eric e seus pais se mudaram e nunca mais o vi, nem mesmo quando vinha visitar os avós aqui na cidade.

Hoje tenho 25 anos, tenho namorado e sou assumido para parte da família e amigos. Guardo essa história comigo por todo esse tempo, mas finalmente resolvi compartilhá-la nesse conto. Nem meu namorado sabe dessa história, ele é muito ciumento, não gosta que eu fale de meus casos antigos.

Devo admitir que tenho vontade de rever meu amigo após todos esses anos e quem sabe, se ele quiser, relembrarmos os velhos tempos.

Comentários (20)

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  • em 15-09-2021 às 22:54 Gu
    Me recordou uma aventura que tive com amigo há muito tempo atrás lindo conto parabéns
  • em 11-08-2021 às 19:18 Marcelinho
    Delícia de conto, fiz troca troca com um amigo, foi muito gostoso depois de um tempo começamos a usar calcinha ficávamos no quarto só de calcinha nos chupavamos gostoso, ele gozou na minha boca foi uma delícia
  • em 30-07-2021 às 18:24 Mineiro
    Credooo que nojo! Ecooo
  • em 30-07-2021 às 18:15 Mineiro
    Você pensa que o avô não contou isso pra ninguém né? É lógico que ele contou!
  • em 05-05-2021 às 08:12 Osvaldinho
    Eu estou com um tesão da porra, louco pra ter uma tora grande e grossa estourando meu cuzinho
  • em 31-03-2021 às 23:46 Ande
    Mds eu tô com um puta tesão ultimamente
  • em 15-02-2021 às 22:36 Nando
    Por volta do ano de 1993 quando eu tinha meus 9 anos, meu tio que tinha uns 14 sempre que estávamos a sóis ficava sarrando em mim. Um dia a noite quando estava toda a família reunida na sala, distraídos assistindo novela. Ele fez um sinal com o olho, logo entendir que ele estava me chamando para sairmos dali. Pimbar como ele dizia rsrs Disfassei e logo já estava fora da casa. Ele me levou para um beco escuro, na minha cabeça ia fazermos só mais um sarro, uma brincadeira, mas essa não era sua intenção. Tirou minha bermuda, minha cueca, a dele e sussurrou em meu ouvido: fica quieto que vou colocar devagarinho. Eu disse: melhor não! Foi a primeira vez que escutei a mentirosa frase: Vai ser só a cabecinhas! Kkk Me subiu um arrepio misturado com medo de alguém nos pegar, de descobrir algo novo, safadeza, foi um misto de sentimentos. Mesmo con alguma dificuldade ele conseguiu me penetrar, apesar da dor no começo, foi bom depois. Tivemos mais 2 oportunidades de fazer, depois não mais. Logo quando entrei na adolescência quis fazer a mesma brincadeira com meus amigos, mas dessa vez era eu que comia eles. Conseguir comer a maioria na broderagem sempre com o maior sigilo. Mas teve um dia que resolvir contar para minha irmã que eu estava comendo um amigo em comum nosso. Aproveitei que nossos pais tinham saído para fazer compras em uma cidade vizinha e estávamos a sois para contar minhas aventuras. Logo ela estava com um tesao no olhar e então aproveitei para realizar um outro feitiche adolescente, comer minha irmã! Perguntei pra ela se ela tinha coragem de 'fazer' comigo. Ela disse que sim, mas só se fosse de calcinha. Logo aceitei é claro!! Fomos pro quanto, tirei a saia dela, nessa época ela tinha 13 anos era magrinha de corpo bem massa, e eu 15; tirei minha cueca deiteila na cama de pernas abertas e começamos a sarrar freneticamente. Vi a hora furar a calcinha dela com meu pau que parecia um ferro de tão duro. Ela gemia e se contorcia de tesao. Quando eu tentava tirar a calcinha dela ela não deixava, dizia que tinha medo de engravidar. Depois de algum tempo naquele vai e vem, acabei gozando na calcinha dela. Sairmos do quarto, ela foi lavar sua calcinha suja de porra e juramos que aquele seria nosso segredo. Não repetimos mais essa proeza por pudor da parte dela, mas valeu a pena pq foi mais um feitiche realizado. Hoje tenho 35a, sou moreno 1,73 68kg malho, adoro mulher, mas tb curto comer boyzinhos. Sou de João Pessoa - PB. Meu email: nandojp074@gmail.com
  • em 15-02-2021 às 21:14 Nando
    Na adolescência, fui comido por meu tio quando tinha por volta de 8 anos ele tinha uns 14 anos. a noite no beco da
  • em 15-02-2021 às 21:14 Nando
    Na adolescência, fui comido por meu tio quando tinha por volta de 8 anos ele tinha uns 14 anos. a noite no beco da
  • em 05-02-2021 às 15:45 Joka
    Fiz muito troca troca com dois amigos adorava ser comigo hohe casado com cu piscando
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