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Segurança e advogado

Fui cobrir as férias de um colega numa empresa de advocacia e numa das rondas já tarde da noite, encontrei apenas uma sala com a luz ainda acesa.

por Thales

Terça-feira, 23 de Novembro de 2021

Meu nome é Thales, tenho rosto um tanto rude e sempre ouço dizerem que sou bonito, apesar de não me considerar assim. Eu gosto de saber que chamo atenção, mas acho que é mais por conta do meu trabalho.

No momento sou segurança, mas já trabalhei de tudo nessa vida. Já fui entregador, motoboy e até pedreiro. Ainda hoje faço bico em qualquer coisa quando preciso de uma grana extra.

Sou alto, moreno, cabelos escuros, olhos esverdeados e musculoso. Faço academia não só porque gosto, mas porque acho que segurança tem que ter um bom porte físico. A natureza também foi boa comigo porque tenho um pau grande e grosso, acho que uns 22cm. Quando estou mijando em algum mictório e um cara gay vê o meu dote, quer logo pegar. Às vezes eu deixo até me chuparem no sigilo. As mulheres geralmente fogem do meu pau.

Trabalho nesta empresa de segurança já tem um bom tempo e atualmente estou locado num centro cultural muito conhecido na Av. Paulista.

Um dia meu supervisor de núcleo me ligou e chamou para uma reunião. Ele me disse que um supervisor de segurança de um escritório de advocacia na Av. Brasil ia sair de férias e queria saber se eu podia substituí-lo neste período.

Eu já conhecia o escritório, já tinha ficado de plantão lá algumas vezes, mas nunca gostei do lugar. Era um casarão repleto de salas e tinha uma banca de advogados muito famosos e poderosos que trabalhavam lá.

Aceitei e no dia seguinte cedo parei minha moto atrás de Mercedes, Audis e BMWs e me apresentei para o trabalho. O segurança supervisor que eu iria substituir era um camarada meu, João Antônio, que a gente chamava só de Toín, muito gente boa. Ele estava me esperando para explicar como as coisas funcionavam por ali, onde ficavam os computadores que davam acesso às câmeras, como deveriam ser os turnos, quem eram os outros seguranças etc.

Ele era um cara fortão também, na casa dos 30 anos, bem mais bonito que eu e estilo galã. Uma das coisas que ele me falou era que todos ali tinham que trabalhar de terno e gravata e isso me incomodou demais, pois aquela roupa tirava minha liberdade de movimentos, meus braços estavam muito fortes, então era desconfortável para usar camisa. Como seriam só 20 dias e o adicional era bom, eu não podia reclamar de nada na frente dele.

No dia seguinte, enquanto meu parceiro já estava em alguma praia tomando cerveja, lá estava eu fazendo minha ronda ensacado naquele terno. Eu até que me senti bonitão, me senti importante vestido daquele jeito. O dia foi cheio, eu ainda estava meio perdido com as novas funções e irritado com alguns advogados que se sentiam melhor do que as outras pessoas e chegavam a ser esnobes. Alguns nem olhavam na minha cara enquanto me davam ordens.

Lá pelas oito da noite eu já estava bem exausto e fazia uma ronda pelas salas para conferir se estava tudo trancado e as luzes apagadas. No segundo andar, notei que só havia uma sala ainda iluminada e fui verificar.

Passei pela porta e a plaquinha indicava Dr. Hugo Schweiss. O nome me pareceu importante. Ele estava concentrado lendo num laptop e fazendo anotações num bloco de notas.

– Boa noite, Dr. Hugo. O senhor vai trabalhar até mais tarde hoje?

Ele olhou rapidamente na minha direção, voltou a olhar para o computador, mas em seguida levantou o rosto novamente e me encarou. Por um momento ele franziu a testa, provavelmente porque estava me vendo ali pela primeira vez.

– Boa noite! – ele me olhou de cima a baixo, depois voltou a digitar no computador. – Você é o novo chefe da segurança?

O chefe de segurança usava um terno diferente, por isso ele fez essa pergunta. Dr. Hugo tinha uma aparência jovial, devia estar na casa dos 40 anos, bonito e devia praticar algum esporte, pois a camisa que ele usava era bem colada nos braços, marcando sua musculatura. Era branco e tinha a barba muito bem aparada.

– Ele está de férias, doutor – falei e continuei na porta, os braços atrás das costas, conforme fui treinado.

– Certo...

Ele continuava digitando no computador, muito concentrado, e fiquei um pouco constrangido de perguntar novamente se ele iria se demorar ali. Para meu alívio, ele falou:

– Já estou terminando aqui... Thales, né? – disse ele após examinar meu uniforme procurando pelo crachá de identificação.

Dei um sorriso e respondi:

– Sem problema, doutor, fique o tempo que precisar.

Ele sorriu também e continuou olhando nos meus olhos. Eu já ia me virar pra sair quando ele disse:

– O João vai ficar de férias até quando?

– Ele só tirou vinte dias, doutor.

– Ele estava precisando muito de umas férias mesmo. Ele disse para onde ia, se ia viajar?

Achei estranho um advogado que cobrava por hora o que eu ganhava num dia inteiro, perder tempo com aquela conversa com um segurança da empresa.

– Ele disse que ia pra praia, mas não falou pra onde. Deve ser lá pra Paraíba, a família dele é toda de lá.

– E você, de onde é, Thales?

– Eu sou baiano, doutor.

Eu estava começando a ficar nervoso com aquela conversa, o assunto estava entrando por um lado muito pessoal.

– Bahia, terra boa... – disse ele, uma frase que já ouvi diversas vezes.

– Se o senhor precisar de alguma coisa, é só me chamar, doutor.

– Está bem, Thales, obrigado.

Quando eu já estava alguns passos distante da porta, ele me chamou.

– Thales, você não faria a gentileza de me trazer um copo d’água, por favor?

– Claro, doutor.

Os ricos têm uma forma refinada de falar. Fui até a copa, enchi um copo com água, coloquei numa bandeja e levei até a sala dele. Aquela não era minha função, mas como a copeira já tinha ido embora, é claro que eu não iria negar uma “gentileza”.

Depois que coloquei o copo sobre a mesa ele disse:

– Senta aí um pouco, Thales, como foi seu primeiro dia aqui hoje? – disse ele indicando a mesma poltrona de couro onde normalmente seus clientes milionários se sentam.

– Não posso me sentar aqui, doutor.

– Você está substituindo o chefe da segurança. O chefe pode.

Ele tinha razão. Eu não estava acostumado com aquele posto de chefia. Então me sentei e ele perguntou.

– De qual cidade da Bahia você é?

– Porto Seguro, senhor.

– Eu gosto de Porto Seguro, estive lá ano passado. Tem uma foto bacana do pôr-do-sol que fiz ali em Arraial, deve até estar aqui no computador em algum lugar – disse ele e começou a procurar a foto no laptop.

– Eu gosto mais de pegar praia em Arraial – falei já um pouco mais à vontade, pois quando falam bem da minha terra, já fico mais solto.

– Eu já sabia que você era da Bahia pelo seu sotaque, só não sabia de onde – disse ele e completou: – Aqui, achei. Dá a volta aqui, dá uma olhada nessa foto.

Eu me levantei e fiquei ao seu lado enquanto ele me mostrava um belíssimo pôr-do-sol sobre umas palmeiras e o mar. Ele foi passando as fotos, fazendo comentários e num dos movimentos do seu braço, ele encostou o cotovelo na parte da frente da minha calça. O tecido da calça social é muito leve e o toque do braço dele me fez levar um susto, mas ao mesmo tempo me deixou um pouco excitado. Eu não sou bobo nem nada, foi naquele momento que eu tive certeza de que o advogado gostava da coisa.

Eu sou um baiano muito arretado, encostou no meu pau ele fica duro na hora. Foi o que aconteceu e depois disso ele encostou “distraidamente” mais algumas vezes. Eu estava ao lado dele vendo as fotos e meu pau já estava trincando e querendo sair por cima do cinto.

Quando as fotos acabaram, ele perguntou:

– Já foi todo mundo embora?

– Já sim, doutor, já conferi todas as outras salas. Daqui a pouco vou descer pra deixar tudo pronto pro vigia noturno.

Eu dei a volta na mesa e fiquei de frente para ele, de pé, as mãos atrás das costas, a parte da frente da minha calça social estava daquele jeito e ele olhou discretamente para o volume. Em seguida abaixou lentamente a tampa do laptop e me encarou. Dei um sorriso com um só canto da boca e ele retribuiu com outro sorriso, mostrando um pouco os dentes perfeitamente brancos. Por que os ricos tinham que ter os dentes tão brancos daquele jeito?

– Você é forte, quase não está cabendo nessa camisa – disse ele e seu olhar desceu do peitoral até meu abdômen.

– A profissão exige que a gente esteja em forma, doutor. Só acho que preciso perder um pouco mais de barriga – falei e botei a mão sobre o abdômen.

– Deixa eu ver.

Eu dei uma risadinha e olhei para trás. Não havia câmera em nenhuma das salas, mas nos corredores sim. Fui até a porta, tranquei com a chave e voltei até onde ele estava sentado, parando bem ao seu lado.

– Quer ver mesmo?

Meu pau nessa hora já estava estalando, eu sempre gosto de putaria, ainda mais quando é uma situação totalmente inesperada. Quando estou há vários dias sem gozar, melhor ainda.

Ele puxou a minha camisa pra fora da calça e a foi desabotoando de baixo para cima, expondo meu abdômen que na verdade era perfeito. Dizer que eu precisava perder barriga era só uma deixa de um velho joguinho que eu já conhecia de outros carnavais. E que geralmente funciona.

– O senhor gosta de baianos, doutor?

– Muito... – respondeu ele ofegante enquanto me ajudava a tirar a gravata e depois a camisa. Fiquei nu da cintura pra cima. Uma tatuagem de dragão começa num dos meus peitorais e continua pelo braço.

Ele alisou o braço tatuado contornando as linhas do desenho. Eu flexionei o bíceps, ele fechou os olhos e cheirou toda a extensão do meu braço, passando a língua de leve nos músculos contraídos.

Estávamos os dois em pé e ele se abaixou para lamber meus mamilos. A língua era suave e quente. Ele passava os dedos contornando a tatuagem e fiquei louco de tesão. Enquanto ele fazia isso, comecei a afrouxar sua gravata de seda. Desabotoei sua camisa de cima para baixo e ele a tirou completamente mostrando também o peitoral que era malhado sem exageros. A pele era branca e sem tatuagens. Ele me olhava com veneração.

– Você é perfeito – disse ele.

Eu apenas sorri e comecei a desafivelar o cinto pensando “perfeito você vai ver agora o que é”. Quando o advogado riquinho e todo engomado conferir a jeba do baiano, aí sim vamos ver quem manda e quem obedece nesta sala, pensei.

Abri a calça, mas não tirei a cueca. Isso eu queria vê-lo fazer. Ele se sentou novamente na cadeira ficando bem de frente para o meu pau que estava quase rasgando minha cueca branca. Já estava toda molhada de baba e ele começou a cheirar bem ali onde estava babado. Foi um dia inteiro de trabalho, eu estava suado, mas ele estava gostando de me cheirar.

Quando ele finalmente puxou minha cueca para baixo, meu pau saltou e bateu no seu rosto, lambuzando seus lábios de baba. Ele então começou a mamar, bem devagar no começo, sentindo meu cheiro e meu gosto, depois desesperadamente. Enquanto mamava, ele segurava minhas bolas. Eu tenho um sacão e ele gostou. Era um tesão ver aquele advogado abocanhando meu caralho. Rico ou pobre, no final são todos iguais. Eu estava com um puta medo de o segurança da noite estranhar a demora e sair pelo prédio me procurando.

Deixei o doutor se esbanjar na minha pica, só sentei na beirada da mesa, as duas mãos apoiadas para trás, as pernas abertas, calça arriada e ele mamando feito um bezerro.

– Chupa meu pau, doutor, engole o cacetão do baiano.

Ele continuou mamando sem parar. Às vezes lambia meu saco, mas ele gostava mesmo era da cabeça do meu pau. Ficava muito tempo lambendo a cabecinha e isso já estava me dando vontade de gozar, então levantei e virei ele de costas pra mim. Fiz ele apoiar as duas mãos na mesa e abaixei a calça do safado.

A bunda dele era perfeita, branquinha, carnuda e musculosa. Apertei com força, abri bastante pra ver o cuzinho rosa dele e minha vontade era dar uns tapas, mas fiquei com medo de fazer barulho. Abaixei e enfiei a cara naquela bundona cheirosa e enterrei a língua naquele buraquinho rosado e pegando fogo. Ele gemia baixinho e empinava a bunda.

Deitei sobre ele, meu pau entre suas pernas, meu abdômen colado nas suas costas e falei baixinho no ouvido dele:

– Vou te foder gostoso, doutor, era isso que o senhor queria, não era?

– Teu pau é muito grande, vai devagar aí, rapaz – disse ele já tremendo de medo da jeba.

Continuei deitado sobre ele, segurei suas duas mãos sobre a mesa, imobilizando todo o seu corpo e fui me ajeitando por trás e encaixando no buraquinho dele que já estava todo lubrificado com minha saliva.

– Caralho, vai devagar, porra, teu pau é muito grande – gemeu ele baixinho. – E se o segurança noturno chegar? O que a gente vai fazer?

– O vigia da noite só vai subir quando eu mandar ele subir, relaxa.

Eu tenho noção do tamanho do meu pau e aprendi a botar tudo sem fazer o cuzinho sofrer demais. Quando eu mordia o pescoço do advogado, sentia o cuzinho se abrir e enfiava cada vez mais, até sentir que encostava as bolas e a vara estava toda dentro.

Levantei e comecei a me mover.

– Tá gostoso, doutor? Você já deu pro João também?

Ele ficou em silêncio.

– O João também gosta de comer um cuzinho, você já deu pra ele? – perguntei novamente.

– Já, já dei sim.

– Safado... eu sabia que o João aprontava aqui. O pau dele é maior que o meu, se o senhor aguentou o dele, então vai aguentar o meu também.

Eu já tinha feito putaria com o João, o chefe da segurança que saiu de férias. Ele disse que já tinha aprontado no trampo com um advogado, mas nunca tinha me contado quem era.

Fiquei bombando aquele cu quentinho e senti que ele agarrava minhas bolas por baixo e ficava apertando suavemente. Aquilo me deu um puta tesão. Minhas bolas são grandes e o puto gostava muito de pegar e apertar.

– Me fode, segurança, arromba meu cu, caralho – começou a gemer ele. Engraçado como o jeito dele falar mudou completamente. Mais umas estocadas e ele já estaria com o vocabulário da favela.

Eu senti de novo que estava perto de gozar porque o cuzinho dele era muito quente e apertado, então peguei e tirei de dentro. Fiz ele tirar toda a roupa, porque ele ainda estava com a calça arriada nos joelhos, e ele deitou de frente para mim na mesa. Fiz ele segurar os dois joelhos, abrindo bem a bunda, puxei ele bem para a beirada da mesa, cuspi de cima mirando bem naquele buraquinho e mirei o pauzão duro pra meter de novo.

Comi ele assim, de frango assado na mesa, atolando meu caralho fundo no doutor. Ele era bem gostosão, aliás. Peitoral, barriga, braços... tudo em cima. Tinha uma boca gostosa também e fiquei pensando como devia ser beijar aquele homem de barba. Ele gemia baixinho me olhando nos olhos.

– Isso, doutor. Geme no pau do seu segurança feito uma putinha. Eu sei que tá gostoso. Quer gozar com o meu pau atolado no teu rabo?

Eu percebi que ele não se masturbava, mas o pau dele estava duraço também. Eu estava louco de tesão, vários dias sem gozar, então fiz o que estava com vontade de fazer. Me inclinei sobre ele e comecei a beijá-lo. Ele retribuiu e segurou minha cabeça alisando minha nuca, cabelo cortado na máquina 1, estilo militar.

Enquanto eu me movimentava, meu abdômen roçava a cabeça do pau dele porque nossos corpos estavam bem colados. O pau dele também babava e eu sentia minha barriga toda lambuzada enquanto fodia ele. Eu estava masturbando ele com meu abdômen! Ele ficou louco de tesão, deu um gemido e de repente senti os jatos de porra dele molharem toda a minha barriga em esguichos quentes. Foram vários jatos, o puto estava gozando sem se tocar, o cuzinho contraindo e apertando meu pau.

Enfiei a língua na boca dele e gozei. Caralho, foi muita porra que estava acumulada. Eu gozava enchendo o puto de leite enquanto ele ainda estava com o cuzinho piscando e nós dois ficamos assim agarrados por um bom tempo, até a respiração voltar ao normal.

Levantei e nos limpamos no banheiro. Cada sala tinha seu próprio banheiro ali no prédio. Quando eu estava quase pronto, ouvi o rádio chamar:

– QAP Thales.

Olhei o relógio e vi que já estava mais de meia hora atrasado para autorizar o início do turno do vigia.

– Thales, eu queria que você não comentasse isso com os outros vigias, por favor.

– Fica tranquilo, doutor, pode confiar, aqui é sigilo total.

Quando eu já estava saindo da sala ele ainda disse:

– Não fala nada pro João também.

Isso eu já não podia prometer porque se tem uma coisa que todo segurança faz é contar as histórias de foda que acontecem no trabalho.

Quando cheguei na sala de segurança, o vigia estava lá de braço cruzado, cara de bravo e muito sério. Eu disse que ele podia subir pra ronda e quando ele deu as costas falou baixinho, mas consegui ouvir:

– Muda o chefe, mas a putaria é a mesma, pelo jeito...

Comentários (9)

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  • em 28-11-2021 às 02:04 Simpson
    O conto é bom nos detalhes. Precisam postar com mais frequência. Só é uma pena ser tão estereotipado (baiano "moreno" - que seria negro né, com um pau que praticamente não existe e que é ativo). Seria muito bom contos que fogem dessa fórmula engessada. Além de contos com mais sarrada/gouinage.
  • em 27-11-2021 às 11:27 Celso BH
    Delicia de foda
  • em 27-11-2021 às 10:31 Rodrigo
    Caralhooooo, q tesão q fiquei ...um conto desses há tempos q não lia . Puro macho e adultos, muito bom, de verdade, sinceramente, muito top mesmo, pô gozei rindo ... Parabéns 👏
  • em 26-11-2021 às 14:03 Para Marcus
    Viadagem hein! VIRA HOMI, SÔ!
  • em 25-11-2021 às 23:14 Marcos
    Carlos Dantas, grava isso pra gente, por favoorrrr
  • em 25-11-2021 às 23:00 Renato1
    NOTA 10
  • em 24-11-2021 às 06:38 Paulo
    Deveria ter continuação ele o advogado e o João
  • em 23-11-2021 às 23:40 Zequinha
    Gostei muito desse conto extremamente erotico e que segurança gostoso.
  • em 23-11-2021 às 22:59 Dan
    Eu queria ouvir esse conto em áudio