O peão do chalé

Eu e meu namorado alugamos um chalé para passar o fim de semana. Estávamos transando na varanda que dava para os fundos quando um peão aparece entre as árvores e fica olhando pra gente.

por Alexandre Dias

Segunda-feira, 28 de Março de 2022

Eu e meu namorado completamos um ano de namoro e decidimos comemorar passando o fim de semana em um rancho no sul de Minas Gerais.

Alugamos um chalé em um local bem reservado do rancho. Era uma casinha confortável com sala, cozinha, banheiro e um quarto com lareira. Fizemos as malas e partimos numa sexta-feira de manhã com previsão de voltar no domingo à tarde.

Eu tenho 25 anos, sou branco, baixinho, corpo definido e tenho pelos negros envolvendo meu peitoral e descendo até o abdômen. Meu namorado é um moreno de 20 anos, mais alto que eu, cabelo arrepiado, pernas grossas tatuadas e bundinha musculosa.

Nossa intenção era passar o fim de semana todinho transando. Meu namorado era um cara insaciável, um macho totalmente passivo que gosta de ser submisso, receber ordens, ser escravo e satisfazer seu macho em todas as suas vontades. Ele era um verdadeiro puto selvagem que adora uma foda bruta com pegadas fortes e demonstrações de poder. Adora que eu seja o cara mandão, o que domina na hora da foda. Além disso ele é um excelente boqueteiro, uma das suas melhores qualidades.

Chegamos ao rancho por volta das onze da manhã e fomos direto para o chalé. Chegamos lá e desfizemos as malas, preparamos um delicioso almoço e dormimos um pouco. Depois namoramos e ele preparou um lanche delicioso para comemorarmos nosso primeiro ano de namoro. No primeiro dia fomos totalmente românticos e deixamos a putaria para o dia seguinte. Era um sábado de verão, fazia calor e eu transpirava o tempo todo mesmo estando só de cueca. Foi então que decidimos começar a putaria.

Fiquei deitado na cama só de cueca enquanto ele se preparava no banheiro. Ele apareceu na porta do quarto usando uma cueca que tampava apenas a frente e deixava a parte de trás totalmente exposta, pronto para ser enrabado.

Arrastei-o até a varandinha que tinha na porta do quarto, encostei-me na beira da cerca e fui logo puxando sua cabeça entre minhas pernas. Ele engoliu minha pica inteira até o talo e sugava com toda a força sem deixar cair nem uma gota de baba.

Eu gemia de tesão quando ouvimos um barulho no mato em frente. Não nos importamos e ele continuou me chupando e engolindo minha rola cada vez mais freneticamente.

O barulho aumentou e percebemos uma movimentação na mata. Era alguém a cavalo que se aproximava. Estávamos tão loucos de prazer que ignoramos e não nos importávamos se alguém visse. Ele continuava a me chupar quando do meio do mato aparece um cara montado em um cavalo marrom. Ele nos vê, para e fica observando meu namorado me engolir. Não paramos e continuamos fazendo questão de mostrar o quanto estávamos tendo prazer naquele momento.

O cara devia ser peão de uma fazenda próxima e fazia ronda vigiando o gado que pastava por perto. O cara ficou uns cinco minutos parado montado no cavalo olhando para nós. Ele não dizia nada, apenas olhava. Então ele desceu do cavalo e amarrou a rédea numa árvore. Continuou olhando pra gente com os olhos fixos na boca do meu puto sugando minha jeba cada vez mais rápido.

O peão usava calça jeans, bota e chapéu. Estava sem camisa devido ao forte calor e exibia seu corpo moreno de sol brilhando de suor. Tinha o corpo bem definido por causa do trabalho braçal na fazenda. Aparentava ter uns 32 anos, alto, braços fortes, barriga bem definida com aqueles gominhos de músculos. Tinha também uma barba linda e grossa e seu peitoral era coberto por pelos enrolados, porém curtos que desciam e entravam na calça. Ele olhava para nós e começou a massagear o pau por cima da calça. Percebi que ele estava com a pica dura de tesão, então fiz sinal com a mão para ele chegar mais perto. Ele veio até o cercado da varanda e foi então que percebemos o quanto ele era gostoso e o volume dentro da calça estava enorme.

– Quer uma mamada também? – perguntei. – Bota pra fora aí.

Ele abriu o zíper e uma rola enorme saltou pra fora. Devia ter uns 22cm e muito grossa. Era pentelhudo, estava suado e o sacão pendurado balançou de um lado para o outro.

Ele colocou aquele mastro no vão do cercado e eu segurei meu namorado pelo cabelo e o fiz chupar aquele cacetão suado. Meu namorado caiu de boca e engoliu todinho aquele pau. Ele tem uma garganta funda, então foi até o talo deixando aqueles pelos encostarem em seu nariz. Ele adorava ser tratado com brutalidade, então o segurei forte pelo cabelo e fiquei forçando a cabeça dele contra a rola do peão, que respirava forte, os olhos fechados.

O calor estava de matar e o peão suava tanto que chegava a escorrer pelo peitoral até cair nos pelos da pica, deixando aquela rola molhada junto com a baba que meu namorado soltava. Entramos no chalé e o peão pulou o cercadinho, entrando conosco no quarto.

Perguntei para o meu namorado se ele queria ser a puta daquele peão e ele adorou a ideia. O peão já estava todo doidão e foi logo tirando a bota e a calça enquanto meu namorado arrebitava o rabo deitado de bruços na cama. Eu arrastei uma poltrona para a frente da cama, me sentei e fiquei batendo uma assistindo aquele peão macho foder meu namorado.

– Tá gostando do rabão? – perguntei. – Pode comer à vontade que eu vou ficar só assistindo.

O peão era do tipo caladão. Ele deu um tapa na bunda do meu namorado e mandou ele empinar a bunda, caindo de boca naquele cu que piscava na sua frente. Meu namorado parecia uma cadela no cio louco por pica. Ele gemia de prazer enquanto o peão lambia seu rabo.

O peão não devia foder há muito tempo porque chupou o rabo do meu namorado por uns cinco minutos, o pau sempre duro e já pingando baba. Depois ele começou a roçar a jeba naquela bundona. Eu só olhava enquanto batia uma.

– Fode o cu dele agora, vai, arregaça o rabo dele como só um macho de verdade sabe fazer.

O peão ficou de joelhos em cima da cama, segurou meu namorado pela cintura e posicionou a cabecinha da rola toda babada bem na portinha do cu. Ele percebeu que meu namorado já era largo então foi empurrando devagar e de uma vez só até o saco encostar na bunda dele. Meu namorado soltou um urro de prazer dizendo:

– Isso, é assim que eu gosto, quanto mais bruto melhor. Vai, vai... fode meu cu, vai, seu puto gostoso.

O peão socava com tanta força que eu escutava o saco dele estalar a cada estocada. O calor aumentou e o cheiro de suor de macho invadiu todo o chalé. Eu me levantei e deitei na cama de frente para o meu namorado. Agarrei ele pelo cabelo e fiz ele me chupar enquanto era enrabado. O peão gemia de prazer e dava tapas na bunda dele dizendo:

– Empina esse rabo, filho da puta! Sente esse cacete! É disso que você gosta, né? Gosta de tomar no cu, né?

Voltei para a poltrona e olhei o peão virar meu namorado com força de barriga para cima. Ele ficou de joelhos, segurou meu namorado pelos cabelos e fez ele engolir sua pica todinha. O saco dele estava pingando suor e baba enquanto ele bombava sua garganta. Vi aquele cara gostoso foder a boca do meu namorado com tanto tesão que fiquei louco. O viado do meu namorado pedia cada vez mais, então eu comandei:

– Deita, peão, pra esse viadinho cavalgar na sua rola.

Os dois obedeceram na hora, ele se deitou com as pernas bem abertas e os braços atrás da cabeça. Meu namorado deu uma cuspida no pau dele para lubrificar mais e sentou naquela vara. Ele cavalgou como uma égua, pulava e gemia cada vez mais alto.

Quando vi aquela cena, não resisti. Fui até a cama e meti minha rola por trás, junto com a do peão. A sensação foi incrível porque estava super apertado, a cabeça do meu pau roçando a cabeça do pau do peão lá dentro daquele cuzinho quente, apertado e lubrificado de baba.

Ficamos nessa dupla penetração por um tempo e meu namorado não aguentou mais e gozou sem nem tocar no pau, o cuzinho apertando nossas picas ainda mais uma contra a outra. A porra se espalhou pelo abdômen do peão, então eu agarrei meu namorado pelos cabelos e o fiz lamber toda aquela porra.

Senti que o pau do peão estava duríssimo dentro do meu namorado e ele parou de se movimentar, mas eu acelerei. Meu pau entrava e saía e roçava no pau dele lá dentro.

– Caralho, se você continuar metendo aí, não vou aguentar! – gemeu o peão. – Caralho, vou gozar assim, porra! Aaaahhhhhh...

Eu senti que o pau do peão começou a pulsar dentro daquele cuzinho, mesmo sem ele bombar. Senti o líquido quente e viscoso enchendo o rabo do meu namorado e continuei metendo, louco de tesão. A sensação daquela porra quente fez meu pau deslizar ainda mais e não aguentei. Comecei a gozar lá dentro também e era tanta porra que começou a escorrer tudo na cama.

Ficamos um tempo deitados, nossas picas demorando pra amolecer, um em cima do outro com meu namorado no meio. Percebi que o peão ficou de repente envergonhado e logo se mexeu para sair.

Ele se levantou e ficamos olhando ele vestir a calça de vaqueiro, calçar as botas e botar o chapéu na cabeça. Ele só deu uma piscadinha, se virou e saiu pela porta da varanda. Desamarrou o cavalo e desapareceu entre as árvores.

Nunca soubemos nem o nome do peão, nem em qual fazenda ele trabalhava. Foi nosso melhor aniversário de namoro.

Comentários (12)
  • em 15-05-2022 às 20:36 Carlos
    Que tesão de história! Fiquei com a pica tinindo!
  • em 13-05-2022 às 02:30 Marcos
    Tesão de conto, daria tudo para a trepada assim.
  • em 21-04-2022 às 22:58 zequinha
    Quando mundo mais vais colocar outro conto
  • em 14-04-2022 às 01:29 David não tem o que fazer em um "
    Parabéns pelo conto.
  • em 07-04-2022 às 07:41 David
    E o tolo do passivo ainda aceita? E ainda correu o risco de estar com AIDS! Vai ser burro viu.
  • em 07-04-2022 às 07:40 David
    Tá mesmo no final dos tempos! O cara está levando chifre na sua frente e não faz nada! Vai ser burro viuuu. Pessoas otarias!
  • em 06-04-2022 às 14:31 Davi
    Sem graça! História sem nexo. Depois disso já fizeram novos exames de sangue?
  • em 05-04-2022 às 17:56 Professor
    Uau! Que tesão! Essa história foi incrível!
  • em 02-04-2022 às 03:40 Dam
    Muito bom deu tesao o meu pau babou!
  • em 28-03-2022 às 23:11 Zequinha
    Bacana
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