Esporte: Boris Johnson é contra atletas trans em categorias femininas

Primeiro-ministro do Reino Unido fez posicionamento na última quarta-feira (6).

por Redação MundoMais

Quinta-feira, 07 de Abril de 2022

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, afirmou na última quarta-feira (6) que é contra a participação de mulheres trans em categorias femininas em competições esportivas. De acordo com a BBC, a fala foi proferida ao abordar diversos tópicos e ações do governo britânico.

"Não acho que homens biológicos devem competir em eventos esportivos femininos. Talvez isso seja algo controverso de se dizer, mas parece ser algo sensível. Também acho que mulheres devem ter espaço, seja em hospitais, prisões ou vestiários, que sejam dedicados às mulheres. Esse é o máximo que consigo pensar sobre o assunto", diz o primeiro-ministro

As afirmações foram feitas antes de Johnson comentar sobre as ações para proibir as chamadas terapias no território. No entanto, o projeto causa preocupações já que só seriam banidas as conversões para pessoas homoafetivas, não incluindo pessoas trans.

"Se isso me coloca em conflito com outras pessoas, então temos que trabalhar nisso. Isso não significa que não simpatizo com pessoas que querem trocar seus gêneros, que querem transicionar. E é vital darmos a essas pessoas o máximo de amor e apoio nessas grandes decisões. Esses assuntos são complexos e não podem ser resolvidos em uma legislação fácil e rápida. É preciso de muito para acertar nisso", conclui Johnson.

O assunto voltou à tona no Reino Unido após a ciclista trans Emily Bridges, que foi considerada inelegível para competir em sua primeira competição internacional. Ela iniciou a terapia hormonal em 2021 e foi permitida a participar de eventos pela Federação Britânica de Ciclistas pelos baixos níveis de testosterona. Mesmo assim, a União Internacional de Ciclistas (UCI, sigla inglesa) não permitiu a participação da atleta.

De acordo com a UCI, atletas trans devem participar com "proteção de saúde e segurança" e "garantir uma competição justa que mostre e recompense os valores fundamentais do esporte". A opinião de atletas femininas ficou dividida: houve apoio a Bridges, mas um grupo de pesquisadores, cientistas e atletas olímpicas aposentadas pediram à UCI que critério de escolha de atletas seja feito "com base em características biologicamente femininas".

O que também impediu a participação de Bridges foi a falta de uma regra padronizada para a participação de mulheres trans. Apesar de o Comitê Olímpico Internacional (COI) já negar que não há vantagens de atletas trans nos esportes, é recomendado apenas que cada modalidade olímpica faça suas próprias regras, o que pode incluir a variação de níveis de testosterona ou a não participação de atletas trans.

No momento, o padrão é que atletas trans podem competir após um ano de tratamento para bloquear a produção de testosterona. De acordo com o COI é necessário que, durante os 12 meses anteriores ao início da competição e todo o tempo em que a atleta continue competindo, o nível de testosterona não ultrapasse 10nmol/l.

Comentários (3)
  • em 08-04-2022 às 13:07 Liphe Oliveira
    Mulé trans, continua tendo força fisica masculina sim! Logo, é muita covardia botar, desculpem o termo mais..............Botar mule original x mulé generica para competir entre si........Covardis sim sinho! A mulé trans, por ter força fisica de homem, com certeza a mulé original ira perder a competição, fato! Essa é a verdade, e muitos hipocritas endiabrados ficam de mimimi, dizendo ser homofobia/Preconceito! E para finalizar, lhe digo uma verdade............Se DEus lhe fez homem, vc morrerá homem! Se Deus lhe fez mulher, vc morrerá mulher! Não importa o que vc faça para modificar o seu corpo e etc...., O que Deus determina, homem algum poderá mudar, fato imutavel! Quando vc diz que nasceu num corpo errado, vc está chamando Deus de incapaz/Burro/Imperfeito.......Sendo que na verdade, DEus é perfeito sempre, jamais erra/Falla, e ele é santo/Poderoso/Rei/O senhor dono de tudo e todos! Em fim......Muitos falam, eu vou lhe processar, por conta dessas tuas palavras.....Sério? Quero ver é processar Deus todo poderoso depois da morte, face a face! Quero ver quem terá peito/coragem, de chamar Deus de cafona/Homofobico/Preconceituoso, entre outros insultos! Lembre se.......Deus é santo, e não bagunça! Ele não o que nós queremos, e sim, o que ele quer! Aqui quem fala é um gay passivo, porém, que tem temor a Deus pai, a Jesus Cristo, e ao Espirito santo, coitado de quem usar a enfrentar esse Deus santo e poderoso, que nunca perdeu, não perde, e jamais perdera uma batalha! Boa tarde.
  • em 08-04-2022 às 11:28 Jorge Jorge
    Enquanto o assunto for abordado à luz de feminismo versus transsexualidade, o assunto então estará sendo abordado de forma incorreta. A maioria das mulheres, em primeiro lugar, abomina esse feminismo doentio e odioso. Em segundo lugar, mulher é fisicamente mais fraca do que o homem. Ponto. O resto é conversa fiada e delirante. É guerra ideológica a que ditaduras, banqueiros, donos dos cofres do Estado brasileiro e toda essa cambada de infelizes está interessadíssima que ingressemos, porque, afinal, enquanto os cães ladram a caravana - a rica caravana deles - passa. E passa sorridente, nos deixando num quadro a cada dia mais violento, masi sem saúde, sem educação, se moradia, sem esgoto e água tratada. Numa palavra, bis: deixem de perder tempo com falsas pautas como essa da matéria. Acordem, pelo amor de Deus.
  • em 07-04-2022 às 16:25 BOY
    Pagar imposto para sustentar hospital da mulher pode. Pagar imposto para sustentar delegacia da mulher pode. Pagar imposto para sustentar secretaria da mulher pode. Pagar condomínio para sustentar espaço mulher pode. Pagar impostos para tribunais de justiça legislar a favor das falsas acusações contra homens pode. Invadir polos masculinos de trabalho pode. Desempregar o homem , afastando dos polos masculinos para substituir por feministas pode. Levar o jovem pro tráfico e tornar nossas cidades inseguras devido a invasão feministas dos polos masculinos pode. Uma mulher trans querer seu espaço em polos femininos não pode. As feministas dão chiliques e ficam cheias de ódio pressionando tudo que é autoridades para brecar as trans de ocupar espaços que as feministas julgam ser delas.