Prefeitura do Rio lança vídeo inédito da campanha “Rio Sem Preconceito”

Vídeo, com nomes como Camila Pitanga, Reynaldo Gianechinni, Nanda Costa, Zélia Duncan e outros, dá início à campanha com calendário de shows gratuitos a partir desta quinta-feira, 30, no Parque Madureira.

por Redação MundoMais

Sexta-feira, 01 de Julho de 2022

A Coordenadoria Executiva de Diversidade Sexual, órgão ligado à Secretaria de Governo e Integridade Pública da Prefeitura do Rio de Janeiro, lançou no Dia do Orgulho LGBTIA+, 28 de junho, a edição 2022 da campanha “Rio Sem Preconceito”.

A edição de 2022 do Rio Sem Preconceito é uma idealização da equipe comandada pelo coordenador da CEDS-RIO, Carlos Tufvesson e com direção de Candé Salles. O texto direto, de fácil identificação com quem puder o assistir, é de Laís Pimentel.

“O vídeo fala através de 32 artistas de todas as orientações sexuais, raças, credos, alturas, manias, vontades e sonhos. Ele fala por nós, por mim, por você, por quem apenas quer viver. E não é apenas a grande parte de brasileiros LGBTI+. Heterossexuais também são importantes na luta contra todo tipo de preconceito. A discriminação adoece o mundo”, diz Carlos Tuffveson.

O filme tem nomes como Malu Mader, Juan Paiva, Camila Pitanga, Caco Ciocler, Deborah Secco, Hugo Bonemer, Irmãs Brasil, Marcelo Serrado, Camila Baggio, Elton Sacramento, Danilly Ramos, Mariana Ximenes, Reynaldo Gianechinni, Zezé Motta, Pablo Morais, Thalita Carauta, Caio Prado, Nanda Costa, Lahn Lahn, Sam Porto, Thalita Rebouças, Kibba, Carmo Dalla Vechia, Mart’nália, Luiza Possi, Zélia Duncan, Marina Lima, Olga Karan, Priscila Alves e Pedro Moraes, que participaram sem cachê por acreditarem na importância da mensagem.

Shows gratuitos

Quinta-feira, 30 de junho, aconteceu a primeira noite de shows do Rio Sem Preconceito 2022. Com início às 18h, o evento foi totalmente gratuito e aconteceu na Arena Fernando Torres, no Parque Madureira, em Madureira, zona norte do Rio de Janeiro. A noite foi uma verdadeira festa e contou com a apresentação da cantora Doralyce – que trouxe a participação das divas do Rap Plus Size – e uma edição especial da carioquíssima festa Mariwô, que ferve qualquer pista com a Hellball Rio. Coordenador executivo de Diversidade Sexual, Carlos Tufvesson mostrou em um telão o vídeo recém-lançado da campanha. A ideia é difundir aos quatro cantos a importância da denúncia em todos os tipos de casos, inclusive os de LGBTI+FOBIA.

“A Prefeitura do Rio tem um telefone direto: 1746. Qualquer pessoa pode denunciar. Viu um senhor que é importunado por um grupo todos os dias no mesmo local apenas pelo fato de ser homossexual? Denuncie. Viu uma travesti apanhar de vários homens em alguma rua? Denuncie. Viu um rapaz ser perseguido e receber xingamento homofóbico por estar com outro rapaz, de mãos dadas? Denuncie. Viu uma menina ser agredida pelo fato de apresentar trejeitos masculinizados? Denuncie”, pede.

Para Tufvesson, a “escalada dos dados de violência física e psicológica contra a população LGBTI+ brasileira, motivam a urgência de ações do Poder Público para informar e se mostrar presente, com grande foco também no público heterossexual”.

O coordenador da CEDS-RIO cita os índices recém-publicados do Observatório de Mortes e Violências contra LGBTI+, que apontam um preocupante aumento de 33% de crimes de ódio contra LGBTIs no Brasil. “Esta não é uma luta só de LGBTIs, seus familiares e amigos. É uma batalha diária de toda a sociedade, que não pode ser conveniente com atitudes como essas. Ninguém precisa ser LGBTI para lutar contra a LGBTIfobia”, afirma.

Comentários (2)
  • em 01-07-2022 às 21:02 Jorge Jorge
    Além de ser roubada pelo boy que você chamou pra chupar a rola em sua casa, bicha, saiba que você será novamente ROUBADA PELA MENTIRA DO GAYZISMO. Desta vez, só para completar, como estatística, como número. Ou seja: você mamou o boy (essa parte foi deliciosa), foi assaltada por ele, violentada, agredida. Essa parte é criminosa. Esse filho da puta deveria estar na cadeia, dando o rabo para os demais presidiários. E agora, bi, você, que nem de longe foi vítima de homofobia, vira, sim, caso de homofobia e gera estatística ao gayzismo. Entendeu agora, amada?... Presev seu cu dessa militância, lindona. Se a violência diminui, se o número de assassinatos diminui, logo o número de gays assassinatos diminuiu. Ponto. O que essa gente escrota faz é relativizar os verdadeiros - sim, eles existem - casos de homofobia.
  • em 01-07-2022 às 20:56 Jorge Jorge
    Quem afirma que cresceram o número de assassinatos de gays deveria simplesmente se perguntar a motivação para o crime. Claro: todo ato de violência, de crime, independentemente de quem seja a vítima, é abominável e deve ser punido. rechaçado. ocorre que, quando falamos em violência contra GLBT, especialmente contra gays, é preciso perguntar o motivo. Porque essa turma identitária tenta afirmar, indistintamente, que o motivo é a homofobia. Mentira. Vamos a alguns exemplos: o gay idoso que é amordaçado e roubado pelo boy que chamou a seu apartamento. A trans que é agredida pelo cliente. A trans que puxa a navalha e corta o cliente. O gay jovem afeminado que é assaltado pelo boy na entrada da estação República do metrô. O gay que veio de Sapopemba, passar o final de semana em São Paulo, decide ir ao ABC Bailão, encanta-se com o moço encostado a seu lado, sai com ele e acaba vítima do boa-noite-cinderela. A travesti que balança a rola no Arouche, enquanto a avó volta para casa com a neta e, percebendo essa fragilidade, assalta a avó e a neta. O boy que vende farinha na esquina da Marquês de Itu com a Rego Freitas e, na oportunidade, mete a faca nas bichas velhas de Pindamonhangaba que acabaram de sair do ABC Bailão, sorridentes, as coitadas. Gente, pelo amor de Deus, VAMOS PARAR COM ESSA HIPOCRISIA FILHA DA PUTA de atribuir tudo à homofobia. NENHUMA DESSAS SITUAÇÕES QUE CITEI É CASO DE HOMOFOBIA, MAS TODAS SÃO VIOLÊNCIAS QUE ENVOLVEM, COMO AUTOR OU RÉU, VÍTIMA OU BANDIDO, HOMOSSEXUAIS. E, lógico, essa militância mentirosa, esses artistas imbecis desse vídeo, MONETIZAM tudo isso como homofobia. Além de ser roubada pelo boy que você chamou pra chupar a rola em sua casa, bicha, saiba que você será novamente ROUBADA PELA MENTIRA DO GAYZISMO.