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Websérie LGBT+60: Corpos que Resistem retorna ao YouTube

Serão 5 episódios inéditos com Denise Taynáh Leite, 74 anos, ativista; Márcio Guerra, 63 anos, jornalista; Ana Carolina Apocalypse, 65 anos, influenciadora; Luiza Gasparelly, 60 anos, drag queen; e Seu Franco, 67 anos, aposentado.

por Redação MundoMais

Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2024

A websérie “LGBT+60: Corpos que Resistem” retorna ao YouTube com cinco episódios inéditos, alcançando mais de 2 milhões de visualizações. Yuri Alves Fernandes dirige e roteiriza a série. A produção-executiva é de Giulia da Graça, da Vintepoucos.

A terceira temporada traz do projeto traz Denise Taynáh Leite, 74 anos, ativista; Márcio Guerra, 63 anos, jornalista; Ana Carolina Apocalypse, 65 anos, influenciadora; Luiza Gasparelly, 60 anos, drag queen; e Seu Franco, 67 anos, aposentado.

“’LGBT+60′ é um projeto que parte de uma ideia simples: ouvir histórias. Mas são histórias que nem todas as pessoas estão acostumadas a ouvir, seja na mídia ou em debates. São idosos LGBT+, de diferentes gêneros e contextos sociais, que contam sobre suas experiências, muitas vezes dolorosas, mas também sobre conquistas e sonhos”, afirma o diretor, roteirista e idealizador do projeto, Yuri Alves Fernandes.

Desde que estreou, em 2018, “LGBT+60” vem conquistando diversos prêmios, os mais recentes foram os de Melhor Roteiro e Melhor Direção, no Rio Webfest 2023. A obra também já levou o Prêmio Longevidade Bradesco Seguros na categoria Jornalismo Web (2019), o 20º Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade LGBT+ na categoria Audiovisual e Arte Cênicas (2021) e a Menção Honrosa na Mostra Cine Diversidade, do Rio de Janeiro (2021).

Fernandes comenta sobre a falta de visibilidade da velhice LGBT+: “Percebi que de fato a velhice LGBT+ tinha pouquíssimo espaço na mídia e, quando tinha, era invisibilizada de alguma forma”.

“É um tipo de série transgressora que gera mudança toda vez que é reproduzida. É por isso que a Vintepoucos ficou em êxtase ao produzir a 3ª temporada. É um projeto que prova que nós, da comunidade LGBT+, temos direito a um passado, presente e principalmente, um futuro”, reforça Gab.

Siga e assista “LGBT+60”:

• YouTube: www.youtube.com/@colaborajornalismo

• Instagram: www.instagram.com/lgbtmais60

18-01-2024 às 09:38 ^^
Penso que a Roberta Close teria muito a contribuir! Juventude Sem Internet exigia "reflexão" sobre o próprio corpo! A gente conversava na "modalidade de saber vender o peixe", foi assim quando recebi o primeiro "oral" no anus; nem imaginava o prazer que sentiria! Logo, fiquei na ponta dos pés. Quando ele "me segurou" pelas coxas, que lisongio, receber essa atenção dele! Éramos adolescentes!
17-01-2024 às 20:57 @
Ta.