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Segurança do Mercadão de SP é afastado após homofobia contra casal

Em nota, o Mercado Municipal de São Paulo informou que foi solicitado o afastamento imediato do funcionário terceirizado.

por Redação MundoMais

Quarta-feira, 03 de Dezembro de 2025

Um vídeo compartilhado nas redes sociais nesta terça-feira (2) mostra uma abordagem homofóbica de um segurança do Mercado Municipal de São Paulo a um casal que caminhava no local.

Na publicação, um jovem afirma que o guarda o alertou por estar abraçando o companheiro. Segundo o rapaz, o segurança questionou o casal, pediu que se retirasse do estabelecimento e disse “aqui tem um monte de família”. Veja o vídeo gravado pela vítima após o episódio:

O que diz o Mercado Municipal de São Paulo

Em nota publicada nas redes sociais, o Mercado SP, concessionária responsável pela gestão do Mercadão, informou que o ato homofóbico foi um fato isolado “que não reflete os princípios nem o compromisso do Mercadão com o respeito, a inclusão e a diversidade”.

 

A concessionária ainda reiterou o envio de uma notificação à empresa terceirizada responsável pelo segurança e solicitou que ele fosse afastado imediatamente.

07-01-2026 às 15:37 RM
No supermercado do bairro onde eu morava os gays faziam banheirão, tinha até grupo do Telegram pra combinar de fazer isso. Às vezes você chegava no supermercado pra fazer compras e tinha pinto de borracha no estacionamento. Aposto que se um desses tarados fosse pego no flagra ia reclamar de "homofobia" também, e o funcionário que só estava fazendo seu trabalho e pedindo um pouco de respeito ia perder o emprego. Quando mais velho eu fico mais eu começo a entender os homofóbicos.
06-12-2025 às 22:14 Jorge Jorge
Estou com A condição humana na fila, querido. Acho que em 2026 eu chego em Hannah Arendt. Bom, parabéns pela excelência do que você escreveu. Confesso que o que mais me assusta é a ideia do esparadrapo a impor a unanimidade. Não consta que tenha existido lugar ou momento histórico em que isso tenha dado certo. O wokeísmo reivindica a unanimidade. A química europeia reivindica a unanimidade. Moraes reivindica a unanimidade. A bancada da Globo News reivindica a unanimidade. Mas, quando nos imaginamos longe desse tempo, os olharemos apenas como o que realmente são: medíocres. E, então, aquele que sempre soube cultivar a liberdade de opinião se verá como uma Elke Maravilha. Lembro-me dos rapazes pretos no palco, sungas mínimas, deliciosos, a participar de um concurso de beleza negra masculina. Era a década de1980. E Elke, reconhecendo do outro lado a existência de milhares de racistas, mas também de outros milhares de homossexuais, enquadrava a câmera e lecionava “a beleza negra é diferente. Nem mais, nem menos. Diferente apenas. Linda de todo modo”. Adiante, dava um jeito de nos amparar: “Ser gay não é errado”, costumava dizer com frequência. “É apenas uma outra forma de expressar afeto”. Ver dois rapazes trocando carícias no icônico Mercado Municipal de São Paulo é lindo. Mas é igualmente lindo entender um rapaz pobre, miscigenado, periférico, possivelmente fruto de um processo educacional falido, cujos alunos batem no rosto dos professores em sala de aula. Não creio que possa ser tomada por grande a atitude de empurrar esse segurança a um mundo marginal do qual só Deus sabe o quanto ele vem lutando para emergir.
06-12-2025 às 19:40 Jhony Alma Sebosa respondendo para Jorge Jorg
Arrasou no textão, mas quantos aqui sabem o que é alteridade e resignação coerente? Então, escreveu um montão de coisas para falar que as vítimas deveriam respeitar o agressor. Pois bem; Hannah Arendt defendia a liberdade política, a participação ativa dos cidadãos no espaço público e criticava os regimes totalitários, assim como a apatia política. Ela também cunhou o termo "banalidade do mal" para descrever como indivíduos sem intenção maliciosa podem cometer atos terríveis ao simplesmente seguir ordens sem reflexão ética. Seus conceitos-chave incluem a importância do pluralismo, que gera igualdade política através da inclusão do "outro", e um "amor pelo mundo" (amor mundi), que se manifesta no engajamento político e na responsabilidade.
06-12-2025 às 17:09 Jorge Jorge
Gente, menos que essa nossa "causa" que invariavelmente implica em pôr esparadrapos na boca e nas avaliações pessoais de terceiros. O Brasil, como sempre, pisa na sua pobreza, pisa no conjunto de parâmetros sociais que sustentam a nação. Uma elite vulgar se avoca o direito de dizer o certo e o errado. Uma elite que desconsidera o contexto, porque o desconhece, nunca saiu da Vila Madalena. De onde veio esse rapaz segurança? Onde mora? Com que elementos diários duela? PCC nas ruas, baile funk na porta de casa?... E o casal homossexual, mora em que lugar de SP? Já entrou numa favela? Bem, claro que eles têm esse direito, mas não seria o momento de exercer a alteridade, a resignação coerente? É preciso mesmo cumprir todo santo dia com a agenda da militância gayzista? Ser gay não é algo bem mais simples? A bandeira do arco-íris precisa estar permanentemente asteada? É uma superclasse humana que desejamos ser apenas porque somos veados? É isso mesmo, queridos? Vamos refletir um pouco, vamos? E que tal se a gente reservasse o selo "homofobia" para casos efetivamente homofóbicos?
06-12-2025 às 16:59 Jorge Jorge
O preconceito aqui é contra o segurança, um rapaz aparentemente miscigenado e, com ceretza, periférico e pobre. Sou casado há 13 anos e jamais iria ao Mercado Municipal, repelto de pessoas não familiariazadas com a vivência homossexual masculina, encher meu marido de beijos. Preconceito social aqui, mas que o wekeísmo doentio não se preocupa em denunciar, porque não é pauta que, momentaneamente, se encaixe em seu projeto industrial/empresarial/frogorífico de poder.
06-12-2025 às 01:46 Jota
É tão vomitante ver que ainda existem pessoas assim... Pior ainda é ver que existem homossexuais que ficam mendigando aprovação da heteronormatividade quando alguém levanta a bandeira de igualdade. Está certo em dizer que é homofobia, sim. Se fosse um casal hétero, COM CERTEZA não teria sido chamado atenção pelo "segurança". O kra abordado foi enérgico? Foi. Mas é claro!... Ele paga os mesmos impostos que todos os heterossexuais e não pode sequer da um beijo no seu namorado ou um simples abraço que a turma do falso moralismo já invoca a história da "família", "crianças", como se um beijo ou um abraço GAY fosse um ato sexual, enquanto vemos diariamente casais heterossexuais expressando publicamente o seu afeto e vivendo suas relações amorosas e carnais livremente, sem nenhuma censura. E, então, quando damos "nomes aos bois", aí é mimimi... Mimimi de cú é rola!!
04-12-2025 às 08:00 André
Mano, as nossas manas foram afrontosas né, amei, chamou o cidadão pra briga. Isso mesmo, chega de baixar a cabeça.
03-12-2025 às 16:03 jonas
VAMOS LÁ, HJ EM DIA, TODO MUNDO QUER POR A "BIA" NO MEIO DA HISTÓRIA, EU ACHO QUE É MUITO MI - MI, É MUITA TROVOADA PRA POUCO CHUVA... N SEI AO CERTO O QUE O CASAL ESTAVA FAZENDO, POREM RESPEITO É UMA VIA DE MÃO DUPLA.
03-12-2025 às 14:49 Sueli
Outro CÂO-HOMI-FÒBICU pra varia........CANA NELE!!!!