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Saiba como nasceu 'Robocop Gay', um dos maiores sucessos do Mamonas Assassinas

Jornalista revela a origem do hit que marcou os anos 1990.

por Redação MundoMais

Sexta-feira, 02 de Janeiro de 2026

Os Mamonas Assassinas ganharam uma fama gigantesca e marcante - até hoje -, com suas canções mais do que curiosas, marcadas por letras engraçadas e melodias dançantes, e dentre elas, 'Robocop Gay'.

No canal Enigmas do Rock, o jornalista Fabrício Mazocco desvendou a trajetória improvável da música que se tornou um símbolo do humor audacioso e da ousadia artística da banda, que durou entre 1995 e foi drasticamente interrompida em 1996, com o acidente que tirou a vida de todos os integrantes.

A origem da canção ocorreu durante um showmício político. “A música nasceu de um improviso, uma brincadeira que acabou capturando a essência do que os Mamonas Assassinas representavam”, revelou Fabrício. Tudo começou em um showmício de 1994, onde Dinho, o vocalista da banda, foi convidado para animar um evento político em Guarulhos, São Paulo.

A música, inicialmente uma paródia, surgiu como uma forma leve e divertida de se conectar com o público. O jornalista descreveu que 'Robocop Gay' foi criada para ser tocada nesse contexto político, sem que ninguém imaginasse o sucesso nacional que se seguiria.

A estreia da música no palco do showmício foi um divisor de águas, cuja reação do público foi tão intensa que a banda foi solicitada a repetir a apresentação três vezes. “Foi ali que a Utopia começou a se transformar nos Mamonas Assassinas que conhecemos”, destacou o jornalista.

A versão inicial era mais lenta, mas o produtor Rick Bonadio interveio, transformando-a em um sucesso. “Rick viu o potencial daquela música bruta e ajudou a transformá-la em algo que o Brasil inteiro cantaria”, enfatizou o jornalista.

05-01-2026 às 22:31 Yorkin24
Reflexão bem interessante mesmo. Lembro que até a Xuxa tinha um hit "Tu é gay que eu sei!" Se a gente for procurar: "Thelma, eu não sou gay"; "Maria sapatao " para as sapas e por aí vai. Já sofremos muito enquanto outros enriqueciam
04-01-2026 às 15:55 bpunheta
A fala de Jota, é interessante demais. E eu aplaudo, na época estava entrando na adolescência e percebia que o grupo acabava por agenciar essas ações de bullying e homofobia, assim como Jota eu particularmente percebia na escola a onda de ataques. Depois de 30 anos conseguimos trazer essa reflexão! é importante!
03-01-2026 às 02:29 Jota
Eu gostava dos Mamonas Assassinas, mas me pergunto qual o preço da leveza de alguns hits... Eu cheguei a ser alvo de homofobia que foi fortificada e validada por essa música, infelizmente. Muitos veem nela um hino de libertação e uma celebração à diversão e coragem do público LGBTQIA+, mas eu sei o quanto me sentia mal e alvo quando ela era tocada. E não era porque eu me escondia, mas porque eu era apontado, diminuído, ridicularizado por ser gay. E não é porque um ou outro gay não sofriam com essa música ou outra coisa, que a minha dor não era verdadeira ou pesada. Então, tenho que dizer que alguns mimimis são necessários, pois só quem sofre de verdade, pode dizer o quê, onde e quanto dói. Respeito é bom e todos gostam e merecem.
02-01-2026 às 20:28 Bernardo
O mundo seria muito chato só com músicas como a escrava sugere. Como escrava esperava que gostasse de músicas mais livres de rótulos.
02-01-2026 às 17:36 Escrava Izaura
Nunca vi graça nesse banda. Forçados D+/Letras sem pé nem cabeça/Um + rediculo que o outro..........Em fim........Era bosta sonora a dar com pau, nas zoreia do zoto! Pior era os pais na época, deixar os pequenos escutar tanta Pornografia/Palavrões em forma de musica.......Os pais eram fuleiros D+, por permitir uma bosta sonora como essa, entrar em seus lares! Pra algo ser chamado de musica, deve ter.................Boa letra/Bons arranjos/Ser envolvente/ O cantor(A) ser afinado/Ter uma bela melodia, em fim, algo que essa pseudo banda, nunca teve! Em fim............Boa tarde.