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Saiba como funciona a denúncia de LGBTfobia pelo Disque 100

Serviço gratuito do Governo Federal registra ocorrências e encaminha casos de violência e discriminação contra a população LGBT+.

por Redação MundoMais

Terça-feira, 06 de Janeiro de 2026

O Disque Direitos Humanos – Disque 100 é um dos principais canais do Governo Federal para o registro e o encaminhamento de denúncias de LGBTfobia no Brasil. O serviço funciona como porta de entrada para casos de violência, discriminação e outras violações de direitos que atingem pessoas LGBT+ em diferentes contextos. As informações são do Gov.br.

Qualquer pessoa pode acionar o Disque 100, seja a própria vítima ou alguém que tenha conhecimento de uma situação de violação. O atendimento é gratuito, disponível 24 horas por dia, inclusive aos fins de semana e feriados, e pode ser feito por telefone, internet, e-mail, aplicativos de mensagem através do número 61 99611-0100 e atendimento presencial em Brasília.

Como funciona?

Ao receber uma denúncia relacionada à população LGBT+, a equipe do serviço registra as informações, faz uma análise inicial e encaminha o caso aos órgãos responsáveis pela proteção e responsabilização, conforme a natureza da ocorrência e a localidade do fato. O objetivo é permitir respostas rápidas, sobretudo em situações graves ou que estejam em curso.

O canal atua como um serviço de urgência em direitos humanos, funcionando como um ponto de apoio para vítimas de agressões físicas, ameaças, discriminação, constrangimentos, violência institucional e outras práticas que violem a dignidade de pessoas LGBT+. Em casos que exigem ação imediata, os órgãos competentes podem ser acionados para possibilitar o flagrante ou a interrupção da violação.

Além de registrar denúncias, o Disque 100 também orienta sobre serviços públicos disponíveis, políticas de proteção, programas sociais e canais de atendimento especializados. A proposta é ampliar o acesso à informação e fortalecer a rede de proteção em âmbito federal, estadual e municipal.

Todas as comunicações são encaminhadas à Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, que acompanha os casos e possibilita ao denunciante consultar o andamento por meio de protocolo. O serviço integra a política nacional de enfrentamento às violações de direitos humanos e reforça o papel do Estado na proteção da população LGBT+, garantindo um canal permanente de escuta, registro e encaminhamento de denúncias em todo o território nacional.

Principais públicos e violações atendidas

• Crianças e adolescentes;
• Pessoas idosas;
• Pessoas com deficiência;
• Pessoas em restrição de liberdade;
• População LGBT+;
• População em situação de rua;
• Discriminação ética ou racial;
• Tráfico de pessoas;
• Trabalho análogo à escravidão;
• Terra e conflitos agrários;
• Moradia e conflitos urbanos;
• Violência contra ciganos, quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais;
• Violência policial (inclusive das forças de segurança pública no âmbito da intervenção federal no estado do Rio de Janeiro);
• Violência contra comunicadores e jornalistas;
• Violência contra migrantes e refugiados;
• Pessoas com Doenças Raras.

Como denunciar no Disque 100:

• Telefone: 100
• Atendimento gratuito, 24 horas por dia, inclusive fins de semana e feriados.
• WhatsApp: +55 (61) 9 9611-0100 - Envie uma mensagem e siga as instruções para falar com a equipe.
• Site: www.gov.br/mdh/pt-br/ondh - Atendimento por chat e videochamadas em Libras.
• E-mail: ouvidoria@mdh.gov.br
• Telegram: buscar por Direitoshumanosbrasil.
• Aplicativo móvel: “Sabe – Conhecer, Aprender e Proteger”.
• Atendimento presencial: Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos – Esplanada dos Ministérios, Bloco A, térreo, Brasília (DF). Segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h (exceto feriados).
• Mais informações clique aqui.

08-01-2026 às 17:33 Jorge Jorge
Besteira do serviço público para encher bolsos que lucram com a homossexualidade alheia. Detesto esse tipo de falsidade.
08-01-2026 às 12:36 Pélpa-Piguis.
Sinserah está correta!!!!
07-01-2026 às 21:56 Gay de direita conservador
Odeio militância e mimimi Viva Bolsonaro!
06-01-2026 às 19:07 Sinserah
Esse disque 100 é um órgão puramente decorativo, tentei fazer diversas vezes denuncias sobre vários temas e colocaram sempre 1000 barreiras para não aceitar. Mandaram ir pessoalmente numa delegacia comum todas as vezes.
06-01-2026 às 17:02 Esquerda Homofóbica!
Militância esquerdista se juntaram ao fundamentalismo homofóbico para tentar fazer um linchamento virtual contra o casal por eles terem ido passar o réveillon em Balneário Camboriú. Queriam o que, que eles ficassem em casa com hematomas e depressão no calor do Mato Grosso em plena festas de final de ano . Espancados foram eles e só eles é quem sabe a dor de carregar o peso dessa selvageria.
06-01-2026 às 16:45 Esquerda Homofóbica!
Esse disque 100 funcionam também para os turistas espancados em Porto de Galinhas ? Por que o que vi por parte dos gays de esquerda foi um show de horrores homofóbicos em suas redes sociais. Como se estivessem se lamentando por o casal não terem sido espancados e mortos pelos bandidos das barracas. A militância da esquerda chegou abrir espaço para o fundamentalismo homofóbico se manifestar nos comentários da forma mais perversa e cruel possível. Não vi um ato de solidariedade do Ministério dos Direitos Humanos do Governo Federal ao casal , mas vi a militância esquerdista tentando instigar a opinião pública contra eles. Tiveram que recuar por não encontrar espaço. Diante desses fatos eu acho difícil , muito difícil votar na esquerda esse ano. Não voto no Bolsonaro ,mas também não vou votar na crueldade do PT.