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Erika Hilton deve ser a 1ª trans a presidir Comissão da Mulher

Deputada será a primeira mulher trans a ocupar a presidência do colegiado na história do Parlamento.

por Redação MundoMais

Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2026

A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) está prestes a assumir presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados, em uma articulação que envolveu acordos com outras legendas e que ainda precisa ser chancelada por votação interna.

Caso a indicação seja confirmada, o colegiado passará a ser comandado por uma parlamentar que se tornará, oficialmente, a primeira mulher trans a presidir o espaço desde a criação do colegiado no Parlamento.

Atualmente, a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher é presidida por Célia Xakriabá (PSOL-MG). Com a possível transição, a expectativa é de continuidade no enfrentamento às desigualdades, mas com uma ampliação de perspectivas que dialogue também com as vivências da população trans, e que é o objetivo sinalizado pela parlamentar.

Historicamente, o protagonismo de Erika Hilton é um feito marcante, principalmente, tendo em vista que o Brasil segue liderando, há quase duas décadas, o ranking mundial de assassinatos de pessoas trans, segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais.

01-03-2026 às 14:35 brasil
Puta que pariu. Esse é um país esculhambado sem moral, colocando um homem pra representar as mulheres brasileiras
27-02-2026 às 05:25 Parabéns Doutora Érika Hí
Erika Hílton foi a primeira mulher trans a desmascarar a transfobia e a homofobia no movimento feminista. Processou inclusive uma feminista por transfobia. Na minha academia tem um gay amississimo de uma feminista hétero, ela maior amor com ele. Quando ele dá as costa, ela joga um olhar homofóbico para o amigo hétero , deslegitimando o amigo gay. Só na jogada de olhar. Sem falar nada. Problema que ainda tem muitos gays burros que acham que as feministas amam os LGBTs. Amam tanto que já querem tirar a letra T , depois vão querer tirar a letra B acusando de assédio sexual e machismo. Feministas são misandricas e nunca me enganaram.