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Atriz adianta sobre futuro de romance LGBT em Bridgerton: "Estamos orgulhosas"

Hannah Dodd, intérprete de Francesca, celebra protagonismo queer na série da Netflix.

por Redação MundoMais

Terça-feira, 03 de Março de 2026

Hannah Dodd, intérprete de Francesca, uma das personagens de Bridgerton, abriu o coração sobre as expectativas pelo futuro da série da Netflix, cuja parte final dos últimos episódios da quarta temporada estrearam nesta última quarta-feira (26).

A atriz destacou que, a curiosidade do público pelos desdobramentos do seu romance lésbico com Michaela Stirling (Masali Baduza), são uma grandes novidades, visto que o papel será a protagonista de uma das próximas temporadas da obra de grande sucesso.

"Estamos orgulhosas"

"Existem histórias queer por aí, mas vê-las ocupando o centro da narrativa, numa plataforma como Bridgerton, vai significar muito para muitas pessoas. Estamos incrivelmente orgulhosas de sermos as pessoas que podem contar essa história", declarou Hannah Dodd.

Nos novos episódios de Bridgerton, Francesca continua lidando com um conflito silencioso em seu casamento com John Killmartin (Victor Alli). Ela o ama profundamente, mas se sente insegura por não conseguir se conectar intimamente da forma que gostaria, até que conhece Michaela Stirling, e, a partir dali, desenvolvem um novo sentimento, que se fortalece após a morte súbita e inesperada do rapaz.

03-03-2026 às 17:19 Sinserah
Se não fizer igual ao outro que "desvirou" gay. Não gosto desse narrativa de que todo muito é fluido, sou 300% gay e só isso como tem gente que é bão hétero. Lutei minha vida toda pra combater perguntas do tipo: Como você sabe se não gosta de mulher? Já experimentou? Ou, é só uma fase, vai passar, ou é porque você ainda não achou a mulher certa... Ah essa altura , as próprias gays estão caindo na armadilha dos conservadores e repetindo a mesma história com nova roupagem. Eu vejo viado passivo de marre deci se dizendo fluido e até bissexual. Me poupe, só estão confirmando em palavras requentadas que os homofóbicos sempre disseram só com outras palavras: Ser gay é escolha, quando não é