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Mulher trans é vítima de tortura e ataque com símbolo nazista em MS

Caso de violência contra mulher de 29 anos é investigado em Ponta Porã.

por Redação MundoMais

Quarta-feira, 18 de Março de 2026

Uma mulher trans, de 29 anos, foi vítima de uma emboscada que terminou em tortura, ameaças de morte e uma suástica nazista gravada na pele, no último sábado (14), em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul.

Em depoimento, ela contou que foi chamada para buscar um pagamento na casa onde trabalhava, e mesmo tendo se separado recentemente do namorado, os dois haviam reatado pouco antes, o que a fez aceitar ir até o local acompanhada por ele. Ao chegar, foi levada até um escritório sob o pretexto de receber o dinheiro, mas acabou surpreendida.

No cômodo, encontrou o namorado e o patrão, que passaram a agir de forma ameaçadora. “Nunca que passou na minha cabeça que eles iam ter essa capacidade de fazer isso comigo. Eu fui como uma funcionária normal receber meu pagamento”, relembrou. A vítima relata que sofreu socos, chutes, golpes com taco de sinuca e cabo de vassoura, além de ameaças com faca.

Eles deram vários socos na minha cara […] eu vi tipo um anjo branco na minha frente e falei, é agora que eu vou morrer”, relatou, traumatizada. Mesmo com tentativas de fuga, a mulher trans foi novamente atacada, e descreveu o comportamento dos agressores como cruel e perturbador: “Parece que estavam todos endemoniados. Ficavam dando risada”.

A mulher conseguiu pedir ajuda na rodoviária e foi encaminhada ao hospital regional, onde recebeu atendimento. Ela sofreu múltiplos traumas e deve passar por pelo menos três cirurgias, incluindo procedimentos na cabeça e a remoção da pele para tentar apagar a marca deixada pelos agressores. “Nem tenho tatuagem no corpo e eu sou marcada por uma maldade humana que fizeram comigo”, desabafou. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM), e os suspeitos tiveram a prisão preventiva decretada após passarem por audiência de custódia.

* Fonte: Terra Nós

18-03-2026 às 16:59 Exército da Salvação
Os transfobicos viraram biólogos de um dia pra o outro. Único intuito de atacar as trans. Hoje recomendei a eles que os Policiais Militares usassem barba. Arrancar a barba vai de encontra a natureza masculina do homem. Biologicamente não é ético arrancar as barbas do macho e permitir brinco, maquiagem, tinta nos berço dentro da corporação em pessoas que gestam. Como se o militarismo fosse picadeiro para formar palhaços de circo. Querem atacar as trans, ataquem, mas vou soltar o veneno da hipocrisia pra que todos enxerguem .
18-03-2026 às 16:39 Exército da Salvação
Em meio a uma onda de feminismo homofóbico que se alastrou pelo Brasil e que não tem data para acabar . Venho aqui deixar bem claro que um desses ataques transfobico em Ponta Porã - MS foi cometido por uma mulher : A senhora Laysa Carla Leite Machinsky ,que ligou e atraiu a trans para a emboscada. É esse mesmo Movimento Feminista Criminoso Paramilitar que acaba de aprovar uma lei para porte de armas em Goiânia, para mulheres se defenderem do machismo. Esse feminismo homofóbico que incentivam homens atacarem mulheres trans É como se os negros pudessem andar armados para se proteger do racismo e como se os LGBTs pudessem andar armados para se defender da homofobia. Esses atentados são estimulados pelos ratinhos e pelos linchamentos virtual a qual Érika Hílton passou.