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Segurança é prioridade para gays em primeiro encontro, diz estudo brasileiro

Pesquisa feita pelo Hinge revela o que torna um primeiro encontro bem-sucedido.

por Redação MundoMais

Quarta-feira, 13 de Maio de 2026

Um estudo realizado no Brasil apontou que cerca de 72% das pessoas LGBT+ acreditam que um primeiro encontro é bem-sucedido quando se sentem confortáveis e seguros, ultrapassando uma boa conversa (69%).

O levantamento, feito pelo Hinge coletou informações de 2 mil entrevistados, entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, e indicou que construir uma conexão significativa envolve mais do que afinidade ou interesses em comum para pessoas da comunidade.

Segundo Moe Ari Brown, psicólogo de casais e especialista em amor e conexões do Hinge, as conexões mais significativas acontecem quando as pessoas se sentem seguras o suficiente para serem exatamente quem são.

"Em meu trabalho como terapeuta e como pessoa LGBT+, sei quanta energia é gasta decidindo o quanto de si mesmo é seguro compartilhar. Esconder partes de si para se sentir aceito em um relacionamento é exaustivo, e pessoas LGBT+ merecem uma experiência de namoro que não exija que elas editem sua autenticidade para se sentirem pertencentes. Você não precisa se diminuir para criar uma conexão real. Quanto mais honestamente você se mostrar, mais fácil será para outras pessoas que procuram alguém como você te reconhecerem. É isso que estamos construindo no Hinge: um espaço onde pessoas LGBT+ podem namorar de forma autêntica e amar com orgulho", afirma o profissional.

Para ajudar pessoas não-binárias a se representarem melhor ao se conectarem com outras pessoas, o Hinge oferta mais de 50 opções de gênero para os usuários selecionarem no aplicativo, além da possibilidade de escreverem seu gênero. A plataforma também possui a função “Mensagem de Match”, que permite aos compartilhar detalhes importantes sobre si mesmos com seus matches de forma privada, antes de iniciar uma conversa.