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Pabllo Vittar critica pink money após queda de patrocínio da Parada LGBT+ de SP

Cantora e drag queen critica empresas e fala em “silenciamento” da comunidade.

por Redação MundoMais

Sexta-feira, 22 de Maio de 2026

Pabllo Vittar usou as redes sociais nesta sexta-feira (22), e rasgou críticas em torno dos impactos financeiros para a realização da 30ª edição da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, marcada para o dia 7 de junho, na Avenida Paulista.

Nos últimos dias, foi anunciado que a cota de patrocínio do evento caiu 60% entre 2025 e 2026, após uma impactada debandada de empresas multinacionais que já foram parceiras histórias da celebração em anos anteriores.

Através do vídeo publicado no TikTok, Pabllo Vittar lamentou a falta de patrocínio na maior Parada LGBT+ do mundo, e ressaltou que a comunidade também gera lucro, além de ter culpado a onda de políticas conservadoras que voltou a ganhar força.

"Todo mundo sabe que é por conta dessa onda de conservadorismo que afeta muito as nossas festividades, o jeito como a gente vive, afeta como as pessoas pensam, e olham para nossa comunidade", apontou Pabllo. "É muito fácil, no mês do orgulho, colocar bandeira colorida, colocar a logo da sua marca com as cores da bandeira, sendo que esse apoio não é um apoio verdadeiro", alfinetou ela.

Na sequência, a artista questionou a falta de posicionamento de grandes marcas, mas não citou nomes, e alfinetou: "Cadê as marcas esse ano? As que já estiveram por aí com bandeira colorida nos ícones e esse ano não estão presentes com a gente? Esse esse silenciado diz muito sobre quem está do nosso lado e quem realmente só quer fazer dinheiro", disparou.

23-05-2026 às 09:47 Fichinha
Temos tantos Lgbt+ ricos, que poderiam financiar a causa mas, preferem ganhar dinheiro e ostentar luxo. Acho que já passou da hora, das pessoas se conscientizarem sobre a importância do movimento e ficarem atentas as marcas que se aproveitam da causa.
23-05-2026 às 09:40 Murila
A pabro Viutar tá diferente. Será prásticas!?..........Bom dia.
22-05-2026 às 20:14 Movimento LGBT Atento
Se o Movimento LGBT formace um estado para ser uma unidade da federação brasileira, seria o segundo mais populoso do Brasil. Com 23 milhões de habitantes. E o segundo mais rico , com cerca de 12% na participação do PIB nacional. Basta o Movimento LGBT parar de ficar mendigando apoio de marcas inimigas da comunidade LGBTQIAPN+ e tratamos como concorrentes, boicotar essas marcas e criar nossas marcas próprias. Nossa indústria automobilística, nossos ônibus, nossas cervejas. Tem que fazer eles ter medo da gente, da fúria da nossa organização extrema. Precisamos aumentar nossa participação nos parlamentos estaduais e no congresso nacional, nossa participação no judiciário e nas forças armadas e na segurança pública. A bandidagem homofóbica está jogando pesado e não estão pra brincadeira. Sim! E precisamos comandar o mundo digital ,combatendo a violência algaritimica.
22-05-2026 às 19:44 Movimento LGBT
Esse conservadorismo tem nome e sobrenome: Movimento Feminista, sim, essas empresas deixaram de apoiar a causa LGBT para apoiar o Movimento Homofobico Feminista . Sim, isso mesmo, as feministas passaram ocupar espaços de lideranças nessas empresas e perderam o medo de serem homofóbicas. E não esqueça , lei Maria Homofóbica da Penha ,livrou a feminista homofóbica assassina que tentou matar um cabeleireiro gay em São Paulo. As feministas apoiaram os Aiatolá na Revolução de 1979. E estão a serviço dos neopentecostais no Brasil. As seitas neopentecostais estão chocando o ovo da serpente e essas serpentes se chamam Movimento Homofobico Feminista. Ou o Movimento LGBT abre do olho e começa a mudar a pedagogia na luta pelos direitos da Comunidade LGBTQIAPN+ ou será tarde demais.