Indestrutível

Pabllo Vittar lança seu novo clipe e alerta sobre o bullying e a homofobia.

por Redação MundoMais

Quarta-feira, 11 de Abril de 2018

Pabllo Vittar lançou, nesta terça-feira (10), o clipe da sua nova música de trabalho, "Indestrutível". Fugindo das canções mais pops, o single do seu primeiro álbum "Vai passar mal", traz uma melodia lenta e um tema bastante importante: o combate a intolerância com a comunidade LGBTQ+.

Logo no início, um dado das comissões de Relações Exteriores e de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados já norteia o teor do clipe. Nas imagens cenas de violência e xingamentos a um adolescente homossexual. A letra, no entanto, traz reconforto. É assim que Pabllo se viu há algum tempo pelo espelho. Lutando contra o preconceito disparado a todos os lados. A canção e o vídeo seriam talvez uma autorreflexão.

"São milhares de adolescentes que assim como eu sofreram esse tipo de agressão. Tá na hora de transformar o preconceito em respeito, dee aceitar as pessoas como elas são e querem ser. De olhar na cara da homofobia e dizer 'Eu sou assim, e daí?", afirma PablLo ao final do clipe.

O vídeo no YouTube já tem quase 500 mil visualizações e mais de 14 mil comentários.

Comentários (5)

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  • em 11-04-2018 às 23:10 Paulo
    Não gostei...Pablo só combina com clipe de luxúria,,perucas chiques glamour,poderia ter colocado apenas fotos reais de pessoas que sofreram homofobia,,,
  • em 11-04-2018 às 18:11 Drizella.
    Tic tac tic tac tic tac..........................Beijos Brasil!
  • em 11-04-2018 às 17:22 Jorge Jorge
    Quando perguntamos “quem foi?” e, especialmente, “por que foi?”, estamos defendendo a vida de Marielle Franco, e não o contrário, como nos acusam psolistas e petistas, ambos admiradores de Fidel castro, o matador do Caribe, e de outros assassinos tais. Vejam, senhores, quão irônicos somos: um sujeito como Eduardo Suplicy passa a vida na academia. Acorda na academia. Peida e pede pizza na academia. Dorme exclusivamente na – adivinhem... – academia. E então conclui Suplicy, o sábio, de tudo quanto pôde extrair de seus estudos, de tudo quanto lhe ofertaram os livros, os mestres, os orientadores, os superiores, enfim, que a si resta partir para a periferia, disposto a apoiar os ditos movimentos de rua, os marginais de todas as espécies, organizados ou não. Dar seu apoio àqueles que fogem – e, mais do que isto, atiram – na polícia. Não importa. Ali – segundo os livros pelos quais se orientou Suplicy – está a justiça, ainda que esteja disposta não na forma de banda de quermesse, mas de crime organizado. E que hajam fuzis. E que hajam boyzinhos ciclo-ativistas a buscar drogas em suas vielas. E que haja forno micro-ondas aos caguetas. Nada. Nenhuma realidade. Números, dados, evidências, estatísticas. Nada. Nada importa àquele, o Suplicy, a quem a academia já hipnotizou. E ainda há outros sobre os quais tenha recaído idêntica hipnose: drogados da Vila Madalena, professores da ESPM (estes teóricos, em sua maioria), teatrólogos da Praça Roosevelt, artistas da Globo. Os herdeiros de Roberto Marinho não vão, mas seus cães. Seus cães vão. Wagner Moura vai. Taís Araújo vai. O negão, marido dela, o Lázaro Ramos também vai. Fernanda Montenegro, a coruja-branca ansiosa por tornar-se múmia e, de múmia, virar nome de cidade no Nordeste, também vai. A filha dela, querendo dar lá um tapinha, vai também. Todos vão. Mas todos – perceba, querido – vão por objetivos. Eles não são como você que vai apenas por ser um idiota útil. Por isso, relembre-se de jamais – jamais – usar sua homossexualidade para defender o gayzismo empresarial das aglomerações GLBTs. Não seja tolo, amado!
  • em 11-04-2018 às 14:15 Simples
    Vejo com certa preocupação gays levar as bandeiras do Movimento LGBT para bloquera vias públicas em muitas cidades brasileiras contra o Supremo Tribual Federal, contra a Rede Globo, contra o mercado em defesa do Lula. Gente STF, Globo, Mercado, são nosso aliados. Tem que ter cuidado para não ficar expondo nossas bandeiras em movimentos eleitorais e gerar uma possível antipatia do mercado. Pablo Vittar luta contra o homofobia, mostrando a dor de uma forma inteligente.
  • em 11-04-2018 às 11:49 Adriano
    Crescer na década de 80,passar praticamente por tudo o que este vídeo descreve,já que o gay que foge do "padrão" masculino ,não tem voz grossa e tem trejeitos delicados,era perseguido como na Inquisição quase e todo mundo se calava ,via como normal ou aprovava...Infelizmente hoje 30 anos depois,ainda vemos pessoas com este tipo de pensamento e postura,até politicos que incitam as pessoas contra os LGBT ,mas mesmo assim,vejo esperança,clips como este representam muito bem a trajetoria de luta de muitos LGBT e conseguem conscientizar muitas pessoas em quem o amor ,a tolerância, o respeito,falam mais alto do que o odio e a sociedade do futuro sera melhor do que esta...evolu~cao sempre...nao à involuçao...Clipe nota mil...Parabens!!