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Tarda mas não falha

Potiguar vence processo por homofobia e doa indenização para instituições.

por Redação MundoMais

Quinta-feira, 02 de Agosto de 2018

O esteticista Igor Henrique, de 31 anos doou parte da indenização no valor de R$ 10 mil, que recebeu de uma casa de shows, localizada em Natal, onde sofreu homofobia, para quatro instituições filantrópicas. O caso aconteceu há 11 anos, quando um segurança o convidou para se retirar do estabelecimento sob o argumento de estar utilizando roupas inadequadas.

“Eu sabia que não desrespeitava nenhuma regra, mas para evitar ainda mais constrangimento, fui embora. Na época, tinha apenas 20 anos. Fiquei abalado, procurei o problema em mim. Depois percebi que não havia problema e sim que me mandaram sair por outro motivo. Sofri crime de preconceito, homofobia”, relatou.

Com a ajuda de uma amiga advogada, Igor decidiu entrar com o processo que tramitou durante todo este tempo, que foi até a última instância e o potiguar resolveu pegar a primeira parte do dinheiro para ajudar a quem precisa como pagamento de uma promessa que fez a si mesmo no início da ação judicial.

O esteticista ajudou a Sociedade Amigos do Deficiente Físico do estado (Sadef-RN), o Lar da Vovozinha, a Amor sem Raça Definida – ONG que resgata, trata e busca donos para animais abandonados; e a Amico – Associação Amigos do Coração da Criança.

“A justiça tarda mas não falha. Espero que meu caso inspire outras pessoas a ajudar quem necessita, não olhar apenas para o próprio umbigo. É surreal a sensação de saber que estamos melhorando vidas”, afirmou.

05-08-2018 às 21:07 Everton
Não existe ditadura gay, existe extermínio de gays. Fique assustado ao ler comentário de " gay" criticando a luta LGBT.
05-08-2018 às 06:14 Daniel
Me poupe, Jorge Jorge. Não confunda reivindicação e reação com ódio. Ódio e intolerância estão presentes na homofobia nossa de cada dia. Reagir a isso é necessário, sob o risco de perpetuação dessa intolerância. Chega de "postura Clodovil" no nosso meio.
04-08-2018 às 17:26 Loiro
Jovem de atitude. Não deixou barato. Procurou um advogado, meteu um processo e ganhou a causa. Só achei a idenização muito pouca. Deveria ser maior, final, danos morais é coisa séria. Todos devemos fazer isso. Meter processo e reinvidicar nossos direitos e cobrar respeito.
03-08-2018 às 21:18 Jorge Jorge
Quem destila ódio, meu bem, são aqueles que insuflam as pessoas a odiar. Eu faço o contrário: alerto para que não odeiem. E direi isso sempre. Aqui, onde quer que me manifeste. Alerto para o ódio empedernido que há por trás desses movimentos imbecis, mercantilistas e, eles sim, homofóbicos.
03-08-2018 às 10:47 Só de olho
O Jorge Jorge escreveu , escreveu , escreveu e só destilou ódio. Besha, se não está satisfeita, vira hetera.
02-08-2018 às 22:51 Jorge Jorge
Que roupas inadequadas vestia esse rapaz? Quais? No Arouche, travestis exibem pintos enormes, enquanto crianças retornam do cinema com seus pais. Sim, o bairro é também habitado por perfis tais: famílias. Mas eles podem. Os gays tudo podem. O silêncio da pior ditadura, mar em que se banham, lhes garante a imunidade que Hitler não teve nem em seus mais áureos tempos. E os juízes... Bem, juízes são aqueles indivíduos que dormem encastelados na cabeça de Brahma. Ganham trinta mil mensais, têm sessenta dias de férias, são praticamente intocáveis, a obediência a alguém é apenas formal. Enfim, juízes são juízes. Apenas parte do sistema imbecil chamado Estado brasileiro. Por isso, muito mais fácil do que contestar uma ditadura perversa chamada gayzismo é curvar-se a ela. É isso que geralmente fazem.
02-08-2018 às 13:16 Cezar
Só 10 mil? Deveria ser muito mais!!! Na hora de humilhar o próximo, achou bonito, tinha que pagar uns 100 mil reais, pra deichar de ser trouxa!