ASSINE JÁ ENTRAR
Promocao
Promocao

Denuncia

Ex-secretária de Bruno Covas acusa servidor de corrupção na Parada Gay.

por Redação MundoMais

Quinta-feira, 16 de Agosto de 2018

O Ministério Público de São Paulo (MP) abriu um inquérito civil para investigar suposto ato de improbidade administrativa praticado pelo coordenador de Políticas para LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) da Secretaria de Direitos Humanos, Ivan Santos Batista, durante a última Parada Gay, ocorrida em junho deste ano.

Batista é acusado pela ex-secretária da pasta Eloisa Arruda, exonerada na última quinta-feira (9) pelo prefeito Bruno Covas, de ter utilizado para uso próprio os três trios elétricos que a gestão municipal disponibiliza na parada. Ela chegou a abrir uma investigação interna e enviou os documentos ao MP e à Controladoria Geral do Município.

Segundo a denúncia, o servidor vendeu patrocínio de 5 000 reais para três empresas, entre as quais uma de óculos, além de oferecer, sem licitação, como prevê a lei, “cotas” de até 20 000 reais para as firmas que quisessem utilizar, por meio de “pulseiras vip” e camisetas promocionais, os três veículos municipais.

Em depoimento prestado ao promotor de Justiça Wilson Tafner, da Promotoria do Patrimônio Publico e Social, na última segunda-feira (13), Eloisa Arruda afirma que a entrada nos trios elétricos deveria ser gratuita. “O acesso deveria ser sem qualquer custo para a população e as pulseiras deveriam ser entregues às pessoas vinculadas aos programas e equipamentos de atendimento à população LGBT”, afirmou.

Além disso, a ex-secretária, que é procuradora de Justiça aposentada, afirma que “houve apresentações de artistas contratados, e que, em nenhum momento, havia qualquer autorização para este tipo de procedimento”. Sobre as pulseiras vendidas e outros patrocínios obtidos, Eloisa ressalta que “o chamamento público garantiria o recolhimento de eventuais recursos aos cofres públicos”.

A investigação interna feita pela ex-secretária culminou com o pedido de exoneração de Ivan Batista e com a nomeação de outro profissional, Marcos Freitas (ambos em julho), mas quem acabou demitida foi a própria secretária, após o telefonema de um assessor de Covas.

Procurados, a secretária Eloisa e o promotor Tafner não quiseram conceder entrevistas. Ivan Batista negou as acusações e disse que vai se defender no Ministério Público. “Isso não é verdade e todo mundo sabe que a briga dela (Eloisa Arruda) é com o prefeito”.

Em nota, a prefeitura afirma que está investigando a denúncia. “A Controladoria Geral do Município apura o caso, mas os detalhes do procedimento não podem ser divulgados até a conclusão dos trabalhos, quando serão tomadas todas as medidas cabíveis”.

24-08-2018 às 18:38 Rainha
Continuando...qdo eu era jovem nao havia paradas mas as religioes estavam ali cutucando as pessoas...qtas vezes ouvi "q eu era promiscuo" "q eu devia morrer" "q eu morreria de Aids"...e muitos heteros destas religioes morreram de Aids pq eles eram promiscuos...a justiça tarda mas nao falha e varre os hipocritas na hora certa...
24-08-2018 às 18:34 Rainha
Infelizmente nao vejo saida...com parada sem parada a violencia e nao aceitacao do LGBT é gde...e por que?Por causa do machismo e de algumas religioes cristas q pregam o tempo td q é errado...e eu detesto esta gente hipocrita...sociedade hipocrita podre
22-08-2018 às 00:55 Estevao
Nenhuma parada me representa! Um evento que deveria ser usado para denunciar de forma explícita o preconceito que acontece dentro de casa e fora dela é apenas um carnaval fora de época, com música eletrônica ou de alguma celebridade do momento e usada para políticos que supostamente apoiam a causa LGBT se elegerem. A sociedade finge que aceita de forma legal, até levam crianças para participar da festa, mas quando elas crescem e se descobrem homossexuais ou trans ou qualquer que seja o gênero LGBT sofrem o preconceito por não serem aceitas como são ou são obrigadas a seguirem a cartilha da sociedade, namorando , casando etc. Se houve ou não corrupção caberá à investigação descobrir , mas mesmo inocentes , eu continuo contra as paradas, pelo menos do jeito que são hoje.
20-08-2018 às 21:44 Jorge Jorge
Nereu, Joshua, meus queridos, concordo plenamente, mas o pior nem é o fato da haver meia dúzia de safados ficando milionários com movimentos GLBTs. O pior é que lá no fundão do Brasil, o garotinho de 14 anos põe a calcinha da irmã e sai na rua rebolando. Volta para casa e apanha do pai. É lógico que não concordo com a atitude do pai. Lógico. O que quero dizer é que o gayzismo, expandido a partir de centros como SP, gera sua perversão afora. Mas não pensem que os GLBTs ficam tristes com esse garoto gay que acabou agredido pelo pai ou até assassinado. Eles adoram que isso aconteça. Vão lá, juntam o cadáver e o transformam em estatística. E eles precisam de números, porque são esses números que os justificam. "Tá vendo? A homofobia não para de crescer. Por isso, nós precisamos nos organizar..." E aí vem a verba pública, vem um Santander posando de bonzinho, vem isto e vem aquilo. Gente, eles nos usam. SIMPLESMENTE NOS USAM.
20-08-2018 às 20:44 Joshua
A parada não representa nenhum homoafetivo. Representa apenas um grupinho sedente por dinheiro: eles alugam trios e contratas celebrilixos com dinheiros de nossos impostos, depois cobram por pulseiras, camisas e camarins vips nos trios. Além banners e outdoors. Os ativistas estão milionários.
18-08-2018 às 07:51 Nereu para Jorge Jorge
Sabemos que desde que foi criada a parada serve para alguns ganharem dinheiro.... e a maior apoiadora dela, uma tal de Marta Suplicy ganhou votos.... foi eleita várias vezes apoiando os gays em palavras.... mas nunca em ação.... 13 anos de governo do PT ela nunca colocou nada para aprovação no congresso.... nada relevante.... nem ela e nem o partido.... usaram os gays em suas campanhas.... e os gays nunca entenderam e enganação.... a manipulação..... continuam dando crédito para esse partido maldito... corrupto (todos são)....
17-08-2018 às 18:30 Jorge Jorge
A mim - e os que me acompanham aqui sabem disto - isto não me surpreende minimamente. Conheço o gayzismo e dele desconfio sempre. O gayzismo empresarial!
16-08-2018 às 21:38 halison Gonçalves
quero mais direito
16-08-2018 às 21:37 halison Gonçalves
também sou gay até o tutano mais está parada não merepresenta
16-08-2018 às 10:23 Nereu
Estou com o Cezar.... também sou gay até o tutano...(rsrsrs) Mas afirmo, a parada gay não me representa.... Esse povo que se diz LGBT também não me representam.... Nunca fui a nenhuma para.... e nem vou.... é só mais uma forma de desvio de dinheiro público.... inventada pelo PT.... e essa esquerda imbecilizada....