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Paulo Gustavo censura beijo gay em Minha Mãe é Uma Peça 3 e é criticado.

por Redação MundoMais

Sexta-feira, 13 de Setembro de 2019

Paulo Gustavo, escritor de “Minha Mãe É Uma Peça”, e os atores que protagonizarão o casamento.

Rio - Paulo Gustavo virou alvo de críticas de internautas após censurar a cena em que aparece um beijo gay no filme "Minha Mãe é Uma Peça 3", previsto para estrear no dia 26 de dezembro. De acordo com o ator e diretor do filme, a cena do casamento dos personagens Juliano (Rodrigo Pandolfo) e Thiago (Lucas Cordeiro) não terá beijo entre os noivos.

“A gente não precisa esfregar nenhuma opinião pessoal na cara do público. Mais do que isso (o casamento gay) não precisa", teria argumentado Paulo Gustavo em conversa com o ator Rodrigo Pandolfo. A declaração foi dada em uma entrevista ao UOL.

Após a entrevista de Rodrigo, Paulo Gustavo virou o assunto mais comentado do Twitter, nesta quinta-feira (12), figurando no topo dos trending topics da rede social. Diversos internautas criticaram a decisão do humorista, que é homossexual e casado com o dermatologista Thales Bretas.

"O gay depois que atinge uma certa posição no capitalismo e se torna uma existência acanhada, envergonhada e submissa é uma das coisas mais tristes que existe", lamentou um fã.

"Já não irei assistir o filme. Não conte comigo para essa bilheteria amado!", disse outro.

"Esfregar nenhuma opinião'. Amar se tornou questão de opinião? Eu não entendo como funciona a cabeça desses gays que acha que o próprio amor deles é algo "que não pode ser visto e nem normalizado para não desrespeitar ninguém" enquanto héteros se comem na tela do cinema", argumentou outro.

Apesar das duras críticas, tiveram aqueles que amenizaram a situação. "Ai gente! Vocês falam em liberdade, mas vocês são chatos... A vida é dele, deixa ele", comentou um internauta.

16-09-2019 às 14:57 Jorge
Mas vc tem razão, Madame X: este espaço de fala de MM tornou-se pequeno demais para mim. Adeus.
16-09-2019 às 14:27 Jorge
Quem vocifera raivosamente não sou eu. Nunca preguei ódio. Denunciei ser, ao lado de outros gays, vítima dele, expelido que é pelas ventas de um movimento que nos quer como mercadoria de zoológico. Não tomo gays pelo todo exagerado de um casal que esfrega genitálias, porque, eu mesma (a) não sou assim: sou bicha passiva. Adoro macho e rola. Beijo meu namorado, inclusive a cabeça do pau dele. Mas não esfrego, não insulto, não provoco. Não devolvo àqueles que me agrediram a mesma moeda com que me agrediram.
16-09-2019 às 09:30 Madame X
Gente mas ela voltou, das cinzas da vociferação raivosa, tendo no ódio sua única bandeira. Bicha Jorge Jorge, mas vou te falar... Enquanto tivermos discutindo a homossexualidade (LGBT) como algo que surge inferiormente a qualquer outra forma de ser estar no mundo, o ódio vai existir. Dizer que um casal gay representa todos/as os outros, é no mínimo burro. Sempre tem gente exagerando em tudo, mas nós gays não podemos. Sempre tem militante fazendo coisas erradas, mas nós gays não podemos. Isso é o que falo, tomamos nosso modo de estar no mundo a partir de um pressuposta: a heterossexualidade e todas as normatizações que surgem com sua instituição. Precisamos menos de Paulos Gustavos da vida e de mais formas outras de estar no mundo para pararmos de reproduzir. Como seria pensar um mundo com menos binarismos? Com menos isso ou aquilo? E mais isso e aquilo, aquela, aquele...
16-09-2019 às 06:41 Carlos Eduardo
Certo o Paulo Gustavo. Não precisa mesmo. O própriO PRÓPRIO CASAMENTO É SIMBÓLICO E DÁ RECADO. DESNECESSÁRIO FICAR ENFIANDO GOELA ABAIXO DAS PESSOAS A INTIMIDADE... VIVAM MAIS SUAS VIDAS E PAREM DE MIMIMI. SOU CASADO HÁ 165 ANOS E NEM POR ISSO PRECIDO FUDER EM PÚBLICO.
15-09-2019 às 23:55 Bolinha
O filme é dele e ele faz do jeito que achar melhor, quem não gostar é só não ir assistir, desnecessário tanta polêmica besta. Chatice muita.
15-09-2019 às 22:34 Jorge Jorge
Rainha, você não tem capacidade, querido, para debater aquilo a que se propõe. Então, de duas, uma: ou você é ongueiro derrotado, sem recursos, ou você é boi de frigorífico de uma ou de várias dessas ONGs. Cara, a compreensão que sustento aqui não é hilariante e precisa ser enfrentada. Ocorre que as pessoas, como faz você, não enfrentam os temas. Vocês não têm argumentos. Têm apenas meia dúzia de bobagens, que disparam genericamente, seja qual for o tema.
15-09-2019 às 20:57 Rainha
Qdo leio alguns comentarios abaixo estilo bozo entendo o caos em q vivemos...qto ao ator é simples.Independente do q ele pense como pessoa ele produziu para faturar e a maioria é hetero e ele dança conforme a musica...apenas isso...beijo gay incomoda ,mas a hipocrisia de muitos heteros casados q depois pegam gays e travestis não,isto é totalmente normal...sociedade podre...
15-09-2019 às 11:41 Jorge Jorge
Essa militância gay se transformou em instrumento de ódio, fábrica de ódio, escola de ódio. Os caras chegam a dar "aula" de militância. É um tal de "dividir para conquistar", de uma esquerda nojenta, vulgar, imbecil. E, aqui e ali, eles vão conquistando uns bois, uns jumentos e vão prendendo toda essa gente dentro de um curral e vão amestrando e vão alimentando com ódio e por aí vai. É fácil e é plenamente explicável: via de regra, o gay vem de uma experiência de sofrimento, de menor ou maior grau, a depender de onde vem e a que geração pertence. Então, de repente, ele pode ficar nu, meter um pau no ânus em plena avenida, quebrar imagens de santos. E aí ele, coitado, imagina que se encontrou. Passa a ter uma falsa sensação de pertencimento. Querido, pertença a você mesmo, a sua própria dignidade. Sua sexualidade é outra coisa, outra história. Ela não é arma. Ela não é arma. Ela não é arma. Ela é apenas uma condição, a partir da qual você, aceitando-a, tem plenas condições de viver e ser feliz!
15-09-2019 às 09:38 Lipe
O público-alvo de seus filmes é conservador. E esse público não quer beijo gay. Pronto, acabou. Se mantivesse o beijo gay, não seria esse público que daria os 5 milhões de espectadores que o filme terá.
15-09-2019 às 07:31 Para o Jorge Jorge
meu camarada vc falou tudo e, é por isso que essa militância gay não me representa.