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Profissão Repórter

Comunidade LGBT sofre com preconceito e luta por aceitação em cidades do interior do Brasil.

por Redação MundoMais

Quinta-feira, 03 de Outubro de 2019

As equipes do Profissão Repórter viajaram para cidades do interior do Brasil para contar histórias de pessoas da comunidade LGBT que lutam contra o preconceito, estão em busca de aceitação e mais oportunidades na sociedade.

06-10-2019 às 09:07 Para Ed
Eu sou 1 que não faço parte desse lixo!!! Sou gay SIM, mais tenho vergonha cara! Beijos.
05-10-2019 às 22:18 Ed
A comunidade gay é super hiper mega preconceituosa. Quem é homoafetivo e não faz parte deste grupinho político é porque tem bom caráter.
05-10-2019 às 14:41 Marina Silva
Nós, gays, somos sinônimos de dignidade. Homens, mulheres. Seres humanos. Só isso. Quem vai para o vão do Masp esbravejar e enfiar crucifixo no ânus, definitivamente, é pregador de ódio. Profissionais, nem todos gays, que ganham dinheiro espalhando ódio e ensinando a odiar. Eles não são nós. Não têm nada a ver com nós.
05-10-2019 às 10:04 J. Leandro
O povo já gosta de reclamar!!!!!! A militância LGBT, é preconceituosa. Tipo querem ser "aceitos", gritam por respeito, igualdade(?????) etc..., quanta hipocrisia!!!!!!!
05-10-2019 às 10:00 Léo
O sinônimo de LGBT pra mim é:um monte de gays e lésbicas enfurecidas espalhando ódio e querem tolerância a qualquer preço.
05-10-2019 às 09:02 Mulé qui vendi xupi xupi
Não sejam trouxas, nenhuma emissora, nenhum famoso, luta de fato pela causa! Eles querem mesmo é muita grana/olofote, fato! É muito amo$ envolvido....SQN!
05-10-2019 às 01:21 Bolinha
Globo sempre Globo, se aproveitando da militância, figurinha mais que repetida. Nenhuma novidade.
04-10-2019 às 11:23 Juliano DF
Gostei não. Tendenciosa, como tudo da Globo.
03-10-2019 às 17:08 Josy de Souza
Assisti à matéria e achei meio tendenciosa. A realidade LGBT é vista (embora muitos não queiram ver) diariamente. Poderiam fazer também uma matéria mostrando os LGBTs que venceram na vida apesar dos preconceitos. Existem inúmeros (felizmente) LGBTs que conseguiram ultrapassar a barreira do preconceito e que não são mostrados para que sirvam de incentivos a outros. Eu mesma, faço palestras sobre os percalços que passei em 48 anos, na trajetória da roça ao emprego, ao mestrado e ao doutorado, sem ter nascida em berço de ouro e sendo de vilarejo e de família extremamente preconceituosa e que, graça às minhas vitórias, se não aceita plenamente, passei ao menos a ser respeitada.