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Fórum Brasil Diverso traz grandes nomes do mundo corporativo

Oitava edição do evento realizado pela Revista Raça acontece no dia 8 de novembro e está com inscrições abertas.

por Redação MundoMais

Segunda-feira, 07 de Novembro de 2022

O Fórum Brasil Diverso 2022 reunirá personalidades e formadores de opinião do ambiente acadêmico e representantes de empresas do país e do exterior para debater o tema "Oito anos de Fórum: passado, presente e futuro". O evento, realizado pela Revista Raça com patrocínio e apoio de diversas instituições que trabalham diversidade cotidianamente, acontece no dia 8 de novembro, das 8h às 18h, no Teatro Vivo, em São Paulo (SP).

A iniciativa atua como catalisadora de tendências voltadas para a equidade, diversidade e inclusão no mundo corporativo e na sociedade. O evento pretende resgatar avanços, principais marcos e desafios dos últimos 20 anos e entender o que aprendemos e quais são os desafios da empregabilidade de pessoas negras e grupos minorizados.

O evento é pioneiro em reunir CEOs de grandes companhias e grandes nomes do mercado como Christian Gebara (CEO da Vivo /Telefônica Brasil), Tomas Flier (líder de inclusão do Google para a EMEA e EUA), Flávia Garcia (head de Diversidade, Equidade e Inclusão do Google na América Latina e no Canadá), Joana Angélica (reitora da Universidade Federal do Sul da Bahia) e Jerry Padoly (perfumista sênior da Symrise na França e único perfumista negro do mundo).

Idealizado por Maurício Pestana, CEO da Revista Raça, quando o executivo estava à frente da Secretaria da Igualdade Racial da cidade de São Paulo, o Fórum nasceu com o intuito de entender como se dava a questão da inclusão e da diversidade nas empresas.

Serviço:

• Data: 08.11.22 (terça-feira)
• Horário: 8h às 18h
• Local: Teatro Vivo
• Endereço: Avenida Dr. Chucri Zaidan, 2460

09-11-2022 às 08:13 Jorge Jorge
É lógico que isso não inclui coisíssima nenhuma. A massa do povo preto continuará exatamente onde sempre esteve: servindo de cenário a essas empresas, a essas pessoas pretas proeminentes e com discursos decorados e repletos de ódio. O preto, o gay, o trans que lê esse tipo de notícia precisa se convencer de uma coisa: não existe o atalho proposto por essa gente. E eles, esses pretos ricos e bem-falantes, sabem que esse atalho não existe. Mas existe o desejo de fomentar o "dividir para conquistar". E, se esse é o objetivo, nada melhor do que propor pautas impossíveis, que, aqui e ali, provocarão dissensões, eventualmente alguma atitude que possa ser enquadrada como racista. O preto não pode e não deve confiar nisso. O preto deve confiar em si e na sua inteligência. E fomentá-la. Precisa fugir da lógica perversa 'Ativismo negro/Empresas Oportunistas". Em outras palavras, querido: não reingresse na senzala da qual seus antepassados já conseguiram se libertar.