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Comentarista ignora boicote e usa braçadeira da diversidade na Copa

Alex Scott, ex-jogadora da seleção inglesa e comentarista esportiva, usou o adereço durante uma transmissão ao vivo em um estádio na Copa do Mundo, no Catar.

por Redação MundoMais

Terça-feira, 22 de Novembro de 2022

Uma comentarista da emissora britânica BBC Sport, e ex-jogadora da Inglaterra, ignorou o boicote da Fifa (Federação Internacional de Futebol) à braçadeira "One Love" e o utlizou o adereço dentro de um estádio no Catar, país do Oriente Médio considerado LGBTfóbico que está sediando a Copa do Mundo.

A braçadeira estampa as cores rosa, amarelo e azul, em apoio à causa LGBTQIA+, além do vermelho, preto, e verde, que representam origem e raça. Alex Scott usou a braçadeira em uma entrada ao vivo dentro do campo do estádio Internacional Khalifa — palco da estreia da Inglaterra contra o Irã, pelo Grupo B, às 10h deste segunda-feira (21).

País de Gales, Bélgica, Dinamarca, Alemanha, Inglaterra, Holanda e Suíça desistiram de usar a braçadeira após a Fifa afirmar que os times sofreriam sanções esportivas e os capitães estariam passíveis de receber cartão amarelo, ou até serem expulsos do campo, caso o adereço fosse utilizado durante as partidas.

Os países emitiram um comunicado conjunto se manifestando sobre a censura da Federação.

"A Fifa deixou muito claro que imporá sanções esportivas se nossos capitães usarem as braçadeiras no campo de jogo. Como federações nacionais, não podemos colocar nossos jogadores em uma posição em que possam enfrentar sanções esportivas, incluindo cartões amarelos, por isso pedimos aos capitães que não tentem usar as braçadeiras nos jogos da Copa do Mundo da Fifa", diz o comunicado.

"Estamos muito frustrados com a decisão da Fifa, que acreditamos ser sem precedentes — escrevemos à Fifa em setembro informando sobre nosso desejo de usar a braçadeira 'One Love' para apoiar ativamente a inclusão no futebol, e não tivemos resposta", acrescenta a nota.

23-11-2022 às 10:43 Jorge Jorge
Quanto à Fifa, uma instituição mafiosa e repleta de interesses obscuros, os mais inconfessáveis, chega a ser ridículo que alguém se decepcione. Até o número seis, quando nada afeta nada e o homofóbico é o torcedor que gritou "veado" da arquibancada, tudo bem! Do sete em diante,, quando o assunto realmente se torna sério e envolve grana pesada, é lógico que, com a maior cara de pau do mundo, os cartolas corruptos da Fifa adotarão a defesa do lado que tem o dinheiro na mão. Isso mostra, a essa bibinha que acabou de votar em Bolsonaro e se urina toda só de ver falar nesse nome, que ela não passa de uma coitada na mão de um sistema e que os verdadeiros guardiães de sua dignidade são justamente aqueles que ela tanto combate. Cuide de seu cu, biba, seja você uma bichinha novinha ou uma bicha rodada. Comece a abrir os seus olhos. Observe os movimentos de ONGs gayzistas em torno do novo governo. Ninguém quer te defender, meu anjo. Todos querem apenas duas coisas: grana pesada e poder. Usando, claro, a sua homossexualidade, a sua bundinha, a sua feminilidade, o seu desejo de cortar o pintinho, tudo isso como elementos ideológicos justificadores da existência deles. Tome cuidado, meu amor....
23-11-2022 às 10:36 Jorge Jorge
A todas aquelas bibas que protestam no vão do Masp enfiando crucifixos no ânus: vocês só fazem isso justamente por causa da Cruz que desprezam. Sim, é o Cristianismo que nos legou a liberdade do Ocidente. E quando a Sharia mostra seus dentes, fica, então, muito evidente essa diferença. Ocorre que, por desinformação, muitos são levados ao raso de atribuir a um pastorzinho evangélico uma espécie de homofobia. Nada mais imbecil e errado do ponto de vista histórico. E essa explosão explícita de preconceito no Qatar é prova definitiva de tudo isso. Àqueles que votaram em Lula, por identificar nos apoiadores de Bolsonaro indivíduos homofóbicos: engulam.