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Deputados querem proibir crianças e adolescentes em paradas LGBT+

Dois projetos de lei foram apresentados na Câmara após a realização da 27ª Parada LGBT+ de São Paulo, a maior do mundo.

por Redação MundoMais

Quarta-feira, 21 de Junho de 2023

Os deputados federais Gilvan da Federal (PL-ES) e Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) apresentaram dois projetos de lei que proibem a participação de crianças e adolescentes em paradas LGBT+. As propostas foram protocoladas na Câmara em 14 de junho, três dias após a realização da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, considerada a maior do mundo.

O texto apresentado por Gilvan, estabelece multa no valor de R$ 30 mil aos organizadores da parada e R$ 15 mil aos responsáveis pelo menor de idade. Além disso, o projeto também estabelece que seja proibida a divulgação de materiais que contenham a exposição de crianças e adolescentes em eventos do tipo, tanto em veículos de comunicação quanto em redes sociais. Neste caso, seria aplicada multa de R$ 5 mil por hora na divulgação.

O deputado alegou que "crianças são inocentes". "Não devem participar de eventos que contenham sexualização, pessoas semi-nuas, etc. O projeto visa proteger a pureza e a inocência de nossas crianças", afirmou.

Já o projeto apresentado pelo deputado Pastor Sargento Isidório proíbe a participação ou exposição de crianças e adolescentes menores de 16 anos ou suas imagens em qualquer evento ou local, público ou privado, envolvendo conteúdos que "proporcionem" ou "incentivem" a sexualização precoce desses menores. O parlamentar cita bailes, caminhadas e festas destinadas à promoção de ações afirmativas de gênero ou ao incentivo de escolha à orientação sexual.

Em caso de descumprimento, o parlamentar sugere aos autores e financiadores as sanções previstas no art. 258 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Na justificativa do projeto, o deputado julgou como "deturpação" o bloco Crianças Trans Importam, que integrou a 27ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo. Isidório ainda falou em "opção da natureza Divina".

"Crianças e adolescentes têm direito a participar de eventos desde que sejam respeitadas a sua condição peculiar de pessoa ainda em formação de seu caráter e princípios psicossocial, sentimental, moral, ético e também em formação do seu desenvolvimento físico, conforme previsto no art. 227 da Constituição e nos art. 4º e 71 do ECA", diz o texto.

A reportagem entrou em contato com a organização da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo em busca de um posicionamento. No entanto, a assessoria de imprensa da entidade informou que não seria possível se manifestar nesta sexta-feira, 16, apenas na segunda, 19. O espaço segue aberto para manifestações.

*Fonte: Terra

24-06-2023 às 12:52 Querida Jorge Jorge
Nem tudo cabe aos pais. Tem país que não acreditam na ciência. Esse pai não vacina o filho. A criança que vai pagar com a vida. Em relação a passeata gay, esses políticos bolsominios e idiotas deveriam tá preocupado com a fome e falta de escolas pra essas criancas
23-06-2023 às 06:22 Mozart
Onde estavam esses deputados quando um certo presidente arrancou a máscara de uma criança durante o auge da pandemia?? Onde estavam ainda esses deputados quando o mesmo presidente pegou o dedo de uma criança para fazer sinal de arminha? Onde estão esses deputados quando crianças sofrem bullying permanente nas escolas? Onde estão esses deputados quando crianças sofrem assédio de líderes religiosos?
22-06-2023 às 16:53 Jorge Jorge
Não podem fazer isso. Odeio esse gayzismo falso e identitário, a que interessa sequestrar a homossexualidade alheia, mas esta pauta está errada. Cabe àquele que tem poder familiar sobre a criança, geralmente o pai e a mãe, tomar essa decisão, tanto quanto cabe a eles vacinar uma criança de seis anos com as vacinas experimentais de COVID ou não. Soberania dos pais, dos responsáveis. Ao Estado, não cabe dizer isto ou aquilo. Esses pastores agem contra si mesmos. Defendem a família e sua autonomia de um lado e a combatem de outro. O Estado não ordena, não disciplina, não conduz, não educa ideologicamente, não vacina à força e não decide se a criança deve ir ou não à Parada Gay, à Marcha para Jesus, ao candomblé, à quermesse, à procissão etc. O Estado não manda na família. Ponto.
22-06-2023 às 14:27 Cris
Criança pode ver guerra na tv., violência, assalto, briga, Carnaval, em que as pessoas ficam quase peladas, mas Parada gay, não! É muita hipocrisia!
22-06-2023 às 00:14 Zequinha
Esses parlamentares deveriam estarem preocupados com os mais de 30 milhões de desempregados no Brasil que tem como consequência direta milhões de crianças passando fome, milhares de crianças nos sema faros pedindo esmola, deveriam estarem preocupados com o trabalho infantil. deveriam estarem com os milhares de crianças fora das escolas, etc...
21-06-2023 às 22:35 Celsa
Sou gay e concordo! Rola muita putaria/Drogas/Sequiço e surubas/Brigas e caralhadas afins ke, não convém a uma criança assistir/Ve! Mas.........................Tb deve pruibir os pinpolhu, de assistir carnal e etc..........Pois tb, rola muita capetice/Diabruras sem fim, nesses evento! Boa noite.
21-06-2023 às 20:16 Luli
Então criança não pode assistir desfile de Carnaval . Povo hipócrita e nojento. Tanta coisa que Esse país precisa mudar e esses Bolsominios ficam perseguindo os Gays. Nojo