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Organização LGBT+ no Rio abre vagas para atendimento psicológico

Grupo Pela Vidda procura proporcionar ambiente seguro e inclusivo.

por Redação MundoMais

Terça-feira, 12 de Setembro de 2023

O Grupo Pela Vidda do Rio de Janeiro está com inscrições abertas para atendimento terapêutico gratuito voltado para a população LGBT+ e pessoas que vivem com HIV/Aids .

A instituição foi criada por pessoas com HIV/Aids em 1989, e tem como objetivo principal a “valorização, integração e dignidade do doente de Aids”, daí a sigla Vidda, que dá nome ao grupo.

Dentre a proposta de promover a defesa dos direitos de pessoas com HIV/Aids e população LGBT+, a luta contra preconceito e formas de discriminação, e o bem-estar desse público-alvo, os grupos terapêuticos são uma forma de oferecer um ambiente seguro, acolhedor e inclusivo.

O programa oferece suporte psicológico por meio de grupos, visando a diminuir o estigma, empoderar e promover a reintegração social dos atendidos. A iniciativa estimula que participantes possam discutir questões pessoais e emocionais sob a orientação de profissionais qualificados. A iniciativa conta com parceria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Julio César da Conceição é um dos participantes acompanhados pelo grupo terapêutico. “O Pela Vidda me deu apoio quando eu mais precisei. Aqui eu encontrei amigos. Desde o ano passado participo do grupo. Cheguei aqui com depressão e recebi atendimento dos profissionais. Uma conversa, uma troca de experiência. Vale a pena.”

“Acreditamos que a conexão com os outros e o compartilhamento de experiências podem desempenhar um papel fundamental no processo de fortalecimento de laços afetivos e na manutenção do cuidado com a saúde mental”, aponta Thais Monsores, psicóloga e voluntária.

O grupo de atendimento faz parte de um cenário em que, especialmente entre jovens, a prevalência de problemas relacionados à saúde mental é maior na população LGBT+ que na heterossexual.

Uma pesquisa divulgada pelo Datafolha em 2022 apontou que 81% dos brasileiros de 15 a 29 anos que se consideram heterossexuais tiveram problemas relacionados a saúde mental.

Entre os entrevistados que se identificaram como LGBT+, a proporção foi maior, 92%. “A ideia do trabalho realizado é possibilitar que, cada vez mais, pessoas com HIV e LGBT+ tenham acesso ao cuidado com a saúde mental”, completa Thais Monsores.

As inscrições podem ser feitas on-line, neste link. O endereço para atendimento presencial é: Avenida Rio Branco, 135, sala 709, Centro. O atendimento ocorre às quartas e sextas-feiras, de 15h30 às 17h30. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 2518-3993 e 21 2518-1997 ou pelo WhatsApp 21 99602-5071.

13-09-2023 às 12:42 Luli
Bela iniciativa
13-09-2023 às 11:35 Observador
Sempre costumo dizer que um trabalho de conscientização sobre a homossexualidade como uma das formas de se relacionar sexualmente ajuda e muito na psique! Me lembro que aos 20 anos, acabei ficando com um colega bissexual e ainda era apertado para ser penetrado, ficando no entre nádegas e, outro colega até "mulherengo" mas grande amigo soube e, disse que nosso colega gostou. Quando argumentei a "anatomia" não estar pronta para "acolher" o pênis, ele ainda disse que nem toda vagina possibilita "aquela acolhida"! E de fato, por um ano, fiquei recebendo no anus, o néctar do colega passando pelo esfincter e que ele tratou como apenas "fecundando"! :)
13-09-2023 às 00:12 Crente Conservador Bolsonarista
Vão pra igreja que não há apoio maior que o de Jesus. Mas tem que se arrepender dos pecados e se tornar santos. Senão as bençãos não vem.
12-09-2023 às 21:14 QW
Ki bão.