ASSINE JÁ ENTRAR
Promocao
Promocao

Justiça nega prisão de suspeitos de espancar professor de balé por homofobia

Caso de professor agredido em parque de Porto Alegre ganha novos desdobramentos.

por Redação MundoMais

Sexta-feira, 03 de Julho de 2026

A Polícia Civil cumpriu, nesta última quinta-feira (2), três mandados de busca e apreensão no âmbito da investigação sobre a agressão sofrida pelo professor de balé Cléber Veiga, de 49 anos, no Parque da Redenção, em Porto Alegre.

O caso ocorreu no dia 9 de maio e é tratado pelas autoridades como um crime motivado por homofobia. A operação integra o avanço das apurações conduzidas pela Delegacia de Polícia de Combate à Intolerância, que tenta esclarecer completamente a participação dos envolvidos e reunir novas provas sobre a dinâmica do ataque.

De acordo com a investigação, o professor foi abordado e espancado por três seguranças contratados por um estabelecimento comercial e por um restaurante localizados no entorno do parque. A agressão teria sido registrada pelos próprios suspeitos, o que também passou a ser analisado pela polícia.

Em depoimento, a vítima relatou ter sido cercada e violentamente agredida com socos e golpes que atingiram principalmente o rosto, a cabeça e outras partes do corpo, além de ter ouvido ofensas homofóbicas durante o ataque, incluindo a frase “não quero saber de viado aqui”, usada pelos agressores.

Durante o cumprimento dos mandados, os agentes apreenderam munições, dois simulacros de arma de fogo, uma espingarda de pressão, um taser, um cassetete, uma luneta, além de celulares e dinheiro em espécie. Os três investigados têm 22, 26 e 55 anos, e as identidades não foram divulgadas. A Polícia Civil chegou a solicitar a prisão preventiva dos suspeitos, mas o pedido foi negado pela Justiça. O caso segue em investigação.

04-07-2026 às 11:46 Leonarda
Cana + Multa + Surra...............Resolve 50%. Os outros 50%...............O univerço termina o serviço!!!
03-07-2026 às 23:11 RENATO1
JORGE VAI SE CATAR
03-07-2026 às 23:11 RENATO1
"O FATO DA PRISÃO PREVENTIVA TER SIDO NEGADA SIGNIFICA QUE ESTAMOS NO ESTADO MAIS MISÔGENO E RACISTA , JUNTO COM SC E PR ELES NOS ENVERGONHAM"
03-07-2026 às 19:12 Jorge Jorge
O fato de a prisão preventiva ter sido negada é natural em matéria criminal. Isso, nem de longe, significa absolvição. Se foi homofóbico ou não, saberemos. O simples fato de a vítima ser gay não transforma, como quer a militância gayzista, em homofobia um fato que, talvez, não passe de um crime comum. De todo modo, a agressão em si é horrível, lamentável. Criminosa.