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Igreja evangélica permite que pessoas LGBT+ exerçam funções pastorais

Igreja Presbiteriana Unida do Brasil reafirma compromisso contra discriminação de pessoas LGBT+.

por Redação MundoMais

Sábado, 25 de Julho de 2026

A Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (IPU) reuniu-se em Salvador (BA), entre os dias 17 e 19 de julho, tratou sobre a presença de pessoas homoafetivas em suas comunidades.

A decisão reconhece que igrejas locais podem receber fiéis LGBT+ como membros e, observados critérios vocacionais, também para funções pastorais. Em 2023, a assembleia geral criou uma Comissão Especial para Assuntos de Gênero, com representantes de todos os presbitérios, equilíbrio de gênero, presença de pessoas LGBT+ e de pastores que já celebravam casamentos homoafetivos.

Ao longo deste período, o grupo realizou reuniões internas, escutou representantes das comunidades locais, promoveu um seminário aberto e estudou os documentos oficiais da igreja.

A decisão dialoga diretamente com a agenda contemporânea de direitos humanos. O relatório cita o Pronunciamento Social da IPU, que repudia todas as formas de opressão e discriminação, e aplica esse compromisso à orientação afetivo‑sexual.

27-07-2026 às 12:46 Danny
Hipócritas querem colocar práticas bíblicas de 3.000 anos para hoje em dia, sendo que foram escritas, para a Época. Nem em Israel se usa muitos preceitos, hoje em dia. Apedrejar pessoas? Ter várias esposas? Ficar sem fazer barba, como ensina o Levítico? Gostaria de ver esses fariseus viverem a Bíblia como está literalmente escrito lá, se conseguiriam.
26-07-2026 às 09:46 Lipe
Que imagem equivocada a colocada por vocês. O Santo Terço é da Igreja Católica e vocês o colocam associado a uma religião evangélica.
25-07-2026 às 16:51 Paulo
Qual biblia será usada para ministrar o evangélho!? A biblia diz que viver na pratica homossexual é pecado!